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Exportações da indústria gaúcha para os Estados Unidos caem 51,1% em setembro

Por Marina Klein Telles 09/10/2025
Por Marina Klein Telles

As exportações da indústria de transformação do Rio Grande do Sul para os Estados Unidos despencaram 51,1% (-US$ 86,8 milhões) em setembro, totalizando US$ 83,2 milhões em receita. Foi o segundo mês de vigência das tarifas de até 50% impostas pelo governo americano sobre produtos brasileiros. Apesar disso, considerando todos os destinos, as exportações da indústria de transformação cresceram 4,6% no mês, alcançando US$ 1,6 bilhão – resultado influenciado pelo acréscimo de dois dias úteis no calendário. Os dados foram divulgados pelo Sistema FIERGS nesta quinta-feira (9).

O levantamento mostra que a forte queda dos embarques para os EUA foi puxada principalmente pela redução no volume exportado, que recuou 53,8%. Os preços de venda caíram 3,7%. O movimento foi generalizado: 128 dos 168 ramos que tradicionalmente exportam para os Estados Unidos registraram queda na receita com exportações, o equivalente a 76% do total.

O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, diz que a reversão desse cenário é urgente para as indústrias gaúchas, o que, espera, ocorra em breve com a recente abertura de negociações entre os dois países. “Desde o início desse impasse, sempre defendemos na FIERGS que o caminho é o diálogo. Os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos precisam sentar-se e conversar. Só assim será possível encontrar uma solução que preserve empregos, garanta competitividade e mantenha viva uma parceria comercial que sempre foi estratégica para os dois países”, afirma, ressaltando a expectativa positiva após a conversa por telefone entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump na segunda-feira (6).

De acordo com o levantamento da Unidade de Estudos Econômicos do Sistema FIERGS, o processamento industrial do tabaco foi o ramo com maior impacto negativo (-25,3 pontos percentuais) no resultado dos embarques para os EUA, com recuo de -94,1% (US$ 43,1 milhões). No acumulado do ano, as vendas do setor para os Estados Unidos caíram 1,7%, revertendo o crescimento observado até o segundo trimestre.

Dados gerais da indústria da transformação

As exportações da indústria de transformação gaúcha somaram US$ 1,6 bilhão em setembro de 2025, uma alta de 4,6% (US$ 71,3 milhões) frente ao mesmo período de 2024. O desempenho foi favorecido pelo “efeito calendário”, com dois dias úteis a mais, o que compensou parte da retração de 4,9% na receita diária ajustada. O volume exportado por dia útil caiu 19,1%, mas os preços médios subiram 17,6%.

Entre os 23 segmentos industriais, 15 ampliaram suas vendas externas em setembro. Os principais destaques foram Tabaco (42,1%), Veículos automotores (76,6%), Alimentos (10%) e Máquinas e materiais elétricos (+92%). Já Máquinas e equipamentos (-58,3%), Celulose e papel (-18,2%) e Produtos de metal (-23,1%) apresentaram os maiores impactos negativos no resultado geral. Alimentos exportou US$ 475 milhões, impulsionado pelos óleos vegetais em bruto, com forte demanda da Coreia do Sul. O tabaco alcançou US$ 389,9 milhões, com aumento no volume embarcado, especialmente para Bélgica e Suíça. O segmento de veículos automotores também teve alta expressiva, com US$ 165,4 milhões em receitas, com destaque para automóveis e utilitários destinados à Argentina.

As importações também recuaram em setembro, com queda de 7,1% (-US$ 92,3 milhões), totalizando US$ 1,2 bilhão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 154 Visualizações
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Tarifas americanas impactam no desempenho da indústria gaúcha em agosto, aponta Fiergs

Por Marina Klein Telles 09/10/2025
Por Marina Klein Telles

O Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI-RS) registrou queda de 1,9%, em agosto, na comparação com julho, segundo levantamento divulgado na quarta-feira (8) pelo Sistema Fiergs. O recuo ocorre no primeiro mês de vigência das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e representa a maior retração desde maio de 2024, quando o estado enfrentou a pior enchente de sua história.

