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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Business

Lamiclas é recertificada no Origem Sustentável

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

A Lamiclas, indústria que produz anualmente mais de 50 milhões de pares de palmilhas em São Leopoldo/RS, foi recertificada no Origem Sustentável. A entrega da recertificação, do nível Prata (mais de 40% dos indicadores atingidos), aconteceu no último dia 20 de março, na sede da empresa.

O administrador da Lamiclas, Diego Pavani, destaca que a certificação tem grande importância porque reforça, de forma prática e reconhecida pelo mercado, o compromisso corporativo com uma atuação cada vez mais responsável nos pilares ambiental, social e de governança. “Mais do que uma certificação, ela representa um direcionamento para melhoria contínua dos nossos processos, da gestão e do relacionamento com colaboradores, clientes e parceiros”, comenta.

Na área social, a empresa se destaca pelos treinamentos realizados em parceria com o SESI, voltados ao desenvolvimento de líderes, com foco em liderança e gestão de equipe. Já no pilar ambiental, a Lamiclas também vem adotando medidas importantes para reduzir impactos e aumentar a eficiência dos recursos utilizados no processo produtivo. Entre elas, está a reutilização de matéria-prima proveniente de perdas e rejeitos de produção, buscando reaproveitar materiais sempre que tecnicamente possível, reduzindo desperdícios e promovendo um uso mais consciente dos insumos. “Outro destaque é a utilização de EVA cana verde, que representa uma alternativa com atributos mais sustentáveis dentro da nossa linha de produção, alinhando inovação e responsabilidade ambiental”, pontua Pavani.

Programa

Criado pela Assintecal em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em 2013, o Origem Sustentável é baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, seguindo a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias certificadas são: Diamante (+80% dos indicadores alcançados); Ouro (+60%); Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como SENAI, SGS, ABNT, Intertek e Bureau Veritas. Atualmente, mais de 110 empresas da cadeia produtiva do calçado são certificadas ou estão em processo de certificação. As renovações acontecem a cada dois anos. Mais informações no site www.origemsustentavel.org.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Business

Câmara Setorial do Tabaco realiza primeiro encontro de 2026 em Santa Cruz do Sul

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco realizou nesta segunda-feira, 23 de março, a 79ª Reunião Ordinária, reunindo representantes de entidades e lideranças do setor para discutir temas estratégicos da cadeia produtiva. O encontro foi realizado na sede da Associação dos Fumicultores do Brasil, em Santa Cruz do Sul (RS), com a participação também em formato virtual de alguns integrantes.

A abertura foi conduzida pelo presidente da Câmara Setorial, Romeu Schneider, seguida de informes da secretaria, incluindo o calendário de reuniões de 2026, que prevê encontros em Brasília nos dias 15 de julho e 11 de novembro.

Entre os destaques da pauta esteve o relato do presidente da Afubra, Marcilio Drescher, com um panorama atualizado da safra 2025/26. “Estamos com a safra 2025/26 praticamente colhida e cerca de 20% do tabaco comercializado. Nas primeiras pesquisas parciais de final de safra temos uma previsão de 685 mil toneladas, resultado um pouco inferior à anterior em virtude das questões climáticas. Ainda assim, a safra está dentro de uma normalidade”, comentou.

Com relação à comercialização, Drescher comentou que a procura por tabaco por parte da indústria é menor, com uma rigidez maior na hora da classificação, utilizando as tabelas de classes estabelecidas pela IN-10, do MAPA, que não vinham sendo utilizadas nos últimos anos. “Isso acaba frustrando um pouco o produtor. Como entidade sempre alertávamos que se continuássemos com esse tamanho de produção atingiríamos um teto, um limite de consumo interno, o que derruba o preço médio para o produtor”, frisou. Ainda segundo o presidente da Afubra, a safra foi também de pagamento recorde de indenizações, com R$ 237 milhões de auxílio mútuo destinado aos produtores associados afetados.

O representante da Confederação da Agricultura (CNA) na Câmara Setorial do Tabaco e presidente do Sindicato Rural de Irineópolis/SC, Eraldo Konkol, falou sobre a importância de oficializar um vazio sanitário para o tabaco. “O plantio de inverno tem trazido sérios problemas para os produtores, precisamos parar com essa prática e o Ministério da Agricultura pode nos ajudar a oficializar esse período, assim como faz com outras culturas”, comentou. O tema foi respaldado por Nirlei Storch, da Profigen, que comentou que o produtor tem antecipado o plantio em torno de três meses, ficando muito mais exposto ao clima e a pragas.

