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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Variedades

Avanço do novo mercado imobiliário será impulsionado pelo envelhecimento da população na Serra Gaúcha

Por Marina Klein Telles 22/05/2026
Por Marina Klein Telles

A cidade de Gramado (RS) receberá, dentro da programação oficial da Geronto Fair, o Senior Living Meeting Gramado, encontro dedicado ao desenvolvimento de um dos segmentos mais estratégicos da Economia da Longevidade: os novos modelos de moradia, serviços e comunidades voltados ao Brasil que envelhece. A Geronto Fair acontece no Centro de Evento do Serra Park, de 09 a 11 de setembro, voltada para os negócios da maturidade, setor que hoje movimenta cerca de R$ 2 trilhões anuais no país.

O Senior Living Meeting Gramado é realizado pela Caio Calfat Real Estate Consulting, SeniorLab, Bioeng Engenharia e São Pietro Sênior. O encontro reunirá incorporadores, investidores, operadores, profissionais da saúde, arquitetos, urbanistas, fundos, gestores e empresas interessadas em compreender como o envelhecimento populacional está criando novas demandas habitacionais, assistenciais e de consumo no país.

Mais do que discutir “moradia para idosos”, o Senior Living Meeting propõe uma análise profunda sobre a transformação do próprio conceito de morar ao longo da longevidade. O avanço da população 60+, 70+, 80+ e 90+ cria diferentes necessidades de autonomia, segurança, socialização, suporte assistencial, conveniência, experiência e bem-estar — exigindo do mercado imobiliário novos produtos, serviços e modelos operacionais. O encontro abordará como o setor imobiliário começa a estruturar empreendimentos capazes de responder às mudanças demográficas e comportamentais de uma população que envelhece mais ativa, mais longeva e com expectativas muito diferentes das gerações anteriores.

Entre os temas que serão explorados pelos palestrantes estão: viabilidade integrada de projetos: aspectos técnicos, mercadológicos, regulatórios e econômico-financeiros, modelos de negócio em Senior Living e novas tipologias residenciais voltadas à longevidade, comportamento, consumo e perfis das gerações 60+, 70+ e 80+ entre outros. “A proposta deste encontro é contribuir para o amadurecimento de um setor que cresce rapidamente no mundo e começa a ganhar escala no Brasil: empreendimentos pensados não apenas como ativos imobiliários, mas como plataformas integradas de experiência, cuidado, convivência, saúde, autonomia e qualidade de vida, diz Martin Henckel, colunista da Revista Expansão e fundador da SeniorLab.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Cidades

Com tema focado no centenário da cidade, Guaíba abre a 33ª edição de sua Feira do Livro

Por Marina Klein Telles 22/05/2026
Por Marina Klein Telles

A Prefeitura de Guaíba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, promove a 33ª edição da Feira do Livro de Guaíba. O evento ocorrerá entre os dias 25 e 31 de maio, no Largo José Claudio Machado, das 8h às 22h. O tema deste ano é “Guaíba lê, cria e conta a sua História”, alusivo ao aniversário de 100 anos da cidade, que será comemorado em 14 de outubro de 2026.

Neste ano, a feira conta com a participação de 12 bancas de livreiros, espaço de food trucks e mais de 150 atividades culturais durante os sete dias de evento. Além disso, o local passa a adotar um novo formato de visitação em estilo arena, visando facilitar a visualização e a circulação do público.

A grande novidade desta edição é o “ticket-livro”, uma espécie de bilhete premiado que será distribuído aos estudantes das escolas públicas que participarem do evento. Com este cupom, cada aluno poderá escolher um exemplar totalmente gratuito, em um espaço específico da feira, para levar para casa. A ação tem o propósito de impulsionar a literatura entre as crianças e adolescentes.

Dentre as atrações culturais, que ocorrerão em quatro palcos diferentes, destacam-se os lançamentos dos livros “Peixes do Sul – A Missão”, de Vilson Larocca e Silva, “Cadê Meu Quero-quero que Tanto Espero”, da autora Jane Engel, “Um Toque no Poema”, de Roberto Marinho, e os dois livros da escritora Josiane Prestes, que são a “A Janela de Ayo – infantil” e “Dois Olhares de Mulher”. A feira também contará com momentos de contação de histórias, espetáculos teatrais, shows musicais, rodas de conversa e outras atividades ligadas à literatura.

Outro ponto relevante é a exibição do documentário “Uma em Mil”, dos irmãos guaibenses Jonatas e Tiago Rubert, no encerramento do evento. Em 2025, o longa-metragem conquistou três Kikitos de Ouro durante o 53º Festival de Cinema de Gramado, na mostra de longas-metragens gaúchos.

