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Pesquisa da Fiergs mostra que Icei-RS continua a registrar percepção negativa em fevereiro

Por Marina Klein Telles 25/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei-RS), divulgado na terça-feira (24) pelo Sistema Fiergs, revela uma pequena redução, em fevereiro, na comparação com janeiro: de 46,3 para 46 pontos. O afastamento da linha dos 50 pontos sinaliza para um aumento na falta de confiança. “A pesquisa mostra que são 15 meses consecutivos de avaliação negativa entre os empresários. A indústria permanece com cenário desfavorável tanto na situação atual quanto nas expectativas futuras”, diz o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier.

Segundo Bier, a persistência dos juros elevados, as tarifas impostas pelos Estados Unidos e o aumento das incertezas fiscais e regulatórias, incluindo as propostas de redução da jornada de trabalho em tramitação, contribuem para explicar este quadro desfavorável.

De acordo com o Icei-RS, o Índice de Condições Atuais oscilou de 41,7 pontos, em janeiro, para 41,6, em fevereiro, mostrando que a percepção de piora permanece em relação ao observado nos seis meses anteriores. Esse desempenho decorre do comportamento dos componentes que formam o cenário de condições atuais. Mesmo que no Índice de Condições da Economia Brasileira tenha ocorrido uma variação positiva de 0,4 ponto entre janeiro e fevereiro, de 36,3 para 36,7 pontos, ele permanece muito abaixo da linha dos 50. Nesse aspecto, 51,1% dos industriais gaúchos afirmaram que a situação piorou ou piorou muito, enquanto apenas 4,3% relataram melhora.

Já o Índice de Condições da Empresa caiu 0,3, fixando-se em 44,1 pontos, e 58,3% dos empresários indicaram que as condições não se alteraram.

Expectativas

Ao mesmo tempo, o Índice de Expectativas recuou 0,3 ponto em fevereiro, passando a 48,2, indicador que permanece abaixo dos 50 pontos desde junho de 2025. São oito meses que os industriais gaúchos apresentam percepções negativas em relação aos próximos seis meses.

Entre os indicadores que integram esse índice, o de Expectativas da Própria Empresa caiu 1,2 ponto, atingindo 52,2, indicando que os empresários seguem otimistas, ainda que menos em relação a janeiro de 2026. Já o Índice de Expectativas da Economia Brasileira avançou 1,5 ponto, alcançando 40,3, o maior valor desde junho de 2025. Porém, por ainda se situar bastante abaixo dos 50 pontos, segue indicando perspectiva de deterioração da economia nacional.

A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 12 de fevereiro, antes do anúncio da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, no dia 20, que declarou ilegais algumas tarifas aplicadas ao Brasil. Foram consultadas 141 empresas, sendo 33 pequenas, 47 médias e 61 grandes. Acompanhe o resultado completo em https://observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-estrategica/industria-gaucha-inicia-o-ano-com-pessimismo-menos-acentuado/.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 12 Visualizações
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Ouro dispara no cenário global enquanto commodities agrícolas ficam estagnadas

Por Marina Klein Telles 25/02/2026
Por Marina Klein Telles

O painel “O que esperar para 2026? Da macroeconomia às commodities” discutiu na terça-feira (24), durante a 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, o comportamento dos ativos financeiros e os reflexos no mercado agrícola. A atividade ocorreu no auditório Frederico Costa, na sede da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com palestra do pesquisador do Centro de Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigati. A mediação foi do presidente do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), Alexandre Velho.

Serigati iniciou a apresentação com uma análise do cenário macroeconômico internacional. Segundo ele, ativos como ouro e outras commodities metálicas registraram valorização expressiva entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, apesar de incertezas associadas ao aumento de tarifas nos Estados Unidos. “Mesmo com fatores de instabilidade, como o aumento de tarifas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vários ativos se valorizaram de forma significativa no período. Metais preciosos, por exemplo, acumularam alta de 94% em dólar”, afirmou o pesquisador, destacando que, no mesmo intervalo, as commodities agrícolas não acompanharam o movimento. “Embora o preço do arroz no Brasil seja influenciado pelo dólar e pela conjuntura macroeconômica, a formação do valor depende de fundamentos como oferta e demanda”, explicou.