Na sequência, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, abordou o desempenho das exportações brasileiras de tabaco em 2025, além de analisar os impactos do cenário tarifário dos Estados Unidos sobre o setor.

Em 2025, o Brasil registrou um desempenho histórico, com exportações que alcançaram US$ 3,389 bilhões, representando um crescimento de 13,84% em relação a 2024. Em volume, foram embarcadas 561.052 toneladas, um avanço ainda mais expressivo de 23,25%, evidenciando a forte demanda internacional pelo produto brasileiro. Os principais destinos do tabaco brasileiro no período foram Bélgica, China, Indonésia, Estados Unidos, Vietnã, Emirados Árabes e Turquia, reforçando a diversificação de mercados e a presença consolidada do Brasil como líder global nas exportações do setor.

Os dados do MDIC/ComexStat demonstram que em janeiro e fevereiro de 2026 foram exportadas 63.592 toneladas, o que representa uma redução de 19,07% em relação ao mesmo período de 2025. Em termos de receita, as exportações somaram US$ 373,524 milhões, uma queda de -36,74%. “Tivemos uma queda significativa em divisas no acumulado dos dois meses e há uma tendência que essa redução permaneça, demonstrando que o mercado global está chegando a um equilíbrio de demanda e oferta”, comentou. Nos últimos cinco anos o Brasil exportou em média cerca de 515 mil toneladas de tabaco que resultaram em US$ 2,6 bilhões em divisas.

Outro tema levantado pelo grupo foi a possibilidade de uma nova crise em torno dos fertilizantes por conta da guerra no Oriente Médio. “Devemos ter um problema em torno dos fertilizantes, mas também uma questão logística importante a ser enfrentada, com aumento de custos e suspensão de embarques devido ao risco envolvido no transporte marítimo e atrasos por conta de rotas mais longas. Teremos que enfrentar a situação da melhor forma possível”, destacou Thesing que também falou ao grupo sobre a situação dos embarques para os EUA.

“Cerca de 23% do tabaco produzido, comercializado para clientes americanos e processado na safra 2024/25 ainda permanecem aguardando embarque. Os clientes americanos estão autorizando embarques graduais e há a expectativa de que cerca de US$ 50 milhões devem ser embarcados até julho. No entanto, para esta safra 2025/26, ainda há uma insegurança sobre os embarques, considerando que a sobretaxa atual, de 10%, poderá ser revista após o primeiro semestre”, comentou.

O diretor executivo da Abifumo, Edimilson Alves, comentou sobre os prejuízos em torno da proibição dos DEFS. “A agência reguladora continua insistindo na proibição, temos trabalhado para tentar sensibilizar sobre a necessidade de regulamentar o produto, considerando o tamanho do mercado ilegal já existente, ainda mais com a provável regulamentação dos novos produtos pelo Paraguai. Estamos perdendo em arrecadação de impostos, perdendo empregos e oportunidades para o Brasil, beneficiando somente o mercado ilegal e o crime organizado”, relatou.

O que o tabaco movimenta?

Benício Werner, da Afubra, apresentou um estudo que está em fase inicial e que pretende destacar todo o movimento econômico gerado a partir das diversas etapas da produção de tabaco, dentro e fora da porteira. “Queremos entender os números indiretos gerados pelo nosso setor, dos insumos e equipamentos agrícolas utilizados nas propriedades, ao transporte das quase 50 mil cargas de tabaco das propriedades à indústria de beneficiamento e dos 25 mil containers envolvidos para transporte do produto para exportação. Nosso objetivo é sensibilizar governantes e provocar a reflexão sobre o quanto o tabaco também interfere em outros setores econômicos, como comércio e serviços”, comentou Benício Werner ao grupo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 93 Visualizações
Cultura

Noite dos Museus anuncia data da edição comemorativa de dez anos e lança edital para músicos locais