Como patrono da 33ª FLIG, o professor Valdivino Rodrigues da Silva, mais conhecido como Prof. Valdi, é o grande homenageado. Descendente de açorianos e madeirenses, Valdivino é professor da rede municipal desde 1972 e pesquisador da História e Geografia de Guaíba. É escritor das obras “MARIANA PIMENTEL: patrimônio natural, histórico e cultural”, “ESTUDOS GUAIBENSES: conhecendo Guaíba e sua realidade” e “SERRINHA, núcleo de colonização suíço-valesana pioneira”.

Mais do que um evento literário, a Feira do Livro reforça o seu papel como uma grande plataforma de desenvolvimento cultural, social e econômico para Guaíba. A entrada é gratuita e aberta para toda a população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2026 0 Comentários 62 Visualizações
Variedades

Saúde, infraestrutura e qualificação profissional dominam debate do Força Gaúcha no Vale do Taquari

Por Marina Klein Telles 22/05/2026
Por Marina Klein Telles

A saúde pública, os gargalos de infraestrutura e a necessidade de ampliar a qualificação profissional alinhada às vocações econômicas regionais estiveram entre os principais temas debatidos nesta quinta-feira (21), durante mais uma edição do projeto Força Gaúcha, realizada em Lajeado, no Vale do Taquari. O encontro reuniu lideranças empresariais, representantes de hospitais, cooperativas, entidades setoriais e gestores públicos para discutir prioridades da região e apresentar propostas que irão contribuir para a construção do plano de governo da aliança de centro-direita, liderada pelo pré-candidato ao Piratini, deputado federal Luciano Zucco.

“Estamos percorrendo o Estado para ouvir entidades setoriais e lideranças e buscar as melhores ideias para os problemas do Rio Grande do Sul. Não é um evento de discursos políticos, mas para entender as demandas e construir nosso plano de governo, que será apresentado ao longo de julho”, destacou o coordenador do plano de governo, Leonardo Pascoal, durante a abertura.

Ao longo da reunião, Zucco e a pré-candidata a vice, Silvana Covatti (Progressistas) reforçaram que pretendem manter um modelo permanente de diálogo com as comunidades. “Estamos aqui para escutá-los. É um projeto que queremos tornar permanente no nosso governo, ouvindo quem está na ponta. Sabemos que as realidades regionais são diferentes e temos recebido ideias muito relevantes. Faremos uma gestão eficiente, tratando as particularidades e valorizando as potencialidades de cada parte do Estado”, disse o deputado.

O pré-candidato ainda defendeu uma agenda voltada à retomada da competitividade do Rio Grande do Sul, baseada em investimentos em infraestrutura, desburocratização e fortalecimento da educação e da qualificação profissional. “Somos o estado que menos cresce há 20 anos. Precisamos mudar essa realidade. Para isso, temos que investir em infraestrutura logística, melhorar rodovias, ferrovias, energia e conectividade, mas também criar um ambiente mais favorável para quem produz e empreende. O governo precisa simplificar processos, dar segurança jurídica e apoiar quem gera emprego. Ao mesmo tempo, precisamos olhar para a educação e ampliar a qualificação profissional vinculada às vocações de cada região”, afirmou.

Assim como Zucco, o deputado federal Marcel van Hattem (Novo), pré-candidato ao Senado pelo NOVO, ressaltou a importância de o Rio Grande do Sul ampliar sua força política em Brasília e construir uma representação alinhada às demandas da sociedade gaúcha. “Precisamos estar unidos para retomar o protagonismo do Rio Grande do Sul. Somos o único estado em que se canta o hino, amamos nossas tradições, mas não podemos viver apenas de bairrismo. Precisamos transformar isso em ações práticas”, afirmou. Marcel citou como exemplo negativo o fato de parlamentares de esquerda terem votado contra o perdão da dívida com o governo federal.

Políticas de Estado

Representando a Associação Comercial e Industrial de Lajeado (ACIL), o presidente Eduardo Brancher Gravina defendeu medidas estruturantes para melhorar o ambiente econômico do Estado. Entre os pontos, mencionou a redução da máquina pública, a valorização de políticas de Estado em vez de políticas de governo, a competitividade para manutenção das empresas no Rio Grande do Sul, a formação de um secretariado técnico e investimentos em educação. O dirigente também chamou atenção para escolas estaduais atingidas pelas enchentes que seguem com obras paradas.

A situação da saúde regional esteve entre os temas mais debatidos. O diretor executivo do Hospital Ouro Branco, de Teutônia, Gilson Silveira, e a vice-diretora administrativa do Hospital de Caridade Sant’Ana, de Bom Retiro do Sul, Tatiana Meirelles, alertaram para a defasagem da tabela SUS e o aumento dos custos enfrentados pelas instituições hospitalares. Tatiana destacou que atualmente 84% dos atendimentos do hospital são realizados via SUS e que o envelhecimento da população tem elevado as internações de longa permanência.

