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Stephany Foscarini

Stephany Foscarini

Variedades

Sicredi Vale do Rio Pardo arrecada 26 toneladas de alimentos em ação do Dia C

Por Stephany Foscarini 09/08/2021
Por Stephany Foscarini

A grande mobilização de arrecadação de alimentos não perecíveis rendeu 26 toneladas de mantimentos para entidades assistenciais dos nove municípios da base de atuação da Sicredi Vale do Rio Pardo. A soma total é proveniente das 13 toneladas recolhidas pelos colaboradores da Cooperativa, com o envolvimento de entidades, organizações e lideranças em uma grande parceria comunitária. As outras 13 toneladas foram da contrapartida da Sicredi para potencializar as doações, valorizar a iniciativa e impactar mais pessoas com a campanha. A ação integrou e foi inspirada nas atividades do Dia de Cooperar (Dia C), que ocorreu no dia 3 de julho, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop-RS).

Toda a mobilização aconteceu durante os meses de junho e julho nas agências da Sicredi Vale do Rio Pardo e em estabelecimentos comerciais parceiros. Ela foi realizada pelos colaboradores da Cooperativa de forma voluntária e espontânea, em que colocaram em prática valores e princípios cooperativistas. Além da arrecadação nos pontos físicos, estratégias foram criadas para angariar os alimentos, como carreata, ações de sensibilização, reforço dos estudantes das cooperativas escolares, entre outras.

O presidente da Sicredi Vale do Rio Pardo, Heitor Álvaro Petry, destaca três aspectos principais da campanha, a iniciativa voluntária de todos os colaboradores, a comunidade que foi receptiva e solidária, e as entidades, pessoas e famílias que serão beneficiadas com os alimentos. “Todos merecem o nosso reconhecimento, o nosso aplauso. Agradeço às comunidades que se empenharam e abraçaram a causa junto com os colegas da Sicredi. Todos entenderam o quanto a ação representa para a comunidade, a importância dela para as entidades que irão receber as doações. Uma ação histórica e transformadora na vida de várias pessoas e famílias e de apoio a instituições”, salienta Petry.

A iniciativa também enalteceu o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU). Conforme o coordenador de Programas Sociais da Cooperativa, Marco Antonio da Rocha, a quantidade de alimentos arrecadados representa 1.996 cestas básicas, que alimentam 1.996 famílias de quatro pessoas, em média, por mês, o que seriam 7.982 pessoas alimentadas por 30 dias. “Nossa arrecadação, por exemplo, poderia alimentar toda a população de Herveiras e Vale Verde durante um mês inteiro. O hospital de Venâncio Aires, uma das entidades beneficiadas, ficará abastecido por três meses com o repasse de cinco toneladas de alimentos arrecadados”, exemplifica o coordenador.

Saiba mais

Número de alimentos arrecadados por município

Vera Cruz – 1.550 kg
Venâncio Aires – 10.998 kg
Passo do Sobrado – 1200 kg
Santa Cruz do Sul – 8.798 kg
Sinimbu – 500 kg
Rio Pardo – 740 kg
Herveiras – 557 kg
General Câmara – 1.200 kg
Vale Verde – 400 kg

Entidades beneficiadas com as doações

Vera Cruz – Liga Feminina de Combate ao Câncer, Hospital Vera Cruz, Associação de Amigos Especiais (ADAE) e Assistência Social

Venâncio Aires – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Liga de Combate ao Câncer Feminino, Centro Promocional João XXIII, Banco de Alimentos, Hospital São Sebastião Mártir e ONG Joaninhas do Bem

Passo do Sobrado – Centro de Referência da Assistência Social (CRAS)

Santa Cruz do Sul – Grupo do Bem, Grupo Quanto Vale Um Sorriso (QVUS), Associação de Auxílio aos Necessitados (Asan), Filhos de Sião (Ministério Sião), Paróquia Santo Antônio, Paróquia Espírito Santo, Comunidade Jesus Mestre da Palavra, Rotary Club Cidade Alta – Linha Santa Cruz, Hospital Monte Alverne, Escola Municipal de Ensino Infantil Pão de Mel, Hospital Dr. Anuar Aesse e famílias em situação de vulnerabilidade social da localidade – parceria com Estratégia Saúde da Família (ESF) de Alto Paredão