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

Projeto que nasceu em 2016 para aproximar o público das instituições culturais de Porto Alegre e incentivar a visita às exposições e aos espaços de arte, o Noite dos Museus chega à sua décima edição neste ano, consolidado como o maior evento cultural da cidade. A iniciativa, que reuniu mais de 250 mil pessoas somente em 2025, ultrapassando a marca de 1 milhão de participantes nos últimos nove anos, prepara agora mais um evento especial, desta vez para celebrar sua primeira década. Serão dezenas de centros culturais abertos para visitação no dia 28 de novembro, das 18h até até a meia-noite, e diversas apresentações artísticas realizadas dentro das instituições e em diferentes palcos espalhados pela cidade, tudo gratuitamente. “Será uma edição comemorativa, repleta de novidades que vão movimentar Porto Alegre não só na noite de 28 de novembro, mas em diversos outros momentos”, antecipa Rodrigo Nascimento, idealizador do evento.

Edital para músicos

O evento já está com um edital público aberto para músicos locais se inscreverem para participar neste ano, com shows realizados nos diversos locais que farão parte da edição comemorativa. Como tem feito desde a sua estreia, o Noite dos Museus busca contribuir para a difusão da produção musical, incentivando, valorizando e divulgando trabalhos autorais, nas suas mais diferentes manifestações e formas de expressão, que emergem no cenário artístico do Rio Grande do Sul.

Podem se inscrever músicos profissionais, bandas, grupos ou coletivos independentes, assim como produtores musicais representantes, de projetos de música instrumental, erudita ou popular. Para participar do edital, as apresentações musicais deverão ser integralmente autorais e é necessário que sejam pessoas jurídicas ou microempreendedores individuais que contemplem a atividade de produção musical em seu estatuto ou contrato social. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 31 de maio pelo site noitedosmuseus.com.br/editais, onde também está disponível o regulamento completo.

O Noite dos Museus 2026 conta com financiamento da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais, planejamento e produção da Rompecabezas e realização do Instituto Noite dos Museus e do Ministério da Cultura, Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro.

Serviço

10ª edição do Noite dos Museus

Dia 28 de novembro, sábado, das 18h até a meia-noite, com entrada franca

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Saúde

Posse da nova diretoria da ABRAMEDE-RS destaca fortalecimento da Medicina de Emergência no Estado

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

Diante do desafio de ampliar o número de especialistas e fortalecer o reconhecimento da Medicina de Emergência no Rio Grande do Sul, a posse da nova diretoria da Associação Brasileira de Medicina de Emergência – Regional Rio Grande do Sul (ABRAMEDE-RS) para o biênio 2026-2027 reuniu lideranças médicas em um momento estratégico para a área. A cerimônia contou com a presença da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), representada pelo diretor de Finanças, Dr. Breno José Acauan Filho, e ocorreu nesta terça-feira, dia 24 de março, na sede da ABRAMEDE-RS, na avenida Praia de Belas, em Porto Alegre.

A participação da AMRIGS evidencia o diálogo entre instituições médicas e a construção conjunta de pautas voltadas ao aprimoramento da prática profissional. “A Medicina de Emergência tem um papel essencial dentro dos hospitais e a Associação Médica do Rio Grande do Sul se coloca como parceira nesse processo de crescimento e consolidação da especialidade, apoiando iniciativas que qualifiquem a assistência e valorizem esses profissionais”, destacou Dr. Breno.

A nova gestão inicia com foco na interiorização e no fortalecimento da especialidade em todo o Estado, expandindo a presença institucional e a integração com serviços de urgência e emergência, especialmente fora da capital. A proposta inclui maior proximidade com hospitais, realização de encontros presenciais e uma atuação mais efetiva junto às equipes médicas.

A presidente da ABRAMEDE-RS, Dra. Ana Paula de Freitas, destacou os objetivos da gestão. “A ideia é dar continuidade ao trabalho desenvolvido nos últimos dois anos, mas com uma atuação ainda mais presente no interior. Queremos potencializar nossas visitas aos hospitais, fortalecer o vínculo com as equipes e contribuir para qualificar cada vez mais a atuação na emergência. Muitas vezes, esses profissionais estão inseridos em uma especialidade que ainda está em consolidação e nosso papel é justamente apoiar esse desenvolvimento”, declarou.

