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Gabrielle Pacheco

Gabrielle Pacheco

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Cidades

Estância Velha tem um novo caso de coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Estância Velha informa que o Município teve confirmado nesta quinta-feira, 7, um novo caso de Covid-19 . Trata-se de uma mulher de 62 anos, que está em isolamento e monitorada pela Vigilância em Saúde (Visa) da Secretaria Municipal de Saúde.

O exame desta moradora de Estância Velha foi realizado pelo laboratório da Universidade Feevale. Anteriormente, o Município tinha registrado sete casos. Destes, três já estão curados.

Com o anúncio da confirmação, a Administração Municipal reiterou o pedido para que a comunidade fique em casa para colaborar no enfrentamento e prevenção da pandemia causada pelo coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 480 Visualizações
Cidades

Parceria entre a Defesa Civil e RTI possibilita envio de alimentos via transporte intermunicipal

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Defesa Civil Estadual, por meio de convênio com a Associação Rio-grandense de Transporte Intermunicipal (RTI), enviou 25 cestas básicas para a região de Bento Gonçalves na manhã de quinta-feira, 7. Os alimentos não perecíveis serão destinados a comunidades em situação de vulnerabilidade social em decorrência da estiagem.

A distribuição dos itens será realizada pela 9ª Coordenadoria Regional de Defesa Civil, que abrange a região da Serra. A metodologia para distribuição dos alimentos utilizou como parâmetro o baixo índice de renda, além dos municípios que estão há mais tempo enfrentando a estiagem e que já tenham o processo de situação de emergência homologado pelo governo do Estado.

O Decreto 55.129, de 19 de março de 2020, que criou o Comitê de Logística e Abastecimentos para enfrentamento da Covid-19, trouxe demandas de logística adicionais à Divisão de Apoio às Comunidades Atingidas e à Divisão de Relações Comunitárias. Para fazer frente às solicitações, articulou-se atuação conjunta com a RTI, entidade integrante do comitê e que congrega as empresas de transporte intermunicipal de passageiros, cujos serviços de encomendas poderão ser utilizados para despacho de itens administrados pela Defesa Civil Estadual.

A Divisão de Apoio da Defesa Civil Estadual também elaborou um protocolo que estabelece os procedimentos que devem ser observados para o envio de ajuda humanitária, insumos, equipamentos de proteção individual e materiais de interesse da Defesa Civil Estadual através do Sistema Intermunicipal de Transporte de Passageiros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 443 Visualizações
Cidades

Ação Cata Foco recolhe 206 toneladas de resíduos do Lago Azul e Rincão dos Ilhéus

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A ação Cata Foco da Secretaria Municipal de Obras (SMO) da Prefeitura de Estância Velha recolheu 112 toneladas de resíduos no bairro Lago Azul e 94 toneladas no Rincão dos Ilhéus. A força-tarefa tem como objetivo combater o mosquito Aedes aegypti e evitar uma epidemia de dengue no Município, que já conta com 16 casos confirmados. 

No início da ação, as áreas verdes e espaços públicos foram os primeiros a receber a limpeza, onde foram recolhidas diversas quantidades de descartes irregulares, que serviam de foco para a dengue. A SMO destaca que a partir desta quinta-feira, 7, quem colocar itens nos bairros que já passaram pela ação Cata Foco, será notificado e poderá ser multado.

Nesta quinta-feira, 7, é o último dia para que os moradores do bairro Rincão Gaúcho e das Quintas, coloquem resíduos em suas calçadas, pois nesta sexta-feira (8) e no sábado (9) será feita a coleta nesses bairros.