Sinimbu – Famílias atingidas pela pandemia que tenham contato com as entidades parceiras locais

Rio Pardo – Casa da Criança e Lar Esperança Mary Taranger

Herveiras – Centro de Referência da Assistência Social (CRAS)

General Câmara – Centro de Referência da Assistência Social (CRAS)

Vale Verde – Centro de Referência da Assistência Social (CRAS)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2021 0 Comentários 702 Visualizações
Variedades

Gerdau investe em desenvolvimento social e cultura no Rio Grande do Sul

Por Stephany Foscarini 09/08/2021
Por Stephany Foscarini

A Gerdau, reiterando seu compromisso com o desenvolvimento social das regiões onde atua, investiu mais de R$ 15 milhões em projetos sociais no Rio Grande do Sul por meio das leis de incentivo fiscal, reforçando a conexão da empresa com suas raízes. Deste total, R$ 8,7 milhões foram direcionados para projetos culturais no estado. Os recursos apoiam importantes ações, como as restaurações da sala da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), do Centro Cultural Estação Férrea Carlos Barbosa, da biblioteca da Brigada Militar, do Palácio Piratini e a continuidade da construção do complexo do Multipalco, junto ao Theatro São Pedro. A empresa acredita no incentivo à cultura como um indutor do desenvolvimento humano, possibilitando o acesso universal a experiências culturais e de aprendizagem em museus, teatros e exposições, bem como na preservação da história gaúcha por meio de iniciativas de preservação dos seus patrimônios.

Sobre a Gerdau

É a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Em janeiro deste ano, completou 120 anos de uma história de solidez, contribuição para o desenvolvimento e legado para uma sociedade em evolução constante. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em 10 países e conta com mais de 30 mil colaboradores diretos e indiretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: 73% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, são 11 milhões de toneladas de sucata que são transformadas em diversos produtos de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3), Nova Iorque (NYSE) e Madri (Latibex).

Nossa história

Da fábrica familiar de pregos em Porto Alegre (RS) a uma gigante da cadeia do aço internacional, a trajetória da Gerdau começa a partir da compra da Cia Fábrica de Pregos Pontas de Paris por João Gerdau, em 1901. O imigrante alemão marcou seu pioneirismo empreendedor, que se tornou a chama que se mantém acesa até hoje, 120 anos após sua fundação. Na última década, a Gerdau segue fazendo história por meio de uma transformação cultural e digital baseada no compromisso de moldar um futuro cada vez mais sustentável.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2021 1 Comentário 1,K Visualizações
Variedades

Rio Grande do Sul registra aumento nos Reconhecimentos de Paternidade em 2021

Por Stephany Foscarini 09/08/2021
Por Stephany Foscarini

Quase 5 mil crianças nascidas no Rio Grande do Sul neste ano tiveram motivos para festejar no Dia dos Pais no Brasil. Com uma série de ações voltadas à facilitação do reconhecimento de paternidade, responsáveis por diminuir pela metade a falta do nome do pai na certidão de nascimento no Brasil, o número de recém-nascidos que possuem somente o nome da mãe no registro representou um crescimento em 2021.

Desde 2012, o procedimento para reconhecimento de paternidade se tornou mais simples e fácil no País. Ao ser feito diretamente nos Cartórios de Registro Civil, sem a necessidade de processo judicial, possibilitou um crescimento de registros de reconhecimentos de paternidade em 2021 entre janeiro a julho, comparado ao mesmo período de 2020. Nos primeiros seis meses do ano foram 192 registros, enquanto 153 foram realizados no ano passado até o mês de julho.

No entanto, há quatros anos o percentual de crianças com apenas o nome da mãe na certidão de nascimento voltou a subir, crescendo para 4,5% em 2018, 5,7% em 2019, 5,8% em 2020 e permanecendo em 5,8% em 2021. Já os atos de reconhecimento de paternidade, que totalizaram 120 atos em 2019, subiram para 300 em 2020, e até o momento somam 192 atos em 2021, proporcionalmente 25,4% maior que os seis primeiros meses do ano anterior.