Com representantes do interior na diretoria, a entidade reforça o compromisso com a integração em todo o território gaúcho. “O Rio Grande do Sul é pioneiro nessa área, e temos a responsabilidade de seguir fazendo essa especialidade crescer, organizando melhor nossa atuação e ampliando a qualidade nas emergências. Ainda somos poucos médicos emergencistas para um estado tão grande, e por isso convidamos todas as especialidades e entidades médicas a se somarem a esse movimento, para que possamos avançar de forma mais rápida e consistente”, completou a presidente.

Na linha de frente dos atendimentos, este profissional é peça-chave para decisões rápidas e seguras, muitas vezes determinantes para salvar vidas, exigindo preparo técnico, agilidade e capacidade de decisão em cenários críticos.

Foram empossados para a diretoria do biênio 2026-2027 da ABRAMEDE-RS a presidente, Dra. Ana Paula de Freitas; a vice-presidente, Dra. Ana Paula Pereira da Silva; o 1º secretário, Dr. Lúcio de Almeida Dornelles; a 2ª secretária, Dra. Camila Toscan; o 1º tesoureiro, Dr. Felipe Ferreira Gonçalves; e o 2º tesoureiro, Dr. Lucas Odacir Gracioli.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 113 Visualizações
Variedades

Instituto Vida Solidária intensifica mobilização final para campanha de Páscoa

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

Com o prazo final se aproximando, o Instituto Vida Solidária (IVS) intensifica o convite à comunidade para contribuir com a campanha de Páscoa que irá beneficiar crianças e adolescentes atendidas pela entidade. As doações podem ser realizadas até a próxima terça-feira, dia 31 de março. A confraternização está marcada para quinta-feira, dia 2 de abril, a partir das 14h, na sede do IVS.

As contribuições podem ser feitas por meio da chave PIX CNPJ 07.557.214/0001-02 ou com a entrega presencial de caixas de bombons. Os itens devem ser levados até o endereço da entidade, na Avenida Ipiranga – 5109, na Capital.

Para a celebração, os pequenos estão produzindo suas próprias cestinhas, utilizando materiais recicláveis e partes de garrafas de água de cinco litros. A iniciativa busca estimular a criatividade, a consciência ambiental e o envolvimento coletivo na preparação da atividade.

Sobre o Instituto Vida Solidária

Localizado ao lado da Comunidade São Pedro, em Porto Alegre, o Instituto Vida Solidária é uma organização privada sem fins lucrativos que promove projetos sociais para crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade. A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), no exercício de sua responsabilidade social, atua como mantenedora e impulsionadora de projetos e atividades. Com 20 anos de experiência, o IVS atende aproximadamente 400 famílias da comunidade.

Para mais informações sobre como apoiar o Instituto Vida Solidária, entre em contato pelo telefone (51) 98065-9242 ou pelo e-mail [email protected]

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 109 Visualizações
Ensino

Sistema Fiergs inaugura Escola Sesi-RS de Ensino Médio Renato Klein em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

O Sistema FIERGS inaugura nesta sexta-feira (27), às 11h, a Escola Sesi-RS de Ensino Médio Renato Klein, em Novo Hamburgo. O evento oficial de entrega da nova unidade contará com a presença do presidente da Federação, Claudio Bier. O nome da instituição homenageia o industrial gaúcho Renato Klein, uma das principais lideranças do setor calçadista da região. Klein construiu uma trajetória relevante como diretor e conselheiro da indústria Piccadilly, atuando também como diretor do Sistema FIERGS até o seu falecimento, aos 79 anos, em novembro de 2025.

O Ensino Médio do Sesi-RS conta com um currículo inovador e abordagem Steam (acrônimo em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática). A proposta pedagógica conecta ciência, inovação e o mundo do trabalho, estimulando o protagonismo dos estudantes, a resolução de problemas e o desenvolvimento de competências socioemocionais. Outro diferencial da unidade é a sua localização estratégica dentro do campus da Feevale. A instalação no Prédio Bicolor garantiu uma estruturação rápida, já que a escola iniciou suas operações em menos de um ano após o anúncio no Rota FIERGS, em maio de 2025.

Esta é a nona escola Sesi-RS de Ensino Médio no Rio Grande do Sul, somando-se às unidades de Pelotas, Sapucaia do Sul, Montenegro, Gravataí, São Leopoldo, Canoas, Lajeado e à recém-inaugurada escola de Bento Gonçalves.

