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Eduarda Ferreira

Eduarda Ferreira

Produção
Business

Produção e exportação de calçados caíram em 2020

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O ano de 2020 foi bastante difícil para o setor calçadista brasileiro, aponta a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Conforme dados divulgados pela Abicalçados em coletiva on-line, na noite da última terça-feira (13), o setor pode ter perdido 21,8% da sua produção em 2020, retornando a patamares de 16 anos atrás (dado oficial, do IBGE será divulgado até o final de janeiro). Assim, na exportação a queda foi de 18,6%, pior número desde 1983. Entretanto, para 2021 a estimativa é de incremento tanto em produção (+14,1%) quanto na exportação de calçados (+14,9%). O crescimento, porém, não será suficiente para recuperação total do setor.

Conforme o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a atividade vem em recuperação gradual, com mais mais de 30 mil novos postos de trabalho entre julho a novembro de 2020, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. “A abertura do varejo, que absorve mais de 85% das vendas do setor, foi fundamental para o resultado”, comentou. Por outro lado, o crescimento não foi suficiente para reverter as perdas de postos nos meses mais críticos da pandemia. Entre março e junho do ano passado mais de 60 mil trabalhadores perderam seus empregos. O dado até novembro mostra que o setor está empregando 255 mil pessoas, 13% menos do que no mesmo mês de 2019.

Produção do setor

Quanto à produção de calçados, a queda no acumulado até novembro foi de 23,4% (para 654,1 milhões de pares fabricados), sendo que o ano deve fechar com uma queda de 21,8%, indicando pequena melhora no último mês de 2020. “Fecharemos o ano com a produção de 710 milhões de pares, nível registrado em meados dos anos 2000”, destacou Ferreira. Para 2021, a expectativa é de que o setor cresça 14,1% sobre a base fraca do ano passado (para 811 milhões de pares). “Porém, ainda que a estimativa se realize, estaríamos 10,3% abaixo do desempenho de 2019 (908 milhões de pares), na pré-pandemia”, projetou o dirigente.

“O estrago foi muito grande, mas esperamos que com a vacinação em massa e as coisas retornando ao normal possamos experimentar uma recuperação. Mas ainda vamos ficar longe do ideal”, acrescentou o executivo, ressaltando que para que o crescimento seja sustentável é preciso que o Estado brasileiro promova as reformas estruturantes necessárias, especialmente a tributária. “Vivemos em um manicômio tributário. Não havendo uma reforma neste sentido, não teremos como sustentar a recuperação”, disse.

Exportações

Respondendo por cerca de 15% das vendas do setor calçadista brasileiro, as exportações terminaram 2020 com um revés de 18,6% em pares (93,8 milhões de pares) e de 32,3% em dólares (US$ 658,3 milhões) no comparativo com 2019, pior resultado em quase quatro décadas. Assim, com o retorno gradual das negociações internacionais, especialmente as grandes feiras comerciais, a expectativa é de um crescimento de 14,9% ao longo de 2021 (108 milhões de pares). “Ainda assim ficaremos 6,5% aquém de 2019”, disse Ferreira.

Segundo Ferreira, os principais destinos das exportações, em 2020, seguiram sendo Estados Unidos (9,3 milhões de pares e US$ 137,8 milhões, quedas de 22,1% e 30,8%, respectivamente); Argentina (7,7 milhões de pares e US$ 72,6 milhões, quedas de 23,5% e 30,8%) e França (7,1 milhões de pares e US$ 59,2 milhões, quedas de 10,7% e 2,1%). As principais origens dos embarques foram Rio Grande do Sul (22 milhões de pares e US$ 292,5 milhões, quedas de 28,8% e 34,8%); Ceará (33 milhões de pares e US$ 167 milhões, quedas de 14,5% e 28,1%); e São Paulo (6,4 milhões de pares e US$ 66,8 milhões, quedas de 16,5% e 35,3%). Confira as informações apresentadas na coletiva de imprensa AQUI.

