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Prato Principal da ACI recebe Daniel Müller no dia 27 de junho

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

O treinador, mentor e palestrante Daniel Müller será o palestrante do Prato Principal da ACI no próximo dia 27 de junho. O diretor-executivo do Instituto Cada Vez Melhor e especialista em vendas apresentará o tema “Conexões que vendem – Como construir relacionamentos lucrativos”. A atividade será sediada no Centro de Eventos do Swan Novo Hamburgo. O investimento para o evento é de R$ 125 para sócio e de R$ 170 para não-sócio. O custo do estacionamento no local é de R$ 30.

Aos participantes da tradicional reunião-almoço mensal, Daniel Müller trará informações para aumentar as vendas, multiplicar os rendimentos, acelerar os resultados e elevar a energia do time de vendas por meio da mudança de frequência dos pensamentos. O palestrante também ensinará a vender para clientes ativos, retomar clientes inativos e conquistar novos clientes, bem como vender mais e melhor através de perguntas consideradas poderosas e inteligentes, e negociar e fechar mais vendas através de “gatilhos mentais”.

Os inscritos para o Prato Principal serão recepcionados a partir das 11h30min. Às 11h45min, a reunião-almoço terá início e, às 12h, acontecerá a transmissão ao vivo. O encerramento do evento será às 13h30min.

As inscrições devem ser realizadas no site www.acinh.com.br/evento/prato-principal-conexoes-que-vendem-como-construir-relacionamentos-lucrativos-1. Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone (51) 2108-2108 e pelo e-mail capacitacao@acinh.com.br.

O Centro de Eventos do Swan Novo Hamburgo está localizado na Av. Dr. Maurício Cardoso, 303.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 399 Visualizações
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Executivas do turismo lançam campanha pela reabertura do Aeroporto Salgado Filho

Por Jonathan da Silva 17/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Federativa de Empresárias e Executivas de Turismo do Brasil (Afeet/RS) lançou na sexta-feira (14) a campanha “RSDeNovoNoAr”, que busca a reativação do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. A solenidade de lançamento, realizada na sede da Associação Brasileira de Agência de Viagens (ABAV/RS), contou com a presença de lideranças dos diversos setores de turismo e negócios em geral.

Para a vice-presidente da Afeet/RS, Rosane Ávila, o evento foi um marco para a retomada do desenvolvimento da economia gaúcha. “A presença de tantas pessoas engajadas em prol da reativação do aeroporto demonstra a importância da união para superarmos os desafios”, pontuou Rosane. A campanha já está no ar em todo o mundo, pois a Afeet é filiada à Federação Internacional (Fiaseet).

De acordo com a dirigente, que fez o chamamento para a campanha, Porto Alegre não pode ficar tanto tempo sem um aeroporto em função de sua capacidade e importância, conforme as previsões que indicam a reabertura somente em dezembro. “O Aeroporto Salgado Filho é muito mais do que um ponto de partida para viagens. É o coração pulsante da nossa região, nos conectando ao mundo e impulsionando o turismo, a indústria, o comércio, a saúde, a educação e o esporte. As recentes enchentes causaram danos significativos, mas não abalaram o nosso espírito. A frase principal da nossa campanha é #RSDeNovoNoAr Reativando o Coração de Nossa Região. Por isso, juntos vamos reativar o aeroporto e fazer o coração da nossa região bater mais forte”, enfatizou Rosane. A gestão municipal de Porto Alegre esteve representada no lançamento pela coordenadora de turismo Juliane Noschang.

A diretoria da Afeet aproveitou a ocasião para convidar associados e interessados a participar de audiência pública relacionada ao tema programada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RS) para esta segunda-feira, 17 de junho, às 14h, na sua sede na Washigton Luiz, 1.100. Além disso, a entidade acompanha as pesquisas que são realizadas sobre o setor, às quais indicam que os aeroportos em utilização para substituir o Salgado Filho atendem apenas 14% da demanda normal. “Estamos nessa luta que visa inspirar à ação, mobilizar a população para que juntos encontremos soluções e pressionemos por ações eficazes”, complementou a representante da área de Marketing e Comunicação da entidade, Florinda Pargas Gabaldon

