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Comércio é o segundo setor que mais reteve empregos em Santa Cruz em 2025

Por Marina Klein Telles 11/02/2026
Por Marina Klein Telles

Em um cenário de desaceleração na geração de empregos formais, o comércio confirmou sua importância estratégica para a economia de Santa Cruz do Sul ao encerrar 2025 como o segundo setor que mais reteve postos de trabalho no município. De acordo com dados sistematizados pelo Observatório Econômico, o segmento apresentou saldo positivo de 92 vagas, ficando atrás apenas dos serviços e à frente de vários setores que registraram retração no período.

O desempenho do comércio ganha relevância ao ser analisado no contexto geral do mercado de trabalho, que fechou o ano com saldo líquido de 196 novos postos. Enquanto os serviços responderam pela maior parte das contratações líquidas (veja quadro abaixo), o varejo foi responsável por parcela expressiva do resultado positivo, ajudando a compensar as perdas observadas na indústria, na construção e na agropecuária.

Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP), Mauro Spode, o resultado confirma o papel estrutural do comércio na economia local. “O varejo tem uma capacidade muito grande de absorver mão de obra em diferentes níveis de qualificação e de manter oportunidades mesmo em períodos de menor dinamismo econômico”, afirma. Segundo o dirigente, cada loja aberta e cada ponto comercial ativo representam emprego direto, renda circulando e vitalidade para o centro e os bairros.

Spode avalia que o comércio também cumpre uma função social importante ao oferecer portas de entrada para jovens e trabalhadores em busca de recolocação. “O comércio está presente em todas as regiões da cidade e conecta consumo, serviços e convivência”, destaca. Na avaliação do presidente, o desempenho obtido em 2025 revela o impacto do setor sobre a qualidade de vida e sobre a estabilidade do mercado de trabalho local.

Mesmo diante de desafios como concorrência acirrada e mudanças nos hábitos de consumo, o presidente da entidade entende que o saldo positivo de vagas mostra a resiliência do varejo. “Esse resultado reforça a capacidade de adaptação do setor e a importância de políticas e ações que valorizem o comércio local como gerador de emprego e desenvolvimento, pois além de agir como motor econômico, por meio da arrecadação de impostos, o comércio é o endereço das oportunidades de emprego”, complementa.

O Observatório Econômico é uma ferramenta estratégica de inteligência de dados, utilizada pelo Sindilojas-VRP. O sistema cruza dados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego, da Receita Federal e do Ministério da Economia, permitindo acompanhar com precisão os movimentos do mercado e orientar decisões voltadas ao fortalecimento do comércio e do mercado econômico no Vale do Rio Pardo, servindo inclusive como base para movimentos e planejamento de lojistas associados da entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2026 0 Comentários 122 Visualizações
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Sicredi Pioneira é destaque no Certificado de Consumo de Capitalismo Consciente

Por Marina Klein Telles 11/02/2026
Por Marina Klein Telles

A Sicredi Pioneira foi reconhecida pelo Capitalismo Consciente Brasil (CCB) com o Certificado de Consumo de Capitalismo Consciente (CCCC), iniciativa que valida, de forma transparente, o engajamento de organizações associadas com a jornada de transformação proposta pelo movimento. A cooperativa foi destaque em três categorias relacionadas à participação e ao envolvimento de seus colaboradores: acessos no Academy CCB, engajamento no Academy CCB e inspiração, por sua atuação junto à entidade.

O capitalismo consciente é um movimento mundial que propõe a integração entre lucro e propósito, a partir de quatro pilares: propósito maior, liderança consciente, cultura organizacional consciente e orientação para stakeholders. A proposta é estimular ambientes de negócios mais sustentáveis, humanos e orientados à geração de prosperidade coletiva. “Este é um movimento que visa estimular que organizações e ambientes de negócios conectem lucro e propósito com o objetivo de levar prosperidade para todos”, resume o diretor executivo da Sicredi Pioneira, Solon Stapassola Stahl.

Para ele, o engajamento da cooperativa com o tema está diretamente ligado à sua essência. “Como cooperativa, somos um negócio consciente por DNA, já que nosso propósito, de juntos construirmos comunidades melhores, guia todas as nossas decisões”, complementa.

