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Quebra na projeção de vendas do comércio gaúcho pode chegar a R$ 2,4 bilhões

Por Marina Klein Telles 03/06/2024
Por Marina Klein Telles

Estudo preliminar realizado pela FCDL-RS mostra que o comércio do Rio Grande do Sul pode ter, apenas no mês de maio, perdas em torno de R$ 2,4 bilhões em vendas, em virtude das inundações que atingiram o estado. Esse cálculo poderá ser ampliado, a partir do momento em que os lojistas gaúchos dimensionarem com mais exatidão os prejuízos que tiveram, uma vez que muitos deles não conseguiram, ainda, a oportunidade de avaliar os estragos em seus estabelecimentos.
Em relação ao patrimônio, a projeção é de um prejuízo na casa dos R$ 3,5 bilhões, considerando perdas de estoques de mercadorias, de equipamentos, de instalações e, em muitos casos, de toda loja atingida pelas águas.

“A projeção feita pela Federação deve crescer de forma impactante nos meses futuros, pois iremos passar por todo o processo de contabilização dos danos, de reconstrução de lojas, de reposição de estoques, de equipamentos. No que se refere apenas ao mês de maio, existia uma perspectiva, de acordo com dados do IBGE, de que em condições normais, o comércio gaúcho vende-se algo em torno dos R$ 12 bilhões. Apenas nessa expectativa houve uma quebra de 20%, o que resulta na projeção de R$ 2,4 bilhões”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O estudo realizado pelo consultor de Economia da FCDL-RS, professor da Escola de Negócios da PUCRS, Gustavo Inácio de Moraes, acrescenta que o impacto das cheias se estenderá por mais alguns meses, o que impedirá que a estimativa de vendas do comércio gaúcho para todo 2024, cerca de R$ 144 bilhões, seja concretizada.

“É frustrante observamos que milhares de colegas lojistas tiveram suas trajetórias interrompidas de maneira gigantesca. O comércio é uma das molas propulsoras da economia gaúcha, tendo nos micro e pequenos estabelecimentos comerciais, a sua sustentação maior. E, justamente os negócios desses portes, os maiores geradores de emprego e renda do setor, foram os mais afetados. Por isso, todas as ações governamentais que forem implementadas para amenizar essa grave crise, são fundamentais para reerguer o comércio gaúcho”, avalia Vitor Augusto Koch.

Para o presidente da FCDL-RS é preciso celeridade na recuperação do Rio Grande do Sul. Além da necessidade de munir as pessoas dos recursos necessários para reconstruírem seus lares e seus negócios, o apoio aos setores econômicos atingidos é urgente. O comércio, por exemplo, é a principal atividade econômica da maioria dos municípios do estado e deve ser apoiado com intensidade nesse momento. Tendo condição de se restabelecer os comerciantes irão desempenhar um papel importantíssimo na recuperação do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2024 0 Comentários 380 Visualizações
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ACIST-SL entrega pleitos para a Câmara Temática da Indústria

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

Nesta quarta-feira, 29, o presidente da ACIST-SL, Daniel Klakfe e Carlos Reis, vice-presidente de Indústria, entregaram para a Câmara Temática da Indústria um conjunto de reivindicações do setor produtivo de São Leopoldo. A carta também está assinada pelo presidente da CDL São Leopoldo (Olinto Menegon), Sindilojas São Leopoldo (Walter Seewald) e OAB Subseção São Leopoldo (Renê Engroff).

Seu conteúdo agora será inserido em um único documento que unirá os pleitos de outras representações, que será entregue para o prefeito Ary Vanazzi na próxima semana.

A ACIST-SL integra o comitê gestor da Câmara Temática da Indústria, formada por representantes de entidades empresariais, sindicatos de trabalhadores e sociedade civil.

O presidente da Associação, Daniel Klafke, enfatizou a importância da união de todos os representantes do setor produtivo de São Leopoldo para restabelecer a normalidade econômica da cidade o mais rapidamente possível.