A queda reflete o desempenho negativo dos principais componentes do índice. O faturamento real teve a maior redução, de 4,7% em relação a julho. As compras industriais recuaram 2,3%, as horas trabalhadas na produção diminuíram 1,3% e a utilização da capacidade instalada caiu 0,6 ponto percentual, passando de 79,7% para 79,1%. A massa salarial real registrou queda de 0,6% e o emprego, de 0,3%.

Na comparação com agosto do ano passado, o IDI-RS apresentou retração de 4,3%. Os indicadores ligados ao mercado de trabalho, como emprego (1,5%) e massa salarial real (3,6%), ainda mostraram avanço. Já os componentes mais diretamente associados à atividade produtiva tiveram forte recuo, com destaque para as compras industriais (-11,7%), o faturamento real (-6,8%), as horas trabalhadas (-4,8%) e a utilização da capacidade instalada
(-1,5 ponto percentual).

Acumulado do ano

O desempenho negativo impactou o resultado acumulado do ano. O crescimento do IDI-RS desacelerou de 1,3%, em julho, para 0,5%, em agosto, na comparação entre os primeiros sete e oito meses do ano. A estabilidade, em termos práticos, observada no acumulado até agosto reflete a disparidade entre os componentes: enquanto compras industriais (4%), emprego (1,5%) e massa salarial real (2,8%) avançaram, houve quedas no faturamento real (-0,4%), nas horas trabalhadas (-1,7%) e na utilização da capacidade instalada (-0,9 ponto percentual).

Mesmo com o resultado anual modesto, a atividade industrial cresceu em nove dos 15 segmentos pesquisados. As maiores contribuições positivas vieram de Máquinas e Equipamentos (12,5%), Equipamentos de Informática e Eletrônicos (20,7%), Tabaco (10,7%) e Químicos, Derivados de Petróleo e Biocombustíveis (3,2%). Em contrapartida, retrações expressivas em setores de peso, como Veículos Automotores (-8,4%) e Couros e Calçados (-6,2%), acabaram puxando o desempenho geral para baixo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 158 Visualizações
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100% ocupado: Espaço Luxury reafirma protagonismo do turismo de alto padrão

Por Marina Klein Telles 09/10/2025
Por Marina Klein Telles

A menos de 30 dias da abertura do 37º Festuris – Feira internacional de Turismo de Gramado, o Espaço Luxury alcança um marco histórico: 100% dos espaços disponíveis estão preenchidos, consolidando o ambiente como a principal vitrine do turismo de luxo na América do Sul. O feito além de destacar o excelente momento do turismo de luxo, marca também os 10 anos de consolidação deste que se tornou um ambiente exclusivo e estratégico do Festuris.

Criado para valorizar marcas que atuam no segmento premium como hotéis cinco estrelas, destinos internacionais, companhias aéreas e experiências sob medida, o espaço se destaca pela curadoria refinada e pelo ambiente propício à geração de negócios de alto valor agregado. “A venda antecipada de 100% das cotas do Espaço Luxury reflete a maturidade do segmento de luxo e a confiança do mercado no Festuris como plataforma estratégica. Estamos falando de um público cada vez mais exigente, que busca autenticidade, exclusividade e relacionamento com propósito”, destaca Marta Rossi, CEO da Festuris.

“Celebrar 10 anos do Espaço Luxury com todas as cotas vendidas é inspirador e motivo de muito orgulho. Isso reflete a força de um segmento que busca excelência, personalização e propósito e que encontra no Festuris o ambiente ideal para se conectar e crescer”, complementa Eduardo Zorzanello, CEO da Festuris.

Mais do que números, o sucesso do Espaço Luxury representa o fortalecimento de um ecossistema voltado à excelência e à personalização no turismo. Em sua 10ª edição, o projeto reafirma o compromisso do Festuris com a inovação e o alto padrão, reunindo grandes nomes do mercado em um ambiente elegante, intimista e voltado à conexão de valor.

