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Feira Brasileira do Varejo é adiada por causa da catástrofe no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 14/05/2024
Por Jonathan da Silva

A 11ª edição da Feira Brasileira do Varejo, um dos maiores eventos do setor no Brasil, foi adiada em função das enchentes que atingem o Rio Grande do Sul desde o final de abril. A medida tomada pelos organizadores da feira foi anunciada na tarde desta segunda-feira (13). O evento aconteceria de 22 a 24 de maio no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre. A nova data para a FBV ainda não foi definida por causa da imprevisibilidade da retomada das atividades no estado.

De acordo com o presidente da FBV e do Sindilojas Porto Alegre, Arcione Piva, a decisão do adiamento foi tomada com o objetivo de apoiar os atingidos, além de garantir a segurança de todos os participantes. “Estamos vivendo um dos momentos mais difíceis da história do Rio Grande do Sul. Não podemos fechar os olhos para os impactos sociais, ambientais e econômicos que serão sentidos ainda nos próximos meses em nosso estado. Nosso foco agora é ajudar os mais atingidos”, explica Piva. “Vamos trabalhar incansavelmente para definir uma nova data que permita a realização da FBV de forma segura e que honre o compromisso com a qualidade e relevância do nosso evento”, afirma o presidente da feira.

Foto: FBV/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2024 0 Comentários 405 Visualizações
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Grupo Carrefour Brasil cede espaço de hipermercado para abrigamento

Por Marina Klein Telles 14/05/2024
Por Marina Klein Telles

De forma emergencial, imóvel está sendo estruturado e organizado e já recebe os primeiros animais saudáveis atingidos pelas enchentes. Na segunda-feira, 13 de maio, a Prefeitura de São Leopoldo recebeu do Grupo Carrefour Brasil a cedência gratuita por tempo determinado do espaço onde funcionava um hipermercado na cidade, localizado entre as avenidas Mauá e Imperatriz. O local, popularmente conhecido como “antigo Big” (bandeira adquirida pelo Carrefour), funcionará como espaço de acolhimento diante da tragédia que assola o Município.

O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, agradeceu a decisão do CEO do Grupo Carrefour Brasil, Stephane Maquaire, em ceder o espaço. Neste primeiro momento, de forma emergencial o espaço já está sendo estruturado e organizado pelas equipes da Secretaria de Proteção Animal (Sempa), voluntários, ativistas da causa animal, e já recebe os primeiros animais saudáveis atingidos pelas enchentes que estavam na EMEF Irmão Weibert, que passa a ser exclusivamente local para atendimentos veterinários de urgência.

Pelo tamanho, hipermercado, o imóvel também poderá receber pessoas que estão acolhidas, de acordo com determinação da Secretaria Municipal da Assistência Social e Defesa Civil. O Município de São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre no RS, é uma das cidades gaúchas mais impactadas diante do histórico volume de chuvas que tem elevado o nível do Rio dos Sinos e causa a maior tragédia de sua história.

Diante disso, a Prefeitura de São Leopoldo, mesmo com boa parte dos seus servidores também impactados, vem, juntamente com um exército de voluntários, empresários, forças de segurança, ONGs e toda a comunidade, atuando no resgate e no cuidado das pessoas e animais afetados diretamente pelas cheias. Na cidade, 88 espaços de acolhimento abrigam aproximadamente 12 mil moradores que não podem voltar para suas casas, especialmente com novo alerta de chuvas pela Defesa Civil.

Neste domingo, diversas equipes seguem atuando em diferentes frentes, desde o cuidado com os abrigos, alimentação e acolhimento das pessoas e dos animais de estimação.  A médica veterinária e chefe do Canil Municipal, Thais Calvi Arend, destaca a importância do espaço. “Estamos estruturando o local que foi cedido, vamos realocar os animais que estão no Weibert, estávamos com muitos problemas de não ter onde colocá-los, e agora, assim que possível e estiver tudo estruturado, vamos passar a acolher os animais resgatados aqui”, afirmou.

