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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Cultura

Casa da Orquestra avança na primeira etapa com entrega do estudo técnico de caracterização do imóvel histórico

Por Marina Klein Telles 10/02/2026
Por Marina Klein Telles

O projeto da Casa da Orquestra deu um passo decisivo com a entrega dos Levantamentos e do Estudo Técnico de Caracterização do Antigo Salão Schmitt-Streb. Esta é a primeira etapa do Projeto de Restauro Arquitetônico encomendado pelo Instituto Arlindo Ruggeri (IAR) para o restauro do imóvel histórico localizado no bairro Hamburgo Velho, em Novo Hamburgo (RS). Depois de requalificado, ele abrigará os projetos desenvolvidos pelo IAR, incluindo a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo. O documento, produzido nos últimos meses pela equipe do arquiteto Jorge Stocker Jr., reúne o levantamento da edificação realizado com laser scanner 3d, além de análises históricas, arquitetônicas, estruturais e estratigráficas que servirão de base para as próximas etapas do restauro.

O trabalho mostra características originais de uma edificação profundamente modificada ao longo do século XX, mas que ainda mantém camadas importantes de sua história. Segundo Stocker, a principal descoberta está justamente na possibilidade de recompor elementos da fachada original. “Tínhamos dúvida se conseguiríamos restaurar o padrão construtivo da casa, tão descaracterizada ao longo do tempo”, explica o arquiteto. “Encontramos uma base de coluna que vai nos ajudar a reconstituir parte da decoração da fachada. Encontrar esses elementos remanescentes foi um achado porque nos permite propor uma restauração qualificada.”

A pesquisa também revelou surpresas na fachada dos fundos do imóvel, onde intervenções mais recentes haviam ocultado completamente seu aspecto original. “Na fachada dos fundos, sobre a qual não se tinha ideia em função de um anexo construído, encontramos grandes arcos de varanda. Não esperávamos esse tipo de arcos amplos. Essa descoberta muda nossa compreensão da composição original e nos direciona para que possamos deixar o restauro ainda mais respeitoso ao aspecto idealizado pelos seus construtores”.

Diagnóstico do estado de conservação

A etapa entregue ao Instituto reúne levantamento arquitetônico, histórico, análise iconográfica, prospecções cromáticas, estudo das estruturas e documentação fotográfica do imóvel e do seu entorno. Trata-se de uma investigação que parte das camadas de pintura e reboco até a leitura da evolução arquitetônica, relacionando a história da casa ao desenvolvimento urbano de Hamburgo Velho.

De acordo com Stocker, o diagnóstico mostra que boa parte dos danos atuais não decorre apenas do abandono, mas de intervenções sucessivas que alteraram o comportamento estrutural da edificação. “Há uma estrutura de concreto acrescentada no século XX que está danificando a alvenaria. O diagnóstico é fundamental para entendermos o que precisa ser retirado e como estabilizar o sistema construtivo original”, explica.

Com o estudo de retirada de partes incompatíveis com o bem tombado concluído, a equipe passa agora a estudar as possibilidades de reorganização do conjunto arquitetônico e das novas estruturas que deverão ser implantadas. “Com as demolições, estamos pensando as novas configurações e o novo anexo que será construído para dar conta das necessidades do Instituto”, completa Stocker.

Transformar a história em futuro

Para o Instituto Arlindo Ruggeri, o estudo técnico é uma etapa simbólica: marca o início concreto da recuperação de um dos imóveis mais emblemáticos de Hamburgo Velho e o início dos trabalhos que permitirão devolver vitalidade cultural a esse patrimônio. “Estamos falando de um imóvel histórico no coração de Hamburgo Velho, que tem tudo para se tornar um polo de cultura, educação musical e memória. Esse estudo reafirma que o restauro é possível e que estamos no caminho certo. Para nós, é emocionante ver ganhar forma um espaço que acolherá ensaios, formação musical e a vida cotidiana das nossas orquestras”, afirma o diretor artístico da OSNH, Gustavo Müller.