Capitalismo consciente na prática

Na Sicredi Pioneira, cada decisão é orientada por um modelo de negócio que valoriza as pessoas e contribui para o desenvolvimento integral das comunidades. Nesse contexto, Stahl avalia que os princípios do capitalismo consciente se refletem diretamente na forma como decisões estratégicas são tomadas e como os impactos são avaliados. “O propósito maior orienta todas as decisões da Pioneira. As lideranças chegam a esses cargos com clareza do papel de gerar impacto positivo. A cultura consciente se reflete em políticas, processos e negócios que buscam relações de ganha-ganha-ganha, em que associado, cooperativa e comunidade se beneficiam”, explica o diretor.

Ele também destaca a orientação para stakeholders como um elemento presente no dia a dia da cooperativa, citando ações como a priorização de fornecedores locais, o uso de energia 100% sustentável por meio de fontes solares, iniciativas de inclusão de pessoas com deficiência e do público 50+, além das parcerias mantidas com entidades da região de atuação.

Cooperativa atua para a construção de comunidades melhores

De acordo com Stahl, o capitalismo consciente é um caminho para a construção de comunidades mais equilibradas e resilientes, ao estimular relações econômicas baseadas na confiança e na valorização das pessoas. “Ele visa levar prosperidade para todas as pessoas, criando um ambiente de negócios saudável e sustentável”, ressalta.

Para ele, o destaque no Certificado de Consumo de Capitalismo Consciente é consequência de uma trajetória construída ao longo do tempo e reforça o compromisso da cooperativa com um modelo de negócio que entende a cooperação como força transformadora. “Negócios mais conscientes valorizam pessoas antes do lucro e, ao fazer isso, as pessoas são mais felizes, trabalham melhor e acabam gerando mais lucros. Negócios conscientes no longo prazo sempre são mais rentáveis. A Pioneira é um exemplo disto”, finaliza o diretor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2026 0 Comentários 101 Visualizações
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IEL-RS vai executar Reinventa.BR, novo programa de incentivo à inovação em indústrias

Por Marina Klein Telles 10/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Sistema FIERGS, por meio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS), será o responsável pela execução, no Rio Grande do Sul, do Reinventa.BR, programa piloto do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A iniciativa estimula indústrias de médio e grande porte para que desenvolvam projetos de inovação aplicada.

O programa oferece acesso a consultorias especializadas, à conexão com instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTs) e ao suporte técnico para a implementação de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). O IEL-RS é responsável pela seleção técnica das empresas, pela gestão dos projetos e pela articulação com as ICTs que irão desenvolver as soluções em conjunto com as indústrias participantes.

A proposta é estruturar projetos colaborativos diretamente aplicados ao ambiente fabril, conectando demandas reais da indústria a competências científicas e tecnológicas já existentes no país.

Com vagas limitadas, a iniciativa também busca fortalecer o compartilhamento de conhecimento na área de propriedade intelectual e incentivar o desenvolvimento interno de tecnologias que, atualmente, só podem ser encontradas no exterior. As inscrições estão abertas até o dia 13 de março e podem ser feitas pelo link https://bit.ly/reinventabr.

“O Reinventa.BR apoia indústrias na qualificação e na execução de projetos de inovação aberta, por meio da conexão com ICTs e da gestão técnica das iniciativas. Com investimento total de R$ 500 mil, o programa amplia o acesso das empresas a orientação especializada em temas como propriedade intelectual e transferência de tecnologia”, explica a gerente-executiva de educação do IEL-RS, Bruna Hermes.

Exemplo de atuação nesse campo, a Tecnovidro, de Farroupilha, investiu em sua cadeia produtiva para produzir, em território brasileiro, vidro temperado de dupla curvatura. Atualmente, cerca de 85% desse tipo de produto é importado, principalmente da China, Itália e Finlândia. A empresa identificou a oportunidade no mercado nacional e buscou editais de fomento à inovação para se tornar referência no segmento e reduzir custos para organizações brasileiras que antes dependiam da importação do item.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 138 Visualizações
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Sebrae RS acompanha impactos da NRF 2026 em empresa do Vale do Caí

Por Marina Klein Telles 10/02/2026
Por Marina Klein Telles

A participação de empreendedores gaúchos na NRF Retail’s Big Show 2026, maior evento mundial do varejo, começa a se refletir em mudanças práticas nos negócios do Rio Grande do Sul. A avaliação é do Sebrae RS, que acompanha de perto como os aprendizados trazidos de Nova York estão sendo adaptados à realidade local. Um desses exemplos é a Móveis Hortêncio, indústria de cadeiras sediada em São José do Hortêncio, no Vale do Caí.