A alta procura reforça o crescimento constante do público de luxo, cada vez mais exigente e atento à experiência como valor central. Ao atrair as principais referências do turismo de luxo global, o Festuris celebra a força deste nicho em expansão e consolida Gramado como um destino estratégico para tendências e oportunidades internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 152 Visualizações
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Exportações de tabaco podem superar US$ 3 bilhões em 2025

Por Marina Klein Telles 09/10/2025
Por Marina Klein Telles

As exportações de tabaco brasileiro devem superar os US$ 3 bilhões até o final de 2025, segundo levantamento realizado pela consultoria Deloitte junto às empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco). A pesquisa aponta para volumes de 15,1% a 20% superiores aos de 2024 e a perspectiva de valores entre 2,1% a 6% a mais do que o total do ano passado, quando as exportações do setor geraram US$ 2,977 bilhões em divisas.

Conforme os dados consolidados pelo MDIC/ComexStat (Sistema de Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), de janeiro a setembro, os volumes exportados somaram 376.907 toneladas, sendo 19,23% a mais do que o mesmo período do ano passado. Em relação às divisas obtidas, foram US$ 2.354.449 bilhões, sendo 16,22% a mais do que os valores no mesmo período de 2024. Assim, o Brasil deve, novamente, fechar o ano como líder mundial de exportações de tabaco, agora pelo 33º ano consecutivo, confirmando a posição mantida desde 1993. Os dados do MDIC/ComexStat mostram também que, de janeiro a setembro, os principais destinos do produto brasileiro foram, por ordem: Bélgica, China, Indonésia, Estados Unidos, Turquia e Emirados Árabes.

Para o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, o setor aposta na eficiência do Sistema Integrado de Produção de Tabaco para manter a qualidade e integridade do produto brasileiro que todos os anos é destinado para mais de 100 países. “Os números refletem o sucesso da boa safra comercializada junto aos produtores e superam a média histórica da última década de 500 mil toneladas e US$ 2 bilhões em divisas todos os anos”, avalia.

Situação dos embarques para os Estados Unidos

Em 2024, quase 9% do tabaco brasileiro – 40 mil toneladas ao preço de US$ 255 milhões – foi enviado para os Estados Unidos. Neste ano, de janeiro a agosto, foram embarcadas 28 mil toneladas, que geraram US$ 173 milhões. “Embarcamos o que foi possível até agosto, quando a tarifa adicional entrou em vigor, mas ainda temos 12 mil toneladas de tabaco processado e comercializado que estão com os embarques suspensos. A expectativa é de que tenhamos alguma solução para a questão nos próximos meses, sob pena de termos problemas futuros no campo e nas indústrias”, comenta Thesing.

Logística dos portos acende alerta

O resultado das exportações de tabaco de 2025 pode ser impactado por atrasos nos embarques no Porto de Rio Grande, de onde sai mais de 90% do tabaco brasileiro. Novas regras anunciadas recentemente pelo TECON (Terminal de Contêineres) reduziram o prazo para entrada dos containers no Terminal, fazendo com que as empresas exportadoras precisem de locais para armazená-los até a liberação para embarque. Porém, os espaços disponíveis estão se tornando disputados, resultando no aumento expressivo de custos de armazenagem. Segundo Valmor Thesing, algumas associadas do SindiTabaco relatam que já há contêineres de tabaco parados no TECON há mais de 40 dias. “Grande parte dos terminais da costa brasileira estão muito acima de sua capacidade operacional, estando vários deles com poucas janelas de atracação e cais congestionados. Outro problema recorrente é o elevado número de cancelamento de escalas de navios no TECON por parte de armadores marítimos, ocasionando a postergação dos embarques e consequente acúmulo gigantesco de containers no pátio do terminal. “O cancelamento de escalas também resulta na menor oferta de containers vazios aos exportadores que já é um problema antigo”, relata Thesing.

