Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Porto Alegre recebe evento inédito “Axis” nos dias 10 e...
Viação Santa Clara contesta processo emergencial em Sapucaia do Sul
Unidade do Tudo Fácil é inaugurada no Canoas Shopping e...
Campanha Sol em Lilás mobiliza Porto Alegre pela prevenção aos...
Aturvarp realiza reunião em Encruzilhada do Sul
Com 124 alunos na operação, Senai-RS produzirá mil pares de...
Festa de 71 anos de Esteio reúne mais de 3...
Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo fará participação especial na...
Cerimônia na Amrigs marca início da jornada dos novos médicos...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Categoria

Business

Business

FCDL celebra o Dia Nacional das micro, pequenas e médias empresas

Por Marina Klein Telles 27/06/2024
Por Marina Klein Telles

Liderar uma micro, pequena ou média empresa é uma tarefa de muita responsabilidade. Os gestores desses empreendimentos travam, diariamente, o bom combate em favor do desenvolvimento. São responsáveis por gerar empregos, renda e tributos essenciais para mover o círculo virtuoso da economia dos municípios, dos estados e do país.

No Brasil, em especial, as micro, pequenas e médias empresas totalizam 99% dos empreendimentos existentes e respondem por quase 55% dos empregos com carteira assinada no setor privado. Por isso, fazer uma gestão eficiente desses negócios é um fator decisivo para o cenário econômico.

A carência de uma gestão eficaz é um dos principais fatores que levam os negócios a fecharem suas portas. Em momentos de crise, tais como, recessão; a recente pandemia, e agora, o desastre climático, os problemas causados pela desorganização na gestão se mostram ainda maiores.

É fundamental que os gestores das micro, pequenas e médias empresas se alicercem no planejamento estratégico, tenham uma visão sistêmica, previsionem e provisionem a saúde financeira e operacional de seus negócios. Condição que minimiza consequências nas constantes mudanças, tanto de cenário, bem como mercadológicas.

Investir em gestão de qualidade, condiciona em potencial escala a previsibilidade, inovação em processos, investimentos em capacitação e alinhamento com novidades de mercado. Momento de celebrar o dia Internacional das Micro, pequenas e médias empresas. Contudo, tempo também de socorrer a filial chamada Rio Grande do Sul, para que possamos voltar rapidamente a gerar lucros ao Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 328 Visualizações
Business

Governo gaúcho propõe novas medidas para beneficiar empresas afetadas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 27/06/2024
Por Jonathan da Silva

Oito novas medidas em auxílio às empresas afetadas pelas enchentes foram anunciadas pelo Governo do Estado nesta segunda-feira (24). As iniciativas, que fazem parte do Plano Rio Grande, foram apresentadas pelo governador Eduardo Leite (PSDB) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS). Das medidas, seis ainda dependem de aprovação na Assembleia ou no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Em função disso, ainda podem sofrer modificações.

A maior catástrofe climática da história do Rio Grande do Sul atingiu 95% dos municípios do estado e tem potencial de se tornar também o maior da história recente do Brasil em termos de impactos econômicos. A arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) projetada antes das inundações era de R$ 6,74 bilhões para o período entre 1º de maio e 18 de junho. Na prática, no entanto, foram arrecadados R$ 5,16 bilhões, o que representa uma queda de R$ 1,58 bilhão, equivalente a 23,4%.

Detalhamento das medidas

Alterações no ITCD

O governo estadual propõe uma nova isenção de Imposto sobre a Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCD) exclusiva para atingidos pelas enchentes. O objetivo é não haver cobrança de imposto sobre doações destinadas a ações de resposta, recuperação e reconstrução nas áreas afetadas em abril e maio de 2024.

O valor total das doações não poderá ultrapassar R$ 100 mil para pessoas físicas. Já para pessoas jurídicas, de qualquer porte, não será prevista limitação, mas as empresas precisarão comprovar que foram afetadas pela catástrofe. A ideia do governo é de que a isenção apenas seja aceita em áreas atingidas e dentro do período de calamidade, considerado até dezembro de 2024. A medida vale para as chamadas “vaquinhas” ou para sucessivas doações para o mesmo destinatário, mas não abrange artigos supérfluos, ações, imóveis, joias e direitos hereditários. A iniciativa está sendo construída com a Assembleia Legislativa. Deste modo, precisará de aprovação dos deputados para que entre em vigor.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para novos projetos

O Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS) é um instrumento de parceria com a iniciativa privada que tem o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico. O programa não libera recursos financeiros para os empreendimentos, que são apoiados por meio do financiamento parcial do ICMS incremental mensal devido gerado a partir de sua operação.