A comunidade deve fazer sua varredura, depositar os materiais em sua calçada e avisar a SMO pelo WhatsApp para que se mapeie o local da coleta. O número é (51) 99387-3408.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 518 Visualizações
Cidades

Retirada de cartões SIM e passagem antecipada, da Trensurb, acontece somente no terminal Triângulo do TRI

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Como medida de prevenção à propagação do novo coronavírus, a Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre (ATP) está restringindo atividades e fechando temporariamente o Posto Central do TRI, no Centro Histórico da capital. Dessa forma, a retirada de cartões do Sistema Integrado Metropolitano (SIM), a bilhetagem eletrônica da Trensurb, integrada ao sistema TRI, passa a ser realizada apenas no Posto Terminal Triângulo do TRI, localizado na Av. Assis Brasil, 4320, em Porto Alegre.

A Trensurb lembra que o posto de atendimento do SIM na Estação Canoas do metrô também está temporariamente fechado. Desse modo, no momento, não é possível realizar novos cadastros para solicitação do cartão SIM nas modalidades Idoso e Passagem Antecipada. Quem precisar de uma segunda via do cartão SIM na modalidade Idoso ou Passagem Antecipada pode fazê-lo por meio do serviço de atendimento ao cliente do TRI, via telefone. A retirada da segunda via ocorre no Posto Terminal Triângulo do TRI. Para mais informações, acesse o site ou ligue para o serviço de atendimento ao cliente do TRI (51) 3027-9959.

Vale destacar que o acesso às estações do metrô também pode ser realizado com o cartão SIM Múltiplo, que é vendido nas bilheterias da Trensurb e permite o carregamento com créditos suficientes para se fazer até dez viagens. Desse modo, o SIM Múltiplo proporciona aos usuários do metrô mais praticidade e menos tempo de espera nas filas das bilheterias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 737 Visualizações
Variedades

Agricultura apresenta dados e caminhos para Estado ser declarado zona livre de aftosa sem vacinação

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os próximos passos para o Rio Grande do Sul ser declarado zona livre de aftosa sem vacinação foram apresentados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) nesta quinta-feira, 7. A pasta também informou os resultados preliminares da campanha antecipada de vacinação contra a febre aftosa, realizada de 16 de março a 24 de abril.

Neste ano, os pecuaristas gaúchos vacinaram 90,1% do rebanho de 11.254.305 de animais, de um total de 12.492.170 de bovinos e bubalinos. Os dados ainda estão sendo computados pela Seapdr e serão finalizados até 29 de maio. “O percentual de 85% já é considerado satisfatório, e a cobertura vacinal deve ser maior”, afirmou o secretário Covatti Filho, durante transmissão por rede social na manhã desta quinta, 7.

Conforme o secretário, a decisão pela suspensão da vacinação contra a febre aftosa depende do trabalho técnico do Departamento de Defesa Agropecuária para implementar e manter as ações de controle da enfermidade, da anuência do Ministério da Agricultura por meio de auditorias, do interesse e comprometimento dos setores produtivos no processo e da articulação política – Executivo e Legislativo – para a sustentabilidade do programa. “Estamos preparando a secretaria para a mudança de status sanitário. Queremos tornar o Estado livre de aftosa, livre de vacina e livre para crescer e abrir mercados mais exigentes e que remuneram melhor”, ressaltou Covatti.

Evolução do status sanitário

Neste mês de maio, se inicia a contagem de um ano da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) para a certificação. Logo após, em agosto, o Ministério da Agricultura fará a supervisão de acompanhamento do plano de ação e marcará nova auditoria para setembro. Em seguida, o ministério deve realizar nova auditoria e encaminhar pedido para deliberação da OIE, em outubro. Daqui a um ano, em maio de 2021, a OIE pode reconhecer o Rio Grande do Sul como Estado livre de aftosa sem vacinação

Medidas do Estado

O Estado já apresentou o plano estratégico e os projetos técnicos e de planejamento para defesa de sanidade animal, com vigilância ativa, análise de rede e cuidados com a fronteira. De acordo com o secretário, a mudança de status sanitário será uma decisão técnica, não política. “Estamos trabalhando tecnicamente em consonância com entidades representativas do setor e órgãos governamentais e de fiscalização. Todas as decisões serão com base em análises técnicas”, garantiu Covatti.