O reconhecimento de paternidade é de grande importância para identificar os pais que não reconheceram seus filhos no ato do registro e ainda garantir que assumam as suas responsabilidades e garantam os direitos de seus filhos”.

“O reconhecimento de paternidade é de grande importância para identificar os pais que não reconheceram seus filhos no ato do registro e ainda garantir que assumam as suas responsabilidades e garantam os direitos de seus filhos, e os Cartórios de Registro Civil estão aqui para facilitar esse processo de inclusão do nome do pai na certidão e reduzir o número de pessoas sem paternidade reconhecida”, destacou o presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Rio Grande do Sul (Arpen/RS), Sidnei Hofer Birmann.

Como fazer

Para dar início ao processo de reconhecimento de paternidade, basta que a mãe, o pai ou o filho, caso tenha mais de 18 anos, compareçam a um Cartório de Registro Civil. Caso a iniciativa para reconhecimento da paternidade seja do próprio pai, basta que ele compareça a qualquer Cartório de Registro Civil com a cópia da certidão de nascimento do filho. Se a criança for menor de idade, é necessário o consentimento da mãe. Em caso de filho maior, basta o consentimento do adulto a ser reconhecido. Após a coleta dos dados, o nome do pai será incluído no registro de nascimento da criança.

Caso o pai queira fazer o reconhecimento, mas não consiga obter a anuência da mãe ou do filho maior a ser reconhecido, o caso é enviado então ao juiz competente, que decidirá a questão. Para facilitar o procedimento, é possível que a concordância da mãe – caso o filho seja menor – ou do filho – se ele for maior de idade, seja obtida em Registro Civil distinto daquele onde consta o registro de nascimento.

No caso da mãe que queira que o pai reconheça seu filho menor de 18 anos, ela deve ir ao Cartório de Registro Civil tendo em mãos a certidão de nascimento do filho e preencher ali um formulário padronizado indicando o nome do suposto pai. Feito isso, é iniciado o processo de investigação de paternidade oficiosa, procedimento obrigatório iniciado pelo cartório, quando o registro de nascimento for feito apenas com o nome da mãe e ela indicar o nome do suposto pai.

Nesta situação, o Cartório envia ao juiz competente a certidão de nascimento e os dados do suposto pai, que será convocado a se manifestar em juízo sobre a paternidade. Se o suposto pai se recusar a se manifestar ou se persistir a dúvida, o caso é encaminhado ao Ministério Público para abertura de ação judicial de investigação de paternidade e realização de exame de DNA. Se o suposto pai se recusar a realizar o exame, poderá haver presunção de paternidade, a ser avaliada juntamente com o contexto probatório.

Se a decisão de pedir o reconhecimento for do filho e ele for maior de 18 anos, ele mesmo pode procurar o Cartório de Registro Civil e preencher o formulário padronizado indicando o nome do suposto pai. Para isso, basta que tenha em mãos sua certidão de nascimento. O cartório encaminhará o formulário preenchido para o juiz da cidade onde o nascimento foi registrado, que consultará o suposto pai sobre a paternidade que lhe é atribuída. Esse procedimento geralmente dura cerca de 45 dias.

Pais socioafetivos

Desde novembro de 2017 também é possível realizar o reconhecimento de paternidade socioafetiva em Cartório de Registro Civil – aquele onde os pais criam uma criança mediante uma relação de afeto, sem nenhum vínculo biológico, mediante a concordância da mãe e do pai biológico, em caso de filhos menores, e do filho a ser reconhecido em caso de maiores de 18 anos. Até março de 2019, 44.942 averbações de paternidade/maternidade socioafetiva haviam sido realizadas nos cartórios brasileiros.

Em 2019, uma nova norma da Corregedoria Nacional de Justiça alterou o antigo procedimento, limitando o procedimento para pessoas com mais de 12 anos. A pessoa a ser reconhecida deverá sempre comparecer ao Cartório para manifestar sua concordância com o reconhecimento socioafetivo.