Gilson Silveira sugeriu a criação de uma política pública permanente para redução das filas e a adoção de um modelo semelhante ao SUS Paulista, que complementa os repasses federais para hospitais filantrópicos. Ao ouvir a proposta, Zucco lembrou da proximidade com o governador Tarcísio de Freitas e destacou que mantém contato frequente com o gestor para conhecer e se inspirar em iniciativas como essa.

Fim da contrapartida no PISEG

Na área da segurança pública, o advogado Dieres Kaefer Martins, presidente da Associação Lajeadense Pró-Segurança Pública e representante da subseção da OAB, e o empresário Robison Gonzatti, presidente da Associação Amigos de Cristo de Encantado (AACE) e do Consepro, defenderam o fim da contrapartida obrigatória de 10% no Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública (PISEG), para que as empresas não precisem mais desembolsar o valor adicional para destinar parte do ICMS à segurança pública.

Gonzatti também pediu melhorias na infraestrutura regional para evitar o isolamento de municípios em episódios como na enchente de 2024, além da retomada das ferrovias, melhorias em acessos turísticos e demais investimentos que potencializem atrativos como o Cristo Protetor de Encantado. Entre as demandas apresentadas, também esteve a implantação do serviço de hemodiálise no hospital do município.

Precariedade das rodovias

Os problemas de infraestrutura logística também dominaram os debates. Representantes da CIC de Teutônia, Diogo Dickel, vice-presidente da Indústria, e Lucas Leandro Brune, diretor de Serviços, além de Ângelo Fontana, presidente da CIC Vale do Taquari, citaram a precariedade das rodovias da região. Entre os principais pedidos estiveram melhorias em rodovias estaduais, o asfaltamento dos trechos restantes da Rota do Pão e Vinho, a construção de um anel viário entre Lajeado e Estrela e a retomada dos investimentos em ferrovias.

Qualificação profissional alinhada às regiões

A necessidade de ampliar a qualificação profissional alinhada às demandas regionais também apareceu entre as prioridades. O presidente da Cooperativa Languiru, Paulo Roberto Birck, foi uma das lideranças que defendeu a criação de políticas voltadas à sucessão familiar no campo e à formação técnica focada no agro e na cadeia da proteína animal, destacando que muitas pequenas propriedades dependem diretamente da atividade agropecuária. Birck ainda alertou para a crise da cadeia leiteira gaúcha, lembrando que mais de 50 mil produtores deixaram a atividade no estado somente na última década.

Ainda durante o encontro, o diretor-superintendente da Certel, Ilvo Edgar Poersch, pediu maior atenção à infraestrutura de energia elétrica no campo. Já o vice-prefeito de Lajeado, Guilherme Cé, defendeu que o governo estadual adote um modelo semelhante ao praticado no Vale do Taquari, baseado na escuta permanente das entidades regionais antes da tomada de decisões, além do fortalecimento das agências reguladoras para garantir qualidade e fiscalização adequada em futuras concessões públicas. O presidente da Câmara de Vereadores de Lajeado, Neco Santos, também destacou a necessidade de regionalização da gestão das consultas em saúde e de maior participação dos estados e municípios na divisão dos recursos arrecadados pela União.

Prevenção contra as cheias

Ao abordar as enchentes que atingiram o Vale do Taquari em 2023 e 2024 e as ações de reconstrução, Zucco defendeu que o Rio Grande do Sul avance em políticas permanentes de prevenção e mitigação de desastres climáticos. Segundo ele, o Estado precisa deixar de atuar apenas na reconstrução após as tragédias e investir em planejamento estratégico, fortalecimento da Defesa Civil e ações preventivas. “Precisamos mudar a forma como enxergamos as políticas públicas ligadas à prevenção de desastres climáticos. A lógica não pode ser apenas enxugar gelo no momento da tragédia. Não adianta gastar bilhões apenas reconstruindo e continuar repetindo os mesmos erros. A prevenção precisa ser tratada como política permanente”, afirmou.

Zucco também destacou que diferentes regiões exigem soluções específicas e defendeu que essas ações sejam estruturadas com base técnica e ouvindo especialistas. “Temos que olhar para toda a malha hídrica do Estado e entender que cada região exige um planejamento diferente. Em alguns locais cabem diques, em outros será necessário outro tipo de solução. O importante é construir uma política integrada de prevenção, preparação e mitigação”, completou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2026 0 Comentários 47 Visualizações
Variedades

Espaço Sicredi Cristo Rei amplia opções gratuitas para eventos, reuniões e coworking em São Leopoldo

Por Marina Klein Telles 21/05/2026
Por Marina Klein Telles

Inaugurado no último dia 04, em São Leopoldo, o Espaço Sicredi Cristo Rei inicia sua operação com alta procura da comunidade, auditório cheio e disponibilidade de agenda para uso da estrutura em eventos, reuniões e trabalho compartilhado. O local, instalado na rua Medianeira, nº 37, no bairro Cristo Rei, reúne atendimento financeiro, relacionamento e uso comunitário. A proposta é aproximar ainda mais a cooperativa dos moradores da região e ampliar as possibilidades de desenvolvimento no município.

