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Feevale Techpark em Campo Bom sedia palestra sobre e-commerce Meu Sapato Preto

Por Marina Klein Telles 08/09/2025
Por Marina Klein Telles

O auditório do Feevale Techpark sedia, no dia 11, próxima quinta-feira, nova edição do Conecta Regionais: Campo Bom, evento promovido pelo Comitê Regional da ACI-NH/CB/EV/DI. A palestra Como o e-commerce mudou minha vida (e também pode mudar a sua!) será feita por Mateus Barcelos de Menezes, fundador e CEO do e-commerce Meu Sapato Preto.

A loja virtual comercializa sapatos femininos exclusivamente pretos, em couro legítimo, que combinam conforto e qualidade com versatilidade e atemporalidade.

A atividade terá moderação de Débora Trierweiler, farmacêutica, proprietária e responsável técnica da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional ACI Campo Bom. O início será às 18h15min, com recepção aos inscritos com café de boas-vindas, e encerramento às 20h.

O evento é gratuito para sócios da ACI e tem investimento de R$ 75,00 para não sócio. O Feevale Techpark localiza-se na Av. Edgar Hoffmeister, 600, Zona Industrial Norte, em Campo Bom.

Informações podem ser obtidas pelo fone 51 2108-2108 e e-mail eventos@acinh.com.br

Inscrições devem ser feitas em https://www.acinh.com.br/evento/conecta-regionais-campo-bom

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2025 0 Comentários 201 Visualizações
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Exportações de ovos crescem 71,9% em agosto

Por Marina Klein Telles 08/09/2025
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de ovos (incluindo produtos in natura e processados) totalizaram 2.129 toneladas em agosto de 2025, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 71,9% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram embarcadas 1.239 toneladas.

A receita gerada com os embarques em agosto chegou a US$ 5,729 milhões, desempenho 90,8% superior em relação ao mesmo período de 2024, com US$ 3,003 milhões.

Com este resultado, as exportações acumuladas entre janeiro e agosto alcançaram 32.303 toneladas, número 192,2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (11.057 toneladas). A receita no acumulado do ano atingiu US$ 75,295 milhões, incremento de 214,5% em relação aos US$ 23,943 milhões obtidos no mesmo intervalo de 2024.

Em agosto, os principais destinos de exportação foram o Japão, com 578 toneladas (+328,5%), seguido pelos Estados Unidos, com 439 toneladas (+628,9%), México, com 304 toneladas sem comparativos com o ano anterior), Emirados Árabes Unidos, com 182 toneladas (sem embarques no mesmo mês do ano anterior), e Chile, com 172 toneladas (-79,6%).

“Os embarques para os Estados Unidos sofreram os efeitos do tarifaço, com diminuição no fluxo embarcado no mês. Ao mesmo tempo, vemos a retomada de destinos, como os Emirados Árabes Unidos e o fortalecimento para novos importadores, como o México. De qualquer forma, não são esperados efeitos significativos à oferta interna de ovos, uma vez que exportamos menos de 2% de nossa produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2025 0 Comentários 199 Visualizações
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Número de inadimplentes sobe no Brasil, mas região Sul registra menor taxa percentual

Por Marina Klein Telles 08/09/2025
Por Marina Klein Telles

O Brasil chegou a julho com 71,37 milhões de pessoas inadimplentes, o que representa 42,91% da população adulta. Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), e mostram um crescimento de 7,98% no comparativo com julho de 2024. Apesar do cenário preocupante, a região Sul segue com a menor taxa percentual de negativados no país, com aumento de 4,45% no período. Em Sapiranga, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) acompanha os dados e reforça a importância do uso de ferramentas como o SPC Brasil para ajudar na recuperação de crédito e na negociação com clientes inadimplentes.

Para o presidente da CDL Sapiranga, Ademir Gerson Deitos, o índice reduzido na região se deve à cultura de pagamento mais regular e à atuação preventiva dos lojistas. “Acredito que as pessoas estão mais focadas em quitar dívidas do que em assumir novas, até porque o varejo gaúcho registrou em julho uma queda de aproximadamente 7%, uma das maiores do país. Nesse cenário, a inadimplência acaba vindo como contrapartida da retração nas vendas”, avalia Deitos.