A Seapdr elaborou plano de ação para atender as ações apontadas em relatório final de auditoria do Ministério da Agricultura. O plano contém 18 medidas, a maioria envolvendo correções de procedimentos como preenchimento de documentos e relatórios.

Os dois principais apontamentos dizem respeito à contratação de 150 auxiliares administrativos para ampliar o quadro de pessoal e de fiscalização, além da compra de cem veículos, sendo 72 pelo Estado e 28 pelo governo federal. Segundo o secretário adjunto da Seapdr, Luiz Fernando Rodriguez Junior, o Estado deve atender as medidas dentro do prazo estipulado, que é em agosto deste ano.

A Seapdr também publicou instrução normativa proibindo venda e aplicação da vacina e impedindo o ingresso de animais vacinados no Estado nos próximos 12 meses. O prazo para digitação e envio dos relatórios oficiais da campanha de vacinação termina em maio.

Conforme a Seapdr, o custo anual estimado para a vacinação contra a febre aftosa é de R$ 228 milhões, considerando custos de vacina, logística, mão de obra e perda de peso dos animais – 20 milhões de cabeças, em duas etapas de vacinação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 816 Visualizações
Business

Governo federal vai recompor arrecadação de ICMS em 22,7% por quatro meses

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A repercussão da crise da Covid-19 nas finanças públicas e as perspectivas com a aprovação do projeto de suporte aos Estados do governo federal foram temas tratados pelo secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, em reunião da Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle da Assembleia Legislativa na manhã desta quinta-feira, 7.

Na abertura, Marco Aurelio fez um balanço dos resultados de 2019. Segundo ele, foi um ano de muito trabalho legislativo, com protagonismo da Assembleia em diferentes frentes de ajuste fiscal e com resultados importantes para as contas públicas. Realizada de forma virtual, a reunião contou com a participação do presidente da Assembleia, Ernani Polo, do presidente da Comissão, Luís Augusto Lara, do líder do governo, Frederico Antunes, e também do secretário adjunto da Casa Civil, Bruno Freitas.

Em sua fala, o secretário destacou que, em relação ao previsto na Lei Orçamentária para o ano passado, o déficit ficou R$ 2 bilhões abaixo do previsto na (R$ 5,2 bilhões) graças ao controle rígido de despesas e medidas de modernização da receita, com crescimento da arrecadação tributária acima do crescimento real da economia. Dessa forma, em 2019, o déficit foi reduzido sem saques dos depósitos judiciais e houve queda de R$ 1 bilhão no estoque de precatórios, além de aumento de 25% na recuperação de tributos atrasados em atuação conjunta com Procuradoria-Geral do Estado e Ministério Público.

Operações financeiras de R$ 515 milhões, como a venda de créditos do Fundopem, ajudaram na estabilidade do fluxo de caixa, como no setor da saúde e obras em estradas.

Ainda em linha com os resultados do ano passado, o secretário explicou que nos primeiros meses de 2020 esses avanços vinham sendo sentidos também no pagamento da folha, que teve atraso de 13 dias em janeiro e fevereiro, contra os 45 dias que chegaram a ser registrados no ano passado. Houve crescimento da arrecadação de 5% acima da inflação (descontados os efeitos de antecipação de tributos para 2018) e o déficit orçamentário no primeiro bimestre foi de apenas R$ 91,9 milhões.

Crise do coronavírus interrompeu avanços fiscais em curso

Com a crise aprofundada em meados de março, houve impactos significativos na arrecadação e demanda por maiores gastos para atendimento à população e preservação da saúde pública. A Secretaria da Fazenda reorganizou estruturas de trabalho, passou a publicar boletins semanais de tendência de arrecadação com dados das notas eletrônicas, buscou apoio para postergar o pagamento de ICMS do Simples Nacional para micro e pequenas empresas. E os bancos públicos anunciaram linhas de crédito para as empresas.