A escola

Capacidade: a estrutura tem capacidade para atender até 2.060 alunos por ano. Esse volume engloba os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e as turmas regulares de Ensino Médio. Ambas as modalidades iniciaram as atividades letivas em 9 de fevereiro deste ano.
Estrutura: o prédio de quatro pavimentos conta com salas ambiente nas diferentes áreas do conhecimento: Ciências Humanas e Sociais, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Matemática e suas tecnologias e Linguagens. A unidade conta também com salas de música, teatro, laboratórios de ciências e o FabLearn, um espaço de aprendizagem voltado para a criação, concebido para potencializar experiências educacionais mão na massa, integrando tecnologia, inovação e protagonismo dos estudantes.
Ensino Técnico Integrado: em parceria com o Senai-RS, os estudantes têm a oportunidade de realizar curso técnico em design de produtos a partir do 2º ano do Ensino Médio.
Integração universitária: a escola, localizada no campus da Feevale, aproxima os estudantes da universidade. O contato com laboratórios de ponta e profissionais qualificados soma-se à excelência da estrutura do Sesi-RS.
Metodologia de ensino: unindo a educação integral com uma proposta interdisciplinar e conectada ao futuro, o dia a dia dos alunos envolve projetos de pesquisa, trabalho colaborativo, uso de tecnologias, robótica educacional e expressão artística. O objetivo é prepará-los para o mundo do trabalho, garantindo autonomia, responsabilidade e pensamento crítico.

Serviço

O quê: inauguração da Escola Sesi-RS de Ensino Médio Renato Klein, em Novo Hamburgo
Quando: sexta-feira (27), às 11h
Onde: RS-239, 2755 – Prédio Bicolor da Feevale, Novo Hamburgo

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 117 Visualizações
Variedades

Francisco Turra recebe título de Cidadão de Porto Alegre

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

No dia 24 de março de 2026, às 19h, no Plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal de Porto Alegre, Francisco Turra recebeu o título de Cidadão de Porto Alegre. A homenagem reconhece uma vida inteira dedicada a construir pontes entre o setor público, o agronegócio e o desenvolvimento do país.

Francisco Sérgio Turra construiu uma trajetória rara no Brasil, marcada por consistência, liderança e capacidade de articulação. Ao longo de décadas, atuou em posições estratégicas como prefeito de Marau, deputado estadual e federal, presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e ministro da Agricultura (de 1998 a 1999), sempre deixando resultados concretos e uma direção clara por onde passou.

A APROBIO ressalta sua relação próxima com o setor de bioenergia e sua contribuição para agendas estratégicas ligadas à energia limpa e ao agronegócio. Mais do que celebrar uma carreira, o reconhecimento reforça o impacto de Turra na construção de caminhos sólidos para o desenvolvimento sustentável e para promover a segurança alimentar no Brasil, posicionando o agronegócio como um dos principais impulsionadores da economia do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Business

Pacto Alegre debate os impactos socioambientais da inovação no South Summit Brazil 2026

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

Um dos grandes desafios da inovação é a conexão entre a tecnologia e as implicações socioambientais. Nesse sentido, o Pacto Alegre promove a Impacta Expo, uma exposição que reúne empreendedorismo, inovação e periferia como parte da programação do South Summit Brazil 2026. O evento acontece na sexta-feira (27), no Tecnopuc.

Esta é uma oportunidade de conhecer ideias, projetos sociais e empreendedores voltados à transformação da periferia que participaram do Impacta POA ao longo do ano passado. As startups foram selecionadas nos diversos encontros realizados em 2025 e serão apresentadas como parte da programação descentralizada do South Summit Brazil.

A Head de Impacto do Pacto Alegre, Sátira Machado, explica que o projeto tem por objetivo articular uma rede potente de negócios e de startups de impacto, tanto social, quanto ambiental, “de suma importância em tempos de emergências climáticas”. Para ela, “a realização da Impacta Expo junto ao South Summit Brazil, é uma grande oportunidade para darmos a dimensão aos diversos ecossistemas das ações que estamos realizando aqui em Porto Alegre, sobre a orientação do nosso Pacto Alegre”.