O secretário interino de Proteção Animal de São Leopoldo, médico veterinário, André Ellwanger, destacou o espaço: “Será muito importante para qualificar esse atendimento especialmente nesse momento de maior catástrofe que vivemos. Servidores, voluntários e demais ativistas da proteção animal estão aqui trabalhando muito nesse processo, montando as 150 baias que vão ficar os cachorrinhos, trazendo ração, ajudando com tudo para receber os nossos bichinhos também impactados pela enchente”, destacou.

O trabalho de acolhimento dos pets é realizado por uma força-tarefa de voluntários, com médicos veterinários, protetores e funcionários da Prefeitura. No local os animais serão avaliados, receberão água, alimento, remédio antipulgas, e terão os sinais vitais verificados.

As doações para os animais já podem ser direcionadas ao local. São necessários equipamentos de limpeza (tipo mop, que agiliza o serviço de limpeza), sacos de lixo, produtos de limpeza, produtos de higiene para os voluntários (álcool gel, lenço umedecido, papel higiênico), cordas, guias, correntes, coleiras, peiteiras, ração seca e úmida, tapete higiênico, cobertores, mantas, toalhas, caixa de transporte, casinhas, camas, antipulgas e anticarrapatos, medicamentos em geral.

Outros locais também como o Ginásio do Sindicato dos Metalúrgicos “Bigornão”, Sesi, Unisinos-Centro de Eventos- Cepa -Paróquia São Roque, Clube Mauá, AABB, e demais abrigos coletivos também acolhem pessoas com seus animais de estimação.

Outros locais como a Sociedade Guarany, na Scharlau, no terreno ao lado restaurante Baldo, junto ao Clube dos Sargentos, no Centro, no Espaço do Projeto Aumigos da Lindolfo Collor 107, todos lotados, são espaços de cuidado e acolhimento de animais e recebem apoio, alimentação e atenção veterinária.

Foto: Bianca Amábile/divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2024 0 Comentários 452 Visualizações
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Entidades e empresas lançam campanha para reconstruir a cadeia do setor no RS

Por Marina Klein Telles 13/05/2024
Por Marina Klein Telles

As entidades representativas da cadeia produtiva do calçado Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), em união com empresas do setor, lançaram a campanha Movimento Próximos Passos RS. O objetivo é reconstruir o ecossistema calçadista gaúcho, priorizando seu bem mais valioso: as pessoas.

Em manifesto conjunto, “o movimento destaca que a cadeia calçadista no Rio Grande do Sul não é apenas um setor econômico;  é o sustento de milhares de famílias, a base de seus sonhos e de seu futuro”. Com aproximadamente 3 mil empresas e cerca de 120 mil trabalhadores diretos, a cadeia produtiva tem papel social e econômico fundamental para o Estado. “Nos últimos dias estamos sendo testemunhas de uma tragédia sem precedentes no Rio Grande do Sul. Uma catástrofe climática que está deixando milhares de empresas e milhões de famílias devastadas. Perdemos não somente bens materiais, mas lares, documentos, recordações, amigos e familiares. Mas, em meio ao  caos e tristeza, surgiu uma força inigualável: a solidariedade do povo gaúcho e de todo Brasil, manifestada em atos voluntários e doações generosas para reconstruir vidas e renovar a esperança”, continua o manifesto.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o Movimento Próximos Passos RS é uma resposta à urgência de reconstrução da cadeia produtiva, que tem nas pessoas seu principal ativo. “Somos um setor intensivo em mão de obra. São milhares de pessoas que vivem da atividade. A reconstrução, primeiro da vida dessas pessoas, é o nosso principal objetivo com a campanha.  É a partir da dignidade e das condições de moradia das famílias que dependem da cadeia calçadista que teremos um setor inteiro restabelecido.”