Dados e estimativas

2020
Produção de calçados (jan-nov): -23,% (654,1 milhões de pares)
Produção de calçados (2020): -21,8% (710 milhões de pares)*
Exportação de calçados (2020): 93,8 milhões de pares (-18,6%) e US$ 658,3 milhões (-32,3%)
Emprego (nov): 255 mil postos diretos (-13%)

2021*
Produção de calçados: +14,1% (811 milhões de pares)
Exportação de calçados: +14,9% (108 milhões de pares)

* Projeções Abicalçados

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 595 Visualizações
vacinação
Saúde

Governo do Estado prepara estrutura para vacinação contra Covid-19

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

Com previsão de o Ministério da Saúde iniciar a campanha de vacinação contra a Covid-19 na segunda quinzena de janeiro, a secretária da Saúde, Arita Bergmann, juntamente com diretores e técnicos da Secretaria da Saúde (SES) do Governo do RS debateram nesta quarta-feira (13) o detalhamento do plano estadual de vacinação. Assim, conforme informações do governo do Estado, enquanto não existem definições específicas do governo federal para a data de início da campanha e a quantidade de doses a ser enviada aos Estados, a equipe da SES alinha estratégias para a logística de vacinação no RS.

“Assim que a vacina chegar ao Rio Grande do Sul, já temos estrutura e planejamento para iniciar a vacinação”, afirma Arita. Além disso, de acordo com a diretora do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Cynthia Molina-Bastos, o processo de vacinação contra a Covid-19 será o mesmo de outras campanhas de imunização, como a da influenza, realizada anualmente. A secretária Arita informou que o Ministério da Saúde sinaliza adquirir todas as vacinas liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e fará a distribuição das doses de forma igualitária entre os Estados. Da mesma forma, o governo do Estado distribuirá aos municípios quantidade proporcional à população a ser vacinada.

Conforme Plano Nacional de Imunização, os grupos prioritários para a campanha são profissionais em contato direto com o vírus. Neste caso, pessoas que trabalham em Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), centros de triagem e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); idosos em lares de longa permanência; idosos fora desses lares com mais de 70 anos; indígenas e quilombolas. A estimativa é de que cerca de 1 milhão de pessoas façam parte dessas populações. “Como a quantidade a ser recebida inicialmente talvez não seja suficiente, teremos de adotar critérios. Assim, se tivermos que fazer escolhas, os primeiros a receber serão profissionais que trabalham diretamente no atendimento a pacientes Covid”, ressalta Arita.

Insumos e armazenamento necessários

Em relação às agulhas e seringas para a vacinação, a SES afirma que no fim de 2020 o estoque disponível era de 4,5 milhões de seringas. Além disso, foram adquiridas, por registro de preços, mais 10 milhões de seringas agulhadas. A entrega desses insumos aos municípios será escalonada e integrada com a distribuição da vacina. De acordo com a secretária, esses itens, além da possibilidade de recebimento de agulhas e seringas do Ministério da Saúde somados aos estoques dos municípios, serão suficientes para atender toda a demanda da vacinação contra a Covid e das outras campanhas que ocorrem em paralelo (como influenza, sarampo e todo o calendário básico de vacinação).

Sobre armazenamento de vacinas, Arita destacou: “temos capacidade adequada tanto em Porto Alegre como nas Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS) para armazenar e conservar as vacinas da Covid”. Nas últimas semanas, a SES fez a entrega de 43 câmaras de conservação no interior. Somadas às já existentes nas CRS, agora totaliza estrutura de 96 câmaras refrigeradas.

Logística da vacinação

A rede de logística de vacinação do Rio Grande do Sul é formada por 18 Centrais Regionais de Frio (uma em cada CRS), uma Central Estadual de Distribuição e Armazenamento de Imunobiológicos (Ceadi), dois Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries) – um estadual e um do município de Porto Alegre. Além disso, há cerca de 1.800 salas de vacinas em todo o Estado.

A Ceadi tem área de armazenamento de 160 m³, composta por duas câmaras frigoríficas fixas (total de 94 m³) e um contêiner externo auxiliar (59 m³), todos funcionando em temperatura na faixa de 2°C a 8°C. Assim, de imediato, é possível armazenar até 3 milhões de doses de vacina. Para a distribuição pelo Estado, a Ceadi tem um caminhão baú refrigerado, com capacidade de transportar até 600 mil doses por vez. Mais um caminhão baú chegará em fevereiro, e há possibilidade de locação de mais dois veículos e parceria com empresas privadas ou órgãos estatais. “Para agilizar o processo, as coordenadorias e municípios podem vir até Porto Alegre buscar”, informou Arita.