O pesquisador observou que a cotação internacional do arroz, referenciada na Tailândia, indica cenário de preços pressionados, o que ajuda a explicar a ausência de valorização no segmento agrícola de forma agregada. No panorama global, Serigati apontou desaceleração do crescimento econômico mundial, ainda que o desempenho tenha superado as projeções iniciais. Segundo ele, a China mantém atuação intensa no mercado internacional, mas enfrenta desafios internos, enquanto, nos Estados Unidos, empresas de tecnologia compensam parte dos efeitos negativos da política tarifária.

No Brasil, o pesquisador avaliou que o dólar em patamar mais baixo contribuiu para conter a inflação e reduzir o risco país. A projeção, de acordo com Serigati, é de manutenção de mercado aquecido em 2026, mas com limitações estruturais. “Será necessário um ajuste, especialmente em relação aos gastos do governo, para garantir sustentabilidade no médio prazo”, alertou.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2026 0 Comentários 31 Visualizações
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Entidades empresariais divulgam posicionamento contrário ao fim da escala 6×1

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Onze entidades empresariais do Vale do Sinos divulgaram nesta segunda-feira, 23, manifesto com posicionamento contrário ao fim da escala de trabalho 6×1. Veja o documento na íntegra: “O debate sobre o fim da escala 6×1 precisa ser tratado com responsabilidade e visão econômica — sem simplificações. O Brasil não enfrenta um problema de excesso de trabalho. O Brasil enfrenta um problema de baixa produtividade, falta de mão-de-obra qualificada, alto custo estrutural e perda de competitividade internacional.

Reduzir a jornada por imposição geral e uniforme sem enfrentar o custo Brasil, sem redução proporcional de salário e sem reduzir a insegurança jurídica, a complexidade tributária, o peso sobre a folha de pagamento, a baixa qualificação média dos profissionais e a infraestrutura deficiente não representa avanço social — representa aumento de custo.

A questão central é: quem paga essa conta? Não é o Estado. Não se trata de “torcida” a favor ou contra, mas sim abordar de o assunto com responsabilidade. É a empresa que investe com juros altos, paga tributos elevados, enfrenta burocracia, assume risco diariamente e mantém empregos mesmo em ciclos negativos.

Em um cenário de produtividade industrial abaixo dos concorrentes globais, informalidade crescente, margens comprimidas e pressão sobre preços, impor redução estrutural de jornada sem compensação produtiva significa aumento do custo por hora trabalhada, redução da competitividade, deslocamento de investimentos e risco ao próprio emprego que se pretende proteger.

Antes de discutir menos dias trabalhados, o Brasil precisa discutir como produzir mais por hora, como reduzir o custo sobre o emprego, simplificar regras, dar previsibilidade a quem investe e como melhorar a qualificação técnica. O verdadeiro compromisso social é gerar crescimento sustentável — e crescimento sustentável nasce da competitividade.”

Assinam o documento as seguintes entidades: SinmaqSinos, Sindimetal RS, ACI-NH/CB/EV/DI/IV, Sindartcouro NH, Sindivest SL, Siab RS, Sindicis, Sinborsul, Abrameq, Sinduscon NH e SICNH.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 26 Visualizações
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Arroz gaúcho enfrenta cenário desafiador e setor pede crédito, seguro e equidade regulatória

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas foi aberta no Auditório Frederico Costa com o painel inaugural “Cenário Atual e Perspectivas – Conectando Campo e Mercado”. O evento segue até 26 de fevereiro, na sede da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

Na abertura, o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Denis Dias Nunes, destacou que o encontro simboliza não apenas o início de uma nova safra, mas também a resiliência e a capacidade de superação do produtor rural diante de um cenário complexo. “Importante destacar que toda a programação do evento foi pensada justamente neste desafiador cenário que estamos enfrentando”, afirmou.

