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Agroindústria do RS poderá comercializar produtos para outros estados

Por Marina Klein Telles 16/05/2024
Por Marina Klein Telles

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, na quarta-feira (15), a Portaria SDA/Mapa 1.114/2024 que autoriza, em caráter excepcional por 90 dias, a comercialização interestadual de produtos de origem animal de agroindústrias gaúchas não integrantes do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Poa) registrados em Serviços de Inspeção estadual ou municipal.

A medida federal está em linha com a flexibilização adotada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). A pasta publicou a Instrução Normativa 11/2024, de 9 de maio, que autorizou a comercialização intermunicipal de produtos de origem animal provenientes de agroindústrias. “É uma medida emergencial importante do ponto de vista econômico, principalmente nesse momento de calamidade pública que o Estado se encontra. Também demonstra o apoio de outros estados, que buscam ajudar o Rio Grande do Sul”, afirmou o titular da Seapi, Giovani Feltes.

A Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (SFA-RS) será a responsável por emitir a autorização de trânsito para as agroindústrias, com as devidas exigências de saúde animal aplicáveis para trânsito dos produtos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2024 0 Comentários 381 Visualizações
Business

GovTech Summit é transferido para 2025

Por Marina Klein Telles 16/05/2024
Por Marina Klein Telles

Em função da catástrofe que assola o Rio Grande do Sul, a organização do GovTech Summit definiu adiar o evento para 2025, originalmente agendado para junho deste ano. A nova data será divulgada em breve. Enquanto isso, estão sendo desenvolvidas ações para impulsionar a conexão de governos a tecnologias inovadoras que possam contribuir para a reconstrução do Estado.

“O GovTech Summit conecta governos à tecnologia, o que será imprescindível nesse processo de reconstrução. Seguimos com nosso compromisso de conectar órgãos públicos a tecnologias inovadoras, o que será fundamental frente a todos os desafios de recuperação e ao futuro que buscamos”, afirma Gabriel Fuscaldo, Membro do Conselho do GovTech Summit e GovTech Lab.

“Através do GovTech Lab, em parceria com a Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, estamos buscando soluções tecnológicas que possam contribuir para a reconstrução do Estado. São diversos parceiros ajudando no mapeamento de soluções e projetos para a prevenção e mitigação de danos”, complementa Fuscaldo, destacando que são soluções que abrangem diversas áreas, como saúde, economia, questões sociais e ambientais, além de apoio às comunidades vulneráveis. A lista pode ser acessada em: hubgovtechlab.com.br/startups

A organização do evento realizará o reembolso integral dos ingressos para quem já se inscreveu. Mais informações pelo site oficial: GovTechSummit.com.br.

O GovTech Summit

O GovTech Summit, maior evento do Brasil no setor, nasceu para conectar decisores do setor público, lideranças visionárias e empreendedores de startups. Seu objetivo é impulsionar a transformação digital em governos, apresentando cases globais, novas tecnologias e soluções que modernizem a prestação de serviços, por uma gestão pública mais eficaz, transparente e focada no cidadão. O evento é uma das frentes do hub GovTech Lab – um projeto de transformação governamental -, e foi idealizado pela Moove – a primeira agência com o selo GovTech do Brasil, certificada pelo BrazilLab.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2024 0 Comentários 379 Visualizações
Business

ACIST-SL define diretrizes de atuação

Por Marina Klein Telles 15/05/2024
Por Marina Klein Telles

Durante reunião de diretoria realizada na terça-feira, 14, de forma on-line, a ACIST-SL definiu um grupo de diretrizes para atuar diante das graves consequências da catástrofe climática que abateu São Leopoldo e outras centenas de cidades do Rio Grande do Sul. O presidente da Associação, Daniel Klafke, apontou que os esforços estarão concentrados em duas áreas de atuação. A primeira é continuar colaborando no recebimento e distribuição de doações para as vítimas da enchente.