A Afeet é uma associação que reúne executivas de empresas de turismo de todo o Brasil com o objetivo de promover o desenvolvimento do setor turístico e fortalecer a participação da mulher na liderança empresarial. A entidade tem 40 anos em atividade no Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2024 0 Comentários 457 Visualizações
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FCDL-RS aponta estratégias para a recuperação da economia gaúcha

Por Jonathan da Silva 17/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) tem aconselhado medidas que podem impulsionar a reconstrução econômica do comércio e da economia gaúcha. De acordo com estudos da entidade, o setor perdeu cerca de R$ 2,4 bilhões em vendas no mês de maio, além de ter somado aproximadamente R$ 3,5 bilhões de prejuízo patrimonial. A FCDL-RS aponta que são fundamentais a recuperação do sistema de transportes e da infraestrutura, o apoio do poder público e a valorização dos empreendimentos locais.

O comércio é responsável pela maior fatia do Produto Interno Bruto (PIB) de grande parte dos municípios gaúchos atingidos pelas cheias de maio. Em função disso, a FCDL-RS defende que o setor precisa de medidas céleres que o revitalizem com a maior rapidez possível, a fim de manter e gerar empregos e renda. “De imediato é preciso recuperar a infraestrutura viária do Rio Grande do Sul, retomando os caminhos para chegada de insumos e escoamento da produção, evitando uma elevação de preços aos consumidores e mais uma sobrecarga ao já combalido orçamento familiar de significativa parcela dos gaúchos”, aponta o presidente da entidade, Vitor Augusto Koch.

O dirigente afirma que a manutenção do funcionamento das atividades econômicas evitará perdas em vendas, salários e empregos. Para isso, a recuperação das rodovias e criação de novas opções à impossibilidade temporária de uso do Aeroporto Salgado Filho são ações essenciais. “Objetivamente, nesse momento, é preciso dotar o aeroporto de Caxias do Sul com estrutura e equipamentos que lhe permitam estar capacidade para receber vôos internacionais. Além disso, ampliar a malha aérea a partir da Base Área de Canoas. E desenvolver um plano de ação robusto para retomar a plena capacidade da malha rodoviária gaúcha. São medidas que farão a diferença para melhor na estratégia de recuperação do Rio Grande do Sul”, pontua o presidente da FCDL-RS.

No caso da Região Metropolitana de Porto Alegre, a entidade aponta também que há necessidade do rápido restabelecimento da atividade do Trensurb, com menor intervalo entre as viagens dos trens e ampliação dos ônibus que atendem os passageiros.

Apoio aos setores que geram emprego

Para a FCDL-RS, o apoio aos setores que geram e mantêm empregos, além de circulação de renda, é outro aspecto a ser considerado rapidamente. De acordo com as análises, há segmentos que irão despontar nesse cenário, como os de materiais de construção, eletrodomésticos, vestuário, calçados e itens de primeira necessidade. Os incentivos proporcionados pelos programas de reconstrução dos governos federal, estadual e municipais deverão cumprir papel decisivo para que esses segmentos consigam avançar.

O setor de turismo no estado, com a força da serra gaúcha, também é considerado importante para a aceleração da reação do Rio Grande do Sul. Muitos pontos turísticos não foram atingidos pela catástrofe e oferecem condições de receber seguramente os visitantes. Inclusive para isto se faz essencial a viabilização dos meios de chegada e de saída do estado.

Estimular a população a apoiar e valorizar os estabelecimentos comerciais de suas cidades vai fortalecer as comunidades e impulsionar desenvolvimento local e regional. Já o turismo tem a perspectiva típica do setor de alojamento e alimentação, de manter e gerar empregos de qualificação média, sobretudo, além de fortalecer a percepção das marcas gaúchas a partir da receptividade típica do setor”, analisa Vitor Augusto Koch.

Futuro mais seguro e funcional

Após a fase de retomada econômica, a FCDL-RS acredita ser fundamental um amplo planejamento para a construção de um futuro mais seguro e funcional. Pensando em distintos pilares da sociedade, a entidade sugere a criação de programas não apenas de empréstimos subsidiados ou com pagamentos em carência, mas que contenham medidas complementares na elaboração dos contratos financeiros.