Autonomia dos municípios

Em cada município, a gestão local poderá definir as melhores formas de vacinar sua população e evitar aglomerações, como indicar locais e horários que funcionem melhor para cada realidade. “Também poderão ser deslocados profissionais vacinadores aos lares de idosos e em casos em que as pessoas tenham dificuldades de locomoção”, exemplificou a secretária.

Por fim, o secretário-executivo do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems-RS), Diego Espíndola, afirma que os municípios e o Estado trabalham juntos para garantir agilidade e acesso da população à vacinação. “Queremos levar essa vacina aos quatro cantos do RS. Para isso, estamos ampliando a rede de frio do Programa Estadual de Imunizações, que faz com que os gaúchos possam se vacinar o quanto antes”, acrescenta Espíndola.

Foto: Marília Bissigo /Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 738 Visualizações
Regina
Variedades

Diretoria da Amrigs visita Hospital Regina de NH

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) visitou o Hospital Regina, em Novo Hamburgo, na última terça-feira (12). Gerson Junqueira Jr., acompanhado dos diretores Marcos André dos Santos (Comunicação) e João Rogério da Silveira (Assistência e Previdência) da Amrigs, foi recebido pelo diretor técnico-executivo do Regina, o urologista Antônio Lopes.

Na visita, os representantes da Amrigs conheceram parte da estrutura do hospital, importante instituição no Vale do Sinos na pediatria e tratamento oncológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, também estiveram na área reservada exclusivamente para atendimento do corpo clínico que atua no hospital. O Regina completou 90 anos de existência em 2020. A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do hospital é referência para todo o Rio Grande do Sul, através da Central de Regulação de Leitos do Estado.

Além de apresentar a nova diretoria e o novo posicionamento da Associação Médica do Rio Grande do Sul, o presidente também colocou a estrutura científica e cultural da associação à disposição do Hospital Regina. Assim, as plataformas de ensino à distância e reuniões virtuais da Amrigs despertaram o interesse do Diretor do Hospital. Por fim, a gerente administrativa do Regina, Aline Girsch, destacou a necessidade que os médicos têm em dispor de alternativas de qualificação continuada, especialmente na modalidade virtual. O gerente-geral da Amrigs, Ronald Grecco, acompanhou a diretoria durante a visita ao Hospital Regina.

Foto: Miguelito Medeiros/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 1,3K Visualizações
Cachoeirinha
Variedades

Soldado da BM de Cachoeirinha visita bebê um dia após salvamento

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

Nesta quarta-feira (13), o Soldado Pedroso, acompanhado do Soldado Argolo, ambos do 26º Batalhão de Polícia Militar de Cachoeirinha, foram visitar o pequeno Rhavi. O bebê está completando seu primeiro mês de vida, graças a agilidade e rapidez dos profissionais.

Foi na noite de terça-feira (12), que a sala de operações do 26° BPM recebeu uma ligação. Ao telefone a mãe de Rhavi relatava que seu bebê de quase um mês de vida havia engasgado com leite materno e estava quase desacordado. Assim, prontamente a sala de operações despachou a guarnição para residência da família.

Chegando no local, o Soldado Pedroso pegou o bebê em seu colo e deu início as manobras para desobstruir as vias respiratórias. Dessa forma o bebê voltou a respirar, porém aparentemente ainda estava muito fragilizado. Assim,  a sala de operações composta pelos Soldados Rolim e Soldado Flesch entraram em contato com o hospital da cidade e informaram a situação ao plantão. A guarnição deslocou a mãe e o bebê até o hospital Padre Jeremias, em Cachoeirinha, onde uma equipe médica já estava de prontidão para realizar os primeiros atendimentos. Por fim, a criança permaneceu em observação por algumas horas e depois foi liberada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 573 Visualizações
ERS-448
Cidades

ERS-448 terá trânsito bloqueado a partir desta quinta-feira

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

A ERS-448 estará totalmente bloqueada no km 39, em Nova Roma do Sul, na Serra, a partir de quinta-feira (14). Conforme informações do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), a interdição do trânsito ocorre em razão da construção de dois bueiros sob a rodovia.

