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CEOs da Rossi & Zorzanello cumprem agenda em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 21/06/2024
Por Jonathan da Silva

Os CEOs da Rossi & Zorzanello, Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, cumpriram agenda em Porto Alegre na terça-feira (18). Em compromissos com representantes do poder público, os executivos abordaram tópicos relacionados aos preparativos do evento Connection Terroirs do Brasil 2024, que acontece em Gramado de 28 a 31 de agosto.

Em visita ao Centro Administrativo de Contingência (CAC) do Rio Grande do Sul, Marta e Zorzanello foram recebidos pelo secretário de Desenvolvimento Rural do estado, Ronaldo Santini. No encontro, foi confirmada a participação de pelo menos dez agroindústrias familiares no Connection.

Os CEOs também se encontraram com entidades do setor turístico e empresarial para assegurar parcerias e alinhar estratégias para os próximos eventos. Representantes do Sindicato das Empresas de Turismo (Sindetur), da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) e da União Gaúcha dos Representantes e Operadores de Turismo (Ugart) participaram das reuniões.

O último compromisso da agenda foi o encontro com o secretário nacional de Planejamento, Sustentabilidade e Competitividade no Turismo, Milton Zuanazzi. A pauta foi a atuação e o compromisso do estado para a realização do calendário de eventos do segundo semestre.

Para Marta Rossi, fortalecer as conexões em encontros como esses é fundamental para o desenvolvimento do turismo e a integração da economia, especialmente neste momento pós-calamidade. “Em agosto temos o Connection Terroirs do Brasil e em novembro mais uma edição do Festuris. Contamos com o apoio do trade turístico e do poder público para a realização destes dois importantes eventos que contribuem para o turismo e a economia da região”, afirmou a CEO da Rossi & Zorzanello.

Foto: Festuris/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 359 Visualizações
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Levantamento indica os principais problemas do turismo pós-enchentes

Por Marina Klein Telles 20/06/2024
Por Marina Klein Telles

A Associação de Turismo da Região do Vale do Rio Pardo (Aturvarp) apresentou o resultado de uma pesquisa de amostragem – feita com parte dos empreendimentos turísticos da região – sobre os efeitos das enchentes no Rio Grande do Sul e no Vale do Rio Pardo, apontou que a falta de acesso aos municípios e empreendimentos, por conta de queda de barreiras, pontes e estradas, seguido dos danos materiais aos espaços são os principais problemas do turismo regional no contexto atual. Uma das ações necessárias é a retomada das atividades, assim como o reforço à campanha “Vale do Rio Pardo: Viva essa experiência”, em favor do turismo local.

Conforme o presidente da Aturvarp, Djalmar Ernani Marquart, a força-tarefa organizada em conjunto com a Associação Pró-Turismo de Santa Cruz do Sul (Aprótur), mapeou por amostragem a realidade dos empreendimentos turísticos no pós-enchentes. “Conseguimos reunir informações de uma parcela dos municípios, que traduzem de forma real os principais problemas causados pelo clima ao turismo, que na maioria dos municípios da nossa região tem uma característica rural. A dificuldade de acesso, por meio da logística prejudicada (28% das causas apontadas) somada aos prejuízos materiais nos empreendimentos (20% das respostas) estão entre os maiores problemas levantados”, explica.

Marquardt relata que em terceiro lugar – com 16% das respostas – danos às plantações e as áreas de reserva das propriedades aparecem como dificuldade aos empreendedores. “Mesmo sendo uma amostra pequena, ao todo 23 empreendedores conseguiram responder às questões, a pesquisa revela que há uma grande dificuldade no segmento que precisa se reerguer. De todos os ouvidos, apenas um relatou ter seguro do espaço. Este é um ensinamento que fica, assim como uma missão da Associação em conseguir identificar alternativas com empresas que operem seguro patrimonial”, pontua.

Estragos aos imóveis (12%) e prejuízos relacionados ao mobiliário das propriedades (8%) também são parâmetros apontados na pesquisa apresentada durante a reunião mensal da entidade, realizada no Café na Colônia, na propriedade Sítio da Tia Maria, localidade de Monte Alegre, no interior de General Câmara, na área de divisa com Vale Verde. “Vamos ter que recorrer aos programas oferecidos pelos governos estadual e federal para que seja possível oferecer ajuda àqueles que foram duramente atingidos pelo clima. É um momento que exige muita resiliência de quem trabalha na área do turismo e a Associação, assim como os municípios precisa acompanhar este movimento pró-retomada das nossas atividades”, destaca o presidente da Aturvarp.