Outro eixo que a Federação avalia merecer atenção é o de incentivos econômicos. De acordo com a FCDL-RS, já não é mais possível o Rio Grande do Sul criar políticas voltadas a uma região específica. Os recursos disponíveis têm que ser direcionados para setores que integrem todo o estado. “Logo, é necessária em um momento de reconstrução, a percepção sobre focos que precisam ser adotados, nesse caso, as vocações gaúchas que integram todas as regiões. E aí, cinco atividades se destacam e têm efeitos de encadeamento em todas as regiões. A indústria metalmecânica, o comércio, o turismo, o agronegócio e a prestação de serviços”, avalia o presidente Koch.

Por fim, a entidade afirma que o setor público necessita ter uma correção de rumos que possa fazer o estado avançar de maneira duradoura. Para isso, a FCDL-RS acredita que é necessário possibilitar a extensão dos prazos da dívida pública que, apesar de estar em suspensão temporária, deverá voltar a ser paga.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2024 0 Comentários 617 Visualizações
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Empresas calçadistas poderão manter créditos presumidos de ICMS fora do PIS/Cofins

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

A liminar que assegura que as empresas do setor calçadista terão o direito de excluir créditos presumidos de ICMS do recolhimento do PIS e Cofins foi deferida pelo poder judiciário. A decisão foi comunicada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A medida pode gerar mais de R$ 100 milhões de economia para as empresas.

A coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, explica que, a partir de agora, empresas associadas à entidade poderão manter de fora da contribuição do PIS Cofins seus créditos presumidos de ICMS recebidos nos estados. “A depender do porte da empresa, a economia pode ultrapassar R$ 110 milhões por ano”, explica a especialista.

Essa é a segunda liminar em menos de um mês concedida por ação da Abicalçados em prol das empresas associadas. A primeira havia sido a exclusão dos créditos presumidos de ICMS da base de cálculo do IRPJ e CSLL. Ambos os Mandados de Segurança Coletivo exitosos foram patrocinados pela Biason Advocacia.

Mais informações sobre a medida e suas consequências podem ser obtidas pelo e-mail suely@abicalcados.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 431 Visualizações
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Indústria calçadista criou 7,7 mil vagas de emprego no primeiro quadrimestre

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista gerou 7,7 mil postos de trabalho durante o primeiro quadrimestre de 2024 de acordo com dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). 1,13 mil vagas foram criadas em abril. Com o resultado, o setor encerrou os quatro primeiros meses empregando diretamente 288,28 mil pessoas, número que representa 4,9% de redução em relação ao registro de abril de 2023.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que existe uma retomada em curso, principalmente em função da melhora das vendas no mercado doméstico. “Devemos encerrar o ano com crescimento entre 2,2% e 3,8% no consumo interno de calçados. Com isso, a atividade deve registrar incremento produtivo entre 0,9% e 2,2% em 2024. Tivemos bons resultados na feira BFShow, no final de maio, e estamos otimistas para as vendas na segunda parte do ano”, ressalta Ferreira.

De acordo com o dirigente, embora não tenha sido com a taxação esperada pelo setor, a retomada do imposto de importação para remessas de até US$ 50 do e-commerce internacional, em 20%, deve ajudar na produção nacional, refletindo também no nível de emprego. “Também temos a manutenção da desoneração da folha de pagamentos para 2024, o que foi uma conquista importante”, acrescenta o executivo.

Estados

De acordo com os dados, o maior empregador do setor calçadista no Brasil continua sendo o Rio Grande do Sul, que tem cerca de um terço da mão de obra da atividade no país. Nos primeiros quatro meses do ano, a indústria gaúcha de calçados gerou mais de 3 mil novos postos de trabalho, encerrando o período com 87,3 mil empregos diretos na atividade, o que representa 3,5% a menos do que no mesmo período do ano passado.

O segundo estado que mais emprega no setor também segue sendo o Ceará. Entre janeiro e abril, as fábricas cearenses de calçados perderam 434 postos, encerrando o mês quatro com 64,72 mil empregos diretos na atividade, 3,4% menos do que no mesmo período do ano passado.

O terceiro maior empregador da atividade no Brasil foi a Bahia, que nos primeiros quatro meses do ano perdeu 117 postos no setor. Com o resultado, as fábricas baianas encerraram abril com 39,62 mil empregos diretos, 9,1% menos do que no mesmo mês de 2023.