Nunes ressaltou que o Rio Grande do Sul vive uma conjuntura marcada por desafios e oportunidades. “O arroz, cultura que moldou nossa identidade produtiva, atravessa um período de forte atenção nacional. Estoques elevados, volatilidade de preços, endividamento, dificuldade de acesso a crédito, juros incompatíveis com a atividade e reiteradas fraudes setoriais de tipificagem no arroz ofertado ao consumidor são fatores que colocam o Rio Grande do Sul no centro da discussão sobre segurança alimentar”, declarou.

O dirigente alertou que a fragilidade da agricultura impacta diretamente a segurança alimentar e a economia. Segundo ele, o setor gera empregos, divisas e sustenta cadeias como transporte, indústria e comércio. Ao comparar políticas de apoio, destacou que na União Europeia cerca de 19% da renda dos produtores rurais vem do Estado, enquanto nos Estados Unidos o percentual é de aproximadamente 11% e, no Brasil, varia entre 1% e 5%. “A tecnologia digital, cada vez mais presente, transforma a lavoura em um ambiente de precisão, onde cada decisão é tomada com base em dados e não mais em incertezas”, acrescentou.

O presidente defendeu ainda a necessidade de um seguro rural mais robusto e acessível, linhas de crédito compatíveis com o custo real de produção e infraestrutura logística eficiente para escoamento e armazenagem. “Que nossos concorrentes tenham que cumprir a mesma legislação, seja trabalhista, ambiental, tributária ou sanitária, que os nossos produtores”, defendeu.

O diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Clênio Pillon, ressaltou a evolução tecnológica da agricultura nas últimas décadas. “Há 50 anos se plantava arroz com semeadora manual. Hoje vemos aqui essa verdadeira cidade da inovação. Uma revolução não apenas na lavoura arrozeira, mas na agricultura brasileira”, afirmou.

Pillon lembrou que, no início da década de 1970, o Brasil tinha cerca de 90 milhões de habitantes e produzia meia tonelada de cereais por habitante ao ano. “Hoje não produzimos apenas segurança alimentar, mas ajudamos a alimentar cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo”, comparou. Ele acrescentou que os desafios permanecem, especialmente na ampliação da soberania nacional na produção de insumos estratégicos para reduzir a dependência externa.

O superintendente do Senar, Eduardo Condorelli, avaliou o momento atual da orizicultura como delicado. “Poderia ser um problema para o país se a seca tivesse atingido 60% da colheita. Mas, lamentavelmente, a seca é no faturamento, não na produção. E, neste caso, o problema é só nosso”, observou. Condorelli destacou a capacidade técnica do orizicultor gaúcho. “Vocês representam o farol da agricultura do Rio Grande do Sul e é em vocês que os demais produtores se espelham”, declarou.

O presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Alexandre Velho, enfatizou a expansão do evento ao longo dos anos. “Em 2013, lá em Mostardas, a abertura ocupava uma área de 4 hectares, com cerca de 27 ou 28 empresas. Ao chegar aqui na Embrapa este ano, me surpreendi mais uma vez com o tamanho da estrutura”, relatou. Velho observou que o evento contempla múltiplas culturas e tecnologias estratégicas. “As ferramentas disponibilizadas aqui são fundamentais neste processo”, pontuou.

Velho também chamou atenção para o valor nutricional do cereal e a necessidade de estimular o consumo. “O arroz não envolve apenas o valor pago ao produtor, mas também o seu valor nutricional. Por isso, o Irga colocou na rua uma campanha nacional para promover mudança de hábitos da população na questão do consumo e do valor nutricional do cereal”, afirmou.

O presidente do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, lembrou que até 1997 o Brasil era importador de alimentos. “Em 27 anos nos tornamos uma potência agrícola, pecuária e silvícola, sendo o maior exportador líquido do mundo. E em cinco a dez anos seremos o maior produtor e exportador, e só o Brasil pode fazer isso”, enfatizou. Ele defendeu maior investimento em pesquisa. “Não podemos ter um orçamento limitado para a Embrapa. Precisamos investir mais para tornar viável inclusive a produção de etanol a partir do arroz”, argumentou.