Reação necessária

Além de acompanhar o movimento de recuperação dos empreendimentos turísticos da região, seja por meio de ações institucionais ou no contato com entidades de crédito, fomento e governamentais, a Aturvarp também busca parceiros para engrossar a divulgação da campanha de valorização do turismo regional. A ação “Vale do Rio Pardo: viva essa Experiência”, lançada em dezembro do ano passado, é um dos meios de divulgação dos empreendimentos locais. “Precisamos mostrar que a retomada já está acontecendo. Isso se dará por meio da divulgação de roteiros, eventos e atrações, mas muito também a partir da nossa campanha. Para ela, buscamos parceiros que possam viabilizar a divulgação de peças publicitárias e informes relacionados ao setor em todo o Estado”, ressalta Djalmar Ernani Marquardt, presidente da Aturvarp.

Outro fator favorável à retomada diz respeito a manutenção de grandes eventos turísticos e culturais na região. “Santa Cruz realiza no fim de semana a Festa das Cucas, logo na sequência tem a Construarte. Em Vera Cruz teremos em julho a Feira da Produção. Todas estas ações são importantes para manter viva nossa característica de região que realiza grandes eventos”, pontua Marquardt.

A necessidade de aeroportos

Além de prejudicar estradas e acessos locais, as enchentes de maio inviabilizaram a operação do Aeroporto Internacional Salgado Filho, de Porto Alegre. Principal porta de entrada aérea do turismo, a dificuldade de reabertura do modal aquece o debate também acerca de alternativas regionais. “Vínhamos de uma operação com 600 voos diários. Hoje, com a realocação de pousos e decolagens, mantém-se uma média que é inferior a 10% disso. Este debate precisa ser criado, com medidas para os próximos 30 e 40 anos”, aponta o presidente Djalmar Ernani Marquardt.

Entre elas está a expectativa de melhoria no Aeroporto Luiz Back da Silva, de Santa Cruz do Sul. Com a confirmação da Prefeitura de Santa Cruz sobre a licitação para o balizamento noturno – instalação de dispositivos que permitem a operação do espaço em 24 horas – há uma perspectiva de ampliação dos serviços aéreos na região. “Outro ponto é pensarmos na ampliação da pista e na instalação de outros equipamentos de voo, para tornar o nosso aeroporto um local seguro para um maior número de aeronaves e tipos de voos. A aviação é uma das grandes forças incentivadoras do turismo”, complementa o presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2024 0 Comentários 360 Visualizações
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SPR internacionaliza serviços de design e inaugura operação nos Estados Unidos

Por Marina Klein Telles 20/06/2024
Por Marina Klein Telles

Com 26 anos de sólida e reconhecida atuação no mercado brasileiro, a SPR, uma das principais agências do Sul do Brasil, dá um importante passo rumo ao projeto de expansão e internacionalização do negócio. A agência, com matriz no Rio Grande do Sul, está inaugurando sua primeira operação fora do Brasil. Por questões estratégicas, o local escolhido para sediar a filial é Miami, nos Estados Unidos. O objetivo é atender não apenas o mercado norte-americano, mas o mercado global a partir desta base.

Neste primeiro momento, a SPR está levando para a unidade internacional todo o seu portfólio de serviços que envolvem a área de design, incluindo branding e identidade visual, padronização visual, embalagens e MPDV. A coordenação do trabalho está sob responsabilidade do head de design Rafael Ternes, profissional com mais de 10 anos de SPR e premiado nacionalmente (Prêmio Bornancini de Design, Prêmio Colunistas e Salão ARP).

“Somos uma agência brasileira com foco global e estratégico em transformar marcas nos ativos mais valiosos das empresas. Desde 1997, nosso objetivo é criar projetos memoráveis que reflitam o propósito e os princípios dos negócios, e acreditamos que o design é a ferramenta definitiva para moldar o valor de uma marca”, defende Ternes, acrescentando que a SPR irá oferecer na filial norte-americana metodologias, ferramentas, conceitos e soluções para traduzir estratégia em arte e descommoditizar as marcas através do poder do design.

O sócio-fundador e diretor-executivo Juliano Brenner Hennemann destaca que a operação nos Estados Unidos é consequência dos trabalhos internacionais que a SPR já vem desenvolvendo há algum tempo e das empresas brasileiras com atuação global que a agência atende, entre elas Randon, Frasle Mobility, Segware, Artecola, Tipler e Keko Acessórios. “Com as experiências internacionais na área de design, entendemos que estava na hora de estruturar isso em uma operação. Estrategicamente escolhemos os Estados Unidos como base para dar start a esse projeto de internacionalização da nossa marca e dos nossos serviços”, afirma.

O escritório da SPR nos USA fica no endereço 175 SW 7th Street Suíte #1515, Miami, FL 33130. A operação norte-americana conta com site e redes sociais exclusivas em @sprdesign.co.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2024 0 Comentários 353 Visualizações
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Fecomércio-RS alerta para o fim dos recursos do Pronampe Emergencial

Por Marina Klein Telles 20/06/2024
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS alerta aos empresários gaúchos que a maior parte dos recursos disponibilizados como subvenção nos empréstimos do Pronampe atrelados às enchentes, com objetivo de auxiliar empresas afetadas, já foi concedida. Uma atualização sobre a verba, divulgada pelo Banco do Brasil, gestor do Fundo Garantidor de Operações do Pronampe, nesta quarta-feira, 19 de junho, dá conta de que já foram concedidos R$ 2,4 bilhões em empréstimos no âmbito geral do programa em 2024. A Federação estima que, deste montante, R$ 1,4 bilhões seja referente à modalidade emergencial criada em prol do Rio Grande do Sul.

“Com esta perspectiva do Banco do Brasil, podemos identificar que cerca de 60% dos recursos disponibilizados pelo Pronampe, com o subsídio de 40% proposto, já foram esgotados. É preciso chamar atenção para que as empresas que tiveram perdas materiais com a situação climática e pretendam acessar crédito através do programa procurem as instituições financeiras o mais rápido possível”, ressalta o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

A necessidade de melhorias ao Pronampe Emergencial já vem pautando as demandas da entidade há algumas semanas. Na terça-feira, 18, a Fecomércio-RS protocolou uma solicitação de alterações ao Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Além de apontar que é “tímido” o subsídio de 40% oferecido, frente às taxas de juros e ao volume das perdas, o documento ressalta, justamente, que a falta de critérios para acesso ao benefício gera uma corrida pela formalização dos contratos, que beneficia empreendimentos que já se restabeleceram, enquanto outros nem mesmo concluíram o processo de limpeza de suas instalações. “As regras atuais criam uma corrida injusta e perversa entre empresas que já estão passando por uma situação extremamente difícil”, pondera Bohn.

Além disso, a Fecomércio-RS vem buscando outras alterações nas regras do Pronampe, em geral, para facilitar o alcance às micro e pequenas empresas gaúchas. Entre elas, está a ampliação do limite individual das operações, que atualmente é de R$150 mil. A pauta está cadastrada na plataforma Representa+, onde empresários do setor do comércio de bens, serviços e turismos podem opinar e definir prioridades de atuação da Federação. Ela pode ser acessada no link https://representa.fecomercio-rs.org.br/projects/9c55670c-e443-4a51-bd0a-d3a6233fab11, em que o empresário pode registrar seu voto e, com isso, contribuir para a alteração da medida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2024 0 Comentários 396 Visualizações
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CDL Jovem Sapiranga promove live sobre gestão de pessoas nesta quarta

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

A série de lives “Reinvente-se: empreender em tempos de crise” será continuada pelo CDL Jovem nesta quarta-feira, 19 de junho, às 19h. O grupo da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga promove os encontros online com o objetivo de oferecer orientações estratégicas para a retomada dos negócios em meio à calamidade pública. A nova edição contará com a presença da coordenadora Bruna Ledur e do especialista convidado Conrado Souza, que abordarão o tema da gestão de pessoas.

De acordo com a entidade, os encontros da série “Reinvente-se” têm se mostrado um valioso recurso para empreendedores que buscam adaptar suas práticas empresariais às novas realidades impostas pela crise. As três primeiras edições já discutiram finanças, com Juliano Fernandes, gestão comercial, com Vili Boes, e posicionamento de marca, com Gabriela Esteves.