A obra do Daer, que é vinculado à Secretaria de Logística e Transportes do governo do Estado, não pode ser realizada com o tráfego liberado. Assim, o trânsito será normalizado na próxima terça-feira, 19, a partir das 16h. Além disso, ainda em janeiro ocorrerá um novo bloqueio entre as 8h do dia 22 e as 16h do dia 26. “Com o trânsito liberado, o local não apresenta condições de segurança para os trabalhadores realizarem as atividades, nem para os condutores, porque de um lado há a encosta e do outro, o desfiladeiro”, explica o diretor-geral do Daer, Luciano Faustino. “Os bloqueios totais serão necessários, ainda, devido à impossibilidade de se fazer um desvio na estrada”, acrescenta.

Além disso, conforme Faustino, houve a liberação provisória do trecho durante as festas de fim de ano. “Com isso, neste momento estamos focados em concluir as atividades o mais breve possível para restabelecer definitivamente o tráfego na ERS-448”, explica.

Obra garante mais segurança para a população

O aterro do km 39 da ERS-448 está sendo recomposto devido a um deslizamento em junho do ano passado. Assim, a etapa em conclusão corresponde à implantação dos dispositivos de drenagem da pista, que são necessários para a posterior construção do pavimento. “Ainda teremos outras etapas, como replantio de mudas e recomposição da vegetação, além da reimplantação da sinalização. Estamos avaliando se será possível executá-las com o trânsito liberado ou em meia pista”, informa o engenheiro civil Adalmiro Neto, responsável pela 2ª Superintendência Regional do Daer, de Bento Gonçalves.

Por fim, a expectativa é de que as obras emergenciais sejam concluídas ainda neste trimestre. Elas estão sob responsabilidade da empresa Rota Terraplenagem e Pavimentação Ltda. e têm custo de R$ 1,8 milhão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 745 Visualizações
gestão
Variedades

Unisinos e Grêmio reafirmam parceria com curso de Gestão de Clubes de Futebol

Por Eduarda Ferreira 14/01/2021
Por Eduarda Ferreira

Apaixonados por futebol e gestão podem aprender sobre o assunto e ampliar conhecimento em uma parceria da Unisinos com o Grêmio. Conforme a Universidade, O curso de Extensão em Gestão de Clubes de Futebol está com inscrições abertas, sendo essa a sétima edição da formação que já entregou certificado para mais de 130 profissionais desde 2014.

O curso, com mais de 170 horas e duração de oito meses, visa formar um quadro de gestores e dirigentes capacitados a conhecer, gerir e atuar nas diversas áreas envolvidas na gestão de clubes de futebol.  Durante o programa, o aluno terá a oportunidade de conhecer uma área do clube e passar uma tarde com o atual presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr. Além disso, o aluno terá acesso à realidade do clube e contato direto com os executivos.

Por fim, as aulas possuem quatro módulos diferentes. Assim, o objetivo é que o aluno aprenda noções sobre como administrar financeiramente um clube, conceitos de Direito Esportivo e Trabalhista, aspectos gerais de contratos no futebol e na formação de jovens atletas, além do módulo Marketing e Relacionamento – gestão, prospecção e comunicação – e as novas tendências e inovações na área. Os Interessados precisam ser sócios do grêmio e comprovar formação superior completa ou em andamento. A matrícula e mais informações estão disponíveis no site da Unisinos, na aba cursos de extensão.