Para evitar o colapso das contas, o governo gaúcho passou a trabalhar na recomposição imediata de perdas de arrecadação. Em abril, a arrecadação ficou em R$ 689 milhões abaixo do projetado. Para maio, a previsão de queda é maior, tendo em vista que reflete as movimentações de abril, um mês que teve todos os seus dias impactados pela crise da Covid-19, ao contrário de março, que teve os primeiros dias num cenário de normalidade.

Repasse de R$ 1,95 bi para compensar perdas é considerado uma “vitória”

Ao apresentar cenários que mostram a repercussão da pandemia sobre as finanças, o secretário lembrou que há cerca de 50 dias o governo do Estado vem trabalhando para um suporte federal que garanta efetivamente recursos em caixa.

As negociações foram no sentido de garantir um suporte de liquidez imediato, pois no caso do Rio Grande do Sul os valores de distribuição via FPE e não pagamento da dívida seriam irrisórios. Operações de crédito também seriam um suporte mais lento, não evitando o colapso do caixa.

O aporte de R$ 1,95 bilhão definido pela Câmara e Senado é, na avaliação de Marco Aurelio, uma vitória para o Estado. “Trata-se de um projeto que atende nossa demanda de alívio financeiro que garantirá ao Rio Grande do Sul recursos muito maiores do que aqueles do início das tratativas. É, também, um esforço grande do governo federal no suporte aos entes federados”.

O secretário destacou, porém, que na versão final do projeto há uma desproporcionalidade entre as perdas de cada Estado, tendo em vista que as regiões Sul e Sudeste, na comparação com a riqueza que geram e, consequentemente, pelas perdas registradas, terão compensação relativamente menor. Pelos cálculos apresentados, os recursos federais ajudarão a cobrir perdas entre 20% a 25% nas regiões Sul e Sudeste. Em outros Estados este índice passa de 50%.

Para o Rio Grande do Sul, a cobertura para queda de arrecadação será de 22,7% ao longo dos quatro meses, com repasses de quase R$ 500 milhões por mês, além de R$ 260 milhões em quatro meses para a saúde.

Recursos serão incluídos no Orçamento em execução

Ainda sobre o recebimento dos recursos federais, Marco Aurelio explicou que o projeto protocolado na quarta-feira, 6, na Assembleia pelo Executivo cria rubricas específicas para as demandas do coronavírus, que não existiam antes na previsão orçamentária deste ano. Segundo ele, a medida é de ordem formal e de transparência para acompanhamento da alocação de créditos extraordinários para este fim.

O projeto de lei também inclui a autorização de abertura de créditos extraordinários à Secretaria da Saúde no orçamento estadual e foi criado a partir da solicitação dos deputados estaduais para remanejar recursos das emendas individuais para o combate à pandemia, num total de R$ 38,5 milhões que, juntamente com os demais recursos já dotados de emendas estaduais nesta área, alcançam total de R$ 52 milhões para ações de saúde.

Ao ser questionado sobre as perspectivas para o pós-crise, Marco Aurelio disse que em todo o mundo há incertezas sobre o grau de segurança que as pessoas terão para a manutenção de todas as atividades. “Temos conversado sobre isso no Comitê de Economia para avaliar o comportamento dos setores e como o poder público poderá auxiliar no novo momento que viveremos após esta crise. A economia é o resultado dos comportamentos individuais e isso é uma incerteza no mundo inteiro”, afirmou.