Do campo para o mundo

Dos 1.191 municípios da Região Sul do Brasil, 525 produziram tabaco na safra 2024/25, sendo 206 no Rio Grande do Sul, 188 em Santa Catarina e 131 no Paraná. De acordo com a Afubra, 720 mil toneladas foram produzidas na safra 2024/2025 e renderam aos produtores integrados cerca de R$ 14,58 bilhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 155 Visualizações
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CDL Jovem lança projeto E-Link para conectar estudantes ao empreendedorismo e ao mercado de trabalho

Por Marina Klein Telles 09/10/2025
Por Marina Klein Telles

A CDL Jovem da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH) deu início ao projeto E-Link, uma iniciativa voltada à formação de jovens mais preparados para os desafios profissionais e sociais do século XXI. O programa nasce com o propósito de conectar estudantes do ensino médio ao universo do empreendedorismo, promovendo o desenvolvimento de habilidades práticas e comportamentais fundamentais para o futuro.

A primeira visita ocorreu na terça-feira (7), na Escola Estadual Seno Frederico Ludwig, em Novo Hamburgo. A equipe da CDL Jovem apresentou o projeto aos alunos do 2º ano do ensino médio, explicando como o E-Link busca despertar habilidades essenciais para o futuro, estimular o aprendizado prático e criar pontes entre educação, prática empreendedora e vivência em grupo.

Representando a CDL Jovem, participaram Gabriel Farias, Gustavo Rosino, Bruno Peixoto e Daniel Klein. O encontro contou ainda com a presença do professor e gestor de inclusão das escolas da Informatize, João Razeira, e do diretor da escola, José Silon, reforçando a parceria entre a CDL Jovem e a Informatize, que é uma importante parceira do projeto.

Segundo a CDL Jovem, a missão do E-Link é desenvolver competências de liderança, criatividade, visão estratégica e companheirismo, formando jovens mais confiantes, inovadores e preparados para transformar ideias em ação.

O público-alvo do programa são adolescentes do ensino médio, especialmente do 2º ano, com interesse em aprendizado dinâmico, autodesenvolvimento e experiências colaborativas. Nesta primeira edição, oito estudantes serão selecionados por meio de um processo avaliativo conduzido por observadores, com base em critérios como iniciativa, interesse, liderança, companheirismo, visão e criatividade.

O curso começará na próxima quarta-feira, dia 15 de outubro, e terá sua estrutura organizada em módulos práticos e vivenciais, que desenvolvem competências empreendedoras em diferentes áreas:

  • Perfil comportamental: autoconhecimento e mapeamento de habilidades;
  • Gestão de tempo e produtividade: técnicas para foco, organização e definição de metas;
  • Inteligência emocional: equilíbrio e resiliência diante dos desafios;
  • Comunicação verbal e não verbal: oratória, expressão e postura;
  • Técnicas comerciais: princípios éticos de persuasão e apresentação de negócios;
  • Marketing digital: estratégias de posicionamento e atuação nas redes sociais.

Como parte da experiência, o E-Link também conta com talks de inspiração. Além disso, os participantes realizarão uma visita técnica ao Espaço Sicredi, no Campus 2 da Universidade Feevale, vivenciando na prática o ambiente corporativo e a cultura organizacional de uma instituição financeira cooperativa.

O encerramento do programa será marcado por uma formatura solene no Sicredi Feevale, com apresentação dos projetos desenvolvidos, entrega dos certificados e coquetel de confraternização. Após a conclusão, os jovens serão integrados às ações da CDL Jovem e cadastrados no banco de talentos da CDL Empregos, fortalecendo sua inserção no mercado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 160 Visualizações
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Fecomércio-RS divulga Pesquisa de Temporários 2025

Por Marina Klein Telles 08/10/2025
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS realizou, entre 1º e 13 de setembro, a Pesquisa de Temporários no comércio varejista, setor que tradicionalmente reforça suas equipes no último trimestre para atender ao aumento da demanda com as vendas de fim de ano. Em 2025, foram consultados 722 estabelecimentos, dos quais 385 compuseram a amostra final ao informar intenção ou efetivação de contratações temporárias. O levantamento abrangeu as principais cidades de cada Região Intermediária do estado: Porto Alegre, Passo Fundo, Caxias do Sul, Pelotas, Santa Cruz do Sul, Ijuí, Santa Maria e Uruguaiana.