Com a etapa de caracterização concluída, o próximo estágio envolverá a elaboração das diretrizes de restauro e do projeto arquitetônico que definirá tanto a recuperação das partes históricas quanto as novas instalações necessárias ao funcionamento do Instituto. A expectativa é que, ao final do processo, o antigo Salão Schmitt-Streb recupere seu valor histórico e simbólico, tornando-se a Casa da Orquestra, um espaço de criação, formação e encontro da música hamburguense.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 52 Visualizações
Saúde

Estudo de vacina terapêutica contra melanoma aponta avanço no tratamento de casos avançados

Por Marina Klein Telles 10/02/2026
Por Marina Klein Telles

Resultados recentes de um estudo internacional de fase 2 reacendem a esperança no tratamento do melanoma, a forma mais agressiva de câncer de pele. A pesquisa avaliou uma vacina terapêutica baseada em tecnologia de mRNA, associada à imunoterapia já utilizada na prática clínica, e demonstrou potencial para reduzir a mortalidade em pacientes com doença avançada. O tema é acompanhado de perto pela Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS), diante do impacto que esse avanço pode representar para o manejo da doença no futuro.

De acordo com a dermatologista associada da SBD-RS, Sabrina Sanvido, o estudo chama a atenção por focar justamente em pacientes que apresentam os quadros mais graves da doença. “É um estudo muito promissor, porque ele acaba afetando pacientes em estágios clínicos avançados do melanoma, que já não respondem mais à imunoterapia sozinha ou às terapias convencionais. Então são pacientes que geralmente já têm uma doença bastante avançada”, explica.

Apesar do termo “vacina”, a especialista reforça que não se trata de uma estratégia preventiva contra o câncer de pele. Na realidade, ela é um tipo de imunoterapia. “É um tratamento que auxilia o sistema imunológico a identificar as células tumorais e, assim, combater essas células”, esclarece a dermatologista associada da SBD-RS, Sabrina Sanvido.

Outro ponto importante destacado pela médica é que, apesar dos resultados animadores, o tratamento ainda está em fase de investigação e realizado com um número reduzido de pacientes. Um estudo de fase 3, com uma amostra maior, é fundamental para confirmar esses resultados e, no futuro, pensar na incorporação desse tipo de tratamento à realidade clínica”.

O estudo acompanhou pacientes com melanoma em estágios 3 e 4 e apontou redução de até 49% no risco de recorrência ou morte pela doença. O melanoma é responsável pela maior parte das mortes por câncer de pele, apesar de representar uma parcela menor dos diagnósticos. Por isso, avanços no tratamento da doença em estágios avançados são considerados estratégicos para a redução da mortalidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 65 Visualizações
Business

Sebrae RS acompanha impactos da NRF 2026 em empresa do Vale do Caí

Por Marina Klein Telles 10/02/2026
Por Marina Klein Telles

A participação de empreendedores gaúchos na NRF Retail’s Big Show 2026, maior evento mundial do varejo, começa a se refletir em mudanças práticas nos negócios do Rio Grande do Sul. A avaliação é do Sebrae RS, que acompanha de perto como os aprendizados trazidos de Nova York estão sendo adaptados à realidade local. Um desses exemplos é a Móveis Hortêncio, indústria de cadeiras sediada em São José do Hortêncio, no Vale do Caí.

Realizada entre 11 e 13 de janeiro, a NRF 2026 reuniu líderes globais do setor sob o tema “The Next Now” e reforçou a urgência de decisões em um varejo cada vez mais orientado por dados, tecnologia e experiência. Para o Sebrae RS, o evento confirma movimentos já em curso no mercado e evidencia a necessidade de traduzir tendências globais em escolhas viáveis para os pequenos negócios.

Essa tradução começa a aparecer no retorno dos empreendedores ao dia a dia das empresas. Segundo o especialista em varejo do Sebrae RS, Fabiano Zortéa, o valor da NRF está menos na observação e mais na aplicação. “O evento oferece referências, mas o impacto acontece quando o empreendedor adapta essas ideias à sua realidade, ao seu porte e ao seu mercado”, aponta.