De acordo com a gerente do Espaço, Nadiele Müller, a receptividade registrada já nos primeiros dias demonstra identificação imediata da população com a iniciativa. “O Espaço Sicredi Cristo Rei foi abraçado pela comunidade. No ato oficial de inauguração tivemos o auditório lotado, o que foi muito gratificante. Entendemos que esse movimento fez sentido não apenas para a Sicredi Pioneira, mas para a comunidade. Desde os primeiros dias já tivemos pessoas vindo conhecer o local, se associar e também centralizar seus negócios conosco”, afirma.

Durante a semana de inauguração, o local recebeu programação própria, com atividades voltadas à cultura, educação, networking e conhecimento. “Percebemos que tem sido uma grande entrega para toda São Leopoldo”, acrescenta. A novidade integra o conceito de ambientes colaborativos adotado pela Sicredi Pioneira em sua área de atuação, oferecendo mais do que uma agência tradicional. O objetivo, segundo Nadiele, é combinar consultoria financeira, relacionamento empresarial e uma estrutura aberta à comunidade para formação, geração de negócios e convivência. “A pessoa pode trazer seu notebook, trabalhar, realizar reuniões ou promover atividades. Queremos que o espaço seja utilizado e gere movimento positivo para a cidade”, explica.

Espaço está à disposição da comunidade local

A partir de agora, é possível solicitar a utilização do Espaço Sicredi Cristo Rei de forma gratuita. O acesso ocorre mediante agendamento prévio com a agente de relacionamento do espaço através do WhatsApp (51) 99513-5284. Entre os ambientes disponíveis estão: auditório com capacidade para até 100 pessoas, três salas de reunião e área de coworking aberta ao público. O uso para eventos pode ocorrer diariamente, das 8h às 22h, inclusive aos sábados e domingos, conforme disponibilidade e reserva antecipada. Já o atendimento financeiro da agência acontece em horário comercial, das 9h às 16h.

As salas de reunião funcionam exclusivamente mediante reserva, para garantir organização e disponibilidade aos usuários, enquanto o coworking permanece aberto para uso espontâneo ao longo do expediente. Mais informações estão disponíveis pelo WhatsApp (51) 99513-5284 ou diretamente com a equipe no local.

Cooperativa busca fomentar o desenvolvimento da cidade

Além da estrutura física, a Sicredi Pioneira espera que o novo Espaço também possa contribuir com pautas estratégicas para São Leopoldo. Entre elas está o fortalecimento do turismo local, especialmente ligado à imigração alemã e ao segmento religioso. Para a gerente, o município reúne ativos relevantes que ainda podem ser explorados de forma integrada. “São Leopoldo tem grande potencial turístico. A ideia é conectar pessoas, entidades e lideranças para que daqui possam surgir movimentos e alianças em benefício da cidade”, pontua.

Ao avaliar as primeiras semanas de atividades, Nadiele resume o momento como um indicativo do papel que o local pretende exercer daqui para frente. “Esse espaço já nasceu vivo. Tivemos cultura, educação, conhecimento e conexões acontecendo desde o início. O convite é para que entidades, empresas e a comunidade utilizem este ambiente, que é gratuito e pertence à cidade”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Business

JTI reúne especialistas, setor público e empresas em seminário sobre gestão sustentável da água

Por Marina Klein Telles 21/05/2026
Por Marina Klein Telles

A JTI promoveu, na quarta-feira (20), em Santa Cruz do Sul, o 1º Seminário Gestão Sustentável da Água – Bacia do Rio Pardo, reunindo representantes do setor público, academia, especialistas e empresas da região para discutir os principais desafios relacionados à gestão dos recursos hídricos e à resiliência climática. O encontro ocorreu no Auditório Leaf, da JTI, e teve como foco a construção coletiva de soluções para a segurança hídrica da bacia hidrográfica.

Ao longo da manhã, stakeholders internos e externos participaram de painéis sobre o contexto hídrico da Bacia do Rio Pardo, estratégias de adaptação a eventos climáticos extremos, políticas públicas e benchmarking entre empresas com atuação na região. A programação também incluiu um painel sobre a jornada rumo à certificação AWS (Alliance for Water Stewardship), referência internacional em gestão sustentável da água.