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Edivilson Brum, alertou para a queda de rentabilidade do produtor, que hoje recebe menos de R$ 1,25 por quilo de arroz produzido. “Isso é desanimador e prejudicial para uma economia em que 40% do PIB está ligado ao agronegócio”, avaliou. Ele ressaltou o impacto multiplicador do setor e pediu prioridade ao Rio Grande do Sul nas políticas federais. “Não há lugar neste Brasil onde exista produção agrícola que não tenha o trabalho de um gaúcho”, finalizou.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 28 Visualizações
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Claudio Gastal é o novo diretor do Sesi-RS, Senai-RS e IEL-RS

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

 O Sistema FIERGS terá um novo diretor à frente do Serviço Social da Indústria (Sesi), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) no Rio Grande do Sul. O cargo será assumido por Claudio Gastal, atual presidente do Badesul Desenvolvimento – Agência de Fomento do Estado do Rio Grande do Sul.

Com sólida trajetória na gestão pública e em iniciativas voltadas à competitividade e à modernização institucional, Gastal traz para o Sistema FIERGS a experiência acumulada em áreas como planejamento estratégico, governança, gestão de pessoas e transformação digital.

O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, destaca que além de sua atuação no governo do Rio Grande do Sul, Gastal desenvolveu carreira no Movimento Brasil Competitivo (MBC), organização dedicada à promoção da eficiência e da competitividade no país. Na oportunidade, exerceu diferentes funções de liderança, incluindo a de presidente executivo. “É um profissional preparado que terá muito a contribuir com o Sistema FIERGS”, ressalta Bier, destacando a grande experiência em gestão.

Desde 2023, está à frente do Badesul Desenvolvimento, onde conduz ações voltadas ao financiamento e ao desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul.

À frente do Sesi, do Senai e do IEL no RS, Claudio Gastal terá como desafio dar continuidade às ações voltadas ao fortalecimento da indústria gaúcha, com foco na educação profissional, na inovação, na produtividade e no desenvolvimento das empresas e das pessoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 28 Visualizações
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Empresa participa da FIMEC com o apoio da Prefeitura de Estância Velha

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A empresa de couros Curtidora Ribeirãozinho (CR Leather), localizada no bairro Rincão da Saudade, confirmou participação na Fimec 2026 com incentivo da Prefeitura de Estância Velha. A feira ocorre de 3 a 5 de março de 2026, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo, reunindo empresas da cadeia produtiva do couro e do setor calçadista.

A Curtidora Ribeirãozinho receberá um subsídio de 50% do investimento para participação no evento, limitado a R$ 6 mil. “Estamos muito satisfeitos em contar com o apoio da Prefeitura de Estância Velha, que desde o primeiro contato com o edital demonstrou profissionalismo e comprometimento. Acreditamos que esses incentivos são fundamentais para fortalecer o couro autoral e impulsionar ainda mais o nosso crescimento”, destaca Claudemir Lorenzi, estilista da CR Leather.

Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SEDEIT), a Prefeitura mantém o compromisso de apoiar micro e pequenas empresas na prospecção de novos negócios, ampliando mercados e fortalecendo o setor coureiro-calçadista, segmento estratégico para a economia local e regional. O incentivo integra a política municipal de fomento ao desenvolvimento econômico e vem sendo realizada há pelo menos cinco anos.

Além da Fimec, o município também disponibiliza, anualmente, incentivo para participação na Inspiramais, ampliando as oportunidades de inserção das empresas estancienses em eventos de relevância nacional e internacional. “Esta é uma forma que encontramos para incentivar nossas empresas e empresários. A participação em eventos como esse traz impactos expressivos para a nossa economia”, explica o prefeito Diego Francisco.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 60 Visualizações
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49ª Fimec projeta reunir 20 mil visitantes em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Negócios, inovação e conexões internacionais voltam a movimentar o setor coureiro-calçadista com a realização da 49ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes). De 3 a 5 de março, a Fenac, em Novo Hamburgo, será palco do principal evento do segmento na América Latina, reunindo mais de 400 expositores e cerca de 20 mil visitantes do Brasil e do exterior, em 30 mil m² de área.