Entre os participantes da missão organizada pelo Sebrae RS está Eduarda Steffens, empresária, engenheira civil e diretora administrativa da Móveis Hortêncio, indústria de cadeiras localizada em São José do Hortêncio, no Vale do Caí. Atuando no atacado, a empresa tem como pilares a qualidade, a durabilidade e a personalização dos produtos. Para Eduarda, a experiência na NRF ampliou o olhar sobre o negócio ao permitir um distanciamento do operacional e uma análise mais estratégica da gestão.

Um dos principais aprendizados da feira, na avaliação da empresária, foi a integração entre tecnologia, gestão e propósito. A inovação, segundo ela, faz sentido quando está a serviço das pessoas e do relacionamento com o cliente. “A inteligência artificial ajuda a ganhar eficiência e apoiar decisões, mas ficou claro que vínculo, experiência e construção de comunidade continuam sendo centrais”, resume.

Essa percepção dialoga com as análises feitas pelo Sebrae RS durante a NRF. Os cases apresentados ao longo do evento reforçaram o uso da tecnologia como meio para otimizar processos, liberar tempo das equipes e qualificar a experiência do consumidor. Para Zortéa, o diferencial competitivo segue sendo humano. Ele observa que “dados e automação são fundamentais, mas é a forma como o negócio se relaciona com o cliente que sustenta valor no longo prazo”.

De volta ao Rio Grande do Sul, a Móveis Hortêncio já iniciou a aplicação prática desses aprendizados, com revisão de processos internos, melhorias na comunicação e uso mais estratégico de sistemas e informações. A busca é por eficiência operacional sem perda de identidade. A diretora da empresa gaúcha destaca que adaptar o conhecimento externo à realidade local tem impacto direto na gestão, na qualidade do serviço e na satisfação dos clientes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 106 Visualizações
Moda e beleza

Tricofest prepara sua divulgação

Por Marina Klein Telles 10/02/2026
Por Marina Klein Telles

Entre os dias 8 e 9 de fevereiro, a Tricofest realizou uma intensa produção de conteúdo para suas ações de divulgação. Ao longo dos dois dias, foram registradas milhares de fotografias e captados inúmeros
takes de vídeo, reunindo modelos adultos, infantis e também um modelo canino. Ao todo, foram utilizadas cerca de 120 composições diferentes durante as sessões de imagens. Além do estúdio fotográfico foram utilizadas duas locações externas. Em Picada Café valeu-se do Morro do Vento, ponto turístico de grande relevância, e em Nova Petrópolis da Kunz Haus, empreendimento que fica na icônica região do Morro Mallakof.

Os trabalhos foram dirigidos pelo coordenador de marketing e comunicação da Tricofest, Jonas Knorst. A organização dos modelos ficou sob responsabilidade de Claudia Finimundi e Bruna Mainardi. As captações de imagem foram realizadas pelo fotógrafo Ismael Steffen e pela produtora JackCat Filmes. Profissionais de agências de publicidade e de redes sociais também acompanharam as atividades, que em breve darão forma às campanhas de divulgação da quinta edição da Tricofest.

A Tricofest acontece de 8 de maio a 21 de junho, em Nova Petrópolis, e de 3 a 26 de julho, no município de Picada Café.

Foto: Marco Dieter/divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2026 0 Comentários 45 Visualizações
Business

ACI pede revisão do modelo de concessões rodoviárias e avaliação de alternativas com menor impacto econômico

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Em documento divulgado nesta segunda-feira, 09, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV) manifesta posicionamento contrário ao atual modelo do Projeto de Concessão do Bloco 1 de Rodovias do Rio Grande do Sul, conforme apresentado pelo Governo do Estado.