Convênio para descontos

Além da parceria para o curso de extensão, Unisinos e Grêmio assinaram também um novo convênio onde os sócios, estagiários e funcionários do clube têm desconto em outros cursos da Universidade: Graduação EAD e Híbrida, Unilínguas, cursos de Extensão, além de cursos lato e estrito senso. Para mais informações sobre as opções e descontos, os interessados devem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 3591-1200. A iniciativa reforça a parceria que oportuniza aos dirigentes, sócios e docentes a possibilidade de aprendizado conjunto, pela abordagem de temas importantes para o futebol, bem como a troca de experiências.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2021 0 Comentários 796 Visualizações
tabaco
Business

Exportações de tabaco têm bom desempenho mesmo em tempos de pandemia

Por Eduarda Ferreira 13/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O Brasil fechou 2020 com 1 bilhão 638 milhões de dólares e 514.287 toneladas de tabaco exportadas, segundo dados do Ministério da Economia. Os números acompanham a expectativa apontada pela pesquisa da Deloitte Consultores, de redução de -2 a -6% no volume e de -15% a -20% em dólares, em comparação com 2019, quando foram embarcados 2,14 bilhões de dólares e 549 mil toneladas. Assim, segundo o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, a redução de 6,31% no volume e de 23,4% em dólares era esperada.

“A redução era esperada uma vez que em 2019 tivemos um incremento de 7,6% em dólares e de 19% no volume de tabaco exportado em relação ao ano anterior (2018), devido, principalmente, a embarques postergados por razões logísticas”, explica Schünke. “Se considerarmos os últimos cinco anos, o volume embarcado em 2020, ficou um pouco acima da média histórica, de 494 mil toneladas. Já em relação aos dólares exportados, a qualidade do produto e a valorização do dólar refletiram na redução do valor exportado”, acrescenta o executivo.

Destinos do tabaco brasileiro

O principal mercado brasileiro continua sendo a União Europeia, destino de 41% do tabaco exportado, seguida pelo Extremo Oriente (24%), África/Oriente Médio (11%), América do Norte (9%), América Latina (9%) e Leste Europeu (6%). Entre os países, a Bélgica (US$ 414 milhões) continua sendo o principal importador do produto, seguido da China (US$ 153 milhões) e Estados Unidos (US$ 125 milhões). Além disso, na sequência da lista dos principais clientes estão a Indonésia (US$ 98 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 74 milhões), Turquia (US$ 55 milhões) e Rússia (US$ 54 milhões).

Conforme o presidente do SindiTabaco, mesmo diante de um ano atípico, em função da pandemia, o setor do tabaco obteve um bom desempenho nas exportações. “A manutenção das atividades, seguindo todas as recomendações das autoridades sanitárias, foi uma decisão acertada e contribuiu para o alcance destes resultados”, comenta Schünke.

Saiba mais

O tabaco representou 0,8% do total de exportações brasileiras e 4,1% dos embarques da Região Sul de 2020. No Rio Grande do Sul, estado que concentra mais da metade da produção brasileira, o produto foi responsável por 9,5% do total das exportações. Nas exportações do agronegócio brasileiro, o tabaco ocupa a oitava posição. Além disso, na Região Sul, o tabaco foi exportado em sua grande maioria pelo Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul (83,7%), seguido de Santa Catarina (16%) e Paraná (0,3%). Do total exportado em dólares, 97,4% é oriundo da Região Sul.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2021 0 Comentários 631 Visualizações
Vindima
Gastronomia

Temporada da Vindima começa neste sábado

Por Eduarda Ferreira 13/01/2021
Por Eduarda Ferreira

A temporada da Vindima está prestes a começar! A época em que a região Uva e Vinho da Serra Gaúcha fica mais bonita ocorre entre o próximo sábado (16) e o dia 6 de março. É na temporada da vindima que os parreirais ficam verdinhos, cobrindo as centenas de hectares cultivados, e que as variedades de uvas começam a ser colhidas para iniciar o processo de elaboração dos vinhos, espumantes e sucos.

Assim, o período vem se tornando um dos que mais atrai turistas para a região, oportunizando aos turistas vivenciar experiências em meio aos parreirais e resgatar hábitos e tradições dos colonizadores italianos. Desta forma, visitas ao parreiral, colheita e pisa das uvas, curso de degustação, almoço harmonizado, lanche típico (merendim) e visita a caves são algumas das atrações que fazem parte da programação oferecida em roteiros exclusivos para a temporada.