Reconhecida como a principal feira do setor na América Latina, a Fimec apresenta soluções integradas para toda a cadeia produtiva, desde matéria-prima, couros e componentes até máquinas, equipamentos, tecnologia, design, processos industriais e soluções sustentáveis. Com forte presença internacional, especialmente de países da América Latina, a feira consolida seu posicionamento como ambiente estratégico para geração de negócios, conexões globais e fortalecimento do cluster coureiro-calçadista.

Segundo Marlos Schmidt, diretor-presidente interino da Fenac, esta edição reforça o papel do evento como plataforma de atualização e desenvolvimento do setor. “Durante três dias, a Fimec apresentará o que há de mais inovador no setor coureiro-calçadista, com o propósito de impulsionar negócios, fortalecer a cadeia produtiva e promover o desenvolvimento econômico do cluster”, destaca. “Nossa expectativa é extremamente positiva, pois a Fimec já é uma feira consolidada, então nosso desafio é de mobilização para fortalecimento, que será medida pelo impacto das visitas aos nossos expositores”, pontua Schmidt.

O diretor-presidente ainda contextualiza que, para Novo Hamburgo, as feiras da Fenac têm uma entrega para comunidade da cidade e região de extrema relevância e reconhecimento. “São nas feiras, sendo a Fimec a maior delas, que recebemos visitantes do mundo todo, com hotéis lotados, rede gastronômica com muita demanda, comércio e serviços sendo impactados direta e indiretamente. Ou seja, trata-se de um evento que ultrapassa uma entrega setorial, estamos falando de um retorno para Novo Hamburgo e toda região”, avalia.

O credenciamento para profissionais do setor é gratuito e pode ser realizado pelo site oficial www.fimec.com.br. Por se tratar de um evento profissional, o acesso é permitido apenas para maiores de 14 anos.

Melhorias na infraestrutura e novidades desta edição

Nesta edição, expositores e visitantes da Fimec poderão usufruir do estacionamento ampliado da Fenac, além de novos pisos nos pavilhões 5 e 6, que representam a maior parte da área superior do centro de eventos. “Essa é uma demanda antiga que foi encaminhada no ano passado e entregue agora, véspera da feira. Trata-se de uma entrega importante, melhorando a experiência dos expositores e visitantes”, reforça Schmidt.

Uma das novidades desta edição é a abertura oficial antecipada da feira, na segunda-feira, dia 2 de março, às 18h30. Na sequência, ocorrerá a 22ª edição do Prêmio Lançamentos Fimec, uma das mais tradicionais premiações do setor no Brasil. O prêmio reconhece as melhores soluções e profissionais da feira em oito categorias, incluindo Componentes, Couros, Máquinas, Sustentabilidade e Inovação, além das categorias de Liderança Profissional.

Projeto Bem-vindo amplia presença de compradores estratégicos

Entre as novidades desta edição está o Projeto Bem-vindo, iniciativa criada para ampliar a presença de compradores estratégicos nacionais e internacionais e fortalecer a retomada de polos que estiveram ausentes nas últimas edições.

A ação contempla ativações em polos calçadistas como Jaú, Franca, Birigui, Nova Serrana e São João Batista, além de articulações internacionais com Argentina, Peru, Colômbia e Panamá, entre outros. Como incentivo, o projeto oferece duas noites de hospedagem para compradores convidados por meio das entidades parceiras. “O clima é de grande otimismo. Encerramos o prazo de inscrições com um resultado extremamente positivo. Já contamos com a presença confirmada de compradores convidados pelas entidades apoiadoras da feira, o que reforça a relevância e o potencial de geração de negócios do evento”, ressalta Schmidt.