Realizada entre 11 e 13 de janeiro, a NRF 2026 reuniu líderes globais do setor sob o tema “The Next Now” e reforçou a urgência de decisões em um varejo cada vez mais orientado por dados, tecnologia e experiência. Para o Sebrae RS, o evento confirma movimentos já em curso no mercado e evidencia a necessidade de traduzir tendências globais em escolhas viáveis para os pequenos negócios.

Essa tradução começa a aparecer no retorno dos empreendedores ao dia a dia das empresas. Segundo o especialista em varejo do Sebrae RS, Fabiano Zortéa, o valor da NRF está menos na observação e mais na aplicação. “O evento oferece referências, mas o impacto acontece quando o empreendedor adapta essas ideias à sua realidade, ao seu porte e ao seu mercado”, aponta.

Entre os participantes da missão organizada pelo Sebrae RS está Eduarda Steffens, empresária, engenheira civil e diretora administrativa da Móveis Hortêncio, indústria de cadeiras localizada em São José do Hortêncio, no Vale do Caí. Atuando no atacado, a empresa tem como pilares a qualidade, a durabilidade e a personalização dos produtos. Para Eduarda, a experiência na NRF ampliou o olhar sobre o negócio ao permitir um distanciamento do operacional e uma análise mais estratégica da gestão.

Um dos principais aprendizados da feira, na avaliação da empresária, foi a integração entre tecnologia, gestão e propósito. A inovação, segundo ela, faz sentido quando está a serviço das pessoas e do relacionamento com o cliente. “A inteligência artificial ajuda a ganhar eficiência e apoiar decisões, mas ficou claro que vínculo, experiência e construção de comunidade continuam sendo centrais”, resume.

Essa percepção dialoga com as análises feitas pelo Sebrae RS durante a NRF. Os cases apresentados ao longo do evento reforçaram o uso da tecnologia como meio para otimizar processos, liberar tempo das equipes e qualificar a experiência do consumidor. Para Zortéa, o diferencial competitivo segue sendo humano. Ele observa que “dados e automação são fundamentais, mas é a forma como o negócio se relaciona com o cliente que sustenta valor no longo prazo”.

De volta ao Rio Grande do Sul, a Móveis Hortêncio já iniciou a aplicação prática desses aprendizados, com revisão de processos internos, melhorias na comunicação e uso mais estratégico de sistemas e informações. A busca é por eficiência operacional sem perda de identidade. A diretora da empresa gaúcha destaca que adaptar o conhecimento externo à realidade local tem impacto direto na gestão, na qualidade do serviço e na satisfação dos clientes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 246 Visualizações
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ACI pede revisão do modelo de concessões rodoviárias e avaliação de alternativas com menor impacto econômico

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Em documento divulgado nesta segunda-feira, 09, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) manifesta posicionamento contrário ao atual modelo do Projeto de Concessão do Bloco 1 de Rodovias do Rio Grande do Sul, conforme apresentado pelo Governo do Estado.

O posicionamento é reforçado a partir do debate realizado no último 05, na sede da ACI, que reuniu deputados estaduais, empresários, representantes de entidades de classe, universidades e lideranças regionais, em um espaço plural e técnico de diálogo. “O encontro evidenciou, de forma consistente, os impactos econômicos, sociais e logísticos que o projeto, em seu formato atual, pode causar às regiões abrangidas”, afirma o presidente Robinson Klein, que assina o manifesto juntamente com o presidente da Regional de Campo Bom, Eduardo Luiz Gottlieb, e o diretor, Fauston Saraiva.

Ao longo do debate, foram levantadas preocupações comuns quanto ao aumento exponencial das tarifas de pedágio, à falta de transparência nas planilhas de custos, à ausência de obras estruturantes prioritárias e à onerosa repercussão sobre trabalhadores, estudantes, empresas e a competitividade regional.

Diante disso, a ACI, alinhada às manifestações já realizadas em sessões públicas e audiências, reafirma que:

  1. O projeto carece de transparência e aprofundamento técnico. O modelo de concessão apresentado não detalha de forma clara os critérios de composição tarifária, os investimentos previstos e os retornos esperados, limitando a análise técnica e o debate público qualificado.
  2. O impacto financeiro é desproporcional. As tarifas projetadas tendem a elevar significativamente os custos de deslocamento e logística, penalizando diretamente a população e o setor produtivo, com reflexos negativos na economia regional.
  3. As obras previstas não atendem às demandas prioritárias. O projeto não assegura a execução de intervenções consideradas essenciais para a segurança viária, fluidez do tráfego e desenvolvimento econômico das regiões impactadas.
  4. As especificidades regionais precisam ser respeitadas. As regiões abrangidas pelo Bloco 1 possuem características econômicas, sociais e logísticas distintas, que exigem um modelo mais equilibrado, justo e aderente à realidade local.
  5. Defesa de diálogo, revisão e alternativas. A ACI defende revisão do modelo de concessão e das tarifas propostas; divulgação transparente de todas as informações técnicas e financeiras; ampliação do diálogo com a sociedade, entidades e especialistas e avaliação de alternativas que reduzam o impacto econômico sobre usuários e empresas.