Especializada em turismo e referência na preservação e disseminação da história e cultura local, a Giordani Turismo e Eventos, com a parceria de vinícolas e empreendimentos da região, preparou duas opções de roteiros com a temática. O Fascínios da Vindima, com duração média de 8 horas e o Vindima no Vale, com aproximadamente 3 horas de passeio, ambos com saídas aos sábados. Para tal, os valores, por pessoa, variam de R$ 295,00 a R$ 525,00 e as atividades podem variar de acordo com os decretos e restrições vigentes, em função da pandemia de Covid-19. Mais Informações podem ser obtidas pelo telefone 54 3455-2788 ou www.giordaniturismo.com.br.

Foto: Zéto Telóken/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2021 0 Comentários 643 Visualizações
Aulas
Cidades

Aulas da rede municipal de Campo Bom retornam em 17 de fevereiro

Por Eduarda Ferreira 13/01/2021
Por Eduarda Ferreira

As aulas da rede municipal de ensino de Campo Bom já tem data para retornar, dessa vez com o método de ensino híbrido. Assim, o início será no dia 17 de fevereiro e, após quase um ano letivo inteiro com aulas somente a distância, os alunos poderão voltar para as escolas. A coordenadora-geral da Secretaria de Educação e Cultura, Márcia Tornin, explica que, por turno, cada escola vai receber um número limitado de alunos. Assim, funcionará com 50% da capacidade máxima de ocupação em cada espaço escolar, de forma escalonada para atender todos estudantes que optarem pelas aulas presenciais.

“Como o aluno vai estar na escola em apenas um turno, o restante da carga horária precisará ser complementada com atividades remotas”, afirma Márcia. Além disso, ela ressalta que os alunos cujo os pais não permitirem o retorno presencial continuarão recebendo o atendimento remoto, da mesma forma que estava ocorrendo em 2020. “O aluno não é obrigado a estar na escola, mas seu responsável firma o compromisso de que ele tenha um acompanhamento sistemático das atividades e avaliações previstas, de forma que o desempenho de todos os estudantes caminhem em conjunto”, acrescenta.

Segundo o prefeito Luciano Orsi, a educação é prioridade desde o início da gestão e, mesmo com a pandemia, o município conseguiu manter a qualidade no ensino. “Graças a um esforço conjunto da Prefeitura e dos profissionais de ensino, conseguimos vencer um ano de pandemia e alinhar nossas ações para 2021. Assim, estamos preparados para voltar a atender nossos alunos nas escolas, priorizando a segurança deles e garantindo que continuem recebendo uma educação transformadora”, declara Orsi.

Segurança em primeiro lugar

Para o ensino presencial, o número de alunos por sala de aula será limitado, com possível escalonamento de horários de entrada, intervalos e saídas para evitar aglomerações. Assim, para se certificar de que todos os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19 estejam sendo seguidos no retorno às aulas presenciais, a Prefeitura criou o Centro de Operação de Emergência em Saúde para Educação (COE – E Municipal), exigido pelo Estado a todos os municípios. Dessa forma, cada escola possui seu COE local e elaborou o seu próprio Plano de Contingência para Prevenção, Monitoramento e Controle da Covid-19, que deverá estar aprovado pelo COE Municipal.

Buscando garantir a segurança dos alunos e profissionais das escolas, os estudantes receberão duas máscaras de tecido na volta às aulas e os professores, além das máscaras, um protetor facial de acrílico. Além disso, cada escola terá à disposição álcool gel, totem dispensador de álcool gel, borrifadores de álcool, álcool líquido 70%, dispensadores de parede para álcool gel, dispensadores de parede para sabonete líquido, tapete sanitizante, termômetro corporal infravermelho, fitas demarcatórias para piso, fitas para isolamento de ambientes e lixeiras com tampa e acionamento de pedal.