Para Silvana Dilly, superintendente da Assintecal, a união das entidades e empresas que fazem parte do ecossistema do calçado será fundamental para a recuperação da atividade. “Um período de grave crise, com uma catástrofe climática como nunca vista no Rio Grande do Sul, exige medidas urgentes de auxílio. A resposta da união entre entidades e empresas não somente do Estado, mas de todo o Brasil, é igualmente histórica e irá ajudar milhares de pessoas envolvidas na produção do calçado”, diz.

Segundo o presidente-executivo do CICB, José Fernando Bello, a indústria está unida e comprometida pela recuperação do Rio Grande do Sul, com apoio às famílias atingidas, muitas das quais ligadas à produção de couro, que é uma força cultural e econômica tradicional do Estado. “As cheias impactaram a vida nesse território, mas, ao mesmo tempo, trouxeram à tona uma potência imensa de solidariedade e cooperação de empresas e pessoas. Iremos juntos superar esse desafio”, comenta o dirigente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 377 Visualizações
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Fecomércio-RS pede ampliação da prorrogação do Simples Nacional

Por Marina Klein Telles 13/05/2024
Por Marina Klein Telles

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) solicitou ao presidente do Comitê Gestor do Simples Nacional, Olielson Lobato Júnior, a ampliação do prazo de prorrogação do vencimento das parcelas do Simples cobradas de empresas da categoria. No início da semana passada, o grupo anunciou que o pagamento seria prorrogado por 30 dias para as organizações gaúchas, com o vencimento de maio estendido para junho e o de junho para julho. Contudo, a Fecomércio-RS entende que, dado o atual cenário de crise gerado pelas enchentes e a perspectiva de uma demorada normalização das atividades, é necessário mais tempo sem a cobrança do tributo.

“As atuais previsões indicam que os alagamentos levarão mais de um mês para deixarem de ser observados e, após isso, um número grande de empresas ainda enfrentará dificuldades para retomar suas atividades, diante da destruição de ativos e a necessidade de reconstrução”, aponta o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn. “O grau de obstrução das atividades econômicas tomou proporções inimagináveis e não previstas até os últimos dias. Os impactos decorrentes da catástrofe têm se alastrado pelo Estado, seja pela conexão entre estabelecimentos de uma mesma cadeia produtiva ou pelos problemas nas estradas e pontes, que causam mais de uma centena de interrupções rodoviárias e o fechamento do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, por mais de um mês”, complementa.

A Federação, que representa mais de 500 mil estabelecimentos gaúchos do comércio de bens, serviços e turismo, protocolou ofício junto ao gabinete do Comitê Gestor do Simples Nacional, a fim de sensibilizá-lo sobre a demanda. A Fecomércio-RS reforça o pleito de que as medidas definidas para mitigar os efeitos socioeconômicos da crise sejam estendidas a todos os municípios do Estado, não apenas os com calamidade pública decretada, dado o alcance dos impactos para todas as cidades. A primeira prorrogação do Simples Nacional já havia sido uma solicitação da entidade ao Comitê, atendida pelo grupo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 337 Visualizações
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Exportações brasileiras de carne suína crescem 7,8% em abril

Por Jonathan da Silva 13/05/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações do Brasil de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) cresceram 7,8% no mês de abril em relação ao mesmo período do ano passado. No total, foram 112,7 mil toneladas exportadas de acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em 2023, foram 104,5 mil toneladas. No entanto, a receita caiu 3,8% em relação ao ano anterior. Em 2024, a obtenção foi de US$ 241,8 milhões, enquanto em 2023 foi de US$ 251,3 milhões.

No total do primeiro quadrimestre deste ano, as exportações cresceram 6% em relação a 2023, com 402,1 mil toneladas exportadas. No ano anterior, foram 379,4 mil toneladas. Todavia, houve queda de 6,5% na receita. Foram U$ 839,6 milhões arrecadados neste ano ante US$ 897,7 milhões em 2023.