A CDL Sapiranga orienta que, para lidar com a inadimplência, o lojista adote práticas como análise criteriosa do crédito, cadastro atualizado de clientes, acompanhamento frequente dos recebíveis e uso das soluções oferecidas pelo SPC Brasil — incluindo envio de notificações de cobrança, negativação de dívidas e propostas de renegociação. A comunicação clara e o atendimento humanizado também ajudam a manter o vínculo com o consumidor e aumentam as chances de recuperação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2025 0 Comentários 311 Visualizações
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Exportações brasileiras de frango crescem 9,3% em agosto

Por Jonathan da Silva 05/09/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 394,6 mil toneladas em agosto, o que representa um crescimento de 9,3% em relação ao mesmo mês de 2024, segundo levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No entanto, apesar do aumento no volume exportado, a receita do setor caiu 11,9% em agosto, com US$ 699,4 milhões frente aos US$ 793,6 milhões registrados no mesmo período do ano passado. No acumulado de janeiro a agosto, as exportações somaram 3,394 milhões de toneladas, queda de 1,1% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. A receita nos oito primeiros meses de 2025 foi de US$ 6,308 bilhões, praticamente estável em comparação ao ano anterior, quando alcançou US$ 6,319 bilhões.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que os embarques seguem em ritmo estável desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária pelo Brasil. “O desempenho do mês de agosto manteve a estabilidade de embarques notada desde a reconquista do status de Livre de Influenza Aviária, pelo Brasil, o que deve se alterar positivamente com as recentes retomadas das importações pelo Chile e a oficialização da reabertura da União Europeia”, afirmou o dirigente.

Principais destinos

O México assumiu a liderança entre os principais destinos, com 37,5 mil toneladas embarcadas, volume 873,3% maior do que no ano passado. Os Emirados Árabes Unidos importaram 32,5 mil toneladas (-16,9%), seguidos por Japão, com 30,3 mil toneladas (-22,2%), Arábia Saudita, com 27 mil toneladas (+0,6%), e África do Sul, com 25,7 mil toneladas (-8,4%). Também aparecem na lista Filipinas (19,7 mil toneladas, +27,2%), Coreia do Sul (15,3 mil toneladas, +65,7%), Iraque (12,7 mil toneladas, +15,0%), Reino Unido (11,3 mil toneladas, +130,2%) e Singapura (10,9 mil toneladas, +14%).

Estados exportadores

Entre os estados, o Paraná liderou as exportações em agosto com 158,7 mil toneladas, queda de 1,6% em relação ao ano anterior. Santa Catarina ficou em segundo lugar, com 89,7 mil toneladas (+6,5%), seguido por Rio Grande do Sul, com 44,1 mil toneladas (+16,6%), São Paulo, com 24,5 mil toneladas (+3%) e Goiás, com 21,5 mil toneladas (+20,8%).

Foto: Chandlervid85/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
05/09/2025 0 Comentários 209 Visualizações
Business

Marcus Tonin e Phelipe Siani são os palestrantes do Empreendedorismo 360º

Por Marina Klein Telles 04/09/2025
Por Marina Klein Telles

A 4ª edição do Empreendedorismo 360° – Inovar para Transformar – recebe em Santa Cruz do Sul os especialistas em comunicação e marketing, Marcus Tonin e Phelipe Siani. O evento, realizado pela Sicredi Vale do Rio Pardo, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae RS) e Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), ocorre no dia 11 de setembro, a partir das 18 horas, no Auditório Central da Unisc, com entrada gratuita. Entre os temas centrais estão inovação, inteligência artificial e marketing digital.

A iniciativa busca, por meio da abordagem desta edição, impulsionar a competitividade, a eficiência e os resultados dos pequenos negócios. Para isso, os organizadores planejaram uma programação com palestrantes renomados e temas alinhados com os objetivos do evento. A palestra Do Medo a Oportunidade: IA no Mundo da Comunicação será ministrada pelo especialista em marketing e professor Marcus Tonin. O empresário e comunicador Phelipe Siani irá abordar a temática Recomunique-se: Porque uma Comunicação Commodity Não Vende pra Ninguém.

O evento ainda vai contar com a mediação da jornalista Francine Rabuske. Entre as palestras haverá um painel com empresários locais. Na abertura está previsto um momento de confraternização e networking. O Empreendedorismo 360° tem como objetivo desmistificar o conceito de inovação e incentivar sua aplicação prática no dia a dia, contribuindo para a transformação e o crescimento dos pequenos empreendimentos.