Segundo o coordenador do Pacto Alegre, Luiz Carlos Pinto, a iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). “Estamos agindo de forma constante para gerar oportunidades de desenvolvimento e expansão de negócios de impacto nas comunidades. Desde a aprovação do projeto na Mesa do Pacto Alegre, uma série de ações foram realizadas na estruturação dos envolvidos, a realização da Impact Expo marca uma das primeiras grandes entregas que teremos. Um grande esforço de entidades e parceiros estratégicos estão envolvidos conosco na realização, afirma.

Os projetos apresentados abordam desafios em áreas como: mobilidade urbana, gestão de resíduos sólidos, educação ambiental, saúde/ bem-estar, habitação/urbanismo, energia renovável, inclusão social e acessibilidade. A entrada é gratuita e a exposição ficará aberta das 9h às 12 e das 14h às 18h, no Tecnopuc.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 109 Visualizações
Cidades

CulturaTech chega a Montenegro e traz espaço inovador de arte e robótica para escola pública

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

O município de Montenegro recebe, pela primeira vez, o CulturaTech: Conectando Arte e Saberes, projeto que integra cultura, educação e tecnologia para qualificar o ensino público por meio de um espaço de experimentação, criatividade e inovação. Realizada pela Amora Produções Culturais, a iniciativa será lançada no dia 27 de março, às 9h, no Colégio Estadual Ivo Bühler – CIEP, instituição de turno integral localizada no bairro Senai. O projeto beneficiará crianças de 8 a 12 anos, por meio da criação de um espaço exclusivo e da oferta de formação continuada em arte, robótica e tecnologia ao longo de seis meses.

O eixo central da iniciativa é a criação de um Espaço Maker dentro da escola. Uma sala de aula será reformada e equipada com diversos itens entre mobiliário, componentes eletrônicos, kits de robótica, impressora 3D, notebooks, computadores, roteador wi-fi com 12 meses de internet garantida, além de ferramentas de prototipagem e soldagem. O espaço permanecerá como legado permanente para a comunidade escolar, podendo ser utilizado em diferentes disciplinas e projetos interdisciplinares.

Além da instalação de equipamentos, o CulturaTech propõe uma metodologia estruturada que aproxima estudantes do universo da robótica, da inteligência artificial e da cultura maker como linguagens contemporâneas de expressão e aprendizagem. Ao conectar arte e saberes tecnológicos, o projeto busca estimular a autonomia, o pensamento crítico e a resolução criativa de problemas.

Para Luciana Tondo, sócia da Amora Produções Culturais e responsável pela execução do projeto, a chegada do CulturaTech a Montenegro representa um passo na democratização do acesso à inovação. “O projeto nasce da convicção de que arte e tecnologia são ferramentas potentes de transformação social. Ao implantarmos um espaço estruturado e promovermos formação para alunos e professores, estamos criando condições para que a escola pública seja protagonista na construção de soluções criativas em seu território”, afirma.

Ao longo de seis meses, 160 alunos, organizados em oito turmas de 20 estudantes, participarão de um curso de robótica com carga horária total de 576 horas (72 horas por turma). Incorporado às atividades de contraturno da escola integral, o curso abordará cultura local, lógica de programação, gamificação, mecânica, modelagem e impressão 3D, Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial e sustentabilidade. Um dos diferenciais do projeto é a utilização de materiais recicláveis na criação de robôs inspirados em elementos da cultura local, para despertar pertencimento e valorização da identidade regional.

Paralelamente à formação dos estudantes, o CulturaTech investe na capacitação de educadores. Ao todo, 20 professores da escola participarão de uma formação voltada ao uso pedagógico da robótica e das tecnologias maker em sala de aula. A proposta é assegurar que o conhecimento não se encerre com o término do projeto, mas se multiplique de forma contínua, criando uma cultura de inovação dentro da escola pública.

O CEO da PiCode e responsável pela coordenação técnica e pedagógica do projeto, Lucas Piovani, ressalta que a iniciativa foi desenhada para fortalecer competências essenciais do século XXI. “Raciocínio lógico, colaboração e resolução de problemas reais são eixos centrais da proposta. Ao integrar robótica, inteligência artificial e cultura maker ao currículo escolar, promovemos um ambiente em que o estudante deixa de ser apenas consumidor de tecnologia e passa a atuar como criador. Nosso compromisso é assegurar uma metodologia aliada à formação dos professores e ao acompanhamento técnico contínuo, para que o legado do projeto permaneça vivo na escola”, pontua.