O ICMS incremental é o valor do imposto devido nas vendas dos produtos fabricados que seja acima da média que a empresa tinha antes do projeto.

Uma das novas propostas do governo é reduzir para zero o valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental de estabelecimentos atingidos. A mudança abrange estabelecimentos afetados que forem dar andamento a novos projetos, como novas aquisições e investimentos. Dessa forma, todo o imposto devido passaria a ser considerado incremental, portanto, sempre haveria aumento na comparação entre antigos e novos projetos.

Para que sejam beneficiadas, as empresas deverão comprovar que foram prejudicadas pelas chuvas de abril e maio. Contribuintes de todos os portes podem ser apoiados pelo Fundopem/RS, desde que cumpram os requisitos do programa. Para que o novo regramento seja colocado em prática, é necessária a aprovação de convênio no Confaz.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para projetos em andamento

Da mesma forma que a anterior, a medida prevê a diminuição do valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental dos estabelecimentos atingidos, mas em relação a projetos já em andamento. A redução seria feita até o patamar necessário para que o imposto seja considerado incremental. A mudança possibilita a continuidade no programa para os contribuintes afetados, já que em muitos casos as empresas poderiam ter faturamento mais baixo nas próximas apurações, o que inviabilizaria sua permanência no Fundopem/RS.

O impacto da medida é de R$ 120 milhões, considerando os projetos em andamento no programa. Pela proposta, as empresas deverão comprovar que foram afetadas pelos eventos meteorológicos de abril e maio. Assim como na medida anterior, é necessária a aprovação de convênio no Confaz para que o novo regramento seja colocado em prática.

Redução do prazo de apropriação dos créditos do ativo permanente

A ação está relacionada à compra de mercadorias destinadas ao ativo permanente, composto por bens duráveis e necessários às operações das empresas, como máquinas, equipamentos e veículos. Atualmente, o crédito de ICMS referente a essas transações é apropriado à razão de 1/48 por mês. Dessa forma, os contribuintes demoram quatro anos para recuperar o crédito fiscal a que têm direito.

Com a proposta do Piratini, a apropriação passa a ser à razão de 1/12 por mês, em até doze meses, por estabelecimentos que comprovarem terem sido atingidos pela catástrofe climática. A medida também vale para novos investimentos anteriores a maio que não tenham sido perdidos ou deteriorados e que possuam mais de 12 parcelas pendentes. Com isso, o governo prevê a antecipação do crédito fiscal, permitindo a recuperação do fluxo financeiro das empresas.

A mudança não traz impacto direto aos cofres públicos, já que prevê apenas alterações no fluxo de caixa. Ainda assim, também é necessário passar pelo Confaz para que seja colocada em prática.

Crédito presumido para aquisição de máquinas e de equipamentos

Com impacto de R$ 100 milhões, a proposta do Piratini é de concessão de crédito presumido de ICMS em montante igual a até 20% do valor das aquisições de máquinas e de equipamentos. A medida abrange compras feitas entre maio e dezembro de 2024 para a recomposição do ativo permanente por estabelecimentos localizados em municípios em situação de calamidade pública ou de emergência. O objetivo é reduzir os gastos dos contribuintes para a recuperação dos bens necessários à retomada de suas atividades. Para que passe a valer, a mudança também precisa de autorização do Confaz.

Isenção na aquisição de veículos por locadoras

A medida prevê a isenção de ICMS nas compras feitas por locadoras de veículos para a recomposição dos que foram inutilizados em função das enchentes. Nesse caso, o benefício será limitado ao número de veículos que foram baixados definitivamente no Detran-RS. O governo projeta impacto de R$ 6 milhões aos cofres públicos. Para que a concessão do benefício possa entrar em vigor, também faz-se necessária aprovação de convênio no Confaz.