Com a criação de 2,82 mil empregos nos quatro primeiros meses do ano, São Paulo encerrou o período com 32,63 mil postos de trabalho na atividade, 5,2% menos do que no intervalo correspondente de 2023.

Rio Grande do Sul

Embora os resultados sejam positivos, Ferreira alerta que o mês de maio foi de “instabilidade” para a indústria gaúcha, que responde por 24% da produção nacional do setor. Durante todo o mês, o setor foi atingido pelas enchentes que assolaram o estado. Segundo o executivo, para mitigar o problema, a entidade está solicitando para que sejam liberados o quanto antes os créditos para as empresas atingidas, visando honrar seus compromissos com folha de pagamentos e fornecedores.

Os dados completos do estudo da Abicalçados podem ser conferidos no link.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 356 Visualizações
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Exportações de carne suína aumentam 2,7% em maio, mas receita cai 10,4%

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

O volume de exportações de carne suína do Brasil para o exterior totalizou 104,5 mil toneladas em maio conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o que representa um crescimento de 2,7% em relação ao que foi embarcado no mesmo período do ano passado, com 101,7 mil toneladas. No entanto, a receita gerada pelos produtos exportados foi de US$ 225,2 milhões, uma queda de 10,4% no saldo de maio de 2023, quando o saldo foi de US$ 251,4 milhões. Para os cálculos, são considerados tanto itens em natura quanto os processados.

No total do ano, de janeiro a maio, as exportações de carne suína somam 506,6 mil toneladas, o que significa um crescimento de 5,3% em relação ao mesmo período de 2023, que contabilizou 481,1 mil toneladas exportadas. Todavia, a receita gerada foi 7,3% inferior a do recorte do ano anterior. Neste ano, o valor somado é de US$ 1,064 bilhão, enquanto em 2023 o saldo foi de US$ 1,149 bilhão.

De acordo com o presidente da APBA, Ricardo Santin, o ritmo das exportações segue paralelo positivo em relação ao recorde obtido em 2023. “A Ásia e nações das Américas seguem como ‘motor’ das vendas internacionais do setor, porém, com mudanças no tabuleiro dos principais importadores. A expectativa é que tenhamos resultado equivalente ou superior aos registrados no ano passado, porém, com maior presença de outros destinos”, pontua Santin.

Rua demonstra otimismo com os resultados

Principais destinos

A China segue como o principal importador da carne suína brasileira, somando 111,4 mil toneladas importadas entre janeiro e maio, número que no entanto é 36,7% menor do que o total embarcado no mesmo período do ano passado. Em crescimento estão as Filipinas, que importaram 70,2 mil toneladas, número 84,8% maior que o recorde da mesma época de 2023. Na sequência dos maiores importadores aparecem o Chile, com 43,017 mil toneladas (aumento de 25,7%), Hong Kong, com 43,006 mil toneladas (queda de 16,2%), Singapura, com 32,3 mil toneladas (aumento de 11,2%) e Japão, com 27,4 mil toneladas (aumento de 92,8%).

O fluxo de exportações para a Ásia está ganhando novos contornos, com o notável crescimento das vendas para Filipinas, Singapura e Japão, assimilando as quedas das importações chinesas e ampliando a capilaridade das exportações brasileiras.  Ao mesmo tempo, vemos um antigo parceiro do Brasil, a Rússia, retomando as importações do produto”, destaca o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Estados que mais exportam

Santa Catarina segue como o estado brasileiro que mais exporta carne suína. De janeiro a maio, SC soma 280,5 mil toneladas exportadas, o que representa um crescimento de 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2023. Na sequência, aparecem os outros dois estados do sul: o Rio Grande do Sul, com 106,2 mil toneladas (queda de 4,1%) e o Paraná, com 65,3 mil toneladas (queda de 1,75%). Mato Grosso, com 14,8 mil toneladas (aumento de 46,3%) e Mato Grosso do Sul, com 11 mil toneladas (crescimento de 1,4%) completam o top 5.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 337 Visualizações
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Expo Riva Schuh gera boas expectativas para exportações no segundo semestre

Por Marina Klein Telles 10/06/2024
Por Marina Klein Telles

A Expo Riva Schuh, uma das maiores feiras de calçados do mundo, abre o calendário de mostras comerciais do segundo semestre. A participação brasileira no evento que acontece nos dias 15 a 18 de junho, está, mais uma vez, confirmada com o apoio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). No total, serão 49 marcas, que farão negócios com compradores dos principais players de mais de 100 países.