O posicionamento é reforçado a partir do debate realizado no último 05, na sede da ACI, que reuniu deputados estaduais, empresários, representantes de entidades de classe, universidades e lideranças regionais, em um espaço plural e técnico de diálogo. “O encontro evidenciou, de forma consistente, os impactos econômicos, sociais e logísticos que o projeto, em seu formato atual, pode causar às regiões abrangidas”, afirma o presidente Robinson Klein, que assina o manifesto juntamente com o presidente da Regional de Campo Bom, Eduardo Luiz Gottlieb, e o diretor, Fauston Saraiva.

Ao longo do debate, foram levantadas preocupações comuns quanto ao aumento exponencial das tarifas de pedágio, à falta de transparência nas planilhas de custos, à ausência de obras estruturantes prioritárias e à onerosa repercussão sobre trabalhadores, estudantes, empresas e a competitividade regional.

Diante disso, a ACI, alinhada às manifestações já realizadas em sessões públicas e audiências, reafirma que:

  1. O projeto carece de transparência e aprofundamento técnico. O modelo de concessão apresentado não detalha de forma clara os critérios de composição tarifária, os investimentos previstos e os retornos esperados, limitando a análise técnica e o debate público qualificado.
  2. O impacto financeiro é desproporcional. As tarifas projetadas tendem a elevar significativamente os custos de deslocamento e logística, penalizando diretamente a população e o setor produtivo, com reflexos negativos na economia regional.
  3. As obras previstas não atendem às demandas prioritárias. O projeto não assegura a execução de intervenções consideradas essenciais para a segurança viária, fluidez do tráfego e desenvolvimento econômico das regiões impactadas.
  4. As especificidades regionais precisam ser respeitadas. As regiões abrangidas pelo Bloco 1 possuem características econômicas, sociais e logísticas distintas, que exigem um modelo mais equilibrado, justo e aderente à realidade local.
  5. Defesa de diálogo, revisão e alternativas. A ACI defende revisão do modelo de concessão e das tarifas propostas; divulgação transparente de todas as informações técnicas e financeiras; ampliação do diálogo com a sociedade, entidades e especialistas e avaliação de alternativas que reduzam o impacto econômico sobre usuários e empresas.

“A ACI reafirma seu compromisso com o desenvolvimento regional e com soluções que promovam infraestrutura de qualidade, sem comprometer a competitividade, a mobilidade e o bem-estar da população”, acrescenta Fauston Saraiva. Conforme ele, o avanço da malha rodoviária deve ocorrer com equilíbrio, responsabilidade, participação social e foco no interesse público. Por fim, a entidade convida a toda a sociedade, sociedade civil organizada, órgãos governamentais ou não, empresas, associadas ou não, comunidades, enfim, que participem ativamente sobre este debate tão importante e que impactará o RS pelos próximos trinta anos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 56 Visualizações
Variedades

Com foco em soluções sustentáveis, comitiva da Sulgás realiza imersão no Polo Petroquímico de Triunfo

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Unidade pioneira da petroquímica no mundo e referência global no desenvolvimento de produtos sustentáveis, a planta de eteno renovável da Braskem, no Polo Petroquímico de Triunfo, foi o palco central de uma visita técnica de uma comitiva da Sulgás neste mês de fevereiro. Realizado na última quinta-feira (5), o encontro contou com a presença de onze integrantes da empresa de diferentes áreas ligadas à sustentabilidade.

Responsável pela distribuição de gás natural canalizado no Rio Grande do Sul, a Sulgás possui uma relação estratégica com a Braskem, com o fornecimento diário de cerca de 400 mil metros cúbicos de gás como matéria-prima energética.

A agenda incluiu, ainda, uma visita ao chamado “cinturão verde”. Localizado no entorno do Polo Petroquímico – que possui área total de 14,6 mil hectares -, trata-se de uma área de mata nativa com extensão de 300 hectares e que abriga mais de três mil espécies catalogadas (fauna e flora). Durante a imersão, técnicos da Braskem apresentaram ainda alguns dos principais processos produtivos e tecnologias empregados pela companhia, suas políticas de saúde, segurança, meio ambiente e iniciativas sociais.