Programação

18h – Coffe de recepção e networking
19h15 – Palestra Do Medo a Oportunidade: IA no Mundo da Comunicação com Marcus Tonin
20h – Painel com empresários locais
20h20 – Palestra Recomunique-se: Porque uma Comunicação Commodity Não Vende pra Ninguém com Phelipe Siani
21h20 – Encerramento

Serviço

O quê: Empreendedorismo 360° – Inovar para Transformar
Quando:
 quinta-feira, 11 de setembro, a partir das 18 horas
Onde: Auditório Central da Unisc – Avenida Independência, 2293, Auditório Central da Unisc – Bairro Universitário – Santa Cruz do Sul, RS
Entrada:
 Gratuita – com inscrição prévia
Inscrições:https://www.sympla.com.br/evento/4-edicao-empreendedorismo-360-inovar-para-transformar-marketing-digital-e-ia/3041865

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2025 0 Comentários 165 Visualizações
Business

Avanço feminino no agro muda a economia e a cultura do campo

Por Marina Klein Telles 04/09/2025
Por Marina Klein Telles

No contexto da Expointer, a desembargadora Jane Maria Köhler Vidal traz à tona a pauta sobre as mulheres no agronegócio que enfrentam conquistas históricas, desafios persistentes e uma violência simbólica que precisa ser confrontada. Para se ter ideia, segundo ela, a cada seis horas uma mulher morre por motivo de gênero, um retrato brutal que exige reflexão e ação.

Para a magistrada, o feminicídio é o grau máximo da violência contra a mulher e suas raízes estão fincadas em estereótipos arcaicos. “Começa quando se estimula o homem a ser campeão e a menina a ir colocar a barriga no fogão”, afirma. Quando uma mulher quebra esse padrão e busca afirmação, muitas vezes é desqualificada: “chamam-na de ‘nervosa’”, lamenta.

Conforme Jane, esse rompimento com papéis tradicionais exige reconhecimento. “Todas as mulheres precisaram conquistar o direito de ir à escola, de votar, de trabalhar, de possuir um cartão de crédito.” Cada uma dessas vitórias representa avanço de autonomia e cidadania.

A desigualdade no campo espelha a estrutura patriarcal. “Há um machismo estrutural em toda a sociedade e o campo reflete isso também. Apesar dos avanços, é preciso avançar ainda mais e o caminho passa pela educação e qualificação profissional. Temos que, por exemplo, estudar, nos aprimorar para nos tornarmos verdadeiras profissionais, com realização pessoal e profissional”, observa.

Jane também destaca que a Expointer revela esse avanço, pois mulheres que antes eram invisíveis, consideradas meras ajudantes, especialmente no período colonial, ocupam hoje posições de destaque na produção agropecuária. Elas têm protagonismo de fato, com relevância econômica e cultural crescente.

Por fim, a desembargadora lembra que o campo, enquanto expressão de nossas raízes, carrega desigualdades históricas. A transformação, portanto, passa pela educação e conscientização. É, afirma Jane, esse processo que muda culturas e nele, o papel de instituições acadêmicas como a Ulbra é fundamental, capacitando homens e mulheres para construir uma sociedade de respeito e garantir o pleno desenvolvimento feminino.

A participação de Jane Maria Köhler Vidal na 48ª Expointer foi através de uma palestra, promovida pelo curso de Direito da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), no espaço Casa da Ulbra (quadra 45) na feira, que ocorreu na noite da terça-feira (2).

Reconhecimento à rede de solidariedade

Em um gesto de valorização, a desembargadora recebeu um reconhecimento da Ulbra por sua atuação solidária junto à Justiça e corpo docente. Ela mobilizou sua rede de contatos para viabilizar atendimento aos acolhidos pela Ulbra, vítimas das enchentes que castigaram o Rio Grande do Sul em 2024. A ação possibilitou a emissão de cerca de 4 mil certidões de óbito e nascimento para famílias que haviam perdido documentos. A Ulbra foi abrigo para mais de 8 mil pessoas e mais de 3 mil animais.

Foto: Bruna Santos/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2025 0 Comentários 197 Visualizações
Business

Para 80% das indústrias exportadoras do RS, medidas oficiais de socorro são ineficientes, aponta pesquisa da Fiergs

Por Marina Klein Telles 03/09/2025
Por Marina Klein Telles

As medidas compensatórias apresentadas pelo governo federal são insuficientes ou ineficientes, segundo a avaliação de 80% das indústrias gaúchas que exportam para os Estados Unidos. O percentual faz parte de uma pesquisa realizada pelo Sistema Fiergs com industriais gaúchos que vendem para o mercado norte-americano. As medidas de crédito e de prorrogação de drawback, por exemplo, são vistas como de pouco impacto, assim como o diferimento de impostos e o acesso ao crédito.  