Segundo Cristian Santos, gerente de Segurança e Meio Ambiente da JTI, a proposta do seminário foi ampliar o diálogo entre diferentes setores sobre um tema estratégico para o desenvolvimento regional. “A gestão sustentável da água é um desafio coletivo e exige a participação ativa de empresas, poder público, academia e sociedade. Este seminário foi uma oportunidade valiosa para promover a troca de experiências e fortalecer iniciativas que contribuam para a resiliência hídrica da nossa região”, destaca.

A iniciativa está alinhada ao compromisso global da JTI de, até 2030, ter suas unidades fabris certificadas pela AWS. No Brasil, a unidade de processamento de tabaco da companhia já está em preparação para a auditoria, prevista para ocorrer ainda em 2026.

Nos últimos cinco anos, a unidade de processamento de tabaco da empresa reduziu em quase 8 milhões de litros o consumo de água, resultado que reforça a relevância da agenda hídrica dentro de sua estratégia ambiental.

Durante o seminário, a discussão sobre os recursos hídricos da região ganhou destaque com a participação de especialistas convidados. Para Priscila Mariani, da UNISC e do Comitê Pardo, o fortalecimento de uma visão integrada é essencial para o futuro da bacia hidrográfica. “Discutir a gestão da água em uma perspectiva regional é essencial para fortalecer a resiliência da Bacia do Rio Pardo, especialmente diante dos impactos climáticos cada vez mais frequentes.”

O evento também abriu espaço para a contribuição de representantes do poder público municipal. Para Prissila Bordignon, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade (SEMASS) de Santa Cruz do Sul, a cooperação entre diferentes atores é decisiva para avanços consistentes. “A construção de políticas e ações voltadas à segurança hídrica depende do alinhamento entre planejamento ambiental e engajamento dos diferentes setores da sociedade”, afirma.

Ao longo do evento, os participantes foram convidados a responder a uma pesquisa sobre os desafios relacionados à água e a identificar, entre eles, os temas prioritários. O objetivo é que as prioridades mapeadas sejam levadas para discussão de soluções em reunião do Comitê Pardo.

Ao reunir diferentes perspectivas em torno de um tema cada vez mais estratégico, o seminário reforçou a importância da cooperação entre iniciativa privada, setor público e academia na construção de soluções sustentáveis para a preservação da água e o desenvolvimento da região.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 53 Visualizações
Ensino

Sebrae lança 4ª edição do Desafio Liga Jovem no Rio Grande do Sul – “falta uma semana para o fim das inscrições”

Por Marina Klein Telles 21/05/2026
Por Marina Klein Telles

A maior competição de empreendedorismo social nas escolas brasileiras está com inscrições abertas para alunos do 8º e 9º ano do ensino fundamental, médio e técnico. O lançamento no Rio Grande do Sul foi realizado oficialmente no início de abril, quando uma equipe do Desafio Liga Jovem percorreu escolas no estado para tirar dúvidas dos educadores e estudantes e apoiá-los na realização das inscrições.

Alunos de todo o país já podem se inscrever. Basta ser estudante do ensino fundamental, médio ou profissional, ter uma equipe de 2 a 5 estudantes (da mesma instituição de ensino e categoria) e contar com um professor orientador (que deve ser um profissional da educação). Professores e alunos se inscrevem individualmente e depois se unem em equipes, por meio de um link de convite. O formulário está disponível no www.desafio liga jovem.com.br.

Novidades da edição

A transformação do Desafio Liga Jovem em Olimpíada de Empreendedorismo na Escola irá envolver uma série de ações práticas para aproximar o DLJ das instituições de ensino. O DLJ ganhou o nome de olimpíada por ser uma competição de empreendedorismo que envolve oficinas nas escolas e todo o desenvolvimento dos projetos ao longo da jornada da 4ª edição do programa.

Além disso, o DLJ4 será focado nas escolas e não terá mais a categoria Ensino Superior, que será atendida em outra iniciativa do Sebrae. Dessa forma, serão três categorias: Ensino Fundamental (8º e 9º ano), Ensino Médio e Educação Profissional (técnico e profissionalizante). As equipes receberão conteúdos mais aprofundados e terão a oportunidade de defender suas ideias com uma parte escrita, além do envio do vídeo-pitch.

Rio Grande do Sul

Em 2025, o estado gaúcho superou o número de 2,8 mil inscritos. Estudantes e educadores das cidades de Pelotas, Água Santa e Caxias do Sul foram finalistas da etapa estadual no ano passado nas categorias Ensino Fundamental, Médio/Técnico e Superior, participando da missão nacional realizada em Belém do Pará.