O levantamento apontou que 53,3% dos estabelecimentos consultados têm a intenção de contratação de temporários. “Para uma parcela significativa desses contratados (48,8%), há possibilidade de efetivação. A contratação de temporários, além de atender à demanda do comércio no fim do ano, representa também uma oportunidade importante para os trabalhadores, seja como incremento de renda no período, seja como porta de entrada para o mercado de trabalho.”, destaca o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn. A seleção de trabalhadores temporários será realizadas no próprio estabelecimento em 77,4% dos casos e 83,2% da demanda total por trabalhadores temporários não havia sido concretizada até a data da pesquisa.

O volume de contratação de temporários pretendida em 2025 é similar, porém levemente menor, que o realizado em 2024. Quanto ao início dos contratos, novembro foi o mês mais indicado (39,5%) para o início das atividades dos contratados, com o encerramento dos contratos devendo ocorrer majoritariamente até janeiro (45,7%). Para o preenchimento das vagas, 59% dos entrevistados indicaram que serão observados critérios de seleção. Entre as exigências – que serão observadas na seleção de 59% dos estabelecimentos – a mais frequente é grau de instrução/escolaridade (38,7%), seguida de experiência (27,7%) e idade (23,1%). As dificuldades para a contratações têm sido a indisponibilidade de horários (26,0%), a falta de qualificação (22,9%) e a falta de candidatos (20,0%). Quanto às funções a serem executadas, a maior parte dos estabelecimentos que pretende contratar temporários deverá fazê-lo para a atividade de vendas/comercial (90,1%). As demais indicações são para as funções de caixa/crediário (23,9%), estoque/depósito (15,1%), serviços gerais (6,2%) e segurança (3,4%). Veja a pesquisa completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/10/2025 0 Comentários 178 Visualizações
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Seminário na Fiergs reúne especialistas para debater como a inovação e a pesquisa contribuem para fortalecimento da agroindústria

Por Marina Klein Telles 08/10/2025
Por Marina Klein Telles

O Sistema Fiergs, por meio do Conselho da Agroindústria (Conagro), realizou a quinta edição do seminário Agroindústria do Futuro: tendências e estratégias para o agro do amanhã. Estiveram em debate, nesta terça-feira, as principais tendências e estratégias para o setor agroindustrial. “O Sistema FIERGS, que representa mais de 50 mil indústrias, trabalha para o fortalecimento do nosso setor. O Conagro assume o protagonismo, pois o desenvolvimento da agroindústria é um pilar estratégico para a reconstrução econômica do Rio Grande do Sul. A quinta edição do Agroindústria do Futuro é fruto desse trabalho”, disse o vice-presidente do CIERGS e coordenador do Conagro, Alexandre Guerra.

Ele reforçou que abordar cenários e tendências no contexto da agroindústria, bem como seus desafios e oportunidades no setor, vão ao encontro dos objetivos do conselho e da entidade. “Discutir agroindústria é um compromisso com o nosso Estado e com a sua sociedade, e é uma forma de pensar a competitividade e a inovação como sinônimos de resiliência, em resposta aos desastres climáticos que nos afetam. Hoje, ampliamos a discussão sobre dois dos quatro pilares fundamentais do Sistema FIERGS, a competitividade e a inovação”, afirmou.

O engenheiro e professor associado da UFRGS, Christian Bredemeier, falou sobre tecnologia e inovação para a competitividade agroindustrial. Segundo ele, a demanda global por alimentos torna o Brasil um país privilegiado na produção agrícola. “Nunca houve tantas ferramentas para obtenção de dados sobre áreas e operações guiadas”, ressaltou. Bredemeier citou tendências como drones, sensores de solo, ferramentas analytics e uso de inteligência artificial, destacando que o desafio é integrar esses dados para melhorar a gestão.