Segundo Paola Pontin, coordenadora de Negócios da Abicalçados, por ser a primeira mostra que apresenta as coleções de Primavera-Verão no exterior, a Expo Riva Schuh costuma balizar as expectativas para os demais eventos do calendário do Brazilian Footwear. “A edição de junho, especificamente, apresenta coleções que respondem por mais de 70% das vendas da indústria calçadista brasileira, por isso a expectativa é sempre bastante positiva”, projeta.

Marcas gaúchas

Outro destaque da participação nacional na Expo Riva Schuh é a presença de marcas gaúchas, muitas delas atingidas pelas enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em maio. Segundo Paola, das 49 marcas confirmadas, 37 são do Estado. “As empresas gaúchas, desde o princípio da catástrofe climática, vêm demonstrando grande resiliência. Na BFSHOW, ocorrida em maio, já fizeram ótimos negócios, e agora partem para mais uma empreitada importante em busca de manter a performance positiva e gerar negócios que garantirão empregos de milhares de pessoas ao longo de 2024”, avalia a coordenadora.

Estão confirmadas na feira, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Actvitta, ADG Export, Ala, Andacco, Arezzo, Awana Group, Azaleia, Beira Rio, Bibi, Boaonda, BR Sport, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Copacabana, Democrata, Eléia, Grendha, GVD International, Hello Kitty, Itapuã, Jorge Bischoff, Klin, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Madeira Brasil, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, New Face, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Polo Go, Ramarim, Schutz, Stéphanie Classic, Valentina, Variettá, Werner, West Coast, WorldColors Brasil, Zatz e Zaxy.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 331 Visualizações
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Novas tendas de campanha são instaladas em Eldorado Sul e Porto Alegre

Por Marina Klein Telles 10/06/2024
Por Marina Klein Telles

Foram instaladas em Porto Alegre e Eldorado do Sul, na sexta-feira (7), mais três tendas de campanha para atendimentos de saúde. Na capital, é a segunda destinada ao município – a primeira fica no bairro Humaitá. As estruturas fazem parte de termo de colaboração entre a Secretaria da Saúde (SES) e o Serviço Social da Indústria do Rio Grande do Sul (Sesi/RS).

Nas tendas, são ofertados serviços de atendimento clínico e psicossocial. Os espaços contam com médico, enfermeiro, técnico em enfermagem, psicólogo e assistente social. Os profissionais disponíveis podem variar conforme cada município. As tendas de campanha atendem das 8h às 17h. No total, quatro tendas estão instaladas.

Endereços das tendas

  • Porto Alegre
    – Humaitá (R. Frederico Mentz, 143)
    – Sarandi (Av. 21 de abril, praça Lamadosa)
  • Eldorado do Sul
    – Unidade de Saúde Loteamento (R. Antônio Mariante – Lot. Popular)
    – Unidade de Saúde Cidade Verde (R. Batori José Rodrigues dos Santos, 75)

O objetivo é ofertar atendimento em locais onde as Unidades de Saúde foram atingidas pelas águas das enchentes. O Sesi realiza o empréstimo da estrutura para que as demandas de saúde possam ser atendidas nos territórios enquanto não é possível retomar os espaços danificados do Sistema Único de Saúde (SUS).

Serão 80 tendas, sendo 40 instalações duplas, divididas em uma parte clínica e uma parte psicossocial. As tendas estão sendo ofertadas às cidades de Canoas, Cruzeiro do Sul, Eldorado do Sul, Estrela, Novo Hamburgo, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, São Leopoldo, São Jerônimo, São José do Norte, Sarandi e Venâncio Aires. Elas serão instaladas conforme acordado com cada município.