Para o secretário, o que não muda após a crise é o planejamento do governo no sentido de melhorar o ambiente de negócios no Estado, com equilíbrio fiscal, investimentos decorrentes de concessões e privatizações. “Precisamos de muito suporte neste momento para atravessar a crise, com apoio da Assembleia, deputados e governo federal, mas mantemos nossos compromissos de longo prazo do governo, com o ajuste seguindo a seu tempo, conforme a crise permitir”, finalizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 494 Visualizações
Variedades

ACIST-SL disponibiliza tele busca para doações

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o isolamento social, muitos voluntários não estão conseguindo entregar doações e prestar sua solidariedade. A ACIST-SL, por meio da Parceiros Voluntários Unidade São Leopoldo, está disponibilizando o serviço de tele busca. Segundo Júlio Roveda, coordenador de Projetos da entidade, basta entrar em contato para combinar o agendamento do horário para a retirada das doações. “Nós ajudamos a fazer a seleção e triagem dos donativos junto às empresas ou aos voluntários e também entregamos nas instituições que necessitam”, explica.

A iniciativa faz parte da Campanha Compartilhe Amor, que a ACIST-SL promove para estimular a solidariedade tanto de empresas como de pessoas físicas. Estão sendo estimuladas a doação tanto de produtos como de recursos financeiros, por meio de uma conta corrente especialmente gerida para esta finalidade. Interessados podem entrar em contato pelo fone (51) 99355-4125 ou e-mail parceirosvoluntarios@acistsl.com.br

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 512 Visualizações
Uncategorized

Chuva deve chegar em boa parte do Estado nos próximos dias

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Boa parte do Rio Grande do Sul deverá receber chuva de forma expressiva nos próximos sete dias, de acordo com o Relatório Oficial Nº 17, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), pela Emater-RS e pelo Irga.

Entre quinta-feira (7/6) e sábado (9/7), o tempo permanecerá seco e a atuação de uma massa de ar frio manterá as temperaturas baixas, com valores inferiores a 5°C em todo o Estado, com possibilidade de formação de geadas na Campanha, no Planalto e na Serra do Nordeste. No domingo (10), o ingresso de ar quente favorecerá a elevação das temperaturas.

Na segunda (11) e terça-feira (12), a propagação de uma nova frente fria provocará chuva em todas as regiões. Na quarta-feira (13), as áreas de chuva permanecerão sobre o Estado, com possibilidade de temporais isolados, sobretudo na Zona Sul e faixa Leste.

Os totais previstos deverão ser inferiores a 20 mm apenas na faixa Norte. No restante das áreas, os valores esperados oscilarão entre 30 mm e 50 mm. Na faixa Central e na Zona Sul, os totais deverão superar 60 mm na maioria dos municípios, podendo exceder 80 mm em algumas localidades.

A situação das culturas de soja, milho, arroz, feijão, olerícolas, frutícolas, erva-mate, fumo, pastagens, ovinocultura, piscicultura, pesca artesanal, bovinoculturas de corte e leite estão no relatório completo, que pode ser consultado aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 570 Visualizações
Variedades

Comitê internacional valida estudo liderado pelo Hospital Moinhos para tratamento da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O comitê independente de monitoramento de dados de segurança aprovou o estudo Coalizão 1, liderado pelo Hospital Moinhos de Vento, que versa sobre o tratamento do novo coronavírus. É a primeira análise pela qual passou a pesquisa que avalia a eficácia do tratamento com hidroxicloroquina, com ou sem adição de azitromicina, para melhorar o quadro respiratório de pacientes internados em hospitais brasileiros com quadros leves a moderados de Covid-19.

Cientistas australianos e neozelandeses verificaram que a investigação está sendo conduzida de maneira adequada e não detectaram evidências suficientes de riscos ou de benefícios para interromper precocemente a pesquisa. O Hospital Moinhos de Vento lidera este e mais seis estudos da Coalizão COVID Brasil, que congrega os hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês, HCor, Hospital Alemão Osvaldo Cruz e Beneficência Portuguesa de São Paulo. Também fazem parte do grupo a Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet) e do Brazilian Clinical Research Institute (BCRI).

Segundo Regis Goulart Rosa, médico intensivista e pesquisador do Moinhos de Vento que é membro do comitê diretivo da Coalizão Covid Brasil, os resultados consolidados devem ser divulgados entre o final de maio e o início de junho. “As análises interinas contribuem para garantia da qualidade do estudo e, também, para constatação precoce de benefícios ou riscos das intervenções avaliadas”, destaca.