O documento foi recebido por Juliano Maciel, coordenador da Câmara Temática da Indústria e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Turístico e Tecnológico e demais integrantes do Comitê Gestor da Câmara Temática: Carlos Diehl, Milton Viário, Valmir Pizzutti, Mário Rosito e Genilson Rosa.

O documento da ACIST-SL e demais entidades contém as seguintes reivindicações:

Tendo em vista a grande tragédia na qual se transformaram os eventos climáticos do mês de maio, considerando já apaziguadas as primeiras necessidades de acolhimento das famílias atingidas e agora um novo cenário que é o de retorno ao que sobrou de seu patrimônio, vemos a necessidade urgente de preservação dos empregos e de dar condições de retomada às empresas, para que possam garantir renda e retomar em breve a arrecadação que dará suporte às medidas de recuperação da cidade no médio e longo prazos. Há empresas prestes a fechar um mês sem faturamento, e outras tantas com prejuízos dada a situação de clientes, fornecedores e principalmente funcionários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 341 Visualizações
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Aprovada taxação de 20% em importações abaixo de U$ 50

Por Marina Klein Telles 29/05/2024
Por Marina Klein Telles

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de terça-feira (28), projeto que volta a tributar as remessas de até US$ 50 das plataformas internacionais de e-commerce. Para a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), embora o imposto de importação estabelecido, de 20%, ajude a estabelecer melhores condições de isonomia tributária com a indústria nacional, não resolve o problema da concorrência desleal no setor. O projeto, agora, vai para o Senado Federal e posteriormente para a sanção presidencial.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que a alíquota de 20% é fruto de acordo entre o Congresso Nacional e o executivo e é um “meio termo” entre o solicitado pela indústria nacional e a isenção total estabelecida pelo Governo Federal. “Alertamos, desde o princípio, que a alíquota zero para as plataformas internacionais de e-commerce estava exportando empregos brasileiros, principalmente para a Ásia, origem de grande parte das remessas enviadas ao Brasil. Não tem cabimento a indústria nacional pagar impostos em cascata e concorrer com importações que entram sem tributação federal”, comenta o dirigente. Segundo ele, a isenção das plataformas coloca em risco milhares de empregos gerados pela indústria calçadista brasileira diante de uma concorrência absolutamente desleal. “Mais do que isso, precisamos conscientizar a sociedade de que de nada adianta poder comprar nas plataformas sem impostos se não existe emprego”, acrescenta.

Ferreira destaca o esforço do Congresso Nacional, especialmente do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que entendeu a urgência de se retomar a taxação das compras internacionais realizadas via plataformas. “A indústria calçadista brasileira é produtiva, tem qualidade e sustentabilidade, mas precisa de condições mínimas para concorrer em par de igualdade com grandes players internacionais. A alíquota de 20%, neste contexto, resolve parte do problema”, conclui o executivo.

Entenda

Foi publicada no Diário Oficial da União do dia 30 de junho de 2023 a Portaria MF nº 612/2023, que alterou a Portaria MF nº 156/1999 para modificar as regras de tributação das compras internacionais realizadas por meio de empresas de comércio eletrônico. As novas regras entraram em vigor a partir do dia 1º de agosto de 2023. Uma das alterações foi a redução da alíquota do Imposto de Importação para 0% em compras on-line de até US$ 50, mesmo quando o remetente for pessoa jurídica. Após grande mobilização da indústria nacional diante do desequilíbrio concorrencial gerado, a retomada da taxação foi incluída no projeto de lei que cria o Mover (Programa Mobilidade Verde e Inovação), programa do Governo para a descarbonização do setor automotivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 459 Visualizações
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Programação do CDL Conecta em 2024 é aberta com o empreendedorismo feminino em pauta

Por Jonathan da Silva 29/05/2024
Por Jonathan da Silva

A primeira edição do CDL Conecta deste ano aconteceu nesta terça-feira (28) e foi marcada pelo empreendedorismo feminino. Um grupo de mulheres empreendedoras se reuniram com o objetivo de acelerar a a participação feminina na área, trocar experiências e apresentar seus negócios. 21 empresas foram apresentadas durante no evento, que ocorreu na Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH).