Neste procedimento, caberá ao registrador civil atestar a existência do vínculo afetivo da paternidade ou maternidade mediante apuração objetiva por intermédio da verificação de elementos concretos: inscrição do pretenso filho em plano de saúde ou em órgão de previdência; registro oficial de que residem na mesma unidade domiciliar; vínculo de conjugalidade – casamento ou união estável – com o ascendente biológico; entre outros.

Atendidos os requisitos para o reconhecimento da maternidade ou paternidade socioafetiva, o registrador deverá encaminhar o expediente ao representante do Ministério Público para parecer. Se o parecer for desfavorável, o registrador comunicará o ocorrido ao requerente e arquivará o requerimento.

Sobre a Arpen/RS

A Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio Grande do Sul (Arpen/RS) é a entidade representativa dos 414 Cartórios de Registro Civil do Estado, presentes em todos os municípios, realizando os principais atos da vida de uma pessoa: nascimento, casamento e óbito. A Arpen/RS foi fundada em 24 de janeiro de 1998 e sua sede está localizada no Centro Histórico de Porto Alegre.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2021 0 Comentários 462 Visualizações
Variedades

Diretora de Inovação da Feevale integra comitê científico da Anprotec

Por Stephany Foscarini 09/08/2021
Por Stephany Foscarini

A diretora de Inovação da Universidade Feevale, Daiana de Leonço Monzon, vai integrar o Comitê Cientifico da 31ª Conferência da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). O grupo tem a responsabilidade de avaliar os artigos e os relatos de boas práticas que serão apresentados no evento anual da entidade, que acontecerá entre os dias 10 e 12 de novembro, em formato on-line, com o tema The great reset: a redefinição dos ambientes de inovação.

Para Daiana, representar a Universidade Feevale e o Feevale Techpark no comitê cientifico do evento possibilitará uma nova experiência e responsabilidade. “Mostra que nós estamos sendo reconhecidos regionalmente e nacionalmente por instituições e pelos próprios ambientes de inovação que compõem toda essa associação nacional de parques, demonstrando a credibilidade por todo o trabalho que estamos realizando”, destaca. “É uma honra ser uma das 46 pessoas selecionadas para esse comitê, que tem a missão de contribuir na avaliação dos artigos e das boas práticas que serão apresentadas no evento, bem como na qualidade como um todo dessa edição da conferência da Anprotec”, complementa.

Sobre Daiana

Daiana de Leonço Monzon é doutoranda e mestre em Diversidade Cultural e Inclusão Social e graduada em Comunicação Social pela Universidade Feevale. Entre 2011 e 2014, foi chefe de Gabinete da Secretaria de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico do Estado do Rio Grande do Sul.

Daiana de Leonço Monzon

Diretora de Inovação da Feevale desde 2018, é responsável pelo Feevale Techpark e pela Incubadora Tecnológica da Feevale, atuando no desenvolvimento de projetos empreendedores. Também coordena, desde o ano passado, os comitês Estratégico e Técnico da Região Metropolitana e Litoral Norte do programa Inova RS, do Governo do Rio Grande do Sul, que tem o objetivo de tornar o Estado uma potência na área de inovação até 2030.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2021 0 Comentários 620 Visualizações
Saúde

Círculo Saúde e ARH Serrana promovem palestra sobre saúde do coração e desempenho profissional

Por Stephany Foscarini 09/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Círculo Saúde e a ARH Serrana promovem na quarta-feira, 11, mais uma edição online do programa Gente Cuidando de Gente. Desta vez, o tema abordará como a saúde do coração contribui para o desempenho profissional e a qualidade de vida.

A palestra ocorre das 11h às 12h, via plataforma Zoom, é gratuita para associados da ARH Serrana e as inscrições podem ser feitas no site. O objetivo é abordar o tema sobre os cuidados cardíacos e como eles contribuem para o desempenho das pessoas no ambiente profissional e na melhora na qualidade de vida.

Os convidados serão o médico cardiologista, diretor do Ipcardio, Centro de Especialidades em Cardiologia do Círculo, Dr. Edie Mello de Oliveira, e o médico coordenador do PCMSO da Castertech – Grupo Randon, especialista em medicina do trabalho, Dr. Rafael Viezzer.

A qualificação tem como público alvo profissionais atuantes na área de Recursos Humanos, Assistente Social, Gestores, profissionais da saúde e demais interessados.