A ministra-chefe da Divisão de Política Agrícola do Ministério das Relações Exteriores, Grace Tanno, abordou a inserção internacional da agroindústria e os desafios em mercados exigentes, como União Europeia e Estados Unidos. “Há muito desconhecimento sobre a agricultura brasileira. Nosso diferencial está no investimento contínuo em inovação, basta ver o papel da Embrapa”, salientou.

O economista-chefe da Unidade de Estudos Econômicos do Sistema FIERGS, Giovani Baggio, apresentou o Observatório da Agroindústria da entidade, lançado em setembro durante a Expointer. A plataforma reúne dados sobre produção, exportações e empregos na agroindústria gaúcha e apoia empresários e gestores na tomada de decisão.

O ex-ministro da Agricultura, Francisco Turra, presidente da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), falou sobre exportações e abertura de mercados. “O Brasil é um país de recursos naturais, com disponibilidade de água e um modelo de produção integrada que faz toda a diferença”, disse.

Foto: Laíse Jergensen/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/10/2025 0 Comentários 177 Visualizações
Business

Empresas atingidas têm até 31 de dezembro para solicitar incentivo do Fundopem Recupera RS

Por Marina Klein Telles 06/10/2025
Por Marina Klein Telles

Empresas atingidas direta ou indiretamente pela enchente de maio de 2024 têm até 31 de dezembro para solicitar o incentivo do Fundoреm Recupera RS. A versão adaptada do Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS) também é coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e visa a auxiliar para empresas atingidas direta ou indiretamente pelo evento climático que atingiu o RS no ano passado. 

Na última sexta-feira, 03, Juliano Rodrigo Andres e Natani dal Bosco, da EFCT Estratégias Tributárias, apresentaram o programa na reunião mensal do Comitê da Indústria da ACI, coordenada por Enorê Antônio Bondan Filho. Com unidades em Novo Hamburgo e São Paulo, a EFCT elabora projetos de empresas para empresas que queres solicitar o incentivo do Fundopem Recupera RS.  “O incentivo é um percentual de abatimento sobre todo o ICMS devido e cada empresa pode solicitar o incentivo somente uma vez, até dezembro 2025”, disse Natani. Podem acessar empresas com unidade industrial localizada em município em calamidade ou emergência que foi impactada direta ou indiretamente pela enchente de 2024. Empresa impactada diretamente deve fazer a comprovação através de laudo pericial, registro fotográfico e atestado da Defesa Civil. Já empresa impactada indiretamente deve apresentar laudo de queda de 10% no faturamento médio após a enchente, indicadores econômico-financeiros com oscilação prejudicial (Análise do Balanço Patrimonial, DRE e balancetes).

Contrapartidas exigidas

“São exigidas contrapartidas por parte das empresas interessadas”, explicou Juliano. Através do Programa Avança RS, a contrapartida é a realização de investimentos para recuperação e/ou expansão da empresa. Esses investimentos serão o limite de fruição do benefício. Já através do Programa Renova, a empresa deve estar regular com o compromisso de realização de investimentos e saldo a fruir para utilizar o benefício. Também deve comprovar valor de investimentos ainda não usufruído e garantia suficiente para cobrir o valor ainda disponível de investimentos (no caso de financiamento). Além disso, deve manter empregos diretos. O início da verificação do compromisso de manutenção dos postos de trabalho será após transcorrido um ano de fruição. “Os investimentos excepcionalmente aceitos são serviços de limpeza e restauração, manutenção e recuperação, valor do terreno na aquisição de prédios prontos e veículos para logística”, acrescentou Natani.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2025 0 Comentários 156 Visualizações
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Vendas do Dia das Crianças no RS devem movimentar R$ 1,2 bilhão

Por Jonathan da Silva 06/10/2025
Por Jonathan da Silva

As vendas do Dia das Crianças de 2025 no Rio Grande do Sul devem alcançar cerca de R$ 1,265 bilhão de acordo projeção divulgada pela Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do Rio Grande do Sul (FCCS-RS). O levantamento indica crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado, consolidando a data como a terceira mais importante do comércio, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães.