Para a diretora do Núcleo da Mulher Empreendedora (NME) da CDL-NH, Raquel Bomm Tomm, o momento é de reconexão com o comércio local após a catástrofe climática do Rio Grande do Sul. “Momento de reconectar diante desta situação tão delicada no Rio Grande do Sul. Agora mais do que nunca é hora de fomentar o comércio local, nosso estado precisa de nós”, destacou Raquel.

Atrações ilustres

O evento especial desenvolvido pelo NME contou com uma mini-palestra da consultora na Apipa Consultoria em Marketing e embaixadora do NME, Cíntia Schenkel. Além da apresentação do próprio negócio, a empreendedora abordou conceitos relacionados ao mundo das vendas. “Como eu faço para o cliente voltar? Traga novas soluções, novos produtos e faça com que as pessoas sejam potencializadoras da sua mensagem”, aconselhou Cíntia.

Além de Cíntia, outra atração especial do CDL Conecta foi o diretor comercial da CDL-NH, Chico Ferraz, que falou sobre as campanhas promocionais que a entidade oferece aos associados e, consequentemente, aos consumidores hamburguenses, como a campanha ‘Compre em Novo Hamburgo’. Pessoas que realizarem compras nas lojas associadas à entidade durante o Dia dos Namorados e o Dia dos Pais estarão concorrendo a brindes.

Empresas apresentadas

  • Aqui Delícias Bolos Artesanais
  • Capalonga Store
  • Cia do Sono
  • Cris Casagrande Finanças e Negócios
  • Dieter Produtos para Bem-Estar
  • Dispack Distribuidora
  • DRSUL Veículos
  • Elaine Margarete da Silva
  • Estilo Fashion
  • Juliana Hartz Trevisan Odontologia
  • Mundo dos Plásticos
  • Michele Machado
  • Power Fit Academia
  • Ralú Modas
  • Santos Logística e Distribuição
  • Tania Martiny
  • Sicredi Pioneira
  • Stela Klein Fisioterapia e Pilates
  • Open Health
  • Yes Cosmetics
  • Tombom Telecomunicações
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2024 0 Comentários 398 Visualizações
Business

Empresas de todo o RS poderão pagar ICMS com prazo estendido

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Pensando nos desafios que o Rio Grande do Sul terá para sua recuperação, o governo estadual ampliou para todas as empresas do estado o pagamento de ICMS em prazo superior ao original, sem cobrança de juros ou de multa. Anteriormente, a medida estava restrita a municípios em situação de calamidade; agora, foi estendida para as cidades de todas as regiões.

A decisão foi autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), a pedido do governo gaúcho, e está oficializada no Decreto 57.636, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) de segunda-feira (27).

Os secretários de Fazenda dos demais estados do país foram sensíveis ao pedido do Rio Grande do Sul, que teve mais de 90% dos municípios atingidos pelas enchentes. “O Estado inteiro foi afetado, e entendemos que as empresas precisam de fôlego para a recuperação. O alongamento do prazo para quitação do ICMS oferece mais tempo para que os contribuintes possam reestruturar seus negócios. Estamos trabalhando na adoção de medidas de apoio aos atingidos”, explica o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira.

Assim, os contribuintes que não conseguirem cumprir suas obrigações em dia poderão usufruir do prazo estendido, sem a cobrança de juros ou multa. Para as guias com vencimento entre 24 de abril e 31 de maio, a quitação poderá ser feita até 28 de junho. Para os vencimentos de junho, o prazo será 31 de julho. Os vencimentos de julho poderão ser pagos até 30 de agosto.

A Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, estuda formas de operacionalizar o procedimento para que seja feito da forma mais simples possível. As orientações serão disponibilizadas no site da RE.