O investimento é gratuito para associados ACINP. As inscrições vão até o dia 11 de agosto e podem ser feitas on-line, no link.

Interessados devem utilizar o cupom ARHACINP no momento da inscrição para validar a gratuidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2021 0 Comentários 509 Visualizações
Cidades

Prefeitos da Região Metropolitana debatem sobre a crise do transporte

Por Stephany Foscarini 09/08/2021
Por Stephany Foscarini

Prefeitos da Associação dos Municípios da Grande Porto Alegre (Granpal) se reuniram no sábado (7), para debater a crise do transporte metropolitano, que está sob ameaça de paralisação. A reunião emergencial convocada pelo presidente da entidade e prefeito da Capital, Sebastião Melo (MDB), entrou em consenso de que o entrave precisa ser dividido com o governo federal e com o governo do Estado, responsável pelas concessões.

O conjunto de líderes municipais deve se encontrar com o governador Eduardo Leite para buscar uma saída coletiva na próxima semana. A curto prazo, a proposta é que o Piratini isente o ICMS do diesel e outros insumos do transporte, garantindo a redução dos custos de operação. Chamar a gestão estadual e a União para participar desta construção está na pauta na Granpal.

Este debate é da sociedade. Hoje, a passagem está cara e as linhas reduzidas. O resto do mundo já resolveu esse problema e o Brasil ainda não”.

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul também se soma ao debate. Por iniciativa da deputada estadual Patricia Alba (MDB), a pauta proposta pelos prefeitos será discutida em audiência pública. “Este debate é da sociedade. Hoje, a passagem está cara e as linhas reduzidas. O resto do mundo já resolveu esse problema e o Brasil ainda não. Esse debate não é isolado nosso, precisa ser do país”, afirmou Melo. Ele disse, ainda, que tem discutido com prefeitos de diversas capitais o assunto e que buscará dar eco à pauta em Brasília com apoio da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi (PT), reforçou que a greve do transporte foi prorrogada e que o problema vai se agravar, caso não surja uma solução efetiva. “A crise é profunda e o problema deve ser compartilhado”, enfatizou. Já o líder do Executivo de Gravataí, Luiz Zaffalon (MDB), disse que atualmente o número de usuários corresponde a 40% do que havia em 2013. “Essa é a realidade de praticamente todas as cidades. O sistema faliu. Precisamos criar o SUS do transporte público, com a participação de todos entes federados”, defendeu.

“Toda população metropolitana vai e vem de Porto Alegre e, mesmo que andem de trem, antes de chegar na linha do trem, pegam o transporte municipal. É integrado na necessidade, mas desintegrado no planejamento e na operação”, defende o prefeito de Sapucaia do Sul, Volmir Rodrigues (Progressistas).

Se parar o transporte, tudo para

O trabalhador anda de ônibus e se o transporte parar, tudo para: saúde, economia, comércio”.

A preocupação do conjunto de prefeitos também é pelo aumento do problema social que uma greve pode acarretar. Melo garante que, somente no Hospital Santa Casa de Misericórdia, mais de 500 profissionais dependem do transporte público metropolitano. “O trabalhador anda de ônibus e se o transporte parar, tudo para: saúde, economia, comércio”, salienta. A deputada estadual Patrícia Alba disse que a paralisação pode comprometer 60% do transporte de uma região que possui mais de 3 milhões de habitantes. “O problema é profundo e urgente. Passa pelas prefeituras, mas também pela Assembleia, pelo Estado e pela União”, argumenta.

Suspensão temporária da paralisação

Ainda na tarde de sexta-feira (6), o governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Articulação com os Municípios (SAAM), se reuniu com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários Intermunicipais, de Turismo e Fretamento da Região Metropolitana (SindiMetropolitano), com a Associação dos Transportadores Intermunicipais Metropolitanos de Passageiros (ATM) e com o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do RS (SETERGS) e definiu a criação de um grupo de trabalho emergencial para a discussão de alternativas para a pauta. Com o acordo, o movimento de greve previsto para a próxima semana foi temporariamente suspenso.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/08/2021 0 Comentários 550 Visualizações
Variedades

CDL Santa Cruz adere à campanha da Apae

Por Stephany Foscarini 07/08/2021
Por Stephany Foscarini

A CDL Santa Cruz aderiu à atividade da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), que está realizando a campanha Agosto Laranja, com o tema “É tempo de transformar conhecimento em ação”. A ideia é que as empresas decorem suas fachadas e vitrines no mês de agosto com a cor laranja, alusiva ao mês da Pessoa com Deficiência, para fazer com que a campanha visual chame a atenção da população para que a mesma busque mais informações sobre a deficiência, políticas públicas e direitos das pessoas com deficiência.