De acordo com o presidente da FCCS-RS, Vitor Augusto Koch, o Dia das Crianças mantém forte apelo emocional, o que impulsiona as vendas mesmo em um contexto de desaceleração econômica. “Embora o comércio em geral esteja apresentando um preocupante processo de desaceleração das vendas nos primeiros meses do segundo semestre do ano, o Dia da Criança traz em sua essência um apelo emocional muito grande, o que leva pais, avós e responsáveis a buscarem alternativas de presentearem a criançada. Isso ocorre por meio da pesquisa de preços, procura por ofertas e promoções e condições favoráveis de pagamento”, afirmou Koch.

Itens mais procurados

Entre os produtos com maior procura, os brinquedos seguem liderando as vendas, seguidos por eletrônicos como smartphones e tablets. Roupas, calçados, livros e artigos de perfumaria também estão entre as opções mais escolhidas pelos consumidores. Koch observa que a movimentação nas lojas já é perceptível. “Faltando alguns dias para o 12 de outubro, a movimentação dos consumidores nas lojas em busca dos presentes das crianças já pode ser considerada significativa. E isso deve se acentuar na medida em que a data comemorativa estiver mais próxima”, avaliou o dirigente.

Consumo cresce apesar das restrições

O dirigente destacou ainda que, apesar da inflação e da taxa básica de juros elevadas, as famílias tendem a flexibilizar o orçamento para garantir o presente das crianças. “Mesmo que fatores como inflação elevada e taxa básica de juros alta impeçam um crescimento maior do consumo, é notório que no Dia das Crianças algumas limitações orçamentárias são superadas pelas famílias para que possam atender o desejo dos pequenos”, ressaltou Koch.

O presidente da entidade acrescentou que os bons indicadores de emprego ajudam a sustentar o consumo, ainda que com cautela, e reforçou a importância do planejamento por parte do comércio. “Ao longo dos anos, os consumidores vêm optando pela relação custo-benefício na hora de comprar os presentes e é fundamental que os lojistas estejam atentos a todos os detalhes para que possam vender mais”, afirmou o dirigente.

A FCCS-RS estima que o ticket médio das compras para a data alcance R$ 235, valor considerado compatível com o atual cenário econômico.

Foto: Drobotdean/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
06/10/2025 0 Comentários 220 Visualizações
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Com foco na sustentabilidade, Feira do Empreendedor compensa suas emissões

Por Marina Klein Telles 06/10/2025
Por Marina Klein Telles

O Sebrae RS, representado pelo Diretor Técnico Ariel Berti, recebeu o certificado emitido pela Químea referente a toda compensação de carbono emitida pela Feira do Empreendedor nos dias 3 e 4 de outubro, no Instituto Caldeira, em Porto Alegre (RS). O CEO da Químea, Marçal Rocha foi quem entregou o certificado no palco Teu Momento, o principal da feira. “Somos parceiros do Sebrae em muitos eventos, por isso é uma satisfação mostrar o trabalho que a instituição tem feito em relação às compensações ambientais”, diz o CEO da Químea. “O Sebrae RS está engajado nesta causa, em todos nossos momentos fazemos ações para minimizar o impacto da nossa atividade e o uso de carbono” completa Ariel Berti, do Sebrae RS.

A Químea trabalha para organizações que buscam adequação ambiental, oferecendo a segurança de soluções ecoeficientes e customizadas que irão reduzir os seus riscos. A Feira do Empreendedor ocorreu ontem, sexta, e hoje, sábado. O evento é  uma vitrine de possibilidades que representa um movimento em favor do empreendedorismo consciente, competitivo e conectado com as necessidades reais das pessoas. Em 2025, o objetivo do Sebrae no evento é oferecer experiências transformadoras e soluções práticas para quem empreende ou quer empreender no Rio Grande do Sul.

Foto: Talles Kunzler/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2025 0 Comentários 261 Visualizações
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