“A ACI reafirma seu compromisso com o desenvolvimento regional e com soluções que promovam infraestrutura de qualidade, sem comprometer a competitividade, a mobilidade e o bem-estar da população”, acrescenta Fauston Saraiva. Conforme ele, o avanço da malha rodoviária deve ocorrer com equilíbrio, responsabilidade, participação social e foco no interesse público. Por fim, a entidade convida a toda a sociedade, sociedade civil organizada, órgãos governamentais ou não, empresas, associadas ou não, comunidades, enfim, que participem ativamente sobre este debate tão importante e que impactará o RS pelos próximos trinta anos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 132 Visualizações
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IBEF-RS promove primeira confraria de 2026 com foco no panorama econômico em ano eleitoral

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Iniciando as atividades de 2026, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Rio Grande do Sul (IBEF-RS) realiza seu primeiro evento do ano no formato de sua tradicional confraria mensal. Reconhecido como o maior ecossistema de finanças do Estado, o IBEF-RS traz a Porto Alegre especialistas em geopolítica e economia para debater as perspectivas econômicas do Brasil em um ano marcado por eleições federais e estaduais. O encontro ocorre na próxima terça-feira, 10 de fevereiro, a partir das 19h, na sede da Decision FGV.

Sob o tema “Brasil 2026: certezas e incertezas do panorama econômico”, os palestrantes Dr. Cezar Roedel e Dr. Mauro Rochlin – com mediação da vice-presidente do IBEF-RS, Elisabete Griebeler – irão analisar, a partir de suas áreas de atuação, os principais vetores que devem influenciar o cenário econômico, político e geopolítico ao longo do ano. Roedel é estrategista e consultor internacional, doutor em Filosofia pela PUCRS e pela Universidade de Bonn, na Alemanha, com especialização em conflitos internacionais, além de especialista em geopolítica na UniAbrapp (SP). Já Rochlin é doutor em Economia e coordenador acadêmico da Fundação Getulio Vargas, com sólida trajetória nas áreas acadêmica e corporativa.

“Em anos eleitorais, a volatilidade do mercado aumenta, trazendo incertezas sobre o cenário econômico nacional. Ao reunir especialistas com visões complementares, o IBEF-RS reforça seu compromisso de oferecer conteúdo qualificado, que ajude as lideranças financeiras a interpretar riscos, identificar oportunidades e planejar um 2026 com mais segurança”, destaca Eduardo Estima, presidente do IBEF-RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 143 Visualizações
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Ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho abre o 10º Congresso de Relações do Trabalho da Fecomércio-RS

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

O ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra da Silva Martins Filho, será o responsável pela palestra de abertura do 10º Congresso de Relações do Trabalho, promovido pela Fecomércio-RS. A apresentação ocorre no dia 26 de março, às 19h30min, em Torres, no litoral norte gaúcho.

Reconhecido nacionalmente como uma das principais referências do Direito do Trabalho no Brasil, Ives Gandra Filho possui uma trajetória marcada pela atuação nos mais altos cargos da Justiça do Trabalho. Ministro do TST desde 1999, foi presidente da Corte entre 2016 e 2018, além de vice-presidente, corregedor-geral da Justiça do Trabalho e conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Doutor em Direito pela UFRGS e mestre pela Universidade de Brasília, o magistrado também se destaca na área acadêmica, sendo professor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT) e coordenador de cursos de pós-graduação em Direito. Autor de inúmeros livros e artigos, sua participação no Congresso reforça a relevância do evento como espaço qualificado de debate sobre as relações sindicais e trabalhistas no país.