Entre os destaques gaúchos está a professora Denize Groff, de Nova Hartz, que foi finalista nacional da categoria Ensino Fundamental em 2023 e vice-campeã nacional em 2024. Para ela, o principal conselho para professores e estudantes é acreditar no potencial das ideias e participar do desafio mesmo sem experiência anterior. “Muitas vezes acabamos nos sabotando e pensando que a ideia da nossa escola ou dos nossos alunos não é boa o suficiente para participar de competições como essa. No entanto, o primeiro passo é justamente se desafiar, participar e colocar essas ideias na plataforma”, afirma.

Segundo Denize, os projetos geralmente surgem da observação de problemas simples do cotidiano e da vontade de gerar mudanças reais na comunidade. Ela também destaca o papel dos professores no incentivo à criatividade, à pesquisa e ao protagonismo dos estudantes, além da importância das oficinas formativas oferecidas pela plataforma do Desafio Liga Jovem. “Participar dessas etapas formativas faz diferença tanto para os professores quanto para os alunos, ajudando no desenvolvimento das ideias e na organização das propostas”, ressalta. A professora ainda destaca que a experiência vai além da competição. “Ver a própria ideia sendo compartilhada em nível nacional e perceber que outros jovens podem aprender com ela é algo muito significativo. Além disso, existe um intercâmbio cultural muito rico nesses eventos, que amplia a visão de mundo dos alunos”, comenta.

Para a professora, o principal ganho da participação está no desenvolvimento pessoal e acadêmico dos estudantes: “O mais importante não é apenas chegar longe na competição, mas todo o crescimento pessoal, acadêmico e humano que acontece durante o processo”.

Mais sobre o DLJ

A iniciativa desafia os participantes a desenvolverem soluções criativas e de impacto social para problemas da escola ou da comunidade, tendo a tecnologia como aliada (analógica ou digital). As propostas vão desde aplicativos, jogos e plataformas digitais até produtos físicos inovadores e metodologias sustentáveis.

Premiação

A competição prevê mais de 600 mil reais em premiações, incluindo equipamentos, vales-compra, viagens e outras experiências educacionais. As equipes vencedoras irão participar de uma missão internacional em 2027.

Premiação final (para estudantes e professores orientadores)

1º lugar da categoria: viagem internacional

2º lugar da categoria: notebooks

3º lugar da categoria: celulares

Honra ao mérito: celulares

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 68 Visualizações
Variedades

Carta de Brasília defende protagonismo dos municípios produtores de tabaco

Por Marina Klein Telles 21/05/2026
Por Marina Klein Telles

A Arena Produção de Tabaco e o Desenvolvimento Econômico e Social dos Municípios consolidou na quarta-feira, 20, em Brasília, uma das mais amplas mobilizações municipalistas já realizadas em torno da cadeia produtiva do tabaco no País. Promovido pela Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), o encontro integrou oficialmente a programação da XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, organizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), e reuniu lideranças, prefeitos, vereadores e produtores de 35 municípios dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso e Distrito Federal. Como principal encaminhamento, foi editada e aprovada a Carta de Reivindicações do Setor, documento que será entregue ao Governo Federal e ao Congresso Nacional com as assinaturas dos participantes da arena.

A carta defende a inclusão de representantes municipais na Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), além do respeito à declaração interpretativa assinada pelo Brasil na Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, o fortalecimento do combate ao mercado ilegal e ao contrabando e a participação efetiva dos produtores e municípios em políticas de diversificação produtiva. O documento ressalta que a cadeia produtiva gera R$ 11,8 bilhões em receita bruta aos produtores, sustenta mais de 44 mil empregos diretos na indústria e responde por R$ 16,8 bilhões em impostos arrecadados anualmente. Também destaca o impacto da atividade para mais de 500 municípios e 626 mil famílias do meio rural brasileiro.

Para o presidente da Amprotabaco, Gilson Becker, o momento representa um marco histórico para os municípios produtores. Segundo ele, pela primeira vez a Marcha dos Prefeitos abriu espaço oficial para que o setor pudesse apresentar seus impactos econômicos, sociais e territoriais diretamente no principal ambiente municipalista do País. “Estamos falando de municípios que sustentam milhares de famílias, geram arrecadação, mantêm empregos e ajudam a movimentar a economia brasileira. Não é possível discutir políticas públicas que impactam diretamente estes territórios sem ouvir quem vive esta realidade”, afirma.

Já o executivo da Amprotabaco, Vinícius Pegoraro, responsável pela articulação do evento, a Arena consolidou um espaço técnico e político de diálogo em Brasília. “Mostrou-se aqui que os municípios produtores querem participar das decisões e contribuir para a construção de políticas equilibradas, responsáveis e conectadas com a realidade do campo. O setor veio a Brasília defender desenvolvimento regional, segurança econômica e respeito ao pacto federativo”, declara. Os deputados federais Marcelo Moraes e Heitor Schuch também participaram da programação e acompanharam os debates realizados ao longo da tarde. Ambos receberam cópias da Carta de Brasília das mãos do presidente Gilson Becker.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 45 Visualizações
Business

Sindilojas Porto Alegre renova parceria com Sebrae-RS para a realização da FBV até 2028

Por Marina Klein Telles 21/05/2026
Por Marina Klein Telles

A abertura oficial da Feira Brasileira do Varejo (FBV), realizada na noite da quarta-feira (20), no Centro de Eventos Fiergs, em Porto Alegre, teve como ponto alto a assinatura do protocolo de renovação da parceria entre o Sindilojas Porto Alegre e o Sebrae-RS para a realização da FBV até 2028. Na ocasião também foi feito o anúncio da data da edição de 2027, que será realizada entre os dias 23 e 25 de junho, no Centro de Eventos Fiergs, em Porto Alegre.

O início da cerimônia foi abrilhantado pela apresentação do Grupo Tholl, de Pelotas. O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Arcione Piva, destacou que “a FBV foi construída para o varejo real. Para quem empreende todos os dias, independentemente do tamanho do seu negócio”. Piva também ressaltou os números da edição de 2025. “Foi uma edição histórica, pois registramos mais de R$ 53 milhões em negócios gerados, com crescimento superior a 140% em relação ao ano anterior, com mais de 10 mil visitantes qualificados e 98% de aprovação do público”.

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, salientou que “o varejo é um dos setores mais dinâmicos da economia. É nele que as mudanças acontecem primeiro, principalmente no comportamento do consumidor, na tecnologia, na competitividade e na forma de empreender”.

O gerente de Competitividade Setorial do Sebrae, Fábio Krieger, ressaltou que “o Rio Grande do Sul possui diversas entidades trabalhando em conjunto e isso proporciona a criação de uma bolha de excelência. É muito importante trabalharmos em conjunto”. O presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, gravou um depoimento em vídeo no qual enfatizou “que as vendas do comércio varejista no Brasil, em 2025, tiveram um crescimento de 1,6%”. Ele também lembrou da importância da FBV com um papel estratégico para o varejo nacional.

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, pontuou que “o varejo é a ligação entre quem produz e o povo. O varejo é um setor que gera emprego e renda”. Compartilhando do mesmo pensamento, o vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, destacou que “o varejo no RS cresceu, em 2024, 9% e, em 2025, 2,5%”, lembrando que esta redução ocorreu devido às enchentes de 2024. Souza ainda agradeceu ao presidente do Sistema Fecomércio-RS por ter patrocinado, em 2024, com as enchentes, as chamadas Cidades Provisórias em Canoas e Porto Alegre. “O Luiz Carlos não é “bom”, é ótimo”, fazendo uma alusão ao sobrenome do presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 65 Visualizações
Cidades

Visac-RS inicia testes no transporte público com ônibus movido a biometano

Por Marina Klein Telles 21/05/2026
Por Marina Klein Telles

O transporte público de passageiros de Novo Hamburgo terá uma novidade a partir desta quinta-feira, 21 de maio. Um microônibus pecorrerá por dez dias as linhas da cidade. Ele tem duas diferenças em relação à frota da Visac-RS: é branco, com detalhes em verde, e movido a biometano, combustível gerado a partir do gás produzido em aterros sanitários. A apresentação do veículo, produzido pela Agrale, com carroceria Volare, ambas de Caxias do Sul, ocorreu na tarde desta quarta-feira, 20 de maio. O biometano é da Ultragaz, gerado no aterro de Minas do Leão.

O teste é inédito em empresa de transporte de passageiros no Rio Grande do Sul. Para o diretor da Visac-RS, Rodrigo Corleto Hoelzl, um marco na busca por combustível renovável. “É buscar nos resíduos domésticos gerados pela cidade uma alternativa ao diesel, combustível fóssil que pode sofrer escassez. Além disso, reduz significativamente os impactos ambientais”, diz. “O biometano surge como uma solução promissora para cidades que buscam modernizar o transporte público, reduzir impactos ambientais e transformar resíduos em desenvolvimento sustentável”, acrescenta.

Alternativa verde

O biometano é produzido a partir da decomposição de resíduos orgânicos em aterros sanitários. Vem se destacando como uma das principais alternativas sustentáveis para abastecer veículos de transporte público. É renovável, gerado a partir do lixo urbano e de resíduos agroindustriais, une redução de emissões, economia e aproveitamento inteligente de resíduos que antes eram descartados no meio ambiente.

O processo começa com a captura do biogás gerado pela decomposição da matéria orgânica, passa por purificação, e se transforma em biometano, um gás com características semelhantes ao gás natural.

Especialistas apontam que a utilização do biometano fortalece a chamada logística reversa ambiental, conceito que prevê o reaproveitamento de resíduos e o retorno de materiais ao ciclo produtivo. Nesse modelo, aquilo que antes era tratado apenas como lixo, passa a gerar energia limpa e renovável, reduzindo impactos ambientais e criando novas oportunidades econômicas.

Além da destinação correta dos resíduos, o biometano apresenta vantagens importantes em relação ao diesel. Enquanto o combustível fóssil é responsável por elevadas emissões de dióxido de carbono (CO₂) e partículas poluentes, o biometano reduz significativamente os gases de efeito estufa e melhora a qualidade do ar nas cidades. Outro diferencial é a redução da dependência de combustíveis importados e sujeitos à volatilidade internacional.

O aspecto econômico desse modelo de será avaliado a partir dos testes com o veículo movido a biometano. Alguns estudos apontam que o custo operacional pode ser menor ao longo do tempo. Mas neste momento, o grande economia que se apresenta é um impacto é o ambiental, por se tratar de um combustível gerado a partir dos resíduos urbanos.

Outro ponto a ser considerado é o caráter renovável e praticamente inesgotável da fonte. Diferentemente do diesel, que depende da extração de petróleo, o biometano pode ser produzido continuamente a partir da geração diária de resíduos urbanos, industriais e agrícolas. Por isso, é frequentemente classificado como uma energia verde e de ciclo contínuo, alinhada às metas globais de descarbonização e sustentabilidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Variedades

Fórum de Vitivinicultura abre com debate sobre terroirs da Campanha Gaúcha

Por Marina Klein Telles 21/05/2026
Por Marina Klein Telles

O primeiro dia do 4º Fórum de Vitivinicultura da Campanha Gaúcha reuniu produtores, técnicos, estudantes e representantes do setor na quarta-feira (20), no campus da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), em Dom Pedrito (RS). A programação abriu com a dinâmica “Os diferentes terroirs da Campanha Gaúcha” e seguiu com palestras sobre monitoramento em tempo real na vinificação, valorização territorial e Denominação de Origem.

A atividade inicial contou com a participação de Gabriela Pötter, representando a Vinícola Guatambu, Cláudio Escosteguy, da vinícola Almabaska, Edvard Kohn, da Bueno Wines, e Pedro Candelária, da vinícola Campos de Cima, que participou de forma remota. Mediada pela professora Esther Pedroso Theisen, a dinâmica apresentou diferentes realidades produtivas da Campanha Gaúcha, com relatos sobre potencialidades, desafios e perspectivas para os vinhos elaborados na região.

Segundo o professor da Unipampa, Wellynthon Cunha, a dinâmica permitiu discutir o papel dos diferentes terroirs na construção da identidade vitivinícola da Campanha. “O nosso dia começou com a apresentação de diferentes terroirs da Campanha Gaúcha, diferentes realidades, apresentando suas potencialidades e seus desafios. Isso se transformou em uma discussão muito enriquecedora para todos”, afirma Cunha.

A atividade abordou vantagens, dificuldades e resultados observados pelos produtores em cada área de produção. Conforme Cunha, o debate também trouxe ao público uma leitura prática sobre o que já vem sendo desenvolvido nos vinhedos e o que pode ser projetado para os próximos anos. “A discussão trouxe exatamente as vantagens de cada terroir, as dificuldades, as potencialidades, o que deu certo, o que não deu e o que se prospecta para o futuro”, ressalta.

Após o intervalo, a programação seguiu com a palestra de Roberto Ballardin sobre “Ferramentas de monitoramento em tempo real na vinificação”. A apresentação tratou da aplicação de conceitos da indústria 4.0 no processo de elaboração de vinhos, com foco no uso de tecnologias para acompanhamento e controle da vinificação.

Na sequência, Juliana Rossato apresentou a palestra “O impacto do conhecimento enológico na construção, fortalecimento e promoção de uma Denominação de Origem de vinhos”. A abordagem tratou da valorização do território, das Indicações Geográficas e do papel da Denominação de Origem na diferenciação de regiões produtoras.

O encerramento do primeiro dia teve coquetel e degustação de vinhos brancos, rosés e espumantes experimentais elaborados pelo curso de Enologia da Unipampa. “Tivemos a apresentação de vinhos experimentais elaborados pelo curso, o que também abrilhantou bastante o evento. Amanhã seguimos com o segundo dia e esperamos receber novamente um bom público no campus Dom Pedrito”, observa Cunha.

O fórum é promovido pela Unipampa, pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio Grande do Sul (Sebrae RS), pela Associação de Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha (Associação Vinhos da Campanha) e pelo Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul (Consevitis-RS).

O evento tem patrocínio da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul (Setur-RS) e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), com apoio da Prefeitura Municipal de Dom Pedrito, 3ª CIA e CMB MEC de Dom Pedrito e Instância de Governança Regional Pampa Gaúcho de Turismo (Apatur).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2026 0 Comentários 55 Visualizações
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