Ainda, serão fornecidas 24 unidades móveis de saúde para os municípios de Canoas, Eldorado do Sul, Guaíba, Montenegro, Porto Alegre, São Jerônimo, São Leopoldo e Sinimbu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 349 Visualizações
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Enchentes provocam queda de 15,6% nas vendas da indústria gaúcha em maio

Por Marina Klein Telles 10/06/2024
Por Marina Klein Telles

Publicada nesta sexta-feira (7), a terceira edição do Boletim Econômico-Tributário da Receita Estadual sobre os impactos das enchentes nas movimentações econômicas dos contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços (ICMS) do RS indica queda de 15,6% nas vendas da indústria em maio de 2024. A comparação é frente ao mesmo mês de 2023. Entre os destaques da publicação estão os efeitos na emissão de notas fiscais e na arrecadação, além da visão detalhada dos setores de agroindústria, alimentos e insumos agropecuários.

O volume de vendas das indústrias do RS foi mais impactado nos setores de insumos agropecuários, com menos 39,1% em maio, metalmecânico, com menos 24,4%, e de pneumáticos e borrachas, com menos 18,2%. Os segmentos de têxteis e vestuário, com menos 17,2%, e de Madeira, Cimento e Vidro, com menos 16,1%, também estão com desempenho pior que a média geral da indústria gaúcha em comparação como mesmo período do ano anterior (-15,6%). Apesar disso, todos os setores analisados já apresentam sinal de retomada após o momento mais crítico da crise meteorológica – a queda geral média chegou a ser de menos 37,3% na primeira semana do mês.

Na visão por região do Rstado, as maiores baixas são verificadas na Fronteira Noroeste (-63,2%), no Alto do Jacuí (-28,6%), no Vale do Rio dos Sinos (-26,2%), no Vale do Taquari (-26,0%) e no Vale do Caí (-25,9%). A Região Metropolitana tem índice de menos 21,2% na comparação das vendas da indústria em maio de 2024 e 2023.

Detalhamento setorial

A terceira edição do boletim aprofunda os dados relativos a três setores da economia gaúcha: agroindústria, alimentos e insumos agropecuários.

Dos 1,3 mil estabelecimentos da agroindústria contribuintes do ICMS, 89% deles estão em municípios afetados (24% em estado de calamidade e 65% em estado de emergência). Eles respondem por 88% da arrecadação do setor. Desses, 12% estão em áreas que foram inundadas, representando 15% da arrecadação setorial. O volume de vendas no mês de maio em comparação a maio de 2023 caiu 9,9%.

Já no setor de alimentos, a queda no volume de vendas em maio foi menor: 5,3%. As baixas estão concentradas nas regiões do Vale do Taquari, com menos 31,6%, e do Vale do Rio dos Sinos, com menos 26,1%. Dos 8,3 mil estabelecimentos do setor, 92% estão em municípios afetados (50% em estado de calamidade e 42% em estado de emergência). Eles respondem por 94% da arrecadação do setor. Desses, 18% estão em áreas que foram inundadas, representando 33% da arrecadação setorial.

O setor de insumos agropecuários, por sua vez, é o mais afetado entre todos os analisados, com menos 39,1% no volume de vendas em maio. A perda foi impulsionada principalmente pela Região Sul (que concentra mais de metade das vendas e apresentou redução de 35,9%) e pelo Vale do Rio dos Sinos, com menos 63,8%. Dos 2,8, mil estabelecimentos do setor, 84% estão em municípios afetados (22% em estado de calamidade e 62% em estado de emergência). Eles respondem por 74% da arrecadação do setor. Desses, 9% estão em áreas que foram inundadas, representando 18% da arrecadação setorial.

Arrecadação de ICMS caiu 16,1%

O fechamento do mês também revela os primeiros impactos na arrecadação de ICMS. O valor projetado para o período de 1º a 3 de maio, antes das enchentes, era de R$ 3,97 bilhões. Na prática, entretanto, foram arrecadados R$ 3,33 bilhões, ou seja, uma redução de R$ 640 milhões (-16,1%). Pelo fato de o ICMS refletir as operações do mês anterior, a expectativa é que junho tenha queda mais acentuada.