No ranking dos principais destinos, a China segue no primeiro lugar mesmo com queda de 35,9% nas exportações, com 21,5 mil toneladas. Na sequência, vêm Filipinas, com 16,7 mil toneladas, aumento de 66,5%. No terceiro posto está Hong Kong, com 9,1 mil toneladas, baixa de 34,7%. Na sequência, aparecem quatro países com as exportações em alta: Singapura, com 8,1 mil toneladas, aumento de 3%, Chile, com 7,3 mil toneladas, alta de 22,7%, Japão, com 7 mil toneladas, crescimento de 82,4%, e Vietnã, com 5,3 mil toneladas, elevação de 99,1%. “A demanda internacional tem influenciado positivamente os preços ao longo deste ano, que apresenta uma recuperação significativa entre janeiro e abril. Ao mesmo tempo, o bom ritmo das exportações deverá se manter, estabelecendo patamar de embarques acima das 100 mil toneladas”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como maior exportador brasileiro de carne suína, com 62 mil toneladas embarcadas em abril, um aumento de 9,1%. Na sequência aparece o Rio Grande do Sul, com 21,6 mil toneladas, queda de 7,5%. Terceiro colocado, o Paraná exportou 17,1 mil toneladas, crescimento de 15,4%. Completam o top 5 o Mato Grosso, com 4 mil toneladas, alta de 62,5%, e o Mato Grosso do Sul, com 2,3 mil toneladas, elevação de 2,2%.

Há um aumento na capilaridade das exportações de carne suína do Brasil, que agora alcançam com maior expressividade outros mercados de alto valor agregado, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Destaque também para os crescentes volumes embarcados para as Américas, em especial Estados Unidos, Porto Rico e Chile, em certa medida fruto de novas habilitações conquistadas pelo setor. Por sua vez, expectativas ainda mais positivas nos próximos meses nas Filipinas, que recentemente aceitou o sistema de pre-listing do Brasil. Este movimento de diversificação dos destinos deve se manter ao longo deste ano”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: eNow/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 361 Visualizações
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Empresas atingidas são responsáveis por 25% dos impostos arrecadados no RS

Por Marina Klein Telles 10/05/2024
Por Marina Klein Telles

O Gabinete de Apoio ao Empreendedor – que reúne secretários estaduais e dirigentes de entidades empresarias – reuniu-se novamente nesta sexta-feira, 10, com o objetivo de alinhar a situação das empresas atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Conforme o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, que coordena o grupo, um formulário está disponível para identificar as necessidades do setor. As informações fornecidas pelas empresas vão servir de base a um planejamento para a retomada da economia e a reconstrução do estado. “É importante que as empresas preencham o formulário rapidamente para que possam ser tomadas as medidas necessárias”, afirma o presidente da ACI, Robinson Klein, que integra o grupo de trabalho.

Mapeamento das áreas alagadas indica perdas que se estendem por dezenas de municípios. As estimativas são de que 10% das 10 mil empresas (fora as enquadradas no Simples Nacional e os MEIs) existentes nas regiões alagadas tenham sido atingidas. Elas são responsáveis por cerca de 25% da arrecadação do estado e atuam em 16 setores com grande representatividade econômica. Os números de micro e pequenas atingidas ainda não estão disponíveis.

Empréstimo subsidiado do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), no montante de R$ 2 bilhões e juros fixos de 4%, está à disposição das que tiveram as instalações alagadas, conforme anúncio feito, nesta quinta-feira, pelo governo federal.

Subvenção econômica

Polo destacou que o Decreto Legislativo nº 36, de 2024, em seu Art. 2º, autoriza o Poder Executivo Federal a conceder subvenção econômica, limitada ao valor de R$ 2 bilhões, sob a forma de desconto sobre o valor do crédito, em parcela única, a mutuários que tiveram perdas materiais nas áreas afetadas pelos eventos climáticos extremos ocorridos nos meses de abril e maio de 2024.