A segunda é a elaboração de ações para ajudar as empresas locais, que também amargam sérios prejuízos, tanto materiais como humanos. “A enchente atingiu a todos, sem distinção. Muitos empreendedores perdem completamente o seu negócio e têm tanto a si como os funcionários como vítimas desta catástrofe”, lamentou. A prioridade será ajudar no processo de limpeza e no apoio aos funcionários para uma retomada o mais breve possível.

Apelo

Mariana Cardoso, vice-presidente Administrativa da ACIST-SL e integrante do Núcleo de Contabilistas, lamenta a falta de informação e de medidas governamentais – tanto federais quanto estaduais e municipais – para ajudar as empresas. “Muitas estão embaixo da água e não têm como pagar a folha de pagamento que vence no próximo dia 20. Precisamos saber como ajudar neste momento tão difícil”, reforça.

Diretrizes – Dentre as ações que a ACIST-SL definiu, estão as seguintes deliberações: 

* Retomar o gabinete de crise para tratar das demandas locais das empresas;

* Verificar sobre ação de cadastramento das famílias para recebimento dos recursos emergenciais – agilização do município;

* Articulação com demais entidades, iniciativa privada e o poder público na questão do replanejamento da cidade, inclusive, entendendo porque o sistema de proteção de enchentes não funcionou e prepará-lo para novas ocorrências;

• Associação ao comitê / projeto de resiliência – frente de âmbito inicialmente privado, puxado pelo Parque Tecnológico.

• União com demais ACIs das cidades atingidas e Federasul para um pleito único junto ao Governo do RS. Entre os pleitos destaca-se: – Financiamentos; – Destinação de recursos não reembolsáveis; – Flexibilização de tributos; – Flexibilização temporária de regulações; – Enquadramento integral, como calamidade pública, da 100% das cidades do RS.

* Pleitear benefícios não só para as famílias atingidas, mas também para as empresas, a exemplo da pandemia;

* Aproximação da Federasul com OAB/RS com foco nos pleitos supra;

* Suporte aos associados com informações jurídicas, fiscais, psicológicas e outras de interesse para o cenário atual;

* ACIST-SL mantém ponto de coleta e destinação em sua sede social e fundo de auxílio, com foco atual em associados/funcionários das associadas.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 348 Visualizações
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Exportações de calçados caem 26,7% no quadrimestre

Por Marina Klein Telles 15/05/2024
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que as exportações de calçados seguiram em declínio no mês de abril, quando foram embarcados 7,9 milhões de pares por US$ 90,7 milhões, quedas de 22,8% e 18,8%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2023. Já no acumulado do quadrimestre, as exportações somaram 35,6 milhões de pares e US$ 344 milhões, quedas tanto em pares (-26,7%) quanto em valores (-21,8%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a queda está dentro das estimativas da entidade e que o setor espera uma melhora ao longo do segundo semestre. “A economia internacional ainda está bastante instável, principalmente em países da América Latina, que são alguns dos nossos principais destinos. Ao longo da segunda parte do ano, devemos registrar uma melhora, pois iniciam as vendas das coleções de Verão, as mais rentáveis para a indústria nacional”, avalia o dirigente, ressaltando que a estimativa da Abicalçados é de que a exportação caia entre 6% e 9% em 2024, em volume.

O principal destino dos calçados brasileiros no exterior segue sendo os Estados Unidos. Nos quatro primeiros meses do ano, a indústria nacional embarcou para lá 3,47 milhões de pares, que geraram US$ 71,9 milhões, quedas de 9,7% em volume e de 4,3% em receita na relação com o mesmo ínterim de 2023. A boa notícia é de que o preço médio do produto embarcado para os Estados Unidos teve um aumento de 6% no período (para US$ 20,70) em relação ao ano passado, o que indica que a indústria está embarcando calçados com maior valor agregado para o varejo norte-americano.