A coordenação artística do projeto é assinada por Mariana Hörlle, que atuará na integração das linguagens culturais ao desenvolvimento das atividades. Sua atuação assegura que os conteúdos de robótica, inteligência artificial e cultura maker sejam trabalhados a partir de processos criativos, sensíveis e contextualizados, fortalecendo a interdisciplinaridade entre arte e tecnologia. A proposta é garantir que o CulturaTech não seja apenas um laboratório técnico, mas um espaço de expressão, experimentação estética e valorização da identidade cultural dos estudantes.

O cronograma inclui, ainda, uma mostra final aberta à comunidade. Nesse momento, os projetos desenvolvidos ao longo do curso serão apresentados ao público, ampliando o diálogo entre escola e sociedade e evidenciando o potencial transformador da educação tecnológica aliada à cultura.

1ª edição foi realizada em Esteio e São Leopoldo

A primeira edição do CulturaTech foi realizada em 2025 nas cidades de Esteio e São Leopoldo/RS com forte mobilização das comunidades escolares. Ao todo, 82 escolas se inscreveram no processo seletivo, 424 alunos e 120 monitores demonstraram interesse em participar, e 62 professores foram formados. Os eventos de lançamento reuniram aproximadamente 1.200 pessoas, evidenciando o engajamento local e o reconhecimento da proposta.

Com a chegada a Montenegro, o CulturaTech fortalece sua expansão e reafirma o compromisso de conectar arte, tecnologia e educação como vetores estruturantes para o desenvolvimento social, cultural e econômico das novas gerações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 108 Visualizações
Cultura

Superprodução da ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi, estreia neste sábado no Teatro Simões Lopes Neto

Por Marina Klein Telles 26/03/2026
Por Marina Klein Telles

Comemorando o primeiro aniversário do Teatro Simões Lopes Neto e a conclusão definitiva das obras do Multipalco Eva Sopher, a Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul (CORS) abre sua temporada 2026, intitulada Memória e Identidade, continuando a parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) com mais uma experiência inesquecível: uma nova superprodução da ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi (1813-1901) e Francesco Maria Piave (1810-1876). A ópera mais célebre de todo o repertório operístico é também a campeã em número de encenações ano após ano pelo mundo, mesmo passados 173 anos de sua estreia em Veneza.

Com concepção e direção cênica de Flávio Leite, comemorando seus 25 anos de carreira iniciada com a mesma ópera em 2001, e direção musical e regência de Marcelo de Jesus (SP) frente à Orquestra Theatro São Pedro, a montagem levará ao palco nos dias 28, 29, 30 e 31 de março (sábado, domingo, segunda e terça) um grande elenco de solistas encabeçado pelas sopranos Ludmilla Bauerfeldt (RJ) e Elisa Machado (RS) alternando-se como a cortesã Violetta Valéry, os tenores Giovanni Tristacci (RS) e Felipe Bertol (RS) interpretando Alfredo Germont e os barítonos Lício Bruno (RJ) e Roger Bueno (RS) dando vida à Giorgio Germont. Os tenores João Ferreira Filho, Adolfo Amaral e Xavier Quiñonez; os barítonos Oritz Campos, Robert Willian e Vinícius Braga; as mezzo-sopranos Cristine Guse e Carol Braga e o baixo Bruno Mezzomo completam o time de solistas. O espetáculo contará, ainda, com participações da Orquestra Theatro São Pedro, do Coro Lírico da CORS com 30 integrantes, e dos bailarinos da Plural Cia de Dança. Os últimos ingressos estão à venda em www.theatrosaopedro.rs.gov.br.

La Traviata – ópera em três atos de Verdi, símbolo máximo de sua atenção constante em explorar dramaticamente personagens complexos e que definiria suas obras, é baseada no clássico da literatura francesa, A Dama das Camélias. O livro foi escrito em 1848 por Alexandre Dumas Filho a partir de uma experiência autobiográfica do autor, que se envolveu com a cortesã Marie (Alphonsine) Duplessis, nascida há exatos 200 anos. Dessa forma, a narrativa da obra conta a história de Armand Duval, um jovem estudante de direito de Paris na metade do século XIX. Tímido e originário de uma família burguesa interiorana, o jovem apaixona-se por Marguerite Gautier, a mais cobiçada cortesã dos salões e teatros da capital francesa do século XIX. Assim, os dois apaixonam-se e a vida da protagonista é transformada pela força desse amor improvável que acaba levando-a a um destino trágico.