Flexibilização do programa de parcelamento

O governo planeja a flexibilização de requisitos obrigatórios previstos na legislação tributária para que as empresas possam aderir ao parcelamento em 60 vezes de débitos de ICMS, estejam eles inscritos em dívida ativa ou não.  A medida já deve estar disponível em breve, inclusive para contribuintes que não conseguirem honrar os pagamentos do imposto com vencimento do fato gerador até 28 de junho. Uma instrução normativa deve ser publicada nos próximos dias.

A flexibilização prevê ainda a dispensa de garantias e da entrada mínima de 6%. Para que as empresas possam ser beneficiadas, deverão fazer a adesão até 13 de dezembro de 2024. A implementação dos benefícios depende de publicação de normativas pelo estado.

Transação tributária

A Receita Estadual e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) estão promovendo estudos sobre uma possível implantação da transação tributária, já prevista no Convênio 2010/23 do Confaz. O instrumento extingue o litígio tributário mediante concessões do fisco e dos contribuintes. Para que a medida seja colocada em prática, é preciso que haja a edição de decretos estaduais. Estudos buscam definir como seriam a regulamentação e a operacionalização.

Foto: Paul Loh/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 612 Visualizações
Business

Smart Group recebe certificação de sustentabilidade

Por Marina Klein Telles 26/06/2024
Por Marina Klein Telles

O Smart Group, de Nova Hartz/RS, entrou para o time de mais de 90 empresas da cadeia produtiva do calçado certificadas pelo Origem Sustentável. O grupo, que iniciou suas atividades a partir da America-Asia, fabricante chinesa de laminados sintéticos, em 2012, foi certificado no nível Prata, com mais de 40% dos 104 indicadores do programa atingidos.

Ao comemorar a conquista, o coordenador de Recursos Humanos da empresa, Fábio Beer destaca que a adoção de práticas sustentáveis pela Smart Group não só contribui para a preservação do meio ambiente, mas também resulta em economias significativas a médio e longo prazos. Desde o ano 2022, segundo ele, o grupo vem implementando processos eficazes de gestão ambiental com vistas à redução de desperdícios de materiais e recursos naturais. Conforme relatório, entre 2022 e 2023, foram mais de 94 mil toneladas de materiais reciclados e reaproveitados, o que vai desde papel, papelão, plástico, ferro, alumínio e até mesmo produtos químicos. “Entre 2022 e 2023, avançamos 24% na reciclagem e no reaproveitamento, número que queremos seguir ampliando nos próximos anos”, projeta Beer.

Para os próximos anos, segundo Beer, a empresa quer buscar níveis mais avançados de certificação, primeiro o Ouro (mais de 60% dos indicadores alcançados) e depois o Diamante (mais de 80% dos indicadores). “Nos próximos dois anos, nossa meta é alcançar a certificação Ouro de Origem Sustentável, seguida pela certificação Diamante em quatro anos, demonstrando nosso compromisso contínuo com práticas responsáveis. Priorizaremos também parcerias com fornecedores que compartilhem nosso compromisso com a sustentabilidade, buscando aqueles que possuem a certificação do Origem Sustentável”, conta o coordenador.

Vantagens

Conforme Beer, a certificação em sustentabilidade oferece diversas vantagens para as empresas nos mercados doméstico e internacional, conferindo credibilidade, aumentando a confiança dos consumidores e a reputação da marca. “Isso pode resultar em maior demanda pelos produtos e serviços da empresa, impulsionando as vendas e a participação de mercado. Além disso, a certificação em sustentabilidade abre portas para novas oportunidades de negócios, tanto em nível nacional quanto global, ajudando a empresa a conquistar novos clientes”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2024 0 Comentários 481 Visualizações
Business

Marcas da Killing são destaque em feira nos Estados Unidos

Por Jonathan da Silva 25/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Killing S.A. Tintas e Adesivos está presente pela segunda vez consecutiva na feira internacional Adhesives & Bonding Expo 2024, em Novi, no Michigan, Estados Unidos. O evento, que ocorre de terça-feira, 25 de junho, até quinta, dia 27, está programado para ser um dos maiores acontecimentos do ano no segmento e terá 450 expositores do mundo todo. A empresa de Novo Hamburgo apresentará as marcas Kisafix, líder na América Latina em adesivos para a indústria de calçados e de colchões no Brasil, e KED, resina para impressão 3D, que foi a primeira marca em escala industrial brasileira desse tipo de produto.