Em grave crise  econômica, a Argentina segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e abril, foram embarcados para o país vizinho 3 milhões de pares por US$ 62 milhões, quedas de 39,2% e de 24,9%, respectivamente, ante o mesmo intervalo de 2023. A boa notícia, assim como aconteceu com o produto embarcado para os Estados Unidos, é o aumento do preço médio do calçado, de 23,5% (para US$ 20,52).

No terceiro posto entre os destinos do produto verde-amarelo no exterior aparece a Espanha. No período, os espanhóis importaram 5,55 milhões de pares brasileiros por US$ 14,2 milhões, quedas de 26,2% e 25,8%, respectivamente, ante o mesmo período de 2023.

Estados exportadores

O maior exportador de calçados do Brasil segue sendo o Rio Grande do Sul. No quadrimestre, as fábricas gaúchas embarcaram 11,1 milhões de pares, que geraram US$ 168,53 milhões, quedas tanto em volume (-16,2%) quanto em receita (-13,4%) em relação ao mesmo período de 2023.

O segundo exportador do País no quadrimestre foi o Ceará, de onde partiram 12 milhões de pares por US$ 77,25 milhões, quedas de 22,4% em volume e de 26,3% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

São Paulo fecha o ranking dos três primeiros exportadores de calçados do Brasil. Nos quatro primeiros meses do ano, as fábricas paulistas embarcaram 1,9 milhão de pares por US$ 30,37 milhões, quedas de 34,6% e 27,1%, respectivamente, ante o mesmo período de 2023.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 338 Visualizações
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Governo do RS libera questionário de perdas das empresas atingidas pela catástrofe climática

Por Jonathan da Silva 15/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Governo do Rio Grande do Sul disponibilizou nesta segunda-feira (13) o “Formulário de Perdas para Empreendedores”, destinado a empresas de todos os portes que foram afetadas pelos eventos climáticos que atingem o Rio Grande do Sul. A pesquisa deve ser respondida por todos os empresários e empreendedores a fim de que o governo estadual possa mensurar os prejuízos dessas empresas e buscar recursos para apoiar o setor.

A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, o Sebrae e a Secretaria Estadual da Fazenda. Em Gramado, a ação conta com o apoio da administração municipal através da Secretaria de Inovação. “Precisamos compreender os impactos, para então buscar os recursos adequados e apoiar todas as categorias de empreendedores e empresários do Rio Grande do Sul e de Gramado. Juntos, vamos retomar o crescimento de nossa cidade e torná-la cada dia mais forte e presente no mercado”, destaca o secretário de Inovação do município, Heitor Noel.

O secretário também informa que a Secretaria de Inovação está trabalhando em uma pesquisa específica para o município, pois Gramado também precisa mensurar seus dados e necessidades.

Para responder a pesquisa, basta clicar no link: https://customervoice.microsoft.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=cYIpl9cbxUqTW4it3vY2zG9ewu9IrSNFsb1M-gIh8ixUODNFRkdYODdLT1VVNlk3Rkc1NDZMUkhMTi4u.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 398 Visualizações
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Butão é nova oportunidade para exportadores de carne suína do Brasil

Por Jonathan da Silva 15/05/2024
Por Jonathan da Silva

A finalização do processo e oficialização da abertura do mercado de Butão para a carne suína do Brasil foi realizado na segunda-feira (13). O anúncio foi foi aprovado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O país asiático conta com quase 1 milhão de habitantes conforme indicadores locais, dos quais mais de 20% consomem carne suína.

No entanto, o consumo per capita no país é relativamente baixo, não chegando a 3 kg por ano conforme dados da Faostat. De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o dado é um indicativo de bom potencial para o aumento de consumo no Butão. “A abertura deste mercado do sul da Ásia acontece em um momento importante para o setor, que tem buscado ampliar a capilaridade das exportações brasileiras, se somando à outras aberturas e ampliações conquistadas pelo trabalho de excelência da equipe do Ministério da Agricultura, sob a liderança do Ministro Carlos Fávaro, e do Ministério das Relações Exteriores”, ressalta Santin.