Com relação ao governo gaúcho, o percentual de empresas que consideram pouco impacto na linha de crédito do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) fica em 85%, enquanto na liberação de saldo credor do ICMS essa é a avaliação de 79,5% dos entrevistados. O levantamento ouviu 135 indústrias exportadoras, das quais 88 vendem aos EUA (esse número equivale a 8% do universo de exportadores ao país). 

Diante do que consideram ineficiência das medidas, as indústrias citam ações que estão adotando ou avaliando: negociações diretas com fornecedores, busca por mercados internos e no exterior, paralisação temporária de atividades e demissões. Para reverter esse cenário, esperam medidas de alívio no contexto trabalhista, apoio para pagamento de salários em setores que empregam mais trabalhadores, linhas de crédito mais acessíveis e negociações diplomáticas.  

As indústrias gaúchas exportadoras também foram questionadas sobre os efeitos das tarifas de 50% impostas pelo governo de Donald Trump. Para 95,5%, o impacto é “ruim” ou “muito ruim”. Dois a cada três esperam redução no faturamento. Metade dos entrevistados afirma haver empregos em risco. Entre os que preveem demissões, 60% dizem que o número de desligamentos pode chegar a até 50 funcionários e, para 23,4%, os cortes podem ficar no intervalo de 51 a 500. 

Os industriais ouvidos na pesquisa criticam a postura adotada pelo governo federal, percebido como “omisso”, “despreparado” e “ineficaz” na condução das negociações diplomáticas com os EUA. Também apontaram o que consideram falhas semelhantes às observadas em situações anteriores, como pandemia e enchentes, ressaltando insatisfação com falta de ações concretas.   

A pesquisa coordenada pela Gerência de Comércio Exterior e Relações Internacionais e pela Unidade de Estudos Econômicos foi realizada com o objetivo de avaliar os impactos econômicos e operacionais da nova política tarifária dos EUA, assim como a percepção das empresas sobre as medidas adotadas pelos governos federal e estadual.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2025 0 Comentários 234 Visualizações
Business

Iniciativa do Sistema Fiergs na Expointer aproxima pequenas e médias indústrias do programa Brasil Mais Produtivo

Por Marina Klein Telles 03/09/2025
Por Marina Klein Telles

Aproximar as micro, pequenas e médias indústrias do programa Brasil Mais Produtivo (B+P) e aumentar a competitividade das empresas gaúchas foi o objetivo do evento Roadshow B+P, realizado no estande do Sistema FIERGS na Expointer na terça-feira (2). A partir de agora, o programa, que estava focado em consultorias de eficiência energética e manufatura enxuta, passa a atuar também em transformação digital.

O plano consiste em consultorias para elevar o nível de digitalização e automação dos processos, contribuindo para uma indústria mais digital. Os participantes contam com acesso a linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com condições especiais para concretizar o investimento. As médias empresas industriais têm subsídio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), sendo 30% contrapartida do empresário.

O roadshow também foi a oportunidade de ouvir relatos de quem já é beneficiado pelas consultorias. Até o momento, o Senai-RS já realizou 395 consultorias no Rio Grande do Sul em manufatura enxuta e eficiência energética. Atualmente, 492 atendimentos estão em andamento. De acordo com o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, o programa é relevante para aprimorar as rotinas das micro, pequenas e médias. “Esse programa traz muito conteúdo qualificado e está de acordo com nossa meta de estar mais próximo das pequenas e médias indústrias”, disse.

Exemplo disso foram os depoimentos dos empresários presentes no evento. Representando a empresa And, Mariana Rigo relatou que sua indústria de equipamentos de gastronomia registrou economia de energia de 66% depois do B+P. “O programa é muito acessível. Com soluções muitas vezes simples para problemas complexos”, resumiu. Adriano de David, da metalúrgica Davieceli, afirmou que sua indústria alcançou aumento de produtividade de 24% em apenas uma área. “Acreditem no projeto, os assessores fazem acontecer. O custo é zero”, disse. Já Carla Gomes, da Padaria Nossa Senhora Aparecida, contou que a produtividade do estabelecimento cresceu 70% desde o início das consultorias.