A feira é realizada em Michigan devido ao legado industrial da região, que remonta há quase 200 anos. Detroit é conhecida por sua afiliação aos setores automotivo, médico e de manufatura avançada. O local do evento é estratégico para as cadeias de fornecimento de espumas e adesivos da América do Norte e do mundo.

Segundo os organizadores, a feira tem um perfil interessante para negócios porque é focada em lançamentos e tendências tecnológicas para indústrias de vários segmentos, como móveis, colchões, embalagens, laminação, construção, automotiva e química em geral. “Esse evento em Michigan é reconhecido pelo seu alto referencial tecnológico e a Kisafix se destaca por uma atuação relevante na América Latina na indústria de calçados e muito forte no Brasil, no segmento de colchões, além de soluções da área automotiva. Para nós, é oportuno participar, nos aproximarmos de clientes internacionais e abrir possibilidades para levar a indústria gaúcha a um patamar de player global”, comenta o coordenador de exportações da Killing S.A., Felipe Schemes, que estará representando a empresa no evento.

Resina 3D

Na feira de Michigan, o KED, que é a mais nova área de negócios da Killing e a primeira resina brasileira para a impressão 3D industrial, poderá ser conferido por diversos potenciais clientes. O produto, lançado no início de 2023, pode ser aplicado desde protótipos até itens funcionais nos mais diversos segmentos, como calçadista, moveleiro, automotivo, saúde, ferramentaria, maquinário, plástico e artigos de decoração.

Foto: Killing/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2024 0 Comentários 501 Visualizações
Business

Empresas de São Leopoldo podem receber apoio financeiro durante dois meses

Por Jonathan da Silva 25/06/2024
Por Jonathan da Silva

Com o anúncio do Governo Federal de um suporte emergencial de R$ 1.412,00 às empresas dos municípios em situação de calamidade, empregadores de São Leopoldo já podem aderir ao apoio financeiro com o prazo de adesão até 26 de junho. A medida prevê duas parcelas do valor nos meses de julho e agosto. A contrapartida para as empresas é o estabelecimento do compromisso de manter o emprego dos funcionários por pelo menos quatro meses.

Os empregadores formais devem realizar a adesão no Portal Emprega Brasil Empregador ou no link https://servicos.mte.gov.br/empregador/#/. A medida provisória também contempla os empregados(as) domésticos e pescadores(as) profissionais artesanais. Para os pescadores, o cronograma é o mesmo dos empregadores formais, sem a necessidade de realizar a adesão. Já para empregadas e empregados domésticos, a adesão será entre 29 de junho e 26 de julho no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou no Portal Emprega Brasil – Trabalhador, disponível no link https://servicos.mte.gov.br/spme-v2/#/login.

Programa Supera São Léo + Sebraetec

O programa é destinado aos microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte de São Leopoldo. O Supera São Léo + Sebraetec é a primeira parceria formalizada por meio do programa Supera São Léo. A iniciativa é realizada através do Sebrae-RS, que busca apoiar os empreendedores na recuperação e adequação de seus negócios, oferecendo consultoria para reparos e melhorias nos espaços físicos de pequenas empresas do RS afetadas pelas enchentes. A ação ajuda os empreendedores a traçarem um plano de ação para reabrir seus negócios e oferece reembolso parcial dos custos de recuperação, incluindo reparos em espaços físicos, móveis, equipamentos e outros bens essenciais. Os limites de reembolso variam conforme a categoria da empresa.

  • Microempreendedores Individuais (MEIs) – até R$ 3 mil
  • Microempresas (MEs) – até R$ 10 mil
  • Empresas de Pequeno Porte (EPPs) – até R$ 15 mil

Estão sendo investidos no total R$ 4 milhões, sendo R$ 1,5 milhões pela gestão municipal, R$ 2 milhões pelo Sebrae e o valor de R$ 500 mil repassados pela Câmara de Vereadores de São Leopoldo. Para mais informações sobre o programa e como participar, deve ser acessado o link https://www.saoleopoldo.rs.gov.br/conteudo/5112/1/24?titulo=SUPERA+S%C3%83O+L%C3%89O.