O diretor de mercados da ABPA, Luís Rua, também destaca a boa competitividade que será proporcionada às proteínas brasileiras na região diante das condições tarifárias vantajosas do mercado butanês. “A tarifa de importação para a carne suína é semelhante à estabelecida para a carne de frango, em torno de 10% sobre o valor do produto embarcado. É uma condição vantajosa importante para ampliar a nossa presença neste mercado e no nosso papel de apoio à segurança alimentar da população local, sempre em complementaridade com os produtores locais”, destaca Rua.

Foto: BearPhotos/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 433 Visualizações
Business

ACI solicita prorrogação de prazos administrativos para apoiar empresas de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 15/05/2024
Por Jonathan da Silva

Em resposta aos desafios enfrentados pela sociedade gaúcha em função da catástrofe climática que atingiu o estado, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI-NH/CB/EV/DI) enviou nesta terça-feira (14) uma carta à Prefeitura de Novo Hamburgo solicitando medidas de apoio às empresas do município.

A carta, assinada pelo presidente Robinson Oscar Klein, destaca a necessidade de prorrogação dos prazos de alvarás e licenças e validade de certidões negativas de débitos, além da suspensão dos prazos de processos administrativos e ações de negativação e protesto. Também foi pedido prioridade no atendimento de processos de restituições.

As medidas são consideradas essenciais para a manutenção das atividades empresariais, contratos, empregos e arrecadação, proporcionando um suporte vital para a economia local durante este período de calamidade pública.

Foto: ACI/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 464 Visualizações
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Sala do Empreendedor de São Leopoldo passa a atender no Espaço Sicredi Feitoria

Por Jonathan da Silva 15/05/2024
Por Jonathan da Silva

A Sala do Empreendedor de São Leopoldo passa a atender presencialmente no Espaço Sicredi Feitoria com o interrompimento do atendimento no Centro Administrativo da Prefeitura por tempo indeterminado por causa da entrada de água no prédio. Vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turístico e Tecnológico (Sedettec), a Sala atende de segunda a sexta-feira, das 9h às 14h.

No momento, os serviços oferecidos no espaço são atendimento aos empreendedores, licenciamento e demais serviços relativos às empresas e MEI, além de acolhimento de documentos e atendimentos relativos à Vigilância Sanitária. Em caso de dúvidas, os empreendedores podem entrar em contato pelo WhatsApp no número (51) 98924-8117.

São Leopoldo vive Estado de Calamidade Pública (ECP) reconhecido pelo Governo Federal em função da cheia do Rio dos Sinos após as fortes chuvas que aconteceram no Rio Grande do Sul.

O Espaço Sicredi Feitoria está localizado na avenida Feitoria, 5070.

Foto: Sara Nedel Paz/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2024 0 Comentários 434 Visualizações
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Varejo latino-americano do calçado é um dos temas do Foro del Calzado

Por Marina Klein Telles 14/05/2024
Por Marina Klein Telles

Promovido, nesta edição, pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a 26ª edição do Foro Latinoamericano del Calzado trará como destaque a produção e o varejo de calçados na América Latina. Segunda maior região produtora de calçados no mundo, somando mais de 1,5 bilhão de pares produzidos por ano, a América Latina, além de centro produtor, é um importante centro de consumo de calçados. O tema será pauta central de palestras que serão realizadas no evento, dia 20 de maio, em São Paulo/SP.

Entre os destaques da programação de palestras estão os cases de algumas das maiores redes de varejo do Brasil, Colômbia e Peru. Juntos, os grupos somam mais de 280 lojas nos seus respectivos países. O Grupo Oscar, por exemplo, que conta com 180 lojas em todo o Brasil, será apresentado pelo seu diretor de Compras e Comercial, Naiche Van der Poel. Graduado em Economia e Mestre em Varejo, o executivo falará sobre a sua trajetória e também sobre a história e estratégia do grupo varejista.