“A competitividade da indústria passa pela troca de experiência e informações entre parceiros estratégicos. Encontros como esse renovam esse viés colaborativo, ainda mais quando se trata de soluções sustentáveis e meio ambiente”, destaca o gerente de Relações Institucionais da Braskem no RS, Daniel Fleischer.

Eteno renovável

Inaugurada em 2010 com capacidade de produção de 200 mil toneladas anuais à época, a unidade de eteno de fonte renovável da Braskem atualmente opera com uma capacidade produtiva de 275 mil toneladas/ano, o que representa um aumento de 37% em relação ao projeto inicial, fortalecendo o crescimento da empresa como referência no desenvolvimento de soluções renováveis. A operação dá origem I’m greenTM bio-based, um marco que reforçou a liderança global da companhia em biopolímeros produzidos a partir do etanol da cana-de-açúcar. Desde a partida da planta, a sua produção evitou a emissão de mais 8 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 47 Visualizações
Business

IBEF-RS promove primeira confraria de 2026 com foco no panorama econômico em ano eleitoral

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Iniciando as atividades de 2026, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Rio Grande do Sul (IBEF-RS) realiza seu primeiro evento do ano no formato de sua tradicional confraria mensal. Reconhecido como o maior ecossistema de finanças do Estado, o IBEF-RS traz a Porto Alegre especialistas em geopolítica e economia para debater as perspectivas econômicas do Brasil em um ano marcado por eleições federais e estaduais. O encontro ocorre na próxima terça-feira, 10 de fevereiro, a partir das 19h, na sede da Decision FGV.

Sob o tema “Brasil 2026: certezas e incertezas do panorama econômico”, os palestrantes Dr. Cezar Roedel e Dr. Mauro Rochlin – com mediação da vice-presidente do IBEF-RS, Elisabete Griebeler – irão analisar, a partir de suas áreas de atuação, os principais vetores que devem influenciar o cenário econômico, político e geopolítico ao longo do ano. Roedel é estrategista e consultor internacional, doutor em Filosofia pela PUCRS e pela Universidade de Bonn, na Alemanha, com especialização em conflitos internacionais, além de especialista em geopolítica na UniAbrapp (SP). Já Rochlin é doutor em Economia e coordenador acadêmico da Fundação Getulio Vargas, com sólida trajetória nas áreas acadêmica e corporativa.

“Em anos eleitorais, a volatilidade do mercado aumenta, trazendo incertezas sobre o cenário econômico nacional. Ao reunir especialistas com visões complementares, o IBEF-RS reforça seu compromisso de oferecer conteúdo qualificado, que ajude as lideranças financeiras a interpretar riscos, identificar oportunidades e planejar um 2026 com mais segurança”, destaca Eduardo Estima, presidente do IBEF-RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 58 Visualizações
Business

Ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho abre o 10º Congresso de Relações do Trabalho da Fecomércio-RS

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

O ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra da Silva Martins Filho, será o responsável pela palestra de abertura do 10º Congresso de Relações do Trabalho, promovido pela Fecomércio-RS. A apresentação ocorre no dia 26 de março, às 19h30min, em Torres, no litoral norte gaúcho.

Reconhecido nacionalmente como uma das principais referências do Direito do Trabalho no Brasil, Ives Gandra Filho possui uma trajetória marcada pela atuação nos mais altos cargos da Justiça do Trabalho. Ministro do TST desde 1999, foi presidente da Corte entre 2016 e 2018, além de vice-presidente, corregedor-geral da Justiça do Trabalho e conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Doutor em Direito pela UFRGS e mestre pela Universidade de Brasília, o magistrado também se destaca na área acadêmica, sendo professor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT) e coordenador de cursos de pós-graduação em Direito. Autor de inúmeros livros e artigos, sua participação no Congresso reforça a relevância do evento como espaço qualificado de debate sobre as relações sindicais e trabalhistas no país.