Foto: Arte Scom/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2024 0 Comentários 680 Visualizações
Business

Frente a Frente do Sinapro-RS abordará a pesquisa no dia a dia das agências

Por Jonathan da Silva 25/06/2024
Por Jonathan da Silva

O Frente a Frente, principal fórum de lideranças do mercado publicitário no Rio Grande do Sul, abordará o tema “Pesquisa no dia a dia das agências” no encontro desta quinta-feira, 27 de junho, a partir das 9h30min, na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em Porto Alegre. O evento, que é promovido pelo Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS), tratará sobre o uso dessas ferramenta o para desenho de estratégias e tomada de decisões nas agências e nos clientes.

O mediador do encontro será o presidente do Sinapro-RS, Juliano Brenner Hennemann. O debate terá a participação de três painelistas convidados, o sócio-fundador da Critério Resultado em Opinião Pública, Cleber Benvegnú, o sócio-diretor da Engenho de Ideias, Ricardo Jaques, e o gerente de planejamento da Global, Rafael Marques. Os especialistas apresentarão boas práticas e experiências de pesquisas de mercado nas perspectivas de reputação, contas públicas e clientes privados. Benvegnú aproveitará a expertise da Critério para abordar o assunto sob o aspecto da reputação, enquanto Jaques trará o olhar do setor público e Marques tratará da pesquisa no universo da iniciativa privada.

Hennemann reforça que o tema é estratégico para os negócios e oportuno para apontar direções no momento de adversidades que o Rio Grande do Sul enfrenta com a crise climática. “Faremos uma imersão no universo da pesquisa. Essa ferramenta é vital para o nosso segmento de atuação, pois direciona as estratégias, possibilita decisões mais assertivas e qualifica as entregas criativas e estratégicas das agências aos seus clientes”, destaca o presidente do Sinapro-RS.

Consolidado como um importante fórum para a troca de experiências, interação e discussão das boas práticas do mercado, o Frente a Frente é exclusivo para agências associadas à entidade. O bate-papo entre as lideranças das empresas associadas tem como propósito trazer insights para potencializar o negócio das agências, reforçando o compromisso do Sinapro-RS com o fomento da gestão das associadas e com o fortalecimento do mercado criativo gaúcho.

As inscrições para o evento são gratuitas, exclusivas para as agências associadas, e podem ser feitas pela plataforma Sympla no link bit.ly/frenteafrentejunholink . O Frente a Frente tem apoio da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) e da ESPM, e patrocínio da Rádio Alegria. Mais informações pelo e-mail gestao@sinaprors.com.br.

A ESPM está situada na Rua Guilherme Schell, 268, em Porto Alegre.

Serviço

  • O quê: Frente a Frente, promovido pelo Sinapro-RS com o tema “Pesquisa no dia a dia das agências”
  • Quando: 27 de junho, quinta-feira, às 9h30min
  • Onde: ESPM (Rua Guilherme Schell, 268, Porto Alegre)
  • Inscrições: Gratuitas, exclusivas para agências associadas ao Sinapro-RS, pelo bit.ly/frenteafrentejunho
  • Apoio: ARP e ESPM
  • Patrocínio: Rádio Alegria
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2024 0 Comentários 444 Visualizações
Business

Pacto Calçadista busca apoio para expansão internacional

Por Jonathan da Silva 24/06/2024
Por Jonathan da Silva

Uma etapa de expansão internacional foi iniciada pelo movimento Pacto Calçadista, formado a partir do Programa Líder do Sebrae/RS, com o apoio da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI-NH/CB/EV) e outras entidades. A iniciativa tem como objetivo transformar e tornar o setor calçadista da região em uma referência mundial em inovação, criatividade e sustentabilidade até 2028.

A meta do movimento é a adesão ao FDRA – Footwear Distributors and Retailers of America (Associação de Distribuidores e Varejistas de Calçados da América), passo estratégico que permitirá o acesso a uma rede de mais de 304 compradores de sapatos nos Estados Unidos. Aderir ao FDRA deve trazer ao Pacto Calçadista uma ampliação significativa de oportunidades de vendas e parcerias comerciais, visibilidade no mercado americano, conhecimento de tendências e inovações e ainda networking e parcerias.

O aporte financeiro necessário para a adesão é de R$ 100 mil, sendo R$ 52,5 mil para associação ao FDRA e o restante para cobrir despesas com marketing e processos de internacionalização promovidos pela ACI, que sediou reunião de integrantes do Pacto Calçadista, na semana passada. Para viabilizar a associação, as empresas podem adquirir as cotas de patrocínio nas modalidades máster, ouro e apoio.