Um dos maiores grupos de varejo colombiano, o grupo Mario Hernandez, que soma mais de 60 lojas no País, também será apresentado com palestra de seu diretor Lorenzo Hernández, filho do fundador da empresa, Mario Hernandez. Na oportunidade, o executivo falará sobre a história do tradicional grupo varejista, as oportunidades para o setor na Colômbia, ambiente de negócios no país vizinho, entre outros temas.

O terceiro case de varejo apresentado no Foro é do grupo Julia y Tornero, que tem 46 lojas no Chile. Na oportunidade, o gerente geral da empresa, Jorge Tornero, falará sobre o case do grupo e as oportunidades de crescimento em um mercado relevante para o calçado na América Latina.

Além dos cases de varejo internacional, palestras como “Oportunidades para o calçado na América Latina”, “Marcas fortes e o futuro do varejo”, Pesquisa de comportamento e moda do Inspiramais e “Now & Then – A realidade e as principais tendências da temporada 2024/25”, além de paineis e debates de lideranças das câmaras de calçados da América Latina fazem parte da programação (veja abaixo).

Evento

Iniciativa da Agrupación de Cámaras de Calzado de América Latina (ACCAL), o Foro, a cada ano, tem um país da região como anfitrião. A agrupação tem, entre seus membros, representantes de associações e câmaras de calçados da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, México, Nicarágua, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o objetivo do evento é promover a integração entre as entidades calçadistas da América Latina, proporcionando a troca de conhecimentos por meio de palestras com especialistas e compartilhamento de casos práticos da indústria e varejo de cada país. “A América Latina, como bloco, é a segunda maior produtora de calçados do mundo, perdendo apenas para a Ásia. É missão das entidades representativas dos países discutir meios de ampliar a competitividade do continente frente à ameaça da concorrência, por vezes desleal, de países asiáticos”, destaca o dirigente.

Ingressos limitados

O Foro é um evento com vagas limitadas e é voltado para empresários, profissionais de indústrias e lojistas de calçados, convidados, patrocinadores, autoridades governamentais e imprensa. Os ingressos estão disponíveis em lote reduzido a um investimento de R$ 350, sendo que associados da Abicalçados e lojistas convidados terão 50% de desconto mediante código promocional. Os ingressos podem ser adquiridos no link da plataforma Sympla.

O evento tem os patrocínios Ouro da Kisafix e Nofake, e patrocínio Prata do Banco do Brasil. A parceria oficial é da NürnbergMesse Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2024 0 Comentários 396 Visualizações
Business

Fecomércio-RS pede supervisão para a garantia do cumprimento dos contratos de seguro

Por Marina Klein Telles 14/05/2024
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS em reunião, realizada hoje (13), com a Superintendência de Seguros Privados destacou a importância de uma supervisão efetiva e a garantia do cumprimento de contratos de seguro para as empresas que sofreram perdas nas enchentes que assolam o Estado desde a semana passada.

Além disso, representantes da Federação falaram sobre a prorrogação automática de contratos de seguro que vencem, pedindo celeridade na liberação dos recursos por parte das seguradoras e auxílio por parte da entidade reguladora, com mediação entre as empresas e as seguradoras, para que os trâmites sejam agilizados.

“A equipe técnica da Fecomércio-RS está à disposição para auxiliar neste processo, com levantamentos e sugestões de medidas relacionadas ao agrupamento de contratos, com base em mapeamentos de endereços atingidos, para acelerar o pagamento dos sinistros. É importante lembrar que as enchentes atingiram áreas com predominância de empresas de comércio e serviços, de menor porte, com maior dificuldade de acesso a crédito. Por isso essas ações são fundamentais”, explica o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2024 0 Comentários 361 Visualizações
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