Ativo imobilizado e dispensa de estorno

Também publicado nesta segunda-feira, o Decreto 57.632 define que empresas localizadas em cidades em situação de calamidade e de emergência podem usufruir de dois benefícios fiscais. Um deles é a isenção de ICMS nas compras de mercadorias destinadas ao chamado ativo imobilizado, composto por bens duráveis e necessários às operações das empresas – como máquinas, equipamentos e veículos usados no processo produtivo ou na prestação de serviços. A medida vale também para partes, peças e acessórios.

No caso das aquisições internas, há manutenção do crédito pelo vendedor. No caso das aquisições interestaduais, a isenção é relativa à diferença entre as alíquotas interna e interestadual. Para terem direito, os estabelecimentos deverão declarar que foram atingidos pelos eventos meteorológicos.

O outro benefício que pode ser usufruído por empresas localizadas em cidades em situação de calamidade ou de emergência é a dispensa de exigência de estorno dos créditos de ICMS. A medida vale para contribuintes que tiveram mercadorias extraviadas, perdidas, furtadas, roubadas, deterioradas ou destruídas.

Em ambos os casos, as regras têm vigência até 31 de dezembro de 2024.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 355 Visualizações
Business

Federações empresariais apoiam projeto que zera impostos federais para setores econômicos do RS

Por Jonathan da Silva 28/05/2024
Por Jonathan da Silva

As federações empresariais Fecomércio-RS, Farsul, Fiergs e Federasul manifestaram apoio ao Projeto de Lei 1915/2024, do deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), que busca zerar os impostos federais para empresas dos setores de turismo, eventos e comércio do Rio Grande do Sul diante dos impactos das enchentes que assolam o estado. Há requerimento de urgência para o andamento da matéria no Congresso Nacional, feito pelo gabinete do deputado Pedro Westphalen (PP-RS). As federações têm trabalhado pela sensibilização dos parlamentares em prol da aprovação.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, explica que este projeto é uma forma de extensão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, o Perse, que foi criado para socorrer empresas do setor de eventos afetadas pela pandemia. “Nessa formatação, ele permite que empreendimentos do Rio Grande do Sul com diferentes atividades de atuação nos setores de turismo, eventos e comércio sejam beneficiadas, por 60 meses, com a isenção dos tributos de PIS, Cofins, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas”, detalha Bohn.

Neste momento de extrema dificuldade para os gaúchos, esse seria um alento para dar fôlego aos empresários para que possam se reerguer, manter empregos e voltar a gerar renda e fazer a economia girar”, afirma Luiz Carlos Bohn.

Em manifesto conjunto, as federações empresariais gaúchas chamam atenção aos prejuízos gerados pelas enchentes que afetaram, além de residências e empresas, estradas e o principal aeroporto do Rio Grande do Sul, o Salgado Filho, em Porto Alegre. Com a infraestrutura comprometida, inúmeros eventos necessitaram ser cancelados e, com o acesso bastante limitado, polos turísticos como Gramado e Canela deverão registrar prejuízo significativo, colocando em risco milhares de empregos dependentes da atividade turística.

O documento ressalta também que os setores foram alguns dos mais impactados pela pandemia da Covid-19, com muitos estabelecimentos ainda às voltas com financiamentos contraídos para enfrentar o período. “Solicitamos aos parlamentares apoio na aprovação desta proposta, bem como a priorização de outras matérias que venham a auxiliar a recuperação do Rio Grande do Sul”, finaliza Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 412 Visualizações
Business

Assintecal abre inscrições para missão tecnológica à China

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Com o objetivo de colher insights sobre o mercado chinês de calçados, com foco em tecnologia e robotização, a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) abriu inscrições para a Missão Tecnológica à China. A iniciativa é do Brazilian Materials, programa de apoio às exportações do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), e acontece entre os dias 1º e 14 de setembro.