As cotas

Cotas Máster – R$20.000,00

Benefícios:

  • Destaque em todos os canais de comunicação
  • Citação da empresa no material do Summit FDRA em NY
  • Presença no cabeçalho dos materiais
  • Participação especial na gravação do podcast (Podser)
  • Logo em destaque no e-mail marketing com informações do evento
  • Logo nos cards e publicações nas redes sociais
  • Logo em destaque na página da galeria de fotos pós-evento
  • Acesso a todas as informações fornecidas pelo FDRA
  • Participação no evento de retorno para apresentação de resultados no auditoria da ACI-NH
  • Nota com logo em destaque como apoiador em release para veículos de mídia

Cotas Ouro – R$5.000,00

Benefícios:

  • Presença no cabeçalho dos materiais, antes mesmo da logo do Pacto
  • Logo em destaque no e-mail marketing com informações do evento
  • Logo nos cards e publicações nas redes sociais
  • Logo em destaque na página da galeria de fotos pós-evento
  • Acesso a todas as informações fornecidas pelo FDRA
  • Participação no evento de retorno para apresentação de resultados no auditório da ACI-NH

Cotas Apoio – R$ 1.000,00

Benefícios:

  • Logo nos cards e publicações nas redes sociais
  • Logo em destaque na página da galeria de fotos pós-evento

Os depósitos podem ser realizados por transferência bancária ou Pix, na conta da ACI: Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos | Sicredi – Agência 0101 / Conta 35020-7 | Chave PIX CNPJ – 91.681.338/0001-01 (Sicredi).

Foto: ACI/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2024 0 Comentários 563 Visualizações
Business

Abicalçados se reúne com governos do Ceará e da Bahia

Por Jonathan da Silva 24/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) se reuniu com empresários e os governos estaduais do Ceará e da Bahia, respectivamente, nos dias 18 e 19 de junho. Os encontros ocorreram nas sedes dos poderes executivos destes estados e tiveram como objetivo apresentar as principais demandas do setor para as duas unidades federativas, que estão entre os maiores produtores, empregadores e exportadores da indústria calçadista do Brasil.

Com o emprego direto de mais de 288 mil pessoas em cerca de 600 cidades brasileiras, a indústria calçadista brasileira é a maior do ocidente, com uma produção estimada em mais de 865 milhões de pares. No entanto, de acordo com a Abicalçados, o setor vem perdendo competitividade em função dos custos produtivos acumulados no chamado “Custo Brasil” e da concorrência dos players asiáticos. “Já fomos o terceiro maior produtor de calçados do mundo, hoje estamos na quinta posição. E, quando falamos de exportações, estamos perdendo ainda mais espaço em função dos nossos grandes custos produtivos”, pontua o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que há cerca de duas décadas, 35% da produção nacional era exportada e hoje apenas 14% dessa mesma produção é destinada ao mercado internacional.

Concorrência considerada desleal

No mercado interno, para Ferreira, o problema tem sido o que ele define como crescente “Custo Brasil”, estimado em mais de R$ 1,7 trilhão por ano, além da “invasão” de calçados asiáticos no varejo. Os países da Ásia, segundo o dirigente, são países com baixa ratificação das convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), tratados internacionais que definem padrões e pisos mínimos a serem observados e cumpridos por todos os países que os ratificam. “Os três maiores players asiáticos, China, Vietnã e Indonésia, por exemplo, não ratificaram convenções importantes relacionadas a jornadas de trabalho, salários ou políticas sociais. Então, é uma concorrência desleal não somente com a indústria brasileira, mas com todas as melhores práticas de ESG”, avalia Ferreira.

Pleitos

Entre os pleitos levados aos governos cearense e baiano, o presidente-executivo da Abicalçados lista a necessidade de manutenção e ampliação do direito antidumping aplicado contra o calçado chinês, hoje em US$ 10,22 por par. “Porém, mesmo com a aplicação, três grandes grupos chineses, que respondem por quase metade dos calçados chineses que entram no Brasil, ficaram isentos. Ou seja, continuam exportando produtos com dumping – preços abaixo dos praticados no mercado – para o Brasil sem qualquer sobretaxa”, salienta Ferreira. O dirigente também lista a importância da manutenção da tarifa de importação de 35%, a inclusão do Vietnã e Indonésia no direito antidumping, a maior taxação das plataformas internacionais de e-commerce em remessas de até US$ 50, entre outros pontos.