Mais informações no site da Fecomércio. As inscrições podem ser feitas aqui. As vagas são limitadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 119 Visualizações
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54ª edição do Prêmio Exportação RS abre inscrições e traz banca acadêmica como novidade

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Estão abertas, de 6 de fevereiro a 12 de março, as inscrições para a 54ª edição do Prêmio Exportação RS. Consolidada como a maior distinção do segmento no Estado, a iniciativa reconhece as organizações que impulsionaram a economia gaúcha no mercado externo ao longo de 2025, ano em que o Rio Grande do Sul alcançou a marca de US$ 21,5 bilhões em vendas internacionais, tornando-se o sétimo maior exportador do Brasil.

Uma das novidades desta edição é o aprimoramento do processo seletivo. Além da avaliação técnica do Conselho do Prêmio Exportação, as empresas inscritas passarão pela análise de uma banca de jurados acadêmicos convidados. A iniciativa busca agregar ainda mais rigor científico e metodológico ao processo, conectando a prática do mercado ao pensamento estratégico das principais instituições de ensino e elevando ainda mais o nível do projeto.

Para o presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS, Rafael Biedermann Mariante, a premiação cumpre um papel estratégico para o desenvolvimento do Estado. “Sabemos da importância que o setor exportador tem para o Brasil e, em especial, para o Rio Grande do Sul. O prêmio não reconhece apenas o volume financeiro exportado, mas também a capacidade de adaptação, inovação e inteligência comercial demonstrada pelas empresas gaúchas no cenário global”, reforça Biedermann.

Na edição de 2025, o evento reuniu mais de 800 convidados na Casa NTX, onde 60 empresas foram reconhecidas por sua competência e protagonismo no mercado internacional. Para Edmilson Milan, CEO do Prêmio Exportação RS, a distinção consolida-se como uma vitrine de excelência, mesmo diante de cenários complexos. “Em 2025, o prêmio deu visibilidade ao esforço do setor exportador gaúcho para superar os impactos das enchentes ocorridas em 2024. Agora, nosso foco volta-se à resiliência e à persistência das empresas em um ambiente de novos desafios à globalização, especialmente diante das recentes barreiras tarifárias impostas pelos EUA aos produtos brasileiros”, destaca Milan.

A cerimônia de premiação de 2026 está prevista para o dia 6 de agosto, em Porto Alegre.

Processo seletivo

Podem se inscrever empresas gaúchas com atuação na exportação de produtos, serviços e suporte à exportação que tenham exportado em 2025 e possuam uma ou mais operações no Rio Grande do Sul há, no mínimo, um ano.

As empresas serão avaliadas com base em suas estratégias exportadoras do ano anterior. Durante a inscrição, é necessário responder a perguntas norteadoras sobre os desafios enfrentados, estratégias adotadas, ações realizadas e resultados obtidos, além de apresentar um breve perfil da organização.

Após as inscrições e a validação do Comitê Executivo, a banca de jurados, composta por membros do Conselho do Prêmio Exportação e profissionais acadêmicos avaliarão as empresas inscritas, atribuindo notas que serão usadas para determinar os vencedores. As organizações deverão atingir a nota mínima de 7 pontos. O processo passa ainda pela empresa de auditoria que é responsável pela compilação das notas, chegando aos vencedores da edição.

As inscrições voluntárias devem ser realizadas pelo site: advbrs.com/premio-exportacao/, onde é possível encontrar o formulário de inscrição e regulamento do projeto

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 120 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango e de carne suína registram alta em janeiro

Por Marina Klein Telles 06/02/2026
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 459 mil toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é recorde para o mês e representa uma alta de 3,6% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, com 443 mil toneladas.

Em receita, também houve crescimento e registro de recorde para janeiro. O resultado chegou a US$ 874,2 milhões, saldo 5,8% superior ao alcançado no primeiro mês de 2025, com US$ 826,4 milhões.

Principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos importaram 44,3 mil toneladas no mês, volume 14% superior ao registrado no ano passado. Em seguida estão África do Sul, com 36,8 mil toneladas (+34%), Arábia Saudita, com 33,5 mil toneladas (+5%), China, com 33,5 mil toneladas (-25%), Japão, com 29,2 mil toneladas (+4%), União Europeia, com 27,4 mil toneladas (+24%), Filipinas, com 25,1 mil toneladas (+23%), Coreia do Sul, com 16,2 mil toneladas (+10%), Singapura, com 14,1 mil toneladas (resultado equivalente à 2025) e Chile, com 11,8 mil toneladas (+51%).

Principal estado exportador, o Paraná embarcou 187,7 mil toneladas em janeiro (+3,9%), e foi seguido por Santa Catarina, com 103,1 mil toneladas (+9,3%), Rio Grande do Sul, com 58,7 mil toneladas (+0,75%), São Paulo, com 26,7 mil toneladas (+2%) e Goiás, com 25,6 mil toneladas (+9,5%).