44 mil estabelecimentos em áreas inundadas

Conforme apurado, 91% dos 278 mil estabelecimentos contribuintes do ICMS no RS estão situados em municípios em estado de calamidade pública ou em situação de emergência, conforme o Decreto 57.626/24. Em média, eles respondem por 93% da arrecadação e 90% das vendas entre empresas. A publicação indica ainda que 44 mil estabelecimentos (16% do total), responsáveis por 27% da arrecadação de ICMS no RS, estão situados em áreas que foram inundadas.

Impactos na atividade econômica

O valor das operações realizadas por empresas gaúchas teve uma queda de 20% nos últimos sete dias de maio em comparação ao mesmo período de abril. Isso significa uma redução de R$ 630 milhões em operações diárias. A queda percentual chegou a ser de 55% no pior momento da crise, conforme números atualizados. Já o número de empresas que emitiram nota fiscal no RS caiu 12% nos últimos sete dias. O indicador chegou a mostrar redução de 37% no início de maio.

Medidas implementadas até o momento

A Secretaria da Fazenda (Sefaz) e a Receita Estadual monitoram permanentemente as necessidades e buscam soluções para mitigar os impactos e atender os contribuintes durante o período de calamidade, bem como facilitar a recuperação das empresas que foram mais severamente impactadas pelos alagamentos e deslizamentos em diferentes regiões gaúchas.

Entre as medidas já implementadas estão: prorrogação de prazos de pagamento para estabelecimentos de todos os municípios gaúchos (ICMS em geral e Simples Nacional); prorrogação de prazos para entrega das declarações; prorrogação de prazos processuais e demais atos administrativos; inibição das negativações na Serasa; benefício de isenção de ICMS para compra de ativos imobilizados para estabelecimentos em munícipios em estado de calamidade ou de emergência; benefício de não estorno dos créditos de ICMS dos bens danificados ou perdidos do estoque nas enchentes para estabelecimentos em munícipios em estado de calamidade ou de emergência; entre outras.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2024 0 Comentários 368 Visualizações
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Dia dos Namorados pode iniciar a recuperação das vendas do comércio gaúcho

Por Marina Klein Telles 07/06/2024
Por Marina Klein Telles

Celebrado em 12 de junho o Dia dos Namorados é a primeira data representativa do comércio após a calamidade que atingiu o Rio Grande do Sul em maio e pode representar o passo inicial para a recuperação das vendas dos lojistas gaúchos. Ainda que esse fator impacte na projeção de vendas para essa data comemorativa, a FCDL-RS estima uma movimentação financeira entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões, o que, no atual cenário é um indicador positivo.

Sexta data comemorativa mais importante do comércio em termos de volume de vendas o Dia dos Namorados traz um componente emocional muito forte e uma característica diferenciada, que é a compra de presentes em duplicidade, uma vez que cada integrante do casal adquire pelo menos uma lembrança.

“Acreditamos que o Dia dos Namorados pode marcar a retomada dos negócios em grande escala no comércio do Rio Grande do Sul, sendo fundamental que os casais busquem efetuar suas compras nas lojas das cidades onde residem. Isso é importante para ajudar na recuperação dos negócios, na manutenção e geração de emprego e renda”, avalia o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Nesse processo de recuperação os segmentos de vestuário, calçados e acessórios devem ser os mais beneficiados, pois tradicionalmente eles recebem a preferência do consumidor na hora da compra do presente. Utilidades domésticas, eletroeletrônicos, perfumaria e cosméticos também aparecem como opções lembradas pelos casais. Além disso, bares e restaurantes têm o seu movimento ampliado no dia 12 de junho.

Pelo que aconteceu no estado há poucos dias, a FCDL-RS projeta um ticket médio na aquisição de presentes neste ano inferior ao de 2023, ficando na casa dos R$ 150,00 por pessoa. “O Dia dos Namorados vai ser um momento importante para o comércio do Rio Grande do Sul mostrar, mais uma vez, a sua capacidade de resiliência e de superação. Estamos empenhados em fazer os lojistas gaúchos recuperarem seus negócios e seguirem fazendo a diferença no círculo virtuoso da economia do estado. Com garra, determinação e, principalmente, um auxílio célere e imediato dos poderes constituídos, isso vai ocorrer mais rápido do que pensamos”, conclui Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2024 0 Comentários 450 Visualizações
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