Mais informações no site da Fecomércio. As inscrições podem ser feitas aqui. As vagas são limitadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 52 Visualizações
Cultura

Porto Verão Alegre encerra 27⁠ª edição comemorando crescimento de público e impactos positivos na economia criativa

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

Consolidado como um dos maiores e mais representativos festivais multiculturais do Brasil, o Porto Verão Alegre encerra sua 27⁠ª edição com muitos motivos para comemorar. Em um mês intenso de programação, o evento ocupou 17 espaços culturais da capital gaúcha, recebendo cerca de 40 mil espectadores em suas plateias. 144 atrações passaram pelos palcos do festival, entre peças teatrais, shows musicais e performances de dança para públicos de diferentes idades. Ao todo, foram 246 sessões realizadas entre os dias 8 de janeiro e 8 de fevereiro, abrigando montagens de diversos estilos, de comédias, stand-ups, dramas e musicais a espetáculos de dança, infantis, espíritas, de ilusionismo e experimentais, diversos deles com acessibilidade, com recursos de audiodescrição e tradução para Libras.

“Entregar mais uma edição do Porto Verão Alegre nos deixa com aquele sorriso meio bobo de quem sabe que está aprontando alguma coisa boa. É uma felicidade que mistura emoção, alívio, cansaço gostoso e orgulho. Orgulho de ver a cidade novamente ocupada por artistas, plateias diversas, risadas, aplausos e encontros. O festival segue fiel ao que sempre foi: inclusivo, acessível, com ingressos pensados para caber no bolso e, sobretudo, para caber na vida real das pessoas”, avalia Zé Victor Castiel, um dos organizadores do evento.

O evento, que surgiu em 1999 para gerar trabalho para a classe artística em um momento em que a cidade ficava praticamente parada, também foi responsável por impactar positivamente a economia da capital gaúcha em mais um ano. Somente nesta edição, o Porto Verão Alegre gerou mais de 1,5 mil postos de trabalho diretos e 5 mil indiretos, envolvendo profissionais que vão muito além dos que estão em cima do palco, como também equipes de produção, técnica, administração, comunicação e transporte.

“Atrizes, atores, músicos, escritores, bailarinas, bailarinos, cineastas, técnicos e todos os outros ‘invisíveis indispensáveis’ transformam um festival como o Porto Verão Alegre numa espécie de organismo vivo, que respira ideias, transpira emoção e insiste em existir mesmo quando o mundo sugere o contrário. É essa gente, absolutamente necessária, que faz o festival pulsar de verdade”, destaca Rogério Beretta, coidealizador e organizador do evento.

Em seu 27º ano consecutivo de atividades, o festival foi além de clássicos do teatro gaúcho, trazendo para a capital gaúcha importantes nomes que circulam pelo centro do país, como Thiago Lacerda, Nany People e Grace Gianoukas, além de ampliar a presença de atrações musicais em sua agenda. O evento recebeu nomes como Arrigo Barnabé, a banda Maskavo e o duo formado por André Abujamra e Marcos Suzano, além de promover reencontros com músicos como Nei Lisboa, Renato Borghetti e Kleiton & Kledir, e realizar a estreia da nova turnê de Duca Leindecker e o show comemorativo de 40 anos da Graforréia Xilarmônica.

A edição 2026 ainda trouxe novidades, como um palco dedicado à brasilidade. Durante as quintas-feiras do mês de janeiro, o Grezz se transformou no Palco Petrobras, reunindo importantes nomes da música brasileira, entre eles Chico Brown, filho de Carlinhos Brown e neto de Chico Buarque. Ainda passaram por lá as cantoras Andréa Cavalheiro e Glau Barros, uma apresentação intimista de Thedy Corrêa, e a fusão de estilos de Paola Kirst com o Kiai Grupo.