Fábrica Conceito 2026 terá seis linhas de produção e operação ao vivo dentro da feira

Um dos principais destaques da programação é a Fábrica Conceito 2026, que chega à sua maior edição, com seis linhas de produção funcionando simultaneamente. Reconhecida como a única iniciativa do mundo a operar uma fábrica em tempo real dentro de uma feira setorial, a ação permitirá que os visitantes acompanhem, na prática, a aplicação de tecnologias e processos inovadores na fabricação de bolsas e calçados.

O projeto é realizado em parceria com o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), Coelho Assessoria Empresarial e a Fenac. Participam desta edição as marcas Klin, Fiber e Cravo & Canela, além de alunos do Senai Calçado. “Na 49ª Fimec, a Fábrica Conceito une inovação e prática. É uma oportunidade de ver a produção do futuro acontecendo ao vivo, inspirando e reforçando o papel da nossa indústria global”, afirma Schmidt.

Durante os três dias de feira, a expectativa é produzir cerca de 120 bolsas e mais de 3 mil pares de calçados. Entre os destaques estão modelos com cabedal em knit produzido com fios reciclados de PET, solados em poliuretano expandido (E-TPU), bolsas em couro com técnicas modernas de fabricação e modelos desenvolvidos por alunos do Senai, incluindo uma bota feminina em couro e um tênis escolar voltado a projeto social.

Fórum CICB de Sustentabilidade debate Inteligência Artificial e transformação da indústria do couro

No dia 4 de março, a programação técnica contará com o Fórum CICB de Sustentabilidade 2026, que terá como tema “Indústria e Transformação com Inteligência Artificial”. O encontro reunirá especialistas e lideranças empresariais para discutir como a IA está impactando a operação, a gestão e os avanços em ESG na cadeia produtiva do couro.

O fórum é promovido pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, por meio do projeto Brazilian Leather.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 58 Visualizações
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Governador Eduardo Leite participa do Fecomércio-RS Debate nesta quarta-feira

Por Marina Klein Telles 23/02/2026
Por Marina Klein Telles

Nesta semana, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, participa do Fecomércio-RS Debate, encontro que reúne empresários e lideranças do setor de comércio de bens, serviços e turismo para discutir temas estratégicos para o desenvolvimento do Estado. O evento acontece nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, a partir das 11h30, na sede da Fecomércio-RS, em Porto Alegre, no formato de palestra-almoço. Esta será a primeira edição do projeto em 2026.

Na pauta, o governador fará uma avaliação do cenário do Rio Grande do Sul no último ano, com destaque para os avanços do Plano Rio Grande, ações de reconstrução, investimentos em infraestrutura e perspectivas para o ambiente de negócios. O público também poderá encaminhar perguntas ao convidado. “O Fecomércio-RS Debate cumpre um papel estratégico ao aproximar o setor produtivo das principais lideranças do Estado, criando um espaço qualificado para o diálogo e a construção de soluções”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/02/2026 0 Comentários 34 Visualizações
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Missão do Sebrae RS à NRF impulsiona varejo gaúcho a rever estratégia com inteligência artificial

Por Marina Klein Telles 23/02/2026
Por Marina Klein Telles

A participação de empreendedores gaúchos na NRF Retail’s Big Show 2026 começa a produzir desdobramentos concretos no planejamento de empresas do Estado. Para o Sebrae RS, que liderou a missão empresarial à maior feira de varejo do mundo, o momento agora é de transformar repertório em ação. No segmento especializado em dança, a Ballare Malhas já revisa processos internos com base nas discussões sobre inteligência artificial apreendidas.

Com quatro lojas – em Farroupilha, Caxias do Sul, Porto Alegre e Joinville (SC) – a Ballare atua na confecção e comercialização de roupas, calçados e acessórios para dança. Proprietária da marca, Viviane Feltrin avalia que a edição deste ano consolidou uma virada no debate sobre tecnologia no varejo. “A NRF é sempre uma oportunidade de oxigenar as ideias e observar as mudanças do mercado. Neste ano, ficou claro que a IA deixou de ser tendência futura. Ela já está incorporada à rotina de muitos negócios pelo mundo”, afirma.