Força dos mercados

Com a maior produção de calçados do Brasil e a segunda maior exportação, em volume, o Ceará tem neste setor uma importante base da sua economia. Atualmente, a indústria calçadista cearense gera 64,7 mil empregos diretos e é a que mais emprega no âmbito da Indústria de Transformação no estado. Já a indústria de calçados na Bahia emprega, diretamente, 39,6 mil pessoas, e é a quinta maior produtora do setor no Brasil, sendo a quarta principal exportadora, em volume.

Abicalçados e governo cearense se reuniram

Sensibilização

Em ambas as reuniões, Ferreira destacou a sensibilização dos poderes executivos, que colocaram suas bancadas nas câmaras estadual e federal à disposição para auxiliar nas pautas do setor calçadista brasileiro. “Foram encontros bastante produtivos, no sentido de que as equipes entenderam a importância do nosso setor no âmbito econômico e social brasileiro”, salientou o dirigente.

Na reunião com o governo do Ceará, participaram o governador do estado, Elmano de Freitas (PT), o senador Júlio Ventura (PDT), o presidente Ferreira e os empresários calçadistas Pedro Grendene (Vulcabras) e Vilson Hermes (Grupo Dass). Já na Bahia, estiveram presentes o governador Jerônimo Rodrigues (PT), os secretários estaduais Manoel Vitório (Fazenda), Angelo Almeida (Desenvolvimento Econômico) e Afonso Florence (Casa Civil), além de Ferreira e os empresários Grendene e Hermes.

Fotos: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2024 0 Comentários 483 Visualizações
Business

Pronampe Solidário leva auxílio a empresas de São Leopoldo

Por Marina Klein Telles 21/06/2024
Por Marina Klein Telles

Recomeçar aos 65 anos de idade e com bom ânimo. Foi com esta determinação que o casal Georgina e Ubirajara da Silva ingressou no Caminhão da Caixa, em frente à Prefeitura de São Leopoldo, no início da manhã desta sexta-feira (21), para o ato de assinatura de contratos do Mutirão Pronampe Solidário, atividade acompanhada pelo prefeito Ary Vanazzi, pelo ministro da Reconstrução do Estado do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, e pelo superintendente regional da Caixa Federal, Renato Scalabrin.

O Pronampe é uma linha de créditos destinada à microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, negócios como a distribuidora de alimentos de Georgina e Ubirajara, localizada no bairro São Miguel, e a desenvolvedora de carregadores para embarcações do jovem Arthur George Ferronatto, que fica no Rio Sinos, ambas duramente afetadas pela histórica enchente do mês de maio, que a partir de agora contam com crédito emergencial subsidiado pelo Governo Federal, com amortização de 40% na contratação dos recursos para poder recomeçar.

Em seu pronunciamento, o ministro Paulo Pimenta destacou a importância do Pronampe Solidário como impulso para o recomeço a quem teve seu negócio atingido pela catástrofe climática. “Muitas vezes, numa situação como esta, os grandes empresários conseguiam acessar recursos e os pequenos não tinham acesso. O Caminhão da Caixa, recebendo os empreendedores é a materialização do compromisso do Governo Federal, em parceria com a Prefeitura, porque é um recurso com juros baixos e boa carência e onde o governo assume 40% de subsídios, que atende aos pequenos empreendedores. Cada contrato desses é a retomada de um sonho, da história de uma família”, destacou Pimenta. O ministro informou que, até o momento, mais de 15 mil contratos foram assinados por meio do Mutirão Solidário da Caixa nos municípios atingidos pela enchente.

Confiante de que Pronampe, em conjunto com o Programa Supera São Léo, atenderá a grande maioria dos empreendedores que tiveram seus negócios atingidos, o prefeito Ary Vanazzi disse que haverá recursos para o recomeço aos micro e pequenos empreendedores. “Muitos dos leopoldenses, e eu me incluo entre eles, ainda não puderam voltar para casa, porque perderam tudo, ficaram só as paredes, então, a presença do Governo Federal na cidade, mais uma vez dialogando sobre os diques, as Casas de Bombas e sobre recursos para os micro e pequenos empresários, nos dá esperança. Por isso, eu quero pedir a todos para que não percam a coragem, nos procurem sempre”, enfatizou.