Os encontros acontecem sempre às 19h no perfil da CDL Jovem Sapiranga no Instagram. Outras duas lives estão previstas, abordando saúde emocional e aspectos jurídicos, com datas a serem confirmadas.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 1 Comentário 432 Visualizações
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Leopoldense RBT recebe certificação Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria de produtos químicos para couros RBT recebeu a certificação Origem Sustentável, única da área de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista, concedida em parceria pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A empresa de São Leopoldo foi certificada no nível Prata, para empreendimentos que correspondem a mais de 40% dos indicadores do programa atingidos.

Fundada em 2010 com a fusão da experiência internacional de dois sócios que trabalharam no setor de couros na China, a RBT nasceu voltada para o atendimento do mercado nacional e internacional do segmento de couro. Com uma produção de 450 toneladas de produtos químicos por mês, que abastecem as indústrias de couros do Brasil e países da Europa, América Latina e Ásia, a empresa conquista sua certificação de sustentabilidade em um momento de expansão no mercado. “Nos últimos quatro anos, mais do que dobramos nossa produção”, conta o diretor da RBT, Alexandre Kauer de Freitas.

De acordo com o dirigente, o Origem Sustentável veio para agregar mais uma ferramenta que irá impulsionar o desenvolvimento da RBT. “O mercado nacional, mas especialmente o internacional, possui uma série de exigências que estão contempladas nos indicadores do Programa. Então, com a adequação ao certificado, também estamos criando uma ferramenta para aumentar as nossas exportações”, avalia Freitas, destacando que o programa funcionou como um “guia” para organizar processos que já eram realizados na empresa, mas que não estavam documentados.

Ambiental

Entre seus destaques de sustentabilidade no eixo ambiental, a RBT possui um sistema para reuso da água na lavagem dos reatores utilizados na produção. “Além da diminuição dos custos com água, também preservamos um recurso importante para o meio ambiente e geramos um volume bem menor de efluentes”, avalia Freitas, ressaltando que a economia anual com o sistema chega a mais de R$ 140 mil. “Em 2023, em relação a 2022, tivemos uma redução de 25% no volume de efluentes gerados, número que está em crescimento”, conta o empresário.

Econômica

Na área econômica, o destaque é para o sistema de rastreabilidade da matéria-prima utilizada, já que atualmente a empresa tem 100% dos insumos utilizados rastreados. “Sabemos de onde vem e para onde vai. Isso diminui a incidência de erros e, consequentemente, gera economia para a empresa”, avalia Freitas.

Social

Com 22 colaboradores, a RBT orgulha-se de ter um sistema de trabalho horizontal, no qual “todos têm voz”. Também são realizadas palestras educativas sobre temas variados, confraternizações com os colaboradores, entre outras ações. A empresa trabalha ainda com doações para entidades beneficentes da comunidade e um grupo de escoteiros local.

Futuro

Freitas ressalta que o objetivo da empresa é evoluir dentro do programa Origem Sustentável, eventualmente indo além do nível Prata. “Sempre temos onde melhorar e o programa tem o papel de nos indicar os caminhos, como um guia para mantermos essa evolução”, conclui o empresário.

Fonte: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 403 Visualizações
Business

Expo Riva Schuh deve gerar US$ 19,8 milhões a marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com os negócios alinhavados durante a feira, a edição de verão da italiana Expo Riva Schuh deve gerar a comercialização de 1,3 milhão de pares de sapato e a geração de US$ 19,8 milhões para 49 marcas brasileiras presentes no evento, realizado de 15 a 18 de junho em Riva del Garda. Apenas durante a mostra, já foram comercializados 273,7 mil pares, que geraram mais de US$ 3,2 milhões para as empresas do setor calçadista brasileiro.

A participação do país na feira italiana foi promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O Brasil, maior produtor de calçados do ocidente, foi destaque nesta edição por ter levado as tradicionais cores do país, verde, amarelo e azul, para todas as escadas do pavilhão da mostra. A coordenadora de negócios da Abicalçados, Paola Pontin, avalia que a indústria calçadista brasileira mostrou a sua diversidade, em tipo de produto e segmento, bem como no trabalho tanto com marca própria quanto em private label (com marca do cliente). “Por isso, conseguimos notar diferentes reações no que tange aos mercados já trabalhados, abertura de clientes e busca por novas oportunidades de negócios. Ainda assim, a maioria das empresas reportou resultados positivos”, pontua Paola.