Segundo a empresária, o diferencial competitivo não está mais no acesso à ferramenta, mas na capacidade de uso estratégico. Para ela, a inteligência artificial tende a se tornar base operacional do setor. “A IA está virando commodity. O que vai diferenciar as empresas é como o humano aplica essa inteligência dentro do negócio. O futuro está na convergência entre tecnologia e sensibilidade humana”.

Viviane acredita que o debate sobre substituição de mão de obra precisa ser tratado sob outra perspectiva. “A IA não substitui o humano. Mas um profissional que utiliza IA pode ocupar o espaço de quem não utiliza”, pontua. A partir dessa leitura, a empresária retornou com uma meta definida: aprofundar o uso da tecnologia para tornar a operação mais eficiente e qualificar resultados. “Quero identificar em quais momentos a inteligência artificial pode nos ajudar a melhorar desempenho e entregar mais valor ao cliente”.

Para o Sebrae RS, a maturidade na interpretação dos conteúdos apresentados na NRF é o que determina o impacto da missão. O especialista em varejo da instituição, Fabiano Zortéa, observa que o evento amplia a visão estratégica do empresário. “A feira apresenta movimentos globais, mas o ganho real acontece quando o empreendedor traduz essas referências para sua realidade e implementa mudanças consistentes no próprio negócio”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/02/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Business

Em carta a Alckmin, Fiergs aponta riscos da redução da jornada de trabalho e das tarifas dos EUA à competitividade

Por Marina Klein Telles 20/02/2026
Por Marina Klein Telles

Os riscos à competitividade com o possível fim da jornada trabalho 6×1, projeto que está tramitando no Congresso, e os impactos relacionados à continuidade das tarifas americanas sobre produtos brasileiros foram alertas feitos pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) em carta entregue pelo vice-presidente da FIERGS e presidente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC Caxias), Ubiratã Rezler, ao vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, na quinta-feira (19), na abertura da Festa da Uva, em Caxias do Sul.

O documento, assinado pelo presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, afirma que “reduzir constitucionalmente a jornada para 36 horas semanais, concentradas em até quatro dias, pode gerar impactos relevantes sobre a economia e o setor produtivo, especialmente no contexto brasileiro de baixa produtividade e heterogeneidade setorial. A medida tende a aumentar custos, reduzir competitividade, desestimular investimentos e dificultar a geração de emprego”, diz o texto, destacando que a legislação já permite ajustes por negociação coletiva.

Sobre as tarifas americanas, a carta alerta que a manutenção das taxações permanece prejudicando de forma significativa as exportações gaúchas, sobretudo as do setor industrial. “Setores intensivos em emprego e altamente dependentes do mercado norte-americano foram fortemente atingidos, com quedas expressivas”, afirma o texto, destacando a retração das exportações em segmentos como tabaco (-66,7%), armas e munições (-69,1%) e veículos e autopeças (-53,4%). O documento reforça ainda a necessidade de retomada das negociações bilaterais, com o intuito de “mitigar e, ainda mais urgentemente, eliminar as medidas que prejudicam a competitividade da indústria brasileira”.

Além disso, a entidade elencou outras duas pautas prioritárias: a criação do fundo constitucional do Sul, que permitiria ampliar o acesso a crédito com condições diferenciadas e estimular a modernização da indústria, considerando que atualmente o Estado enfrenta desafios estruturais relacionados à infraestrutura, inovação e sustentabilidade; e a flexibilização da cláusula de manutenção ou ampliação de emprego nos contratos de financiamento emergencial do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em razão da destruição da infraestrutura produtiva, da dispersão das equipes e do agravamento do apagão de mão de obra no Estado.

Foto: Dudu Leal/divulgação | Fonte: Assessoria
20/02/2026 0 Comentários 48 Visualizações
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