Confira como será o formato presencial para cada etapa escolar

  • Educação Infantil – Creche turno integral: 6h30min às 11h30min/ 12h30min às 18horas
    Escalonado com 50% da turma no turno da manhã e 50% no turno da tarde
  • Educação Infantil – Pré-escola turno integral: Escalonado com 50% da turma no turno da manhã e 50% no turno da tarde
  • Educação Infantil – Pré-escola turno parcial: Revezamento com 50% em dias alternados da semana
  • Ensino Fundamental – anos iniciais/tempo integral: 7h30min às 11h30min/ 12h30min às 16h30min
    Revezamento com 50% da turma no turno da manhã e 50% no turno da tarde
  • Ensino Fundamental – anos iniciais parcial: Revezamento com 50% em dias alternados da semana
  • Ensino Fundamental – anos finais: Revezamento com 50% numa semana e 50% na outra semana
Foto: Laura Poersch Schommer/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2021 0 Comentários 699 Visualizações
saúde mental
Saúde

Pesquisa alerta para a importância dos cuidados com a saúde mental

Por Eduarda Ferreira 13/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O Janeiro Branco é uma campanha nacional, iniciada em 2014, que visa promover e efetivar, em todo o país, ações de promoção aos cuidados relacionados à saúde metal. Além disso, a pandemia de Covid-19 e o isolamento provocado por ela afetaram ainda mais a saúde emocional da população neste último ano, que está. Com isso, a Universidade Feevale divulga pesquisa recente que alerta para a importância dos cuidados com a saúde mental.

A pesquisa, realizada pelas professoras Sabrina Cúnico e Carmem Giongo, do mestrado em Psicologia da Universidade Feevale, mostrou um resultado preocupante. Isso porque, o estudo, que contou com a participação de 428 pessoas, sendo 321 mulheres e 107 homens, com idades entre 18 e 70 anos, identificou altos índices de insônia (36,2%), dor de cabeça (34,8%), inquietação (32,2%) e vontade de chorar (26,1%) entre os entrevistados. Além disso, eles ainda mencionaram ter sentido angústia (63,5%), irritação (36,9%), tristeza (25,2%) e nervosismo (33,8%), entre outros sintomas.

A pesquisa também apontou o que os participantes têm sentido mais falta durante esses meses de isolamento. Passeios (71%), encontro com amigos (68,9%), encontro com familiares (61,2%), rotina (58,8%) e exercícios físicos (36,4%) foram as atividades mais citadas. O estudo diz ainda que as pessoas estão buscando valorizar mais a vida (30,8%), desejam que os cidadãos tenham condições de alimentação, saúde, educação, moradia e renda (27, 5%), tenham mais consciência sobre o consumismo e poluição (15,8%), se importem mais em estarem presentes em momentos importantes (14,9%) e possam retomar a rotina sem prejuízos (14,2%).

Pandemia e saúde mental

O mesmo público afirma que a pandemia proporcionou momentos de reflexão e mudança (34,3%), de valorização da vida e das pequenas coisas (18,9%), da importância de estar em casa e possuir tempo para a família (17,2%) e das relações/interações com o outro (13,8). Pelo ponto de vista negativo, destacam-se a crise econômica e o desemprego (27,1%), a situação da saúde e do aumento de casos e mortes (24%), o distanciamento social (13,7), o medo e a ansiedade (10%) e a desigualdade social (10%).

A professora Sabrina, que lidera o estudo, destaca que a pandemia potencializou o adoecimento mental da população. “As pessoas estão realmente cansadas de estar em isolamento, pelo tempo em que a pandemia está imposta, bem como pela incerteza da vacina e da cura da doença”, destaca. Além disso, segundo ela, pelo fato de os seres humanos serem indivíduos relacionais, que precisam da presença e da troca externa, a falta disso aumenta esse impacto. “A pandemia mostrou que o contato via redes sociais, que aproxima mas é superficial, não é suficiente”, pondera.

Ainda conforme a docente, são necessárias novas companhas de conscientização para que as pessoas busquem ajuda profissional, por meio de terapias, teleterapias ou outras formas para evitar o seu adoecimento mental. “É importante que a pessoa estabeleça uma rotina entre trabalho e lazer, faça coisas que goste e procure novos hábitos saudáveis. Também é importante que compartilhe seus momentos de angústias com outras pessoas, para desabafar e amenizar o sofrimento”, complementa.

Atendimento à comunidade

O Centro Integrado de Psicologia (CIP) da Universidade Feevale está aberto para atender a comunidade. Para agendar o atendimento, os interessados devem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 3686-8800, ramal 8620.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/01/2021 0 Comentários 633 Visualizações
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