O § 1º detalha que o desconto, limitado por beneficiário, será concedido no ato da contratação da operação de financiamento, exclusivamente a mutuários com renda ou faturamento limitados a valor a ser determinado em ato do Poder Executivo Federal, em operações de crédito contratadas até 31 de dezembro de 2024 com instituições financeiras oficiais federais no âmbito do: I – Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Pronampe, de que trata a Lei nº 13.999, de 2020; II – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, de que trata o Decreto nº 3.991, de 30 de outubro de 2001; e III – Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural – Pronamp, instituído por normas do Conselho Monetário Nacional.

Conforme o § 2º, a subvenção de que trata o artigo, nas hipóteses dos incisos II e III do § 1º, poderá ser concedida para operações de crédito contratadas com instituições financeiras autorizadas a operarem o crédito rural. E o § 3º destaca que ato do Ministro do Estado da Fazenda disciplinará o disposto neste artigo, dispondo, inclusive, sobre os critérios de alocação dos recursos e da subvenção de acordo com as perdas materiais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2024 0 Comentários 392 Visualizações
Business

Dia Mundial do Frango: foco setorial na garantia de abastecimento

Por Marina Klein Telles 10/05/2024
Por Marina Klein Telles

Hoje, 10 de maio, é o Dia Mundial do Frango, data criada pelo Conselho Internacional da Avicultura (IPC, sigla em inglês) para celebrar a cadeia produtiva e estimular o consumo de uma das mais importantes e versáteis proteínas animais do mundo. Neste ano, a avicultura do Brasil abordará uma perspectiva diferente dos anos anteriores. A celebração deste ano exaltará a importância desta proteína para a garantia de segurança alimentar e para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Em toda a cadeia produtiva, são 3,5 milhões de empregos diretos e indiretos. Apenas nas fábricas são mais de 300 mil postos de trabalho de um setor com Valor Bruto de Produção superior a R$ 90 bilhões. É uma enorme força de trabalho que produziu no ano passado 14,8 milhões de toneladas em território brasileiro – desde 2013, o Brasil adicionou cerca de 2,5 milhões de toneladas em sua produção.

Quase 35% disto é direcionado a mais de 150 países nos cinco continentes – capilaridade que proporcionou ao Brasil a liderança mundial nas exportações da proteína, sendo responsável por 38% do total do comércio internacional. Para fins de comparação, as agroindústrias brasileiras exportaram no último ano mais que as vendas internacionais de Estados Unidos e União Europeia – segundo e terceiro maiores, respectivamente – somadas, e é maior do que toda a produção da Rússia (quinto maior produtor global da proteína). São embarques que geram receitas próximas a US$ 10 bilhões (dados de 2023).

O impacto econômico e social da carne de frango para o Brasil não está apenas nos dados macroeconômicos. O peso social individualizado da proteína se vê em seu consumo per capita. Cada brasileiro consome, em média, 45 quilos da proteína – índice alcançado em 2020 e que se mantém desde então. É, de longe, a proteína animal mais consumida pelo brasileiro.

São números que mostram a relevância e a missão deste setor com o Brasil – para onde é destinada 65,3% de toda a produção nacional. “Nossa cadeia produtiva é continental, e tem papel determinante nos hábitos, na economia e na cultura gastronômica de Norte a Sul. Do campo às fábricas, são bilhões em investimentos em tecnologia de ponta para garantir a qualidade e a sanidade dos produtos, com maior produtividade. É um dos alicerces alimentares do País, e pilar econômico de diversas regiões. Neste dia, celebramos um setor resiliente, que cumpre seu papel e que seguirá atuando para que não falte o acesso a este alimento de alta qualidade para as famílias de todo o país”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2024 0 Comentários 480 Visualizações
Business

Flores para celebrar o amor incondicional no Dia das Mães

Por Marina Klein Telles 10/05/2024
Por Marina Klein Telles

Celebre o amor incondicional neste Dia das Mães com as flores da Rosinha Decorações! Especializada em arranjos e buquês que irradiam carinho e gratidão, as quatro gerações de mulheres empreendedoras que fazem a marca criaram caixas especiais personalizadas para surpreender as mamães com a beleza e o perfume das flores.

Quatro gerações de mulheres

Para este ano, a Rosinha desenvolveu como parte dos arranjos especiais para o Dia das Mães, uma caixa personalizada com a Frase “A Vida é um Presente”, que acompanha um Arranjo Jardim, e um presente muito especial: uma Nossa Senhora, feita de gesso, com pedras e flores em renda.

A Rosinha Decorações atende a Região Metropolitana e também a Serra Gaúcha. Além das composições tradicionais, as floristas desenvolvem arranjos personalizados conforme pedidos. A Rosinha trabalha também com cestas e flores plantadas.

O atendimento presencial ocorre na rua General Osório, 1035 em Hamburgo Velho – Novo Hamburgo. O espaço conta com estacionamento próprio na rua lateral à loja, na rua Joaquim Caetano. É possível fazer seu pedido pelo WhatsApp 51.995180058, ou através do Instagram @rosinhadecoracoes, onde estão publicações de buquês, arranjos e flores disponíveis na vitrine digital!

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2024 0 Comentários 384 Visualizações
Business

ACI promove ações para retomada da economia, manutenção do emprego e volta às aulas

Por Marina Klein Telles 09/05/2024
Por Marina Klein Telles

A ACI está trabalhando em ações de apoio à retomada, no menor tempo possível, das atividades das empresas associadas, envolvendo especialmente a produção e a manutenção dos empregos. Na região, inúmeras foram diretamente atingidas pelas enchentes e outras foram impactadas pela interrupção do fornecimento de matérias-primas e componentes e a impossibilidade de comparecimento de colaboradores que tiveram suas residências alagadas.

Sob o comando do presidente Robinson Klein, vice-presidentes e coordenadores de comitês reuniram-se nesta quarta-feira para definir as ações que serão desenvolvidas. A entidade mantém negociações com os governos estadual e federal para viabilizar a suspensão dos prazos de pagamento de tributos – muitos pedidos já foram atendidos – e orienta os associados em relação à adoção de medidas trabalhistas emergenciais previstas na legislação, para reduzir os efeitos do estado de calamidade. Também participa do grupo de dirigentes empresariais que planeja ações para a reconstrução da infraestrutura e da economia do RS, orçada em R$ 10 bilhões, segundo estimativas iniciais.

O plano de ação também envolve o auxílio ao retorno às aulas do ensino fundamental e do médio nas escolas particulares. Para isso, entre outras medidas, é necessário realocar os atingidos pelas enchentes que estão abrigados em estabelecimentos de ensino privados. Com os filhos nas escolas, os pais poderão retomar gradativamente a volta ao trabalho. Neste sentido, participa de negociações com as direções dos locais e a administração municipal. A expectativa é de que, já na próxima segunda-feira, professores e alunos possam voltar às atividades em escolas privadas.

Medidas emergenciais

A ACI, diante dos inestimáveis prejuízos econômicos e sociais causados pela enchente e da publicação da Portaria nº 1.354, de 2 de maio de 2024, por meio da qual o Governo Federal reconheceu o estado de calamidade pública no Estado do Rio Grande do Sul, solicita urgentemente adoção de medidas tributárias para auxiliar na retomada das atividades industriais e comerciais, tais como:

– Suspensão do pagamento dos tributos do Simples Nacional;

– Suspensão do pagamento dos tributos federais, incluindo contribuições previdenciárias;

– Suspensão do pagamento dos tributos estaduais e municipais;

– Suspensão do pagamento das parcelas de programas de parcelamento administrados pela PGFN;

– Manutenção da desoneração da folha de pagamentos;

– Parcelamento especial em 120 meses para tributos federais e estaduais postergados, sem incidência de multas e juros;

– Instituir a retroatividade dos prejuízos fiscais registrados no período de calamidade pública, com a possibilidade de serem compensados com lucros auferidos nos últimos dois anos, gerando restituição de IRPJ e CSLL;