O sucesso de A Dama das Camélias rendeu diversas adaptações. O próprio autor cuidou da adaptação para o teatro. O Théâtre de Vaudeville recebeu a encenação que teve sucesso imediato em 1852. Foi aí que Giuseppe Verdi teve o primeiro contato com a obra que estrearia no dia 6 de março de 1853, após colaboração com o libretista Francesco Maria Piave com o nome de La Traviata.

A estreia foi um fiasco. O público que compareceu ao Teatro La Fenice, em Veneza (Itália), vaiou a criação de Verdi. Até a soprano Fanny Salvini-Donatelli (1815-1891), que interpretou a protagonista Violetta Valéry foi duramente criticada. Embora ela já fosse então uma cantora aclamada, boa parte dos espectadores zombaram de sua atuação e a consideraram muito velha (aos 38 anos) e muito acima do peso para interpretar uma jovem que morre de tuberculose. Verdi proibiu todas as demais apresentações em 1853 e, em 1854 reapresentou a obra com um elenco de sua escolha e foi um sucesso imediato, nunca mais saindo do repertório e consagrando o nome de Verdi internacionalmente.

A obra gira em torno de Violetta, que abandona a vida de cortesã em Paris para viver uma relação amorosa com o burguês Alfredo Germont. Feliz com a possibilidade de amar e ser amada, ela vende seus bens para sustentar a vida do casal no campo até que recebe a visita de Giorgio Germont, pai de Alfredo, pedindo que abandone seu filho porque o envolvimento dos dois destruiria a reputação de sua família e impediria que sua filha mais jovem se casasse. Ela termina o relacionamento e é humilhada por Alfredo em uma festa na mesma noite. Quando Germont conta a Alfredo o real motivo da separação do casal, ambos se arrependem e vão pedir perdão à Violetta mas já é tarde: Tomada pela tuberculose e empobrecida, ela morre.

“Violetta começa no ápice, sofre um corte abrupto e mergulha na dramaticidade. É preciso encontrar todas essas cores na mesma voz. O libreto deixa claro que seu drama não tem saída, e é a música de Verdi que a humaniza, a tira do lugar de mulher objetificada”, explica Ludmilla Bauerfeldt, soprano que já deu vida à protagonista em 2023, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Essa tragédia romântica é embalada por árias consagradas e grande conhecidas do grande público como Libiamo ne’ lieti calici, o famoso Brindisi, Sempre libera e Addio del passato melodias com uma intensidade emocional e profunda relação com texto que consagraram Verdi como um dos maiores nomes do universo operístico. “Faz 25 anos que Porto Alegre não vê uma Traviata. A última foi em 2001 quando estreei no palco como solista em uma produção do então Instituto de Cultura Musical da PUCRS. La Traviata é sempre atual pois trata basicamente de misoginia, preconceito e o seu antídoto que é a compaixão, tudo isso embalado por uma música arrebatadora. Não à toa é considerada a ópera das óperas, sempre atual. Minha decisão como encenador de situar a montagem nos 1920 do século XX é a proximidade com o momento atual que vivemos no mundo apenas 100 anos depois. A Paris da década de 1920, os années folles (anos loucos), era efervescente cultural, artística e socialmente como resposta à Primeira Guerra Mundial. As mulheres tiraram as saias de armação, os comprimentos das roupas diminuíram e cortaram cabelos curtos pela primeira vez na história. Assim como a década que estamos vivendo, com os grandes avanços sociais e de igualdade de direitos no mundo, uma grande onda conservadora contrária aos avanços das liberdades individuais ganhou força. No final da década de 1920 o fascismo ascendeu na Europa e, na atualidade, o conservadorismo, o nacionalismo e a xenofobia ocupam lugar em todos os noticiários novamente. Quem sabe se acompanhando as dores da nossa protagonista não revejamos nossos preconceitos e nossos julgamentos com quem é ou pensa diferente de nós”, salienta o diretor cênico da ópera e presidente da CORS Flávio Leite, que começa os festejos de seus 25 anos de carreira em 2026 com o espetáculo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2026 0 Comentários 117 Visualizações
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