Uma das empresas que fecharam pedidos de amostra e produção durante a feira foi a Calçados Bottero, de Parobé. “Nessa edição tivemos a manutenção de mercados com os quais já trabalhamos. Os compradores sabem que não podem errar e estão sendo certeiros nas compras de produtos. Durante os últimos quatro dias, atendemos compradores de diversos países, com destaque para Inglaterra, Bulgária, Taiwan, Polônia e Grécia”, afirma a gerente de exportações da Bottero, Paulina Klein. “Todo esse primeiro trabalho de distribuição é feito nesta feira”, explica Paulina.

A visitação da América do Sul na 101ª edição da feira também foi destacada pela gerente geral da Expo Riva Schuh, Gianpaola Pedretti. “Encerramos essa edição contentes com o retorno de ‘buyers’ da América Latina e da Europa, principalmente os alemães, considerando que o mercado europeu ainda sente dificuldades. O Brasil, mais uma vez, esteve presente com as melhores empresas do país expondo e representando as regiões produtoras de calçados e utilizando a feira como uma ferramenta útil de vendas, o que para nós é um sinal muito importante. Assim como o da presença de todas as empresas expositoras do Rio Grande do Sul”, pontua Gianpaola.

Nesta edição, participaram do evento com o apoio do Brazilian Footwear as marcas Actvitta, ADG Export, Ala, Andacco, Arezzo, Awana Group, Azaleia, Beira Rio, Bibi, Boaonda, BR Sport, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Copacabana, Democrata, Eléia, Grendha, GVD International, Hello Kitty, Itapuã, Jorge Bischoff, Klin, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Madeira Brasil, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, New Face, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Polo Go, Ramarim, Schutz, Stéphanie Classic, Valentina, Variettá, Werner, West Coast, WorldColors Brasil, Zatz e Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 512 Visualizações
Business

Fauston Gustavo Saraiva é o novo diretor da ACI

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

O advogado Fauston Gustavo Saraiva foi anunciado como novo diretor da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI NH/CB/EV/DI). Ele assume nesta quarta-feira (19) o posto antes ocupado por Leandro Villela Cezimbra, que se dedicará ao escritório de advocacia do qual é sócio em Porto Alegre. Saraiva atuou como secretário de administração de Novo Hamburgo até o dia 11 de junho, quando deixou a função.

Natural de Novo Hamburgo, Fauston Gustavo Saraiva é advogado graduado pela Universidade Feevale. O novo diretor já trabalhou como assessor jurídico na própria ACI, em 2004, e exerceu a advocacia durante dez anos. Também foi diretor jurídico da Fenac e procurador-geral de Campo Bom. Aos 41 anos, Saraiva é casado com Betina e pai de Manuela. “Voltar para minha casa. Esse é o sentimento. Há 20 anos, vim para a ACI como estagiário e fui efetivado. Hoje, realizo o sonho de voltar para essa missão desafiadora de ser diretor da entidade”, destaca o novo diretor.

Foto: ACI/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 482 Visualizações
Business

Fecomércio-RS pede auxílio da Secretaria Estadual da Fazenda para empresas gaúchas

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com as perdas bilionárias do setor empresarial durante a catástrofe climática, a Fecomércio-RS protocolou nesta segunda-feira (17), junto à Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, sugestões de auxílio para os empresários. A primeira refere-se ao Convênio 210/2023, que autoriza o estado a instituir transação resolutiva de litígios relativos à cobrança de créditos tributários do ICMS.

Atualmente, a regulamentação permite a redução de juros, multa, encargos e honorários em até 65% do valor consolidado ou, até mesmo, uma transação excepcional com desconto de até 100% dos juros de mora. Pensando na reposição das recentes perdas aos cofres públicos e na movimentação da economia gaúcha, a Federação recomenda a instituição da Transação Resolutiva de Litígios Relativos à Cobrança de Créditos Tributários de ICMS, nos termos do Convênio.