Conforme a pré-agenda, os empresários interessados têm visitas programadas em seis cidades chinesas. A primeira parada será em Xangai, quando a delegação participa de uma visita guiada na All China Leather Exhibition (Acle), única feira internacional de couro na China que oferece grande variedade de couro, componentes e acessórios, equipamentos e serviços de tecnologia para o setor; reuniões no escritório local da ApexBrasil com apresentação sobre o mercado chinês e com tendências e projeções gerais e do setor naquele país; visita guiada de moda nas principais grifes e marcas de Xangai, com acompanhamento do consultor de Design e Pesquisa do INSPIRAMAIS, Marnei Carminatti; e visitas à loja Nike House of Innovation e à uma fábrica de materiais para calçados.

A segunda parte da Missão acontece em Quanzhou, onde o grupo visita duas importantes fábricas locais de calçados. Na sequência, o grupo vai até Guangzhou, Shenzhen e Dongguan, onde terá agendas em fábricas das cidades e uma das maiores empresas mundiais de tecnologia, a Huawei.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, ressalta que a iniciativa visa identificar pontos positivos que fizeram a China ser a principal potência mundial do setor de calçados. “Hoje, a China responde por mais da metade da produção mundial do setor, agregando toda a tecnologia necessária para a produção das principais marcas mundiais, principalmente do segmento de esportivos. Evidentemente, existem pontos em que a indústria brasileira está mais adiantada, como a questão da sustentabilidade, mas existem também muitos pontos em que eles são mais competitivos. Precisamos identificar e agregar esses pontos no nosso segmento”, avalia.

Mercado

A China, além de ser um país com grande consumo de calçados, é a maior produtora do setor, com mais de 13 bilhões de pares produzidos todos os anos, sendo mais de 9 bilhões destinados para a exportação. Mais informações e inscrições disponíveis pelo e-mail internacional@assintecal.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 482 Visualizações
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Agroindústrias fortalecem negócios com maior mercado importador das proteínas brasileiras na SIAL China

Por Jonathan da Silva 28/05/2024
Por Jonathan da Silva

O fortalecimento de laços e a procura por negócios serão os principais objetivos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), durante a SIAL China, feira que acontece em Xangai de 28 a 30 de maio. Um dos maiores eventos da indústria de alimentos que abastece o mercado chinês, a SIAL China contará com um espaço exclusivo para a avicultura e a suinocultura brasileiras, destinado à realização de encontros de negócios com importadores e potenciais clientes da indústria exportadora de carne de frango e de carne suína no Brasil.

Além disso, representantes da ABPA, incluindo o diretor de mercados, Luis Rua, e a analista de promoção comercial, Julia Arantes, participarão de reuniões com stakeholders do mercado chinês, entre membros do governo e representações privadas. “Os esforços realizados pelo Ministério da Agricultura para ampliação da presença brasileira no mercado chinês deverão gerar importantes resultados nos negócios consolidados durante o evento. Há boas expectativas com relação aos resultados desta edição da SIAL, que já está consolidada como uma das ações mais importantes do calendário da cadeia setorial exportadora”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

O espaço contará também com ação de promoção da avicultura e da suinocultura do Brasil, com a distribuição de materiais promocionais das marcas setoriais brasileiras (Brazilian Chicken, Brazilian Pork, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Duck) com informações sobre produtos, sobre o setor produtor e exportador brasileiro e os contatos das empresas que atuam no mercado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 420 Visualizações
Business

Estudo da Fiergs mostra que 47 mil indústrias gaúchas foram atingidas pelas enchentes

Por Marina Klein Telles 28/05/2024
Por Marina Klein Telles

Um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) sobre o impacto da catástrofe climática no setor industrial gaúcho mostra que nos municípios afetados – em estado de calamidade pública ou situação de emergência – estão localizadas 47 mil do total de 51 mil indústrias do RS.