Carioca de origem e vivendo há 40 anos em São Leopoldo, a microempresária Georgina concordou com o prefeito: “Perdemos a empresa e a nossa casa, com tudo o que tinha dentro, mas nós não vamos desistir e com este recurso vamos poder recomeçar. Tenho certeza de que dentro de um ano, um ano e meio, nossa cidade estará em outro patamar, com geração de empregos, a economia crescendo e sairemos dessa crise mais fortes do que já somos”, disse ela, emocionada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 438 Visualizações
Business

Recomeço: Havan reabre megaloja em Lajeado neste sábado

Por Marina Klein Telles 21/06/2024
Por Marina Klein Telles

Após mais de um mês de reconstrução, a Havan de Lajeado (RS) reabre neste sábado, 22, às 10h. A megaloja, localizada às margens do rio Taquari, foi totalmente destruída durante a enchente de maio.

Diante da tragédia que atingiu o Rio Grande do Sul, a varejista destinou todo o Troco Solidário do mês de maio às vítimas das enchentes. Os R$ 7 milhões arrecadados estão sendo distribuídos entre 700 famílias do estado e cada uma delas receberá a quantia de R$ 10 mil. Os clubes de serviço, Rotary e Lions, são os responsáveis pela distribuição dos valores.

Às vésperas do seu aniversário de 55 anos, Glaci Fròder, recebeu o valor de R$ 10 mil que vão ajudá-la a recomeçar sua vida. Ela perdeu sua casa, onde vivia com sua família desde 2001, no bairro Hidráulica, em Lajeado (RS). A residência veio abaixo e, infelizmente, ela não vai poder reconstruir sua casa, mas garante que esse dinheiro vai ajuda-los a encontrar um novo lar.

Há poucos metros dali, em uma rua que teve todas as casas destruídas, o radialista Mauricio Lazaretti, viu a água subir tão depressa, que nem deu tempo de tirar nada. Ele morava com a esposa e duas filhas, sendo uma delas um bebê de 8 meses. São tantos escombros, que ele mal consegue chegar na casa. A sogra, Marilene Beatriz Petter, de 65 anos, cresceu nesse local não vê mais a possibilidade de reconstrução.

“Essa terra era do meu pai e, infelizmente, não podemos continuar aqui, mas o valor doado pela Havan vai nos ajudar a pagar um aluguel para que eu, minha filha, minhas netas e meu genro tenhamos um novo teto e possamos conquistar de novo tudo o que perdemos”, afirma.

No Centro da cidade, a casa da técnica de enfermagem Marilda Campos Pfutz Fiuza também ficou submersa pelas águas do rio Taquari. Assim como os outros, a propriedade também sofreu sérios danos nas estruturas e ela recebeu os R$ 10 mil. A filha dela, Maria Luiza Pfutz Fiuza, de 23 anos, agradeceu a doação e declarou que a reabertura da loja traz uma nova energia de recomeço.

“A Havan, para mim, representa força. A mesma força do nosso povo. O Luciano não desistiu de reconstruir a loja, manteve todos os empregos, mesmo com a loja fechada. Então, para mim, essa reabertura demonstra um recomeço, o mesmo que eu quero para mim, para minha família e para todos que perderam tudo nessa tragédia”, diz a assistente jurídica.

Além dos R$ 7 milhões do Troco Solidário, que foram arrecadados com a doação dos clientes das 176 lojas em todo o Brasil, a Havan doou mais R$ 3 milhões. Esse valor foi dividido em cartões solidários de R$ 1000, para que as pessoas que sofreram com a enchente possam comprar na loja.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2024 0 Comentários 319 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Porto Alegre recebe evento inédito “Axis” nos dias 10 e 11 de março

  • 3

    Viação Santa Clara contesta processo emergencial em Sapucaia do Sul

  • 4

    Unidade do Tudo Fácil é inaugurada no Canoas Shopping e amplia acesso a serviços públicos na região

  • 5

    Campanha Sol em Lilás mobiliza Porto Alegre pela prevenção aos cânceres femininos

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO