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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Business

Frente a Frente do Sinapro-RS traz André Lacerda ao RS para debater novo Sistema Nacional de Listas Referenciais

Por Marina Klein Telles 23/06/2026
Por Marina Klein Telles

A evolução da tradicional Lista Referencial de Valores das agências de propaganda será tema de uma edição especial do Frente a Frente, principal fórum de lideranças do mercado publicitário gaúcho. Promovido pelo Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS), o encontro será realizado em 25 de junho, a partir das 9h30, na Escola de Comunicação, Artes e Design (Famecos), da PUCRS, em Porto Alegre.

O evento vai apresentar o novo Sistema Nacional de Listas Referenciais, coordenado pelo Sistema Sinapro/Fenapro, que promete trazer mais agilidade, segurança e padronização ao processo de orçamentação das agências de propaganda.

O que é o novo Sistema Nacional de Listas Referenciais?

A nova plataforma substitui a tradicional Lista Referencial de Valores e busca unificar estruturas e nomenclaturas utilizadas pelas agências de propaganda em todo o país. Embora cada Estado mantenha autonomia para definir seus preços, a ferramenta estabelece uma base comum para apoiar políticas de custos e processos de orçamentação.

A implantação do sistema no Rio Grande do Sul está prevista para 1º de julho.

Quem vai apresentar o novo modelo para o mercado gaúcho?

A apresentação será feita por André Lacerda, diretor do Sinapro-MG e um dos principais idealizadores do projeto de unificação nacional. Há mais de quatro anos, o executivo participa do desenvolvimento da plataforma, que será demonstrada ao vivo durante o encontro.

A proposta é mostrar como a solução funciona na prática e esclarecer dúvidas dos gestores das agências.

Quais os benefícios do novo sistema para as agências de propaganda?

Segundo o presidente do Sinapro-RS e vice-presidente da Fenapro, Juliano Brenner Hennemann, a padronização representa um avanço importante para o setor.

“Será uma mudança importante a padronização da estrutura e das nomenclaturas, embora cada Estado e cada Sinapro continuem tendo autonomia na definição dos preços, respeitando as suas realidades locais. Essa padronização será uma base orientativa e de apoio às agências nas suas políticas de custos e preços, especialmente para aquelas que trabalham com editais e licitações públicas e para as que possuem filiais em diferentes Estados”, destaca.

A expectativa é fortalecer ainda mais a atuação em rede do Sistema Sinapro/Fenapro e proporcionar mais clareza e segurança para as empresas do mercado publicitário.

O que é o Frente a Frente do Sinapro-RS?

Voltado aos gestores das agências associadas, o Frente a Frente é o principal fórum de lideranças do mercado publicitário gaúcho. O espaço é dedicado à troca de experiências, debate sobre boas práticas e compartilhamento de insights para fortalecer a gestão e impulsionar os negócios das empresas do setor.

A iniciativa reforça o compromisso do Sinapro-RS com o desenvolvimento do mercado criativo e da indústria da comunicação no Rio Grande do Sul.

Como fazer a inscrição para o Frente a Frente Especial?

As inscrições são gratuitas e exclusivas para agências associadas ao Sinapro-RS, com vagas limitadas. O cadastro deve ser realizado pela plataforma Sympla.

O Frente a Frente Especial conta com patrocínio master da Secretaria de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul e apoio da PUCRS. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2026 0 Comentários 113 Visualizações
Variedades

Vacas Holandesas toleram frio, mas umidade aumenta riscos no inverno gaúcho

Por Marina Klein Telles 23/06/2026
Por Marina Klein Telles

As condições típicas do inverno gaúcho exigem atenção redobrada dos produtores de leite para evitar prejuízos à saúde e ao desempenho do rebanho. Embora as vacas da raça Holandesa apresentem boa adaptação às baixas temperaturas, a combinação de frio, vento e umidade aumenta os desafios de manejo nas propriedades.

A superintendente técnica substituta da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Maíza Scheleski, explica que as baixas temperaturas não costumam prejudicar a produção leiteira. “As vacas leiteiras da raça Holandesa toleram muito bem o frio, que pode até favorecer a produção. O grande desafio dessa época é justamente a combinação de frio, vento e umidade, muito comum no nosso Estado”, afirma.

Entre os principais cuidados está a oferta de áreas secas e protegidas, especialmente após períodos de chuva. O excesso de barro e de umidade favorece problemas sanitários e pode comprometer o bem-estar do rebanho.

Segundo Maíza, os reflexos aparecem principalmente nos cascos e na saúde da glândula mamária. “É importante garantir que os animais tenham acesso a áreas secas e protegidas, principalmente após períodos de chuva. O excesso de barro e umidade aumenta o risco de problemas nos cascos, além de favorecer a ocorrência de mastite”, diz.

As categorias mais jovens também exigem cuidados específicos durante o inverno. “Instalações limpas, secas, protegidas do vento e com boa cama ajudam a reduzir os problemas respiratórios, muito comuns nessa época do ano”, afirma Maíza.

Além das condições de alojamento, o acompanhamento do manejo, da alimentação e da sanidade permanece entre os fatores que influenciam os resultados da propriedade. A adoção dessas medidas contribui para reduzir os riscos associados ao inverno.

Maíza acrescenta que, com manejo adequado e atenção à nutrição, ao conforto e à sanidade, o produtor consegue atravessar o período mantendo o bem-estar do rebanho e o desempenho da atividade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2026 0 Comentários 90 Visualizações
Cidades

Centro Municipal de Proteção Animal (CEMPRA) recebe nova estrutura de tratamento de efluentes e outras melhorias

Por Marina Klein Telles 23/06/2026
Por Marina Klein Telles

O Centro Municipal de Proteção Animal (CEMPRA), em Lomba Grande, está recebendo uma nova estrutura de tratamento de efluentes como parte das obras de reforma e qualificação do complexo. A implantação do sistema, composto por fossa, filtro e sumidouro, integra o orçamento já previsto para a reforma, cuja obra teve início no final de 2025.

As intervenções contemplam a reforma do telhado, a substituição do piso, melhorias nas instalações elétricas e a adequação da rede hidráulica do CEMPRA. Nesta etapa, os trabalhos estão concentrados na conclusão do sistema hidráulico, que passará a destinar corretamente os resíduos líquidos gerados pelas atividades do local.

Conforme a gerente da Diretoria de Bem-Estar Animal (DBEA), Lelly Teixeira, durante a execução do serviço foi identificada a necessidade de manutenção em uma estrutura antiga existente no complexo. “Um filtro que antecede a fossa antiga estava completamente obstruído e soterrado. A limpeza do equipamento já foi realizada e, nos próximos dias, serão feitos testes para verificar o funcionamento adequado da tubulação e identificar possíveis pontos de obstrução”, explica Lelly.

O investimento total é de aproximadamente R$ 240 mil. A reforma atende a uma demanda antiga da comunidade e incluiu a ampliação do telhado de uma das áreas destinadas aos animais, a implantação das redes elétrica e hidráulica — inexistentes até então em parte da estrutura — e a substituição do piso por um material antiderrapante. “Todo esse investimento possibilita um atendimento mais adequado às demandas do bem-estar animal da nossa cidade. Além da implantação das novas fossas, que substituem estruturas antigas danificadas, passamos a contar com um espaço qualificado para a execução dos serviços”, destaca o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Anderson Bertotti.

A intervenção também deve contribuir para solucionar problemas relacionados ao sistema de escoamento da estrutura mais antiga do complexo. As obras de reforma e modernização do CEMPRA são executadas pela Perfecta e contemplam melhorias estruturais que buscam oferecer melhores condições de trabalho às equipes e mais qualidade no atendimento aos animais acolhidos pela unidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Business

ACI e The South Base refirmam compromisso da indústria calçadista

Por Marina Klein Telles 22/06/2026
Por Marina Klein Telles

Em manifestação conjunta, a ACI e o movimento The South Base reafirmam que a indústria calçadista brasileira tem compromisso com os mais elevados padrões de conformidade, sustentabilidade e responsabilidade social exigidos pelos mercados internacionais. As ocorrências pontuais recentemente divulgadas devem ser tratadas como situações específicas e não como reflexo da realidade da nossa indústria calçadista. Elas representam menos de 0,02% dos empregos formais do Estado do Rio Grande do Sul. 

A existência de mecanismos efetivos de fiscalização demonstra a capacidade institucional do Brasil de identificar, corrigir e aperfeiçoar práticas sempre que necessário. A fiscalização efetiva fortalece a credibilidade do setor e reforça o compromisso da indústria brasileira com as melhores práticas globais de compliance e responsabilidade social.

Ao mesmo tempo esse episódio reacende o debate sobre o que é melhor para o jovem, entendemos que a sociedade precisa discutir mecanismos que ampliem oportunidades para jovens em ambiente protegido, conciliando educação, qualificação e trabalho. Dessa forma, trabalhar é uma liberdade de escolha com proteção. Não se trata de flexibilizar direitos, mas de construir caminhos seguros para a inserção produtiva das novas gerações.

Nenhum jovem deve estar em atividade perigosa, mas também não podemos aceitar que um jovem que estuda, tem acompanhamento familiar e deseja trabalhar legalmente tenha como única alternativa a informalidade. O desafio do Brasil não é escolher entre proteção e oportunidade, mas sim conseguir entregar as duas coisas ao mesmo tempo. Esse debate precisa ser feito a favor do jovem, das famílias e da formalidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 67 Visualizações
Business

Confiança dos Empresários do Comércio Gaúcho registra nova queda

Por Marina Klein Telles 22/06/2026
Por Marina Klein Telles

A Fecomércio-RS divulgou os resultados de maio de 2026 do Índice de Confiança dos Empresários do Comércio Gaúcho (ICEC-RS). Em nível, o ICEC atingiu 85,4 pontos, o que representou um recuo de 3,8% na margem e de 7,9% em relação a maio de 2025. Com esse resultado, o indicador atingiu o menor patamar desde setembro de 2025, quando havia registrado 84,5 pontos. A média móvel em 12 meses do índice foi de 89,3 pontos, abaixo dos 89,9 pontos observados em abril de 2026.

Na abertura por porte, o ICEC-RS recuou tanto entre as empresas com até 50 empregados quanto entre aquelas com mais de 50 empregados. Entre as menores, o indicador passou de 88,4 pontos em abril de 2026 para 85,0 pontos em mai/26. Já entre as empresas de maior porte, houve redução de 108,4 para 103,9 pontos no mesmo período. Sob a ótica dos segmentos, o maior nível de confiança foi registrado pelo comércio de bens semiduráveis, com 95,0 pontos, seguido pelo comércio de bens não duráveis, que alcançou 92,9 pontos. O segmento de bens duráveis, por sua vez, marcou 78,8 pontos e permaneceu como o mais pessimista entre os analisados. Na comparação com o mês anterior, todos os segmentos apresentaram queda, com destaque para o comércio de bens não duráveis, que registrou retração de 7,7%.

Entre os componentes do índice, o Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC-RS) registrou 58,0 pontos em maio de 2026. Na margem, o resultado ficou 4,5% abaixo do observado em abril de 2026, enquanto, na comparação interanual, apresentou retração de 2,7%. O Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC-RS) atingiu 104,4 pontos, com queda de 4,8% na margem e de 8,5% em relação a maio de 2025. Já o Índice de Investimentos do Empresário do Comércio (IIEC-RS) alcançou 93,6 pontos, registrando retração de 2,6% frente a abr/26 e de 10,4% na comparação interanual.

“A queda na confiança dos empresários reflete o cenário desafiador para os negócios, marcado por juros elevados, crédito mais restrito às famílias e empresas, bem como o elevado comprometimento com o pagamento de dívidas. Além disso, as incertezas relacionadas ao cenário internacional têm contribuído para aumentar a percepção de risco, reduzindo o otimismo dos empresários”, comentou o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 66 Visualizações
Variedades

Pesquisadores do Brasil e do México debatem educação antidiscriminatória e políticas públicas na Universidade Feevale

Por Marina Klein Telles 22/06/2026
Por Marina Klein Telles

Integrantes do grupo de pesquisa Criança na Mídia, da Universidade Feevale, estiveram reunidos, neste mês, com estudantes da Maestría en Educación Básica da Unidade 171 da Universidad Pedagógica Nacional (UPN), de Cuernavaca, Morelos. O encontro Saberes docentes e políticas públicas: relações entre Brasil e México foi híbrido e promoveu um espaço de diálogo sobre os desafios e as potencialidades das políticas públicas voltadas à educação nos dois países.

Inspirado na metodologia freireana dos círculos de cultura, o encontro possibilitou a reflexão e a análise comparativa de experiências brasileiras e mexicanas relacionadas à legislação educacional, com destaque para os marcos legais que sustentam a educação antidiscriminatória, intercultural e comprometida com a diversidade epistemológica nas escolas públicas. Professores, pesquisadores e estudantes compartilharam experiências sobre a implementação dessas políticas em seus territórios, identificando aproximações, desafios e possibilidades de atuação conjunta.

Além do debate sobre políticas públicas, a atividade promoveu a troca de metodologias de pesquisa desenvolvidas em contextos escolares e fortaleceu o diálogo entre profissionais de diferentes áreas que atuam no campo da educação. A iniciativa também contribuiu para a construção de redes de colaboração acadêmica e de formação docente entre Brasil e México.

Redes de intercâmbio

O encontro integrou o calendário de ações da doutoranda Sofia Robin Ávila da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Processos e Manifestações Culturais, que realiza seu doutorado sanduíche em Cuernavaca. Entre os objetivos da pesquisa está a criação de redes de intercâmbio entre docentes da educação pública do Estado de Morelos, no México, e do Rio Grande do Sul, fortalecendo a cooperação internacional em torno da educação, dos direitos humanos e da valorização da diversidade nas escolas.

Segundo a professora Saraí Schmidt, a aproximação entre pesquisadores brasileiros e mexicanos vem sendo construída de forma coletiva e contínua nos últimos anos, fortalecendo redes de cooperação em torno da educação, dos direitos humanos e da formação docente. “Essa troca com o México tem sido muito importante porque estamos construindo uma relação acadêmica baseada no diálogo, na escuta e no compartilhamento de experiências que fazem sentido para os desafios que enfrentamos em nossos territórios. Em 2024, a doutoranda Caroline Willig realizou seu estágio sanduíche no México, ampliando os vínculos entre as instituições. Em 2025, recebemos na Feevale a professora mexicana Ruth Belinda Bustos Córdova e, no mesmo ano, também estive no México para conhecer experiências e fortalecer esse diálogo acadêmico”, diz a docente.

Agora, com a presença da doutoranda Sofia Robin Ávila da Silva em Cuernavaca, os laços se estreitam ainda mais. De acordo com Saraí, esse movimento demonstra que o trabalho de integração entre as universidades está se consolidando e criando oportunidades concretas de intercâmbio para estudantes, pesquisadores e professores. “Mais do que uma parceria institucional, estamos construindo uma rede de colaboração comprometida com a educação antidiscriminatória, intercultural e com a valorização da diversidade nas escolas públicas”, completa a professora.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 81 Visualizações
Variedades

Novo Plano Safra exige atenção do produtor para além das linhas de crédito

Por Marina Klein Telles 22/06/2026
Por Marina Klein Telles

A partir de 1º de julho, entra em vigor o Plano Safra 2026/27, principal instrumento de financiamento da atividade agropecuária brasileira. Tradicionalmente aguardado pelo setor em razão dos volumes de recursos disponibilizados e das condições de crédito anunciadas pelo Governo Federal, o programa também exige atenção dos produtores para aspectos que vão além dos valores financiados.

Embora o debate normalmente esteja concentrado nas taxas de juros e nos montantes destinados ao setor, especialistas alertam que cada operação de crédito rural envolve obrigações jurídicas que podem impactar diretamente a gestão da propriedade, a produção e até mesmo futuras negociações financeiras.

Segundo o advogado Rafael Caferati, especialista em Direito do Agronegócio do Jobim Advogados, é fundamental que o produtor avalie cuidadosamente todos os elementos do contrato antes da contratação. “O crédito rural é uma ferramenta importante para viabilizar investimentos e custear a produção, mas também cria compromissos que precisam ser compreendidos integralmente. Garantias exigidas, prazos de pagamento, condições de vencimento e obrigações assumidas podem gerar consequências relevantes ao longo do ciclo produtivo”, explica.

Entre os pontos que merecem atenção estão as garantias vinculadas à operação, as exigências para liberação dos recursos, as condições previstas para renegociação e os riscos decorrentes de eventual inadimplência. Dependendo da modalidade contratada, o produtor pode assumir compromissos que afetam não apenas a safra atual, mas também sua capacidade de acesso a crédito nos anos seguintes.

Caferati destaca que a análise prévia das condições jurídicas da operação é tão importante quanto a avaliação econômica do financiamento. “O produtor costuma olhar primeiro para o valor disponível e para a taxa de juros, mas a segurança da operação depende de uma leitura mais ampla. Cada contrato possui características próprias e compreender seus efeitos ajuda a evitar problemas futuros e a tomar decisões mais estratégicas”, afirma.

Com a abertura do novo ciclo do Plano Safra, a recomendação dos especialistas é que produtores e empresas rurais utilizem o período de contratação para revisar suas necessidades de financiamento e avaliar cuidadosamente as condições oferecidas. Em um cenário de custos elevados e margens cada vez mais pressionadas, o crédito rural deixa de ser apenas uma ferramenta financeira e passa a integrar o planejamento estratégico da atividade agropecuária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 103 Visualizações
Gastronomia

Riserva di Famiglia ganha medalha de ouro em sessão do Concours Mondial de Bruxelles

Por Marina Klein Telles 22/06/2026
Por Marina Klein Telles

O vinho Riserva di Famiglia, safra 2023 da RAR Vinhos, conquistou a medalha de ouro na Sessão de Vinhos Tinto e Branco 2026 do Concours Mondial de Bruxelles (CMB), realizada entre os dias 21 e 23 de maio, em Erevan, na Armênia. O concurso, considerado uma das mais importantes competições internacionais do setor, avalia cada categoria de vinho em sessões independentes, o que garante maior rigor técnico e precisão nas análises.

Elaborado a partir de um corte das uvas Cabernet Sauvignon e Merlot, o rótulo da safra 2023 foi avaliado por um painel formado por especialistas do México, Luxemburgo, Irlanda, Alemanha, Bulgária e Armênia. Em sua avaliação, os jurados destacaram o equilíbrio aromático e a harmonia do vinho: “Um nariz limpo e equilibrado de ervas e flores secas. Na boca tem taninos maduros e boa acidez, formando um conjunto harmonioso.”

Em abril, o rótulo da mesma safra já havia sido premiado com medalha de ouro na categoria Tinto Cortes Bordaleses durante a 11ª edição da Grande Prova de Vinhos do Brasil, uma das mais relevantes avaliações do setor vitivinícola nacional.

Para Sergio Martins Barbosa, presidente executivo da RAR Agro & Indústria, a premiação evidencia a consistência do trabalho desenvolvido pela empresa ao longo dos anos. “Conquistar uma medalha de ouro no Concours Mondial de Bruxelles tem um significado muito especial para nós, por se tratar de uma avaliação conduzida por especialistas de diferentes países e reconhecida pelo alto nível de exigência. Ver o Riserva di Famiglia receber essa medalha de ouro demonstra que estamos conseguindo expressar, em cada safra, a identidade e a qualidade que buscamos entregar ao mercado”.

Sobre a RAR Vinhos

Desde 1999, a RAR Vinhos, cultiva uvas que expressam a complexidade do um terroir localizado nos Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul. Com aproximadamente 1.000 metros de altitude, invernos longos e frios e verões amenos à noite, um clima que favorece a lenta maturação das uvas, contribuindo para vinhos com aromas mais concentrados, sabores equilibrados e personalidade marcante.

Sobre a RAR Agro & Indústria

A RAR Agro & Indústria, de Raul Anselmo Randon, teve origem na fruticultura, com o cultivo da maçã na década de 70. Hoje, é uma das maiores produtoras e comercializadoras da fruta no Brasil, comprometida com a inovação e a sustentabilidade. Com um legado voltado para o futuro, nos anos 1990, montou a primeira fábrica de queijo Tipo Grana fora da Itália lançando a marca Gran Formaggio Rar.

Ao longo de sua trajetória, a companhia diversificou suas operações e também se destaca na produção agrícola de grãos, como soja e milho, além de ser uma das principais produtoras de leite do Rio Grande do Sul. A empresa também produz queijo parmesão, ampliando sua atuação no segmento de lácteos com produtos de alto valor agregado.

A RAR Agro & Indústria tem, em seu portfólio, linha de importados como queijos italianos e argentinos, acetos italianos, presuntos e salames italianos e espanhóis, e azeites de oliva chilenos. A linha de derivados é composta por creme de leite fresco e manteiga. Com sede em Vacaria (RS), conta ainda com linha de 32 rótulos entre vinhos e espumantes, nacionais e importados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 118 Visualizações
Business

Com foco em reforma tributária e jornada de trabalho, Fiergs e CBIC discutem perspectivas da construção civil

Por Marina Klein Telles 22/06/2026
Por Marina Klein Telles

Responsável por cerca de 1 milhão de empregos formais gerados desde a pandemia e por uma parcela significativa do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, a construção civil foi o foco de encontro promovido pelo Sistema FIERGS e pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) na quinta-feira (18). Entre os principais temas debatidos estiveram os impactos da reforma tributária e da proposta de redução da jornada de trabalho, atualmente em tramitação no Congresso Nacional.

O vice-presidente da FIERGS e coordenador do Conselho da Construção Civil (Consic), Claudio Teitelbaum, que representou no evento o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, destacou a relevância do setor para a economia e o papel da Região Sul no cenário nacional. “É uma atividade estratégica para o desenvolvimento econômico e social. Foi um dos primeiros setores a reagir após a covid-19 e, durante oito trimestres consecutivos, liderou a geração de empregos no Brasil”, afirmou.

Teitelbaum ressaltou, porém, os desafios, como a reforma tributária. “Teremos de buscar mais industrialização, mecanização e ferramentas que hoje ainda utilizamos pouco. Haverá aumento de impostos e redução da competitividade. Até alcançarmos o estágio de creditação dos impostos, o fluxo de caixa das empresas sofrerá bastante”, ponderou.

O presidente eleito da CBIC, Eduardo Aroeira Almeida, considera que o setor precisa se mobilizar diante das mudanças em curso. “Este é um ano de transição e de muitas incertezas políticas. A regulamentação da reforma tributária, por exemplo, está acontecendo agora, e a participação das empresas é fundamental. Precisamos agir para não sermos prejudicados”, disse.

Almeida também alertou para os possíveis impactos da redução da jornada semanal para 40 horas. Segundo ele, a medida exigiria a contratação imediata de cerca de 280 mil trabalhadores adicionais na construção civil. “O que precisamos é de tempo e produtividade”, pontuou.

Já o coordenador do Conselho Técnico de Assuntos Tributários, Legais e Cíveis da FIERGS (Contec) e presidente do Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem em Geral no Estado do Rio Grande do Sul (Sicepot-RS), Rafael Sacchi, defendeu maior equilíbrio fiscal e investimentos em infraestrutura. “Deveríamos ter feito uma reforma administrativa antes da reforma tributária. O Brasil regula a receita pelo aumento da despesa. A arrecadação cresceu, mas a dívida pública continua aumentando por causa da despesa descontrolada. E não se trata de despesas que geram investimentos, como despesas com construção, que trazem efeitos positivos na economia”, afirmou.

Sacchi defendeu políticas públicas de Estado voltadas para infraestrutura, habitação, saneamento e logística. “Com o fim de incentivos fiscais previsto na reforma tributária, como o Estado pode se tornar mais competitivo? Pela logística”, enfatizou, ressaltando que o Rio Grande do Sul conta atualmente com apenas um porto e uma malha ferroviária defasada.

Na abertura do encontro, foram homenageadas duas personalidades com trajetória relevante para o setor: o engenheiro, empresário, deputado constituinte e ex-ministro-chefe da Casa Civil Luis Roberto Andrade Ponte e o empresário, contador e ex-presidente do Sinduscon-RS Ricardo Antunes Sessegolo.

“É uma honra receber essa homenagem. Entrei na vida pública com o objetivo de ser útil. Precisamos defender os interesses do país. E quase tudo o que a construção faz é positivo para o Brasil, pois está presente nos hospitais, nas escolas e nas estradas”, agradeceu Ponte. Em sua fala, Sessegolo destacou a importância da aproximação entre a indústria e construção civil. “Esta é a casa da indústria. A construção civil conquistou um espaço na entidade que antes não tinha, com muita luta e perseverança”, celebrou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 116 Visualizações
Variedades

Universidade Feevale sediará XII Congresso Gaúcho de Direito das Famílias e Sucessões

Por Marina Klein Telles 22/06/2026
Por Marina Klein Telles

A Universidade Feevale será sede, em 6 e 7 de novembro, da 12ª edição do Congresso Gaúcho de Direito das Famílias e Sucessões, evento que acontecerá no Câmpus II da Instituição. Esta semana, o reitor José Paulo da Rosa, o superintendente executivo Roberto Sarquis Berté e a coordenadora do curso de Direito, Valéria Koch Barbosa, receberam a presidente do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias e Sucessões (IBDFAM/RS), Delma Silveira Ibias, entidade que promove o evento.

Também estavam presentes os diretores da comissão científica do Congresso – Emily Ruchel, presidente do Núcleo de Novo Hamburgo; Fernanda Passini, presidente da CDFS/OAB-RS; e Indianara Ribas, diretora do núcleo NH – e a equipe organizadora do evento, que é composta por Juliana Zorzanello, Pamela May e Eliza Zuchetti. O grupo discutiu a organização e a logística do Congresso e visitou os espaços da Universidade.

O XII Congresso Gaúcho de Direito das Famílias e Sucessões é um dos principais encontros acadêmicos e científicos da área no Estado, reunindo advogados, magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, medidores, professores, pesquisadores e estudantes para debater os desafios contemporâneos da área. Ao longo de dois dias de programação científica, os participantes terão acesso a conferências, painéis temáticos e debates com especialistas de diversas regiões do país, promovendo atualização técnica, reflexão crítica e intercâmbio de experiências. As inscrições já podem ser realizadas em www.congressogaucho.com.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2026 0 Comentários 80 Visualizações
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