“Recebemos este contato da diretoria da Apae e estamos conscientizando nossos associados a se envolver nesta campanha”, cita o presidente Ricardo Fernando Bartz. A sugestão é que as lojas sejam decorados com laços, bandeirinhas e faixas, nas cores laranja durante todo o mês de agosto e cartazes sobre inclusão.

Segundo a Apae, o objetivo é divulgar conhecimento sobre as condições sociais das pessoas em situação de deficiência intelectual e múltipla, como meio de transformação da realidade, superando as barreiras que as impedem de participar coletivamente em igualdade de condições com as demais pessoas.

A cada ano será definido um tema, que busca conscientizar a sociedade acerca de determinadas necessidades para inclusão plena. Autonomia, protagonismo e independência, têm sido conceitos recorrentes; a campanha tem sido uma ferramenta para promoção de uma atitude de eminência para com a pessoa em situação de deficiência intelectual múltipla em diversos campos da vida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2021 0 Comentários 550 Visualizações
Variedades

Exportações de carne suína alcançam 102,7 mil toneladas em julho

Por Stephany Foscarini 06/08/2021
Por Stephany Foscarini

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 102,7 mil toneladas em julho. O volume supera em 2,2% o desempenho registrado no mesmo período de 2020, quando foram embarcadas 100,4 mil toneladas. A receita totalizou US$ 246,4 milhões, resultado 21,3% superior aos US$ 203,1 milhões alcançados em julho do ano passado. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado do ano, as exportações de carne suína alcançaram 665,4 mil toneladas. Uma alta de 14,76% na comparação com as 579,8 mil toneladas vendidas no mesmo período de 2020. Com isso, a receita no período chegou a US$ 1,596 bilhão. O número é 24,8% maior que o registrado entre janeiro e julho do ano passado — com US$ 1,279 bilhão.

Entre os principais destinos das exportações, a China importou 348,4 mil toneladas nos sete primeiros meses de 2021, número 23,5% acima do embarcado em 2020 no mesmo período. Outro destaque é o Chile, com importações de 37,7 mil toneladas (+80,3% no mesmo período), além do Uruguai, com 25 mil toneladas (+8,6%), Angola, com 18,2 mil toneladas (+4%), Argentina, com 16,2 mil toneladas (+85,2%) e Filipinas, com 13,5 mil toneladas (+197%).

“O expressivo aumento da receita das exportações sinalizam, entre outros pontos, o repasse das fortes altas dos custos de produção que alcançam o mercado internacional, assim como no mercado doméstico. O quadro sanitário da Ásia segue pressionando a demanda dos países da região por proteína animal de outras nações, incluindo o Brasil. Ao mesmo tempo, os países da América do Sul têm buscado apoio em nosso setor produtivo para complementar a sua oferta interna, favorecendo a expectativa de um fechamento de ano em patamares de exportação novamente acima de 1 milhão de toneladas”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Rio Grande do Sul

Segundo a ABPA, o volume de carne suína embarcado pelo Estado no mês de julho ficou em 25,87 mil toneladas. O resultado representa uma leve queda de 4,45% na comparação com o mesmo período de 2020, quando foram exportadas 27,07 mil toneladas. Mesmo assim, houve aumento na receita. O valor total das vendas ao exterior alcançou os US$ 63,75 milhões, o que significa uma alta de 9,24% na comparação com os US$ 58,30 milhões alcançados em julho do ano passado.