Para o diretor-superintendente regional do Sebrae-RS, Joel Vieira, a divulgação do programa é essencial. “Dói quando uma empresa, por falta de apoio, não tem acesso a um programa como esse, que é um remédio para a dor das empresas. E quando uma pequena empresa deixa de existir por conta de problemas que poderiam ser solucionados, se perde um sonho, uma vida”, afirmou.

Micro e pequenas empresas contam com atendimento gratuito de equipes do Senai-RS e do Sebrae. As médias empresas contam com valor diferenciado. Para a diretora-geral do Senai-RS, Sesi-RS e IEL-RS, Susana Kakuta, a produtividade é um desafio no Brasil, especialmente pelo custo de produção, mas há oportunidades dentro das empresas de melhorar a dinâmica de produção. “Esse programa faz isso. A partir de um olhar clínico, conseguimos promover produtividade com baixo investimento”, salientou.

Na plateia, a executiva técnica do Sindicato das Empresas do Complexo Industrial da Saúde do Rio Grande do Sul, Denise Luz, considerou a iniciativa excelente. “Foi uma oportunidade de conhecer o programa de forma mais aprofundada. Pretendo divulgar para as empresas associadas, especialmente porque entendi que o programa atende médias empresas, que compõem a maior parte do nosso setor. Além disso, foi uma ponte para criar conexões com as entidades”, avaliou.

Como se inscrever no B+P

As micro e pequenas indústrias podem se inscrever gratuitamente pela plataforma www.brasilmaisprodutivo.mdic.gov.br. As médias têm desconto para participar.

Depois, é preciso escolher as consultorias e trilhas de aperfeiçoamento disponíveis: manufatura enxuta e/ou eficiência energética. A consultoria de otimização de processos industriais tem carga horária que varia de 80 a 120 horas.

O objetivo é que, depois de terem passado por essas etapas, os empresários trilhem o caminho até a transformação digital.

O programa é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em parceria com Senai-RS, Sebrae, ABDI, Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e BNDES.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2025 0 Comentários 207 Visualizações
Business

Fórum de Empreendedores Locais 2025: jovens líderes e negócios disruptivos inspiram Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 01/09/2025
Por Marina Klein Telles

No dia 9 de setembro, Novo Hamburgo será palco de mais uma edição do Fórum de Empreendedores Locais (FEL), evento que se consolidou como vitrine para novos empresários e negócios inovadores da região. Criado em 2023, o FEL tem um propósito claro: dar destaque a empreendedores jovens, criativos e disruptivos, que transformam ideias em empresas de impacto e inspiram pela ousadia e capacidade de inovar.

Realizado pelo Bora Club – marca local especializada em gerar conexões e experiências –, o encontro acontece no Panorâmico Fatbull e traz ao palco sete empreendedores que representam uma nova geração de empresários. Em talks de 20 minutos, eles compartilham suas trajetórias, desafios e conquistas, mostrando que é possível crescer e se destacar a partir do Vale do Sinos.

O time de speakers deste ano é formado por:

  • Rafael Jung – Artista e criador do Art Festival 
  • Adriana Scolari – Proprietária da Lojas Bob 
  • Dudu Schmitz – Comunicador e empresário 
  • Vinicius Rosa – Fundador da LeadsFood 
  • Alex de Vargas – Fundador da i9 Academia 
  • Liziane Froehlich – Fundadora da F4 Acessórios 
  • Fernando Motta – Fundador do Abbey Road Bar 

“Mais do que palestras, o FEL é sobre conexão e identificação. Ver jovens empreendedores, que frequentam os mesmos lugares que nós, contando suas batalhas e vitórias, gera uma energia e inspiração únicas”, destaca um dos idealizadores do projeto, Guilherme Henz.

FEL Educação: a nova geração já em ação

Na parte da manhã, o FEL Educação dá protagonismo a estudantes que desenvolvem projetos de startups ainda no ambiente escolar. As ideias são apresentadas no palco para o público e para representantes do ecossistema de inovação, conectando a juventude com desafios reais do mercado. Entre os colégios que já confirmaram presença estão Escola de Aplicação Feevale, Instituição Evangélica de Novo Hamburgo, Sinodal São Leopoldo, Instituto Ivoti e Fundação Liberato. Os alunos defendem seus projetos em pitchs de cinco minutos e depois são avaliados por especialistas em inovação e empreendedorismo.