“O desempenho recorde com alta em praticamente todos os principais destinos, em um período de típica demanda reduzida, como é o mês de janeiro, sinaliza perspectivas otimistas para 2026. Isto indica crescimento sustentado em diversos mercados importadores, especialmente nos Emirados Árabes, na África do Sul, nos países da União Europeia e em determinados mercados da Ásia com expressiva demanda”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) também foram recordes para o período. Ao todo, foram 116,3 mil toneladas embarcadas em janeiro, número 9,7% maior que o total embarcado no mesmo mês do ano passado, com 106 mil toneladas.

A receita das exportações chegou a US$ 270,2 milhões, saldo 13,6% em relação ao mesmo período do ano passado (e recorde para o mês de janeiro), com US$ 238 milhões.

Maior importadora de carne suína do Brasil, as Filipinas foram destino de 37,4 mil toneladas (+91%). Foram seguidas por Japão, com 12,9 mil toneladas (+58%), Hong Kong, com 8,8 mil toneladas (-7%), China, com 8,3 mil toneladas (-58%), Chile, com 7,7 mil toneladas (resultado equivalente a 2025), Singapura, com 5,5 mil toneladas (-16%), Uruguai, com 3,7 mil toneladas (+1%), Costa do Marfim, com 3,4 mil toneladas (+3%), México, com 3 mil toneladas (+133%) e Argentina, com 2,8 mil toneladas (-37%).

Maior estado exportador, Santa Catarina embarcou 56,5 mil toneladas (-2,3%), e foi seguido pelo Rio Grande do Sul, com 29 mil toneladas (+34,4%), Paraná, com 17 mil toneladas (+29,1%), Mato Grosso, com 3,6 mil toneladas (+7,5%) e Minas Gerais, com 3 mil toneladas (-11,8%). “O movimento ocorrido ao longo de 2025 segue neste ano, com descentralização dos envios à China para novos destinos, incluindo Filipinas e outros mercados de alto valor agregado, como é o caso do Japão. O saldo recorde de janeiro aponta para um fluxo novamente positivo em 2026”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2026 0 Comentários 97 Visualizações
Business

Workshop ensina mulheres a transformar conhecimento em produto na Casa Trampolim

Por Marina Klein Telles 06/02/2026
Por Marina Klein Telles

A Casa Trampolim, espaço dedicado exclusivamente às mulheres empreendedoras em São Leopoldo, sediará no dia 11 de fevereiro um workshop para quem deseja aprender a criar e realizar seu próprio workshop. O evento “Aprenda a criar seu workshop do zero” é voltado para profissionais que têm conhecimento para ensinar, mas não sabem por onde começar.

Durante o encontro de 3 horas, as participantes vão aprender o método utilizado pela Trampolim para estruturar workshops: desde a identificação do conteúdo ensinável, passando por precificação, criação de página de inscrições, estratégias de divulgação, até os detalhes que fazem diferença no dia do evento, como coffee break e condução de turma.

Além do conteúdo, as participantes levarão para casa um kit completo de materiais: planilha de precificação, modelo de roteiro, prompts de inteligência artificial para auxiliar na criação, templates editáveis no Canva, modelo de pesquisa de satisfação pós-evento e outros recursos práticos. “Desde que abrimos a Casa, conhecemos muitas mulheres com potencial para ensinar o que sabem, mas inseguras por não terem ideia de como se organiza um workshop. Esse evento nasceu dessa demanda.”, explica Raquel Mazuco, publicitária, pós-graduada em gestão e negócios, e cofundadora da Trampolim.

O workshop acontece das 19h às 22h, na Casa Trampolim (Rua Florêncio Câmara, 611, centro de São Leopoldo), com investimento de R$ 149,90 e vagas limitadas a 10 participantes. O valor inclui coffee break e todos os materiais em PDF. Inscrições pelo Sympla no link
https://www.sympla.com.br/evento/aprenda-criar-seu-workshop-do-zero/3295485

Serviço

● O quê: Workshop “Seu Workshop do Zero”
● Quando: 11 de fevereiro de 2025, das 19h às 22h
● Onde: Casa Trampolim – Rua Florêncio Câmara, 611, centro de São Leopoldo ● Investimento: R$ 149,90 (inclui coffee break e materiais)
● Vagas: 10 participantes
● Inscrições: Sympla

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2026 0 Comentários 105 Visualizações
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