Avaliação criteriosa

Pelos resultados parciais do estudo, segundo o médico, ainda não é possível dizer se um dos tratamentos avaliados – hidroxicloroquina em monoterapia, ou associação da hidroxicloroquina com a azitromicina, ou o tratamento usual – é melhor do que os outros. “Se em algum desses momentos tivermos uma evidência de efetividade ou se for comprovado risco, podemos ter uma conclusão antes do prazo estimado. Mas tudo passa pela avaliação criteriosa dos órgãos reguladores e entidades científicas”, destaca.

Até o momento, 474 pacientes foram recrutados. São pessoas que necessitaram de internação e alguns que, eventualmente, precisaram de oxigênio. Além de observar se a hidroxicloroquina é eficaz para o tratamento desses casos, os pesquisadores também analisam se a adição do antibiótico azitromicina pode potencializar o efeito do remédio e se traz algum benefício adicional. Até o final, 630 pacientes devem ser avaliados.

A Coalizão

Segundo Regis Goulart Rosa, a iniciativa Coalizão Covid Brasil está com sete protocolos de pesquisa em andamento. “Esses estudos trarão respostas importantes sobre a eficácia e segurança de potenciais tratamentos medicamentosos e, também, sobre o impacto da doença causada pelo novo coronavírus na qualidade de vida das pessoas”, conclui.

A aliança interinstitucional Coalização Covid Brasil conta com o apoio do Ministério da Saúde e de laboratórios farmacêuticos como EMS, Ache e Bayer. Ao todo, mais de 3 mil pacientes serão acompanhados pelo projeto por um ano após a alta hospital. Mais de 80 hospitais do país estão envolvidos no recrutamento e nas pesquisas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 724 Visualizações
Cultura

Encerradas as inscrições para o 48º Festival de Cinema de Gramado

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Gramado anunciou o balanço dos filmes inscritos para a o 48º Festival de Cinema de Gramado. No total, são 667 títulos, entre 146 longas-metragens brasileiros (LMB), 93 longas-metragens estrangeiros (LME) e 428 curtas-metragens brasileiros (CMB), que participarão da seleção. A organização comemora os resultados positivos, ainda que em um cenário desafiador. “Estamos muito contentes e otimistas com os resultados. Sabemos que é um momento difícil para a cadeia do audiovisual nacional. Ter recebido esse número de inscrições nos reforça a confiança para realizar o Festival”, avalia o gerente de projetos da Gramadotur, Diego Scariot.

Produções de 23 estados e do Distrito Federal marcaram presença entre os inscritos. São Paulo com 46 longas e 136 curtas,  Rio de Janeiro com 30 LMB e 67 CMB, Rio Grande do Sul com 13 LMB e 55 CMB e Minas Gerais com nove LMB e 31 CMB são os estados que concentram o maior número de produções. 

Entre os estrangeiros, 49 filmes são argentinos, 10 espanhóis, seis uruguaios e cinco mexicanos, mas também há produções da Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Paraguai, Peru, Portugal e Venezuela.  

A realização do 48º Festival de Cinema de Gramado está garantida, apesar do cenário de prevenção vivido atualmente no mundo. Programado para 14 a 22 de agosto, a data ainda poderá sofrer alteração, conforme o avanço da normalidade das atividades pós pandemia. O presidente da Gramadotur, autarquia municipal responsável pela realização do evento, Edson Néspolo, repete que está otimista, mas com responsabilidade. “Estamos atentos à evolução da pandemia e acompanhando as informações do Brasil e do mundo diariamente. Nossos eventos somente serão realizados com total segurança e, embora  estejamos trabalhando para realizar o Festival de Cinema em agosto, não descartamos o adiamento para setembro”, informa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 477 Visualizações
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