Ingressos

  • Start – acesso a toda programação do FEL e FEL Educação: R$ 69,90 
  • Networking – acesso a toda programação do FEL, FEL Educação e coquetel de encerramento: R$ 229,90

Onde comprar: https://www.tktr.com.br/evento/fel-nh-2025-forum-de-empreendedores-locais-novo-hamburgo

Serviço

09 de setembro de 2025 – FEL Educação a partir das 8h | FEL a partir das 15h
Panorâmico Fatbull – Rua Marquês de Alegrete, 888 – Ideal, Novo Hamburgo – RS

Arte: Marina Telles/Expansão | Texto: Assessoria
01/09/2025 0 Comentários 411 Visualizações
Business

ACI propõe medidas para auxiliar empresas e solicita audiência com Geraldo Alckmin

Por Marina Klein Telles 29/08/2025
Por Marina Klein Telles

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti encaminhou nova correspondência ao governo federal, nesta quinta-feira, 28. No documento endereçado ao vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, a entidade expressa preocupação com os impactos da taxação de 50% imposta pelo governo americano aos produtos brasileiros e solicita a adoção de medidas mitigatórias urgentes. Também solicita a marcação de agenda com o vice-presidente ou sua equipe técnica a fim de explorar soluções conjuntas que beneficiem o setor produtivo nacional. 

A entidade afirma que, passados vinte dias desde o início da vigência da taxação, não há qualquer evolução significativa no assunto. A medida tarifária, que afeta diretamente a competitividade das exportações nacionais, tem gerado impactos imediatos e severos em diversas cadeias produtivas, ameaçando empregos, investimentos e o equilíbrio econômico de regiões inteiras. 

“No contexto global de instabilidade comercial, a demora em negociações ou respostas concretas por parte do governo federal agrava a vulnerabilidade de nossas indústrias, que já enfrentam desafios como a volatilidade cambial, os altos custos logísticos e a concorrência desleal de mercados asiáticos”, afirma o presidente Robinson Klein, que assina a correspondência, juntamente com o diretor Fauston Saraiva.

No Rio Grande do Sul, o Vale do Sinos e o Vale do Paranhana sofrem impactos diretos na indústria calçadista, com redução de pedidos, paralisação de linhas de produção e risco de demissões em massa, o que afeta toda a rede de fornecedores, distribuidores e serviços associados. Na Serra, é o setor moveleiro que enfrenta graves prejuízos devido à dependência do mercado norte-americano, resultando em estoques acumulados, queda na receita e instabilidade financeira para milhares de famílias. Os dois setores são pilares da economia gaúcha e contribuem substancialmente para o PIB nacional e para a balança comercial do país, gerando divisas essenciais para o desenvolvimento sustentável. 

A continuidade dessa taxação sem contramedidas pode levar a uma contração econômica regional, com efeitos cascata sobre o comércio local, o consumo e o bem-estar social. Por isso, a ACI reitera o pedido urgente por medidas mitigatórias que possam atenuar os danos e preservar a competitividade do setor produtivo brasileiro. 

Ações propostas 

  • Implementação de linhas de crédito subsidiadas e facilitadas para capital de giro e investimentos em modernização tecnológica, visando diversificar mercados e reduzir a dependência do comércio com os Estados Unidos; 
  • Aceleração de negociações bilaterais ou multilaterais, inclusive por meio de acordos comerciais alternativos com blocos como a União Europeia ou o Mercosul ampliado, para abrir novas rotas de exportação; 
  • Incentivos fiscais temporários para a inovação e a sustentabilidade, como deduções no Imposto de Renda para investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos com menor impacto ambiental, alinhando-se às demandas globais por práticas ESG; 
  • E, especialmente, a desoneração da folha de pagamento, que se mostra essencial para aliviar os custos trabalhistas e manter a empregabilidade. Ressaltamos que essa medida não deve ser concedida apenas às empresas exportadoras diretas para os Estados Unidos, mas estendida a toda a cadeia produtiva envolvida nesse mercado, incluindo fornecedores de insumos, logística e serviços auxiliares, garantindo assim uma recuperação mais ampla e inclusiva. 

Fortalecer a resiliência da indústria

“Essas iniciativas, se adotadas com celeridade, não apenas mitigariam os impactos imediatos, mas também fortaleceriam a resiliência da indústria brasileira frente a futuras barreiras comerciais, promovendo um ambiente mais favorável ao crescimento econômico e à geração de empregos qualificados”, destaca Klein. O documento finaliza dizendo que a ACI e seus associados estão à disposição para colaborar com dados, estudos e propostas adicionais, bem como para o diálogo construtivo entre o setor privado e o poder público. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2025 0 Comentários 187 Visualizações
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