Os resultados foram divulgados na tarde da segunda-feira (27). “As inundações no Rio Grande do Sul revelaram um impacto econômico significativo e abrangente. Os dados destacam a importância de direcionar recursos de maneira eficiente para as áreas mais necessitadas. Mas é fundamental ressaltar que os efeitos desse desastre natural ainda estão em curso. Só com a continuidade das avaliações e a divulgação de novos dados será possível obter uma compreensão mais completa dos impactos e planejar estratégias de recuperação mais eficazes, assegurando que os esforços de reconstrução atendam às necessidades reais das comunidades atingidas”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

De acordo com o trabalho elaborado pela Unidade de Estudos Econômicos da FIERGS, conforme o Decreto Estadual 57.626 de 21 de maio, foram reconhecidos 78 municípios em estado de calamidade e 340 em Situação de Emergência. Nestes 418 municípios, estão sediadas 47 mil indústrias do RS, que empregam 813 mil pessoas. As regiões com o maior número de municípios em estado de calamidade foram Vale do Taquari (23), Central (20), Vale dos Sinos (11) e Metropolitana (7).

O estudo da FIERGS inclui os principais indicadores econômicos – atividade, quantidade de estabelecimentos industriais, arrecadação de ICMS e exportações – dos municípios e regiões mais importantes atingidos pelas chuvas. Essas variáveis são as principais informações relevantes para a indústria disponíveis que contemplam os municípios afetados pelo fenômeno meteorológico. O estudo também divide o RS em dez regiões econômicas: Metropolitana, Vale dos Sinos, Serra, Serra Centro, Vale do Taquari, Central, Planalto, Missões, Campanha e Sul.

Em relação à atividade econômica, as regiões com municípios em estado de calamidade pública com maior Valor Adicionado Bruto (VAB) – que é o valor que cada setor da economia (agropecuária, indústria e serviços) acresce ao valor final de tudo que foi produzido em uma região – potencialmente afetado eram: Metropolitana (R$ 87 bilhões), Vale dos Sinos (R$ 52 bilhões), Vale do Taquari (R$ 29 bilhões), Serra (R$ 29 bilhões) e Central (R$ 28 bilhões). Em relação ao VAB da Indústria, as regiões com maior atividade industrial potencialmente atingida eram: Vale dos Sinos (R$ 19 bilhões), Vale do Taquari (R$ 14,6 bilhões), Metropolitana (R$ 11,4 bilhões) e Serra (R$ 9,9 bilhões).

Apesar de representarem apenas 15,7% dos municípios do Rio Grande do Sul, as cidades em estado de calamidade possuem uma alta representatividade econômica no Estado, especialmente no setor industrial: 50,7% do VAB do RS, 57,1% do VAB industrial, 48,1% dos estabelecimentos industriais, 52,7% dos empregos industriais, 65,6% das exportações da indústria e 56,3% da arrecadação de ICMS com atividades industriais.

Já na Indústria de Transformação, mais de 50% da massa salarial dos segmentos estão em municípios em estado de calamidade. Ramos com grande representatividade na massa de salários do RS se encontram nessas regiões: Alimentos (R$ 190 milhões nos locais em calamidade), Máquinas e equipamentos (R$ 162 milhões) e Produtos de metal (R$ 128 milhões). Essas cidades concentram quase a totalidade da produção de Tabaco (99,8%) e de Farmoquímicos e farmacêuticos (93,1%) do Rio Grande do Sul.

Ainda, quanto às exportações da Indústria de Transformação em cidades potencialmente afetadas, as regiões Sul (US$ 3,7 bilhões), Central (US$ 3,1 bilhões) e Metropolitana (US$ 2,6 bilhões) se destacam. Por fim, as regiões com maior impacto potencial sobre a arrecadação de ICMS em estabelecimentos industriais foram Vale dos Sinos (R$ 4,7 bilhões), Metropolitana (R$ 2,1 bilhões) e Serra (R$ 2 bilhões).