Também estrearam na programação o Teatro Simões Lopes Neto e o Galpão Floresta Cultural, que se juntaram aos outros espaços que já participaram do festival em outros anos – o Bar do Nito, o Bar Ocidente, a Casa de Espetáculos, o Centro Histórico-Cultural Santa Casa, o Instituto Ling, o Teatro do Goethe-Institut, o Teatro AMRIGS, o Teatro CIEE-RS Banrisul, o Teatro Oficina Olga Reverbel, o Teatro Unisinos e a Zona Cultural, além do Teatro Carlos Carvalho, na Casa de Cultura Mario Quintana; e o Teatro Renascença e a Sala Álvaro Moreyra, ambos no Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues.

O 27º Porto Verão Alegre foi apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, com Lei de Incentivo à Cultura. Teve como patrocinador apresentador a Petrobras, patrocínio Master do Banrisul, patrocínio Gold da Vero e patrocínio de Unisinos, Zaffari e Crown Embalagens. O festival teve apoio de Fraport, Grupo RBS, Panvel, SengeRS e Unimed e apoio cultural do Instituto Ling. Foi realizado pela Mais Produções, Mezanino Produções, Gana&Voga e Ministério da Cultura, Governo do Brasil – Do lado do povo brasileiro. Onde tem patrocínio, tem Governo do Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Cidades

Cidades inteligentes: a hidratação urbana na adaptação ao calor extremo no Brasil

Por Marina Klein Telles 09/02/2026
Por Marina Klein Telles

O avanço do calor extremo nas cidades brasileiras deixou de ser uma projeção futura para se tornar uma realidade cotidiana que têm pressionado centros urbanos a repensarem sua infraestrutura e suas políticas de adaptação climática. O acesso à água potável gratuita e de acesso seguro em espaços públicos desponta como uma das soluções mais simples e humanas para tornar as cidades mais inteligentes.

Desde 2018, a Icehot atua nesse ponto da adaptação urbana, ao desenvolver e implantar estações de hidratação que oferecem água filtrada, gelada, natural, quente e até para pets, de forma gratuita, acessível e inclusiva. Presente em mais de 500 cidades brasileiras, a empresa consolidou um novo conceito de infraestrutura urbana voltada à saúde e ao bem-estar.

Para o sócio-fundador da Icehot, Alex Sander da Rosa, o acesso à água precisa ser tratado como política de adaptação climática. “O calor nas cidades só aumenta, e isso é um caminho sem volta. É preciso criar soluções para reduzir o impacto disso na vida das pessoas e garantir acesso fácil à água gelada em espaços públicos é uma das formas mais eficientes de proteger a população”, afirma.

A expansão das estações de hidratação tem ocorrido, principalmente, por meio da atuação conjunta entre poder público e iniciativa privada. Parcerias público-privadas, programas de adoção de praças, projetos de revitalização urbana e ações ligadas à agenda ESG têm sido caminhos adotados por prefeituras e empresas que buscam soluções de impacto social imediato. “Esse modelo permite que o poder público modernize a infraestrutura urbana com mais agilidade e menos custo direto, enquanto as empresas fortalecem suas marcas de forma positiva, associadas à saúde, ao bem-estar e ao cuidado com a comunidade”, explica Alex Sander.

A experiência da Icehot nas ruas evidencia uma lacuna histórica nas cidades brasileiras que é a ausência de acesso seguro à água potável em espaços públicos. Segundo a empresa, quando existem pontos disponíveis, geralmente são torneiras improvisadas, sem manutenção adequada, com riscos de contaminação e alto desperdício. “É comum ver bicos sujos, expostos, com pessoas colocando a boca diretamente na saída da água, o que vira um risco à saúde pública. Mas existe uma consciência cada vez maior de que hidratação pública não é luxo e, sim, uma necessidade”, alerta o fundador.

Em 2025, as estações da Icehot já registraram 5,9 milhões de utilizações e disponibilizaram gratuitamente 2,6 milhões de litros de água, evitando o descarte de mais de 5,2 milhões de garrafas plásticas, um impacto direto em todas as regiões do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 63 Visualizações
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