“Não há razão para alongar os debates sobre os impactos da crise climática no RS, uma vez que, segundo a Defesa Civil, mais de 2,1 milhões de pessoas foram afetadas. Soma-se a isso as perdas patrimoniais de empresas do Estado, que podem chegar a R$ 20 bilhões em função da tragédia, com prejuízos como perdas de estoque, maquinário, mobiliário e instalações. O momento é ideal para que seja criado um incentivo para empresas que já estejam em situação difícil possam ganhar um respiro e manter-se vivas”, comenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn”.

O documento pede também que seja permitida a utilização dos saldos de ICMS com Substituição Tributária para compensação do ICMS a ser pago em decorrência do diferencial de alíquota e do imposto devido nas importações. A proposta se baseia no fato de que para os contribuintes que adquirem mercadoria com ST há necessidade de realizar a restituição desses valores, por meio de procedimentos previstos na legislação. Porém, esse saldo de ICMS derivado dos estoques perdidos acaba ficando ‘parado’ em seus caixas, especialmente para aqueles que só comercializam produtos inseridos da ST e não conseguem aproveitá-los nas aquisições.

Nesta mesma temática, a Fecomércio-RS indica que a Sefaz viabilize a transferência dos saldos de ICMS/ST para terceiros. A medida, conforme a entidade, que representa 530 mil empresas no estado, responsáveis por aproximadamente 1,6 milhão de empregos formais, além de facilitar as operações para os contribuintes, permitirá ao governo movimentar esses créditos. “É uma medida justa para ambas as partes”, reitera Bohn.

Por meio de ações conjuntas do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, como doações através do programa Sesc Mesa Brasil, investimento para construção de casas provisórias no Centro Humanitário de Acolhimento, edital Nossa Arte Circula RS, entre outras, a Federação reforça seu compromisso com a recuperação do Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 357 Visualizações
Business

Agora na categoria diamante, Killing é recertificada no programa Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 18/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Killing S.A. Tintas e Adesivos recebeu a recertificação de Origem Sustentável, única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista, concedida em parceria pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A empresa gaúcha passou da categoria ouro para a diamante, nível mais alto da iniciativa. O reconhecimento foi entregue ao CEO Milton Killing na sexta-feira (14) pelo presidente e pela superintendente da Assintecal, Gerson Luis Berwanger e Silvana Dilly, e pelo presidente executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.

Antes mesmo de se falar em sustentabilidade, a Killing já era uma empresa comprometida com as ações sociais e ambientais. Nesses mais de 60 anos, aprimoramos essas práticas em uma evolução que deve ser contínua. Esse reconhecimento, com o Selo Origem Sustentável Diamante, demonstra que estamos no caminho certo”, afirma Milton Killing.

De acordo com Berwanger, ter uma empresa como a Killing entre as certificadas no nível máximo do Origem Sustentável é uma satisfação para a entidade. “A Killing, cada vez mais, se torna uma referência para a cadeia produtiva do calçado. Certamente, é uma empresa que ajuda a tornar o mundo mais sustentável”, avalia o presidente da Assintecal.

O Origem Sustentável segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Atualmente, mais de 90 empresas de calçados e componentes, que respondem por mais de 45% da produção nacional do setor, estão certificadas ou em processo de certificação.

Práticas sustentáveis

Entre as iniciativas da Killing estão ações ambientais como o uso de água e o cuidado com a geração de efluentes e a destinação de resíduos sólidos, além de adoção de energias renováveis e o monitoramento da qualidade do ar. Desde 2019, por exemplo, a Killing deixou de emitir o equivalente a 993 toneladas de dióxido de carbono. Em 2023, a empresa também distribuiu 350 mudas de árvores nativas para os colaboradores plantarem em suas casas.

O engajamento social também é destaque com ações como o já tradicional evento “Meio Frango Simplesmente Juntos”, que desde 2017 mobiliza colaboradores e comunidade, com preparo, venda e distribuição de kits de meio frango, salada e pão, com arrecadação totalmente destinada a entidades sociais da região de Novo Hamburgo. A Killing também promove, através de instituições, a doação de tintas para pintura de escolas, museus e outros espaços públicos; e prepara novas doações para este ano, para atender escolas e hospitais, das cidades atingidas pelas enchentes de maio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2024 0 Comentários 458 Visualizações
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