Situação de emergência

Também de acordo com o decreto estadual de 21 de maio, 68,4% dos municípios gaúchos estão em situação de emergência (340). Entre as regiões que possuem municípios nessa situação, destacam-se em atividade econômica, medida pelo Valor Adicionado Bruto: Missões, com R$ 43,8 bilhões; Planalto, R$ 42,1 bilhões, Campanha, R$ 24,9 bilhões; e a região Sul, R$ 20,3 bilhões. Ao focar especificamente o VAB da indústria, 37,7% desse total se concentra nas regiões afetadas, com os maiores valores encontrados em: Planalto (R$ 9,1 bilhões), Missões (R$ 7,3 bilhões), Serra Centro (R$ 5,2 bilhões) e Metropolitana (R$ 5,0 bilhões). As localidades ainda abrigam cerca de 22 mil indústrias, o que representa aproximadamente 44% do total do Rio Grande do Sul. Na Indústria de Transformação, 42,5% da massa salarial está concentrada nesses municípios que se encontram em situação de emergência.

O cenário de calamidade influenciou no sentimento do industrial gaúcho. Em maio, a pesquisa de Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS) divulgada pela FIERGS teve a sua maior queda desde novembro de 2022 e atingiu o menor nível desde junho de 2020: 44,4 pontos, 6,1 a menos que em abril.

As expectativas com relação ao futuro das empresas, que até então sustentavam o otimismo e a confiança da indústria gaúcha, foram as mais impactadas. O Índice de Expectativas das Empresas desabou dez pontos, de 57,7 para 47,7, menor valor desde maio de 2020, voltando ao campo pessimista pela primeira vez desde novembro de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2024 0 Comentários 383 Visualizações
Business

Quiero Café recebe Selo de Excelência em Franchising ABF pelo terceiro ano consecutivo

Por Jonathan da Silva 24/05/2024
Por Jonathan da Silva

O Quiero Café recebeu pelo terceiro ano consecutivo o Selo de Excelência em Franchising ABF, promovido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). A premiação foi realizada no dia 3 de maio, em São Paulo. O selo é a principal chancela do mercado de franquias no Brasil e um termômetro das relações entre franqueador e franqueado. São os franqueados que, por meio da Pesquisa do SEF, avaliam as empresas franqueadoras que, conforme com a pontuação obtida, conquistam a chancela.

Para o sócio-fundador do Quiero Café, Matheus Fell, a conquista é especial porque representa uma chancela do mercado brasileiro, da Associação Brasileira de Franquias e dos franqueados. “Buscamos sempre manter uma relação forte, próxima e transparente com o franqueado, então esse feedback é muito importante para nós. E estar presente na ABF nos permite estarmos próximos de boas referências, alinhados com as melhores práticas do mercado de franquias e podendo aprender com eles, que constroem relações e resultados sólidos ao longo de muitos anos”, comenta Fell.

Troféu recebido pela franquia

O Quiero Café foi condecorado pelo selo na categoria Sênior, que premia redes a partir de 15 franqueados, 30 operações e 5 anos no mercado. Outras três categorias completam a premiação: Pleno, que reúne marcas com no mínimo 5 franqueados, 10 unidades e 2 anos atuando no franchising; Máster, com franquias com ao menos 30 franqueados, 60 unidades e em atividade no setor há pelo menos 10 anos; e Mega, que congrega marcas a partir de 100 franqueados, 200 unidades e integrantes do franchising ao menos há 15 anos.

O Quiero Café surgiu em 2015, em Teutônia, no interior do gaúcho. Um ano e meio depois, em 2017, foi inaugurada a segunda unidade própria, em Lajeado. A partir de então, a empresa iniciou a implementação do sistema de franquias. Depois de se expandir pelo Rio Grande do Sul, o Quiero Café chegou também a outros quatro estados, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e São Paulo. Atualmente, a franquia conta com uma rede de 64 unidades em operação. Em 2023, o Quiero Café faturou R$ 152,8 milhões, registrando um crescimento de 57,4% em relação ao ano anterior.

Fotos: Quiero Café/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/05/2024 0 Comentários 424 Visualizações
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