– Flexibilização das restrições de quitação de débitos tributários federais via compensação com créditos de impostos e autorização de monetarização/aproveitamento total de prejuízos fiscais existentes, seja para quitação de débitos próprios de tributos ou transferência entre empresas;

– Prorrogação do prazo para apresentação das obrigações acessórias das empresas, com o objetivo de reduzir o trabalho não ligado diretamente à produção, diminuindo a necessidade de pessoal nas suas instalações;

– Criação de programa de depreciação acelerada;

– Transferência a terceiros de créditos detidos e habilitados junto à Receita Federal do Brasil;

– Compensação de créditos detidos e habilitados junto à Receita Federal do Brasil com débitos previdenciários anteriores ao E-social e com débitos aduaneiros;

– Restituição de créditos detidos e habilitados junto à RFB;

– Desoneração das importações de bens de capital e redução de alíquotas de PIS e Cofins;

– Isenção de ICMS nas operações com mercadorias destinadas ao ativo imobilizado (incluindo partes e peças);

– Permissão que o contribuinte não estorne créditos fiscais relativos às entradas de mercadorias existentes em estoque em estabelecimento seu localizado nos municípios em calamidade pública que tenham sido extraviadas, perdidas, furtadas, roubadas, deterioradas ou destruídas, em decorrência dos eventos climáticos de chuvas intensas;

– Suspensão dos prazos de atos processuais administrativos e judiciais;

– Realizar o pagamento imediato dos pedidos de ressarcimento de saldos credores de PIS, Cofins e IPI já homologados pela RFB e reduzir, de 360 dias para 90 dias, o prazo para a análise de pedidos de ressarcimento e compensação de saldos credores de tributos federais pela RFB.

Obs.: Alguns dos pleitos acima já foram atendidos e outros também correspondem a posições compartilhadas por outras entidades representativas do empresariado gaúcho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2024 0 Comentários 428 Visualizações
Business

Terceira reunião do Gabinete de Apoio ao Empreendedor atualiza ações

Por Marina Klein Telles 09/05/2024
Por Marina Klein Telles

O Gabinete de Apoio ao Empreendedor reuniu-se de forma híbrida na quarta-feira (8) com o objetivo de atualizar as ações que já estão em andamento para auxiliar as empresas afetadas pela emergência meteorológica e discutir novas medidas para a reconstrução do Estado. O comitê é coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e tem a participação da Secretaria da Fazenda (Sefaz), de instituições financeiras e de entidades representativas de empresas.

“Estamos vivendo uma tragédia e não temos ainda a noção completa do cenário que haveremos de enfrentar”, disse Polo. Ele frisou que o governo estadual está atuando em várias frentes de trabalho, priorizando o salvamento de vidas – mas sem esquecer de outras áreas, como o setor empresarial e a agricultura.

O titular da Sedec explicou que já estão em curso ações coordenadas com as secretarias de Turismo e de Inovação, Ciência e Tecnologia, além de bancos para desenvolver estratégias de apoio para os micro, pequenos, médios e grandes empreendedores.

Polo lembrou que o governador Eduardo Leite já assinou um pedido ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao Fundo Geral do Turismo (Fungetur) e à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) de stand still (prorrogação de pagamentos) de todas as operações financeiras em curso. O governo também está solicitando uma audiência com essas organizações para ampliar os recursos para financiamentos.

O subsecretario da Receita Estadual, Ricardo Neves, relatou que a pasta está trabalhando para garantir a fluidez da entrada das doações e transporte ao seu destino de forma rápida, refutando as notícias falsas sobre bloqueios e apreensão de cargas que chegam ao Estado para esses fins.

Também foi postergado em 30 dias o pagamento do Simples pelas empresas, e já estão sendo estudadas novas medidas para auxiliar os empreendedores. O gerente de Relações Institucionais e Sindical da Ocergs, Tarcisio Minetto, solicitou que se criem possibilidades de crédito para as empresas voltarem a produzir e manterem os postos de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2024 0 Comentários 296 Visualizações
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