Unidade pioneira da petroquímica no mundo e referência global no desenvolvimento de produtos sustentáveis, a planta de eteno renovável da Braskem, no Polo Petroquímico de Triunfo, foi o palco central de uma visita técnica de uma comitiva da Sulgás neste mês de fevereiro. Realizado na última quinta-feira (5), o encontro contou com a presença de onze integrantes da empresa de diferentes áreas ligadas à sustentabilidade.
Responsável pela distribuição de gás natural canalizado no Rio Grande do Sul, a Sulgás possui uma relação estratégica com a Braskem, com o fornecimento diário de cerca de 400 mil metros cúbicos de gás como matéria-prima energética.
A agenda incluiu, ainda, uma visita ao chamado “cinturão verde”. Localizado no entorno do Polo Petroquímico – que possui área total de 14,6 mil hectares -, trata-se de uma área de mata nativa com extensão de 300 hectares e que abriga mais de três mil espécies catalogadas (fauna e flora). Durante a imersão, técnicos da Braskem apresentaram ainda alguns dos principais processos produtivos e tecnologias empregados pela companhia, suas políticas de saúde, segurança, meio ambiente e iniciativas sociais.
“A competitividade da indústria passa pela troca de experiência e informações entre parceiros estratégicos. Encontros como esse renovam esse viés colaborativo, ainda mais quando se trata de soluções sustentáveis e meio ambiente”, destaca o gerente de Relações Institucionais da Braskem no RS, Daniel Fleischer.
Eteno renovável
Inaugurada em 2010 com capacidade de produção de 200 mil toneladas anuais à época, a unidade de eteno de fonte renovável da Braskem atualmente opera com uma capacidade produtiva de 275 mil toneladas/ano, o que representa um aumento de 37% em relação ao projeto inicial, fortalecendo o crescimento da empresa como referência no desenvolvimento de soluções renováveis. A operação dá origem I’m greenTM bio-based, um marco que reforçou a liderança global da companhia em biopolímeros produzidos a partir do etanol da cana-de-açúcar. Desde a partida da planta, a sua produção evitou a emissão de mais 8 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.