Entre janeiro e julho, os dados também são positivos. O Rio Grande do Sul embarcou 179,54 mil toneladas. O desempenho é 22,7% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 146,33 mil toneladas. A receita cresceu 25,18%, passando de US$ 356,78 milhões nos sete primeiros meses de 2020 para US$ 446,63 milhões nos primeiros sete meses de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2021 0 Comentários 564 Visualizações
Variedades

Exportações gaúchas de carne de frango crescem 44,17% em receita no mês de julho

Por Stephany Foscarini 06/08/2021
Por Stephany Foscarini

O Rio Grande do Sul exportou 58,96 mil toneladas de carne de frango em julho. O resultado é 1,51% maior do que as 58,08 mil toneladas embarcadas no mesmo período de 2020. Em receita, a alta foi expressiva. As vendas somaram US$ 103,78 milhões no mês passado, o que significa um salto de 44,17% na comparação com os US$ 71,98 milhões registrados em julho de 2020. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No acumulado do ano, o volume de carne de frango vendida ao exterior ficou em 441,11 mil toneladas, contra 390,87 mil toneladas no mesmo período do ano passado — uma alta de 5,18%. Em receita, as exportações somaram US$ 663,78 milhões entre janeiro e julho deste ano. O valor é 23,77% superior ao registrado entre janeiro e julho de 2020, quando foram alcançados US$ 536,31 milhões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2021 0 Comentários 570 Visualizações
Variedades

Estímulo de aves e suínos para as culturas de inverno

Por Stephany Foscarini 06/08/2021
Por Stephany Foscarini

Para manter o que chama de “caminho irreversível”, como o maior exportador mundial de carne de frango e um dos cinco maiores de carne suína, o ex-ministro Francisco Turra, presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), ressaltou a importância de cereais como trigo, cevada e triticale para a cadeia produtiva durante o Fórum Nacional do Milho 2021, realizado em formato online. O consumidor sentiu no bolso o alto custo de produção e as sucessivas quebras do milho nos preços das carnes de aves e suínos. “A alternativa está nas mãos de vocês”, afirmou Turra.

Queremos dobrar a produção de cereaies de inverno, chegando a 5 milhões de hectares plantados nos próximos 10 anos. Isso vai aumentar em 6% o PIB do Rio Grande do Sul”.

Turra ressaltou que mesmo com a diminuição nos resultados de estados como o Rio Grande do Sul, o Brasil foi o único país a crescer na produção e exportação de proteína animal no mundo durante a pandemia. “O crescimento no Centro-Oeste mostra que o custo de produção na região Sul está encarecendo. Estamos perdendo espaço e competitividade. Os cereais de inverno surgem como grande alternativa,” destacou Turra. A meta é ambiciosa: “Queremos dobrar a produção de cereais de inverno, chegando a 5 milhões de hectares plantados nos próximos 10 anos. Isso vai aumentar em 6% o PIB do Rio Grande do Sul.”

Para isso, Turra garantiu o apoio total e irrestrito da indústria, que busca cooperativas e produtores para assumir o compromisso de compra futura dos grãos. “Queremos excedentes de qualidade para alimentação animal. Produza o melhor trigo que ele será utilizado para alimentação humana. Se não for na panificação, será nas carnes de aves e suínos. Como um apaixonado pelo agro, espero que o trigo, a cevada e o triticale ganhem notoriedade,” ressaltou Turra, destacando as múltiplas capacidades dos grãos de inverno.

Otimização de culturas de inverno

Turra falou do trabalho de incentivo ao cultivo de cereais de inverno realizado desde o primeiro semestre deste ano entre Embrapa Trigo, realizadora do Fórum, ABPA e Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (FARSUL). Estudos da unidade de pesquisa científica de Passo Fundo (RS), validados pela Embrapa Suínos e Aves, de Concórdia (SC) mostraram equivalência nutricional, em alguns casos de até 100%, para trigo, cevada e triticale na substituição ao milho na ração de aves e suínos — que representa 65% da composição.

O movimento conta com a participação ainda de outras entidades apoiadoras como a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Associação das Empresas Cerealistas do Rio Grande do Sul (ACERGS), Yara Brasil, Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos (SIPS) e Fundo de Defesa Sanitária do Estado do RS (Fundesa).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2021 0 